Família cobra sumiço de cartão de memória de celular da garota que morreu na queda
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Advogado Marcelon Angelos mostra celular sem cartão de memória, que desapareceu no dia do acidente
O advogado das famílias dos adolescentes que caíram do teto do Pantanal Shopping Center, em Cuiabá, no último dia 21, Marcelon Angelos, afirmou, em coletiva de imprensa, nesta sexta-feira (25), que vai esperar a conclusão do inquérito policial para entrar com um pedido de indenização por danos morais. Segundo ele, a finalização das investigações deve demorar de 30 a 60 dias.
Devido à queda de uma altura de 12 metros, Keisa de Souza, 12, e Marcelino Santos, 15, morreram. A garota morreu no local e o garoto, no Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá, no mesmo dia, horas depois.
Outros dois, Gustavo e Camyla, também foram encaminhados à unidade hospitalar, mas com ferimentos leves. Além deles, outros quatro jovens estariam no local, porém não chegaram a subir as escadas que dá acesso ao teto do shopping.
Cartão de memória
O advogado revelou que também vai cobrar da direção do shopping uma explicação sobre o suposto sumiço do cartão de memória do celular de Keisa. Conforme Marcelon, só foi entregue à família o aparelho com bateria, chip da operadora, porém sem a capa traseira e o cartão.
Uma prima de Keisa, Grauciane Cruz de Souza, afirmou que outro adolescente, presente no local no momento do acidente, Gustavo, informou que foram feitas imagens do acidente no celular da menina.
"Segundo Gustavo, eles filmaram com o celular da Keisa. Ele ainda falou para mim: "Pega o celular que no cartão de memória tá tudo gravado". Aí nós fomos carregar o celular e procurar, e não estava mais o cartão de memória. Até então, nós não tínhamos mexido em nada, o celular estava dentro da mochila dela. A gente não pode falar que foi eles [o shopping] que retirou, mas o chip sumiu", disse Grauciane.
O advogado Marcelon Angelos também não afirmou que o shopping seria o culpado pelo desaparecimento do cartão, mas considerou o fato "intrigante". "O fato intriga muito aos pais e a mim também, já que o chip poderia conter momentos reveladores do acidente", completou.
Responsabilidade
A respeito da responsabilidade do Pantanal perante os acontecimentos, Marcelon foi taxativo ao dizer que o estabelecimento deverá sim responder, independentemente de o local onde aconteceu o acidente ser de acesso restrito ou uma saída de emergência.
"Eu não tenho dúvida de que responsabilidade existe por parte do shopping. Se há uma saída para uma área de emergência, no mesmo espaço onde existe outra saída que dá acesso ao teto, que é exclusivamente para manutenção do sistema de ar condicionado, no mínimo, deveria existir uma grade, uma porta. Ou um segurança e, até mesmo, identificação. No local não existia nenhuma faixa, nenhum informativo dizendo que ali era proibido o acesso", observou.
Devido à queda de uma altura de 12 metros, Keisa de Souza, 12, e Marcelino Santos, 15, morreram. A garota morreu no local e o garoto, no Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá, no mesmo dia, horas depois.
Outros dois, Gustavo e Camyla, também foram encaminhados à unidade hospitalar, mas com ferimentos leves. Além deles, outros quatro jovens estariam no local, porém não chegaram a subir as escadas que dá acesso ao teto do shopping.
Cartão de memória
O advogado revelou que também vai cobrar da direção do shopping uma explicação sobre o suposto sumiço do cartão de memória do celular de Keisa. Conforme Marcelon, só foi entregue à família o aparelho com bateria, chip da operadora, porém sem a capa traseira e o cartão.
Uma prima de Keisa, Grauciane Cruz de Souza, afirmou que outro adolescente, presente no local no momento do acidente, Gustavo, informou que foram feitas imagens do acidente no celular da menina.
"Segundo Gustavo, eles filmaram com o celular da Keisa. Ele ainda falou para mim: "Pega o celular que no cartão de memória tá tudo gravado". Aí nós fomos carregar o celular e procurar, e não estava mais o cartão de memória. Até então, nós não tínhamos mexido em nada, o celular estava dentro da mochila dela. A gente não pode falar que foi eles [o shopping] que retirou, mas o chip sumiu", disse Grauciane.
O advogado Marcelon Angelos também não afirmou que o shopping seria o culpado pelo desaparecimento do cartão, mas considerou o fato "intrigante". "O fato intriga muito aos pais e a mim também, já que o chip poderia conter momentos reveladores do acidente", completou.
Responsabilidade
A respeito da responsabilidade do Pantanal perante os acontecimentos, Marcelon foi taxativo ao dizer que o estabelecimento deverá sim responder, independentemente de o local onde aconteceu o acidente ser de acesso restrito ou uma saída de emergência.
"Eu não tenho dúvida de que responsabilidade existe por parte do shopping. Se há uma saída para uma área de emergência, no mesmo espaço onde existe outra saída que dá acesso ao teto, que é exclusivamente para manutenção do sistema de ar condicionado, no mínimo, deveria existir uma grade, uma porta. Ou um segurança e, até mesmo, identificação. No local não existia nenhuma faixa, nenhum informativo dizendo que ali era proibido o acesso", observou.
Por: ISA SOUSA
Fonte: MidiaNews
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