Em clima de pré-campanha eleitoral, o PR volta a discutir 2014 na próxima semana, com o retorno do presidente estadual da sigla, deputado federal Wellington Fagundes, que está em viagem ao exterior. Após o adiamento da definição do senador Blairo Maggi em disputar o governo, o partido deve fortalecer as chapas proporcionais.
Atualmente, o PR conta com sete deputados estaduais, o que dificulta a filiação de novos nomes para as eleições. O deputado estadual Emanuel Pinheiro observa que a princípios, todos os nomes estão dispostos a buscar a reeleição, o que afugenta novos nomes.
“O indicativo é de que todos disputem a reeleição, e voltaremos a colocar em pauta as chapas porporcionais, principalmente, a nível estadual, porque contamos com um quadro forte de deputados estaduais”, destacou.
O plano do partido é manter o nome do senador Maggi para a disputa ao governo em 2014. Apesar de reiteradas declarações do progressista de que não enfrentaria nova disputa para o Palácio Paiaguás, os correligionários afirmam que o senador continua sendo a prerrogativa do partido. Maggi adiou o debate para 2014.
A definição de Maggi passa pela decisão do deputado federal Wellington Fagundes. Caso o senador realmente não dispute as eleições, Fagundes deve ser candidato ao Senado, ou se Maggi sair ao governo, tentará a reeleição à Câmara Federal. Deputado federal por seis legislaturas, Fagundes assumiu a vaga pela primeira vez, em 1991.
Se Fagundes for o candidato do partido para o Senado, quem deve disputar a vaga na Câmara Federal será o deputado estadual Sebastião Rezende, que está na Assembleia Legislativa desde 2002.





