O presidente da Assembléia Legislativa, deputado estadual José Riva (PP), destacou a influência do parlamento estadual na escolha do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), anunciado pelo governo do Estado essa semana. 

“A decisão foi acertada. Eu nunca enxerguei outro modal para Cuiabá a não ser esse. Tenho plena convicção que o VLT é viável, e será uma obra para décadas na cidade, enquanto o BRT (Bus Rapid Transit) já era um sistema atrasado. A força do Parlamento foi importante, pois abriu esta discussão”, declarou Riva. 

O VLT será a mais importante obra para a Copa do Mundo. O custo estimado é de R$ 1,1 bilhão e o governo do Estado bancará todo o montante. 

O projeto inicial da Agecopa, feito há dois anos, previa o BRT, que consiste em corredores exclusivos para ônibus e sairia R$ 600 milhões mais barato que o VLT. O início das discussões sobre a mudança do modelo de transporte iniciou-se na Assembleia Legislativa, em um embate entre Riva e o então diretor-presidente da Agência Executora das Obras da Copa do Mundo (Agecopa), Yênes Magalhães. 

Yênes defendia o modelo BRT, enquanto o parlamentar levantou a bandeira pelo VLT. Riva chegou a acusar o então diretor-presidente de beneficiar lobistas ao defender o BRT. 

Comenta-se nos bastidores que um dos motivos de o governador Silval Barbosa (PMDB) ter retirado Yênes da presidência da Agecopa para colocar Eder Moraes teria sido um pedido do parlamentar. 

Desde quando o governador anunciou Eder, Yênes se afastou da imprensa e não quis se pronunciar sobre a escolha do seu substituto. Na época, o diretor de Infraestrutura da Agência, Carlos Brito, expôs a Silval insatisfação dos diretores com a forma como foi conduzido o processo de substituição de Yênes. (HF) 

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