O Brasil pode contar com o voto garantido de 40 países para a eleição de José Graziano da Silva ao cargo de diretor-geral da FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura). Exceto o México, todos os representantes da América Latina, do Caribe e da comunidade dos países de língua portuguesa já se expressaram oficialmente a favor da candidatura do brasileiro.
Segundo informou à Folha uma fonte diplomática ontem na Embaixada do Brasil em Roma, além destes, outras nações confirmaram o apoio de maneira não-oficial.
Para reforçar o final da campanha eleitoral de Graziano, o governo brasileiro enviou três ministros à capital italiana, onde a FAO está sediada: o chanceler Antonio Patriota, o ministro do Desenvolvimento Agrário, Afonso Florence, e o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Wagner Rossi.
Com a finalidade de reuni-los em uma única mesa, foi organizado na embaixada brasileira um seminário de Cooperação Técnica brasileira, Segurança Alimentar e Políticas sociais que contou com a participação de ministros da Agricultura do Ruanda, da Guiné Bissau, Colômbia e de vice-ministros de Moçambique, São Tomé e Príncipe. Representantes de diversos países africanos, caribenhos e da América latina assistiram aos debates.
O chanceler Patriota falou do Programa Fome Zero --que depois se transformou em Bolsa Família--, reiterando os benefícios da política de inclusão social do governo Lula. "Nós queremos reforçar a cooperação entre os paises do hemisfério sul", disse.
Embora fosse o centro das atenções, José Graziano assistiu ao debate junto ao público. Uma senhora perguntou a Patriota se o programa Fome Zero era "uma magia", e o chanceler passou a palavra ao candidato à diretor-geral da FAO.
"O programa Fome Zero não é uma magia. Trata-se de uma política bem articulada em todo o Brasil. O segredo do sucesso foi estimular a produção e o consumo local. Através do programa de aquisição de alimentos, fortalecemos os vínculos entre produtor e consumidor aumentando a renda das populações" respondeu Graziano.
Segundo informou à Folha uma fonte diplomática ontem na Embaixada do Brasil em Roma, além destes, outras nações confirmaram o apoio de maneira não-oficial.
Para reforçar o final da campanha eleitoral de Graziano, o governo brasileiro enviou três ministros à capital italiana, onde a FAO está sediada: o chanceler Antonio Patriota, o ministro do Desenvolvimento Agrário, Afonso Florence, e o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Wagner Rossi.
Com a finalidade de reuni-los em uma única mesa, foi organizado na embaixada brasileira um seminário de Cooperação Técnica brasileira, Segurança Alimentar e Políticas sociais que contou com a participação de ministros da Agricultura do Ruanda, da Guiné Bissau, Colômbia e de vice-ministros de Moçambique, São Tomé e Príncipe. Representantes de diversos países africanos, caribenhos e da América latina assistiram aos debates.
O chanceler Patriota falou do Programa Fome Zero --que depois se transformou em Bolsa Família--, reiterando os benefícios da política de inclusão social do governo Lula. "Nós queremos reforçar a cooperação entre os paises do hemisfério sul", disse.
Embora fosse o centro das atenções, José Graziano assistiu ao debate junto ao público. Uma senhora perguntou a Patriota se o programa Fome Zero era "uma magia", e o chanceler passou a palavra ao candidato à diretor-geral da FAO.
"O programa Fome Zero não é uma magia. Trata-se de uma política bem articulada em todo o Brasil. O segredo do sucesso foi estimular a produção e o consumo local. Através do programa de aquisição de alimentos, fortalecemos os vínculos entre produtor e consumidor aumentando a renda das populações" respondeu Graziano.
Fonte: Folha Online






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