A meta agora é evitar a debandada para o Partido Social Democrata (PSD), que está em fase de criação e será lançado dia 1º em Mato Grosso
HUMBERTO FREDERICO
Da Reportagem
A pouco mais de um ano para as eleições municipais de 2012, os presidentes dos partidos políticos de Mato Grosso já estão se movimentando visando ao pleito do próximo ano. Alguns investem na busca de novos filiados para a sigla, outros lutam para não perder filiados, principalmente após a criação do Partido Social Democrata (PSD). Líder da nova sigla, o deputado José Riva estima que 46 prefeitos vão aderir à legenda.
A sigla do governador Silval Barbosa, o PMDB, tem como presidente o deputado federal Carlos Bezerra, e se prepara para fazer uma convenção estadual no próximo dia 11 de agosto, com a presença do vice-presidente da República, Michel Temer.
Na ocasião, além de traçar estratégias visando à eleição de 2012, os peemedebistas vão abonar a ficha de filiação do superintendente do Grupo Gazeta de Comunicação, João Dorileo Leal, que pretende ser candidato à prefeitura de Cuiabá.
O Partido da República (PR), presidido pelo também deputado federal Wellington Fagundes, está aproveitando o recesso para tentar solucionar os problemas causados pelas denúncias de corrupção no Departamento Nacional de Infraestrutura (Dnit), então comandado por Luiz Antonio Pagot. Os republicanos pensam em uma forma de evitar desgastes junto à sociedade. O temor é de que as denúncias sejam usadas por adversários nas próximas eleições, principalmente pelas ligações próximas de Pagot com o senador Blairo Maggi, considerado o maior líder republicano em Mato Grosso.
O DEM também começa a se mexer visando ao pleito do próximo ano. Depois de realizar eleição em praticamente todos os diretórios municipais, agora os democratas se movimentam para realizar no dia 20 de agosto a convenção estadual da sigla, para eleger o sucessor do atual presidente, Oscar Ribeiro. O partido deve perder o maior número de prefeitos para o PSD. Porém, os líderes não demonstram preocupação com o assunto.
O deputado federal Valtenir Pereira, que preside o PSB no Estado, tem centrado no interior na busca de novos filiados para o partido. Paralelamente, o partido está oferecendo curso de formação política para os pré-candidatos nas Eleições 2012. A expectativa dos socialistas está concentrada em Cuiabá, onde o empresário Mauro Mendes aparece como um dos principais nomes à disputa.
De todos os partidos que fazem parte da oposição ao governador Silval Barbosa (PMDB), o PSDB e o PDT são os que mais vêm se movimentando, também pelo fato de terem renovado o diretório recentemente, empossando o deputado federal Nilson Leitão e o senador Pedro Taques como presidentes, respectivamente.
Taques tenta interiorizar o PDT, divulgando a sigla pedetista. O PPS, presidido pelo deputado estadual Percival Muniz, tenta amenizar os “efeitos PSD”. Dos nove prefeitos que a sigla elegeu em 2008, oito deixarão o partido.
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Da Reportagem
A pouco mais de um ano para as eleições municipais de 2012, os presidentes dos partidos políticos de Mato Grosso já estão se movimentando visando ao pleito do próximo ano. Alguns investem na busca de novos filiados para a sigla, outros lutam para não perder filiados, principalmente após a criação do Partido Social Democrata (PSD). Líder da nova sigla, o deputado José Riva estima que 46 prefeitos vão aderir à legenda.
A sigla do governador Silval Barbosa, o PMDB, tem como presidente o deputado federal Carlos Bezerra, e se prepara para fazer uma convenção estadual no próximo dia 11 de agosto, com a presença do vice-presidente da República, Michel Temer.
Na ocasião, além de traçar estratégias visando à eleição de 2012, os peemedebistas vão abonar a ficha de filiação do superintendente do Grupo Gazeta de Comunicação, João Dorileo Leal, que pretende ser candidato à prefeitura de Cuiabá.
O Partido da República (PR), presidido pelo também deputado federal Wellington Fagundes, está aproveitando o recesso para tentar solucionar os problemas causados pelas denúncias de corrupção no Departamento Nacional de Infraestrutura (Dnit), então comandado por Luiz Antonio Pagot. Os republicanos pensam em uma forma de evitar desgastes junto à sociedade. O temor é de que as denúncias sejam usadas por adversários nas próximas eleições, principalmente pelas ligações próximas de Pagot com o senador Blairo Maggi, considerado o maior líder republicano em Mato Grosso.
O DEM também começa a se mexer visando ao pleito do próximo ano. Depois de realizar eleição em praticamente todos os diretórios municipais, agora os democratas se movimentam para realizar no dia 20 de agosto a convenção estadual da sigla, para eleger o sucessor do atual presidente, Oscar Ribeiro. O partido deve perder o maior número de prefeitos para o PSD. Porém, os líderes não demonstram preocupação com o assunto.
O deputado federal Valtenir Pereira, que preside o PSB no Estado, tem centrado no interior na busca de novos filiados para o partido. Paralelamente, o partido está oferecendo curso de formação política para os pré-candidatos nas Eleições 2012. A expectativa dos socialistas está concentrada em Cuiabá, onde o empresário Mauro Mendes aparece como um dos principais nomes à disputa.
De todos os partidos que fazem parte da oposição ao governador Silval Barbosa (PMDB), o PSDB e o PDT são os que mais vêm se movimentando, também pelo fato de terem renovado o diretório recentemente, empossando o deputado federal Nilson Leitão e o senador Pedro Taques como presidentes, respectivamente.
Taques tenta interiorizar o PDT, divulgando a sigla pedetista. O PPS, presidido pelo deputado estadual Percival Muniz, tenta amenizar os “efeitos PSD”. Dos nove prefeitos que a sigla elegeu em 2008, oito deixarão o partido.






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