| Foto: Arquivo |
| Governo do Estado lança em agosto edital de licitação para terminal rodoviário de VG, afirma Nico Baracat |
Depois de tantas promessas, parece que até 20 de agosto sai o edital de licitação para o tão sonhado terminal rodoviário de Várzea Grande. A afirmação é do secretário de Estado de Cidades, Ernandy Maurício Baracat Arruda, o Nico Baracat (PMDB), na manhã desta quinta-feira (28.07) em entrevista a rádio Cidade Independente.
Em 2010, a Secretaria de Infraestrutura de Mato Grosso (Sinfra/MT) juntamente com a Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados (Ager) e a Prefeitura de Várzea Grande prometeram que lançariam o edital em 29 de outubro e iniciariam as obras em março deste ano. Porém, o prazo estipulado venceu e o projeto nem saiu do papel.
Várzea Grande é a segunda maior cidade de Mato Grosso, com quase 300 mil habitantes, e não tem terminal rodoviário. O problema se arrasta desde 2006, na Justiça por meio de uma Ação Civil Pública (449/2006), impetrada pelo promotor da 6º Promotoria Civil de Várzea Grande, Carlos Eduardo Silva, com o intuito de sensibilizar os órgãos competentes na construção de instalações apropriadas para o serviço de transporte rodoviário no município.
O Ministério Público Estadual (MPE) ingressou com Ação Civil Pública em 2006 contra o Restaurante e Lanchonete Alvorada, onde funciona a chamada “rodoviária” de Várzea Grande. Na época, o processo foi instaurado porque os proprietários da lanchonete queriam obrigar os consumidores ao pagamento de taxas de embarque e de uso de sanitários, em contrapartida oferecia “serviços de péssima qualidade”.
Além disso, dentre as irregularidades apontadas pelo MPE, tem a questão de segurança. Os ônibus são abastecidos no local. A “rodoviária” é uma lanchonete de propriedade particular administrada pela empresa Eucatur. No entanto, é curioso que - mesmo ao apresentar problemas de segurança e saneamento, o terminal rodoviário recebeu autorização da Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT) para ser parada obrigatória dos ônibus interestaduais que passarem pelo município, alegou o promotor de Justiça, Carlos Eduardo Silva, na época que propôs a ação.
Apesar de todas as irregularidades e insegurança apontada pelo MP, até hoje continua funcionando com precariedade e sem nenhuma providência por parte do Poder Público municipal.
por Edina Araújo & Izabella Araújo/VG Notícias






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