A ex-senadora Serys Slhessarenko (PT) vai requerer explicações do ex-deputado Carlos Abicalil (PT), por meio do partido, sobre sua suposta participação no caso dos “Aloprados”. Ele é apontado em reportagem da revista Veja como articulador de um esquema que visava manchar a imagem de Serys em 2006, quando ela foi candidata ao governo.
A petista vai protocolar, na próxima semana, na Comissão de Ética do PT de Mato Grosso, um pedido de explicações ao ex-deputado. Ela ressalta que não vai requerer a expulsão dele do partido porque “não é vingativa”.
No começo deste ano, Serys respondeu a processo por infidelidade partidária, movido por militantes ligados a Abicalil. Ela foi suspensa por um ano do partido, o que em tese a deixaria impossibilitada de participar do processo eleitoral de 2010. No entanto, a direção nacional do partido amenizou a punição para quatro meses.
Expedito Veloso, um dos acusados no esquema dos “Aloprados”, em que petistas teriam encomendado um dossiê com documentos falsos para ligar o então candidato ao governo de São Paulo, José Serra (PSDB), a fraudes no Ministério da Saúde, trouxe novos nomes ao caso.
Conforme gravação publicada por Veja, Luiz Antônio e Darci Vedoin, donos da empresa Planam, receberam R$ 2 milhões para colocar o nome de Serys e do senador Antero Paes de Barros na lista de parlamentares “sanguessugas”, indicando que eles participaram de esquema que desviava dinheiro público por meio de emendas parlamentares que eram destinadas à compra de ambulâncias. Ambos eram candidatos ao governo em 2006.
No início desta semana, após cinco anos, o Ministério Público Estadual pediu que a Polícia Federal realize novas diligências e investigue as declarações de Veloso.
Agora, Serys quer explicações oficiais sobre novos fatos. “Já tinham me falado que havia participação de gente de dentro do PT naquilo. Como eu era inocente das acusações, sabia que só podia ser armação. Mas foi uma coisa muito grave, não se pode tirar proveito político em cima da honra das pessoas”, disse a petista.
O presidente do PT no Estado, deputado federal Ságuas Moraes, já adiantou que acha muito difícil que o processo resulte em alguma coisa, já que não há provas das acusações, feitas por um petista, na revista.
Serys respondeu por infidelidade partidária por manifestar apoio a candidato ao Senado de coligação concorrente, e não dar apoio ao candidato petista, que era Abicalil.
A mágoa de Serys era porque ela queria concorrer à reeleição, mas em eleição interna, perdeu para o então deputado federal, que foi o candidato da sigla ao senado. Serys foi candidata a deputado federal. Ambos não conseguiram se eleger.
Deus é Justo..Quem é o verdadeiro traidor?:Ex senadora Serys quer explicações de Abicalil
junho 25, 2011
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