Desbloqueio de duas avenidas de Cuiabá para a Copa custa R$ 3,4 mi


Empresas já foram contratadas e obras devem iniciar em 45 dias.
Para o início das obras, serão feitas mais de 30 desapropriações.

Pollyana AraújoDo G1 MT
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Desapropriações Barão de Melgaço (Foto: Arte/ Agecopa)Parte do projeto de desapropriação na Rua Barão
de Melgaço em Cuiabá (Foto: Arte/ Agecopa)
Duas empresas foram contratadas pela Agência Estadual de Execução dos Projetos da Copa do Mundo (Agecopa) para executar as obras de desbloqueio da Rua Barão de Melgaço e para a construção do anel viário na Rua das Mangueiras, em Cuiabá. Antes do início das obras, orçadas em R$ 3,4 milhões, serão realizadas mais de 30 desapropriações, sendo que a maioria delas refere-se a imóveis comerciais.
Conforme o contrato firmado pelo presidente da Agecopa, Eder Moraes, e a Três Irmãos Engenharia Ltda, no valor de R$ 2,5 milhões, a Barão de Melgaço será duplicada nos trechos entre o trevo das avenidas Miguel Sutil e 8 de Abril, totalizando mais de 1,3 mil metros de extensão. A obra está inclusa no cronograma dos projetos que visam preparar Cuiabá para sediar os jogos da Copa de 2014.
Já a empresa CGS Construção e Comércio Ltda foi contratada, após vencer licitação, para a execução do anel viário na Rua das Mangueiras, na região das Avenidas Fernando Corrêa da Costa e Carmindo de Campos, que estão entre as principais avenidas da capital. Pelos serviços, a Agecopa irá pagar R$ 944,1 mil.
Responsável pelo levantamento e obras de desapropriações, o secretário extraordinário de Apoio Institucional às Ações da Agecopa, Djalma Sabo Mendes, disse, em entrevista ao G1, que a previsão é de que, em 45 dias, seja finalizado todo o trabalho de desapropriação. Ele explica que os proprietários dos imóveis devem entregar a documentação até o final da próxima semana e, depois disso, será concedido um prazo de 30 dias para que deixem os locais.
O secretário afirmou que ainda não sabe precisar o custo das indenizações em função das desapropriações. Adiantou, porém, que será pago conforme o valor de mercado e não pelo custo venal do imóvel. "Estamos fazendo um trabalho paralelo de verificação da situação desses imóveis junto aos cartórios", reiterou.
Djalma Sabo informou ainda que a maior dificuldade será na Rua Barão de Melgaço, onde a maioria dos estabelecimentos são comerciais, enquanto na rua das Mangueiras há muitas áreas sem nenhuma obra de edificação.

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