O prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes (PSB), decidiu voltar atrás e encaminha à Câmara de Cuiabá, projeto que revoga a “Lei da Mordaça”, em vigor desde 2011. A proposta, de autoria do ex-vereador Antônio Fernandes (PSDB) determina que jornais e sites cadastrarem RG, CPF, e-mail e endereço completo das pessoas que desejaram fazer qualquer comentário nas reportagens publicadas nesses veículos de comunicação social.
Depois de determinar o cumprimento da Lei de nº 5.384/2010, nesta semana, notificando alguns sites da Capital por comentários maldosos de internautas e leitores, Mauro Mendes, temendo reações e eventuais represálias, mudou de opinião pedindo anulação da redação anterior.
Enquanto o povo protestava contra corrupção nas ruas de Cuiabá na noite de quinta-feira, 20, Mauro Mendes procurou o programa Resumo do Dia, e por telefone conversou com o apresentador Roberto França, justificando a medida.
Mauro Mendes imputou, mais uma vez, a responsabilidade ao ex-prefeito Chico Galindo que à época, não sancionou a normativa remetendo ao Parlamento, e ficou a cargo do então presidente do Legislativo, vereador Júlio Pinheiro (PTB), promulgar a lei.
A Lei da Mordaça foi assunto discutido na Câmara Municipal durante sessão ordinária, quando o vereador Onofre Júnior (PSB), descontente com atitude do prefeito, recolheu assinaturas de pelo menos 13 vereadores em favor da revogação da lei. De acordo com o parlamentar, a exigência é inconstitucional e representa uma mordaça para a imprensa local e leitores que querem se manifestar.
Enquanto o povo protestava contra corrupção nas ruas de Cuiabá na noite de quinta-feira, 20, Mauro Mendes procurou o programa Resumo do Dia, e por telefone conversou com o apresentador Roberto França, justificando a medida.
Mauro Mendes imputou, mais uma vez, a responsabilidade ao ex-prefeito Chico Galindo que à época, não sancionou a normativa remetendo ao Parlamento, e ficou a cargo do então presidente do Legislativo, vereador Júlio Pinheiro (PTB), promulgar a lei.
A Lei da Mordaça foi assunto discutido na Câmara Municipal durante sessão ordinária, quando o vereador Onofre Júnior (PSB), descontente com atitude do prefeito, recolheu assinaturas de pelo menos 13 vereadores em favor da revogação da lei. De acordo com o parlamentar, a exigência é inconstitucional e representa uma mordaça para a imprensa local e leitores que querem se manifestar.





