José Trindade
Da Redação 24 Horas News
A onde de violência que atinge a Capital e que tem aumentado nos últimos dois anos, foi comparada as mesmas cenas de bangue-bangue registradsas nos morros do Rio mde Janeiro mostradas pela telesão em rede nacional
Faltando ainda cinco dias para acabar, o mês de julho já apresenta um saldo negativo de mais de uma pessoa morta por dia na Grande Cuiabá. Já foram registrados 29 homicídios, dois latrocínios: roubos seguidos de morte e um caso de lesão corporal grave seguido de morte. Mais duas pessoas foram assassinadas nas últimas 24 horas. Uma delas durante um tiroteio no coração de Cuiabá, bem na hora em que os trabalhadores estão saindo de seus empregos para casa.
O chapeiro - pessoa que trabalha fazendo lanches -, Luiz Mauro Leite da Silva, de 31 anos, conhecido como “Magrão”, levou um tiro na perna. A bala atingiu uma veia vital e ele morreu assim que deu entrada no Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá por volta das 18h10 desta segunda-feira (25).
No tiroteio, uma bala perdida atingiu a cabeleireira Sandra Silva, que continua hospitalizada. Uma terceira pessoa também teria sido atingida com uma coronhada, mas não teve seu nome divulgado.
O autor dos tiros, segundo testemunhas contaram à Polícia, seria um homem identificado como Luiz Carlos Matos, o “Boquinha”, com mais de uma dezena de passagens pela Polícia em diversos crimes. O assassino fugiu.
O tiroteio causou pânico e tumulto. Centenas de pessoas que saiam do trabalho e estavam em um ponto de ônibus na Avenida Tenente-coronel Duarte (antiga Prainha), ao lado do Beco do Candeeiro, tiveram que se jogar no chão para não serem atingidas por balas perdidas.
“Parecia uma guerra. Era bala para todos os lados. Já vi essas mesmas cenas no Rio de Janeiro pela televisão. Olha, tá feio o negócio em Cuiabá. Um dia matam aluno dentro da escola.Outro dia matam jornalista. Não sei onde nós vamos parar com tanta violência”, reclama a vendedora Glória, de 32 anos.
MAIS UM – A violência não para. Abílio Damião Ceni, de 56 anos, levou cinco tiros na noite desta segunda-feira e morreu na hora. O crime aconteceu na porta da casa da vítima, no bairro Jardim Glória, em Várzea Grande (Grande Cuiabá).
Abílio, segundo a Polícia, estava chegando na casa dele, quando teria discutido com uma pessoa e acabou sendo executado. O acusado, segundo ainda a Polícia, seria um homem que mora nos fundos da casa da vítima. O acusado fugiu.
Faltando ainda cinco dias para acabar, o mês de julho já apresenta um saldo negativo de mais de uma pessoa morta por dia na Grande Cuiabá. Já foram registrados 29 homicídios, dois latrocínios: roubos seguidos de morte e um caso de lesão corporal grave seguido de morte. Mais duas pessoas foram assassinadas nas últimas 24 horas. Uma delas durante um tiroteio no coração de Cuiabá, bem na hora em que os trabalhadores estão saindo de seus empregos para casa.
O chapeiro - pessoa que trabalha fazendo lanches -, Luiz Mauro Leite da Silva, de 31 anos, conhecido como “Magrão”, levou um tiro na perna. A bala atingiu uma veia vital e ele morreu assim que deu entrada no Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá por volta das 18h10 desta segunda-feira (25).
No tiroteio, uma bala perdida atingiu a cabeleireira Sandra Silva, que continua hospitalizada. Uma terceira pessoa também teria sido atingida com uma coronhada, mas não teve seu nome divulgado.
O autor dos tiros, segundo testemunhas contaram à Polícia, seria um homem identificado como Luiz Carlos Matos, o “Boquinha”, com mais de uma dezena de passagens pela Polícia em diversos crimes. O assassino fugiu.
O tiroteio causou pânico e tumulto. Centenas de pessoas que saiam do trabalho e estavam em um ponto de ônibus na Avenida Tenente-coronel Duarte (antiga Prainha), ao lado do Beco do Candeeiro, tiveram que se jogar no chão para não serem atingidas por balas perdidas.
“Parecia uma guerra. Era bala para todos os lados. Já vi essas mesmas cenas no Rio de Janeiro pela televisão. Olha, tá feio o negócio em Cuiabá. Um dia matam aluno dentro da escola.Outro dia matam jornalista. Não sei onde nós vamos parar com tanta violência”, reclama a vendedora Glória, de 32 anos.
MAIS UM – A violência não para. Abílio Damião Ceni, de 56 anos, levou cinco tiros na noite desta segunda-feira e morreu na hora. O crime aconteceu na porta da casa da vítima, no bairro Jardim Glória, em Várzea Grande (Grande Cuiabá).
Abílio, segundo a Polícia, estava chegando na casa dele, quando teria discutido com uma pessoa e acabou sendo executado. O acusado, segundo ainda a Polícia, seria um homem que mora nos fundos da casa da vítima. O acusado fugiu.






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