A coordenadora de Direitos Humanos e das Minorias, Adna Lígia, participou do II Encontro Estadual de Travestis e I Encontro Estadual da Associação Nacional de Travestis e Transexuais do Brasil (Antra). O evento foi realizado no Hotel Praiamar, do dia 6 ao dia 8 de maio.
O Encontro lançou a campanha de promoção ao nome social “Trans” em parceria com o Ministério da Saúde. Também ocorreu o relançamento da campanha do Disque 100 (Disque Direitos Humanos).
A coordenadora de Direitos Humanos integrou a mesa de abertura do evento, no dia 6, e no sábado, dia 8, ministrou uma palestra sobre a Campanha Disk 100 (número da Ouvidoria da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República).
“Este é mais um canal onde a população LGBT tem para fazer qualquer denúncia sobre violação de seus direitos. Na ligação é reservada a identidade do denunciante e a denúncia é enviada para os responsáveis pela investigação dos fatos, sejam as Delegacias de Polícias, Coordenadoria de Direitos Humanos e Defesa das Minorias, Creas, Cras, Ministério Público ou Coordenadoria de Defesa das Mulheres e das Minorias”, explicou Adna Lígia.
Ainda de acordo com Adna Ligia, “É de suma importância que as pessoas que se sintam violadas em seus direitos denunciem, pois somente assim teremos a possibilidade de punir os culpados e elaborar públicas para em defesa dessa população ainda tão desrespeitada”.
O encontro foi organizado pela Associação de Travestis Reencontrando à vida (Atrevida) em parceria com a Coordenadoria de Direitos Humanos e Minorias (Codem), da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejuc), JEJUC, CODIMM, ANTRA e Programa Estadual de DST/Aids.
O Encontro lançou a campanha de promoção ao nome social “Trans” em parceria com o Ministério da Saúde. Também ocorreu o relançamento da campanha do Disque 100 (Disque Direitos Humanos).
A coordenadora de Direitos Humanos integrou a mesa de abertura do evento, no dia 6, e no sábado, dia 8, ministrou uma palestra sobre a Campanha Disk 100 (número da Ouvidoria da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República).
“Este é mais um canal onde a população LGBT tem para fazer qualquer denúncia sobre violação de seus direitos. Na ligação é reservada a identidade do denunciante e a denúncia é enviada para os responsáveis pela investigação dos fatos, sejam as Delegacias de Polícias, Coordenadoria de Direitos Humanos e Defesa das Minorias, Creas, Cras, Ministério Público ou Coordenadoria de Defesa das Mulheres e das Minorias”, explicou Adna Lígia.
Ainda de acordo com Adna Ligia, “É de suma importância que as pessoas que se sintam violadas em seus direitos denunciem, pois somente assim teremos a possibilidade de punir os culpados e elaborar públicas para em defesa dessa população ainda tão desrespeitada”.
O encontro foi organizado pela Associação de Travestis Reencontrando à vida (Atrevida) em parceria com a Coordenadoria de Direitos Humanos e Minorias (Codem), da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejuc), JEJUC, CODIMM, ANTRA e Programa Estadual de DST/Aids.





