Por Pedro Pinto de Oliveira
Quarenta escolas públicas estaduais - 27 em Cuiabá e 13 em Várzea Grande - serão atendidas na primeira etapa do programa “Escola Segura”, lançado ontem pelo governo do Estado. São estabelecimentos de ensino considerados vulneráveis ou que já registraram ocorrências policiais, algumas até assassinatos. E que há suspeitas de consumo e tráfico de drogas.
Na escola escolhida para sediar o evento de abertura, por exemplo, a Cesário Neto, no bairro Bandeirante, há um ano ocorreu um homicídio. O estudante Gustavo Pacheco da Silva, de 17, foi morto com três tiros.
O crime seria uma represália às ameaças de morte supostamente feitas pela vítima aos criminosos. Dedicada à Educação de Jovens e Adultos (EJA), ou seja, a alunos que interromperam ou foram reprovados no ensino regular, grande parte dos alunos da Cesário Neto são internos do centro de internação de menores infratores Pomeri.
O programa é parte do Plano Estadual de Enfrentamento às Drogas e integra três secretarias: Educação, Segurança e Direitos Humanos. A proposta prevê a instituição do “Guardião Escolar”, papel a ser desempenhado por um policial escolhido para levantar e monitorar a situação e os acontecimentos da escola, além de intermediar soluções.
O coordenador do programa, major James Ferreira, informa que 100 policiais estão sendo treinados para atuar no “Escola Segura”. Entretanto, o policial não permanecerá em tempo integral na escola, deverá fazer visitas regulares, e poderá ser acionado pela direção.
A ação “Rede Digital pela Paz”, desenvolvida pela Polícia Civil, completará o combate à violência. A idéia e usar os laboratórios de informática para trabalhar o reforço ou mudança de valores nos jovens e adolescentes. (Diário de Cuiabá)
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