POLÊMICA | 25/07/2011 - 16:54
Patrícia Sanches Desde que a crise se instaurou no ministério, após reportagem da revista Veja, 17 membros da cúpula da pasta já caíram. O último foi o mato-grossense Pagot, que só não havia saído antes porque estava de férias. A existência de superfaturamento nas obras do departamento foi apontada, inclusive, por um relatório do Tribunal de Contas da União (TCU), que aponta sobrepreço de R$ 78 milhões em seis obras.
Apesar de achar muito difícil Mato Grosso “emplacar” um nome no comando do Dnit, após a queda de Pagot, o senador Jayme pondera que o Estado ganharia muito, já que o posto é estratégico. “Particularmente não acho muito fácil, mas seria muito bom para Mato Grosso”, avalia. Ele endossa ainda a ideia do deputado Homero Pereira (PR), que defende um movimento suprapartidário. “Com certeza farei parte. Se é bom para o Estado, ajudo”, pontua.
Enquanto os republicanos, em especial, reclamam da possível perda de obras, o democrata pondera que a maioria das intervenções já eram planejadas pelo governo federal. Ele argumenta ainda que o Estado tem crescido muito, por isso, é natural que receba intervenções de grande porte.






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