Telemóvel que Rebekah Brooks ofereceu a mãe de criança morta terá sido escutado

 A mãe de uma menina britânica sequestrada e morta em 2000 diz ter sido informada pela polícia de que também o seu telefone terá sido interceptado pelo detective que trabalhava para o “News of the World”.

Rebekah Brooks sempre negou qualquer envolvimento no escândalo das escutasRebekah Brooks sempre negou qualquer envolvimento no escândalo das escutas (Phil Noble/Reuters)

A suspeita reacendeu a polémica sobre o escândalo das escutas, tanto mais que o telemóvel visado teria sido oferecido por Rebekah Brooks, a antiga responsável do grupo de Rupert Murdoch no Reino Unido, que era na altura directora do tablóide e que sempre negou qualquer envolvimento no caso.

O tablóide acompanhou de perto o desaparecimento de Sarah Payne, de oito anos, e depois de ela ter sido encontrada morta Brooks empenhou-se pessoalmente na aprovação de uma lei – que ficou conhecida como “lei Sarah” – para a divulgação da morada de condenados por pedofilia. Desconhecendo que também ela tinha sido escutada, a mãe da menina escreveu um artigo para a última edição do NoW, agradecendo aos “queridos e fiéis amigos” do jornal pelo apoio. “Ela está absolutamente devastada e muito desapontada”, revelou ao "Guardian" um amigo da mãe da menina.

O “News of the World” encerrou na sequência do escândalo das escutas ilegais levadas a cabo por tablóides do magnata Rupert Murdoch que visaram vítimas de crimes, políticos e membros da família real. Na sequência do escândalo, Rebekah Brooks acabou por demitir-se do cargo de directora executiva da News International, a subsidiária britânica do grupo de Murdoch.

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