Escrito por Ervino Martinuz
Cidade do Vaticano, 21 jun (SIR) – Nas últimas semanas a Santa Sé recebeu as orientações para a prevenção e o combate contra os abusos sexuais em menores preparadas pelos Bispos dos diferentes Países do mundo. E, nos próximos dias, publicará um relatório preliminar com a análise da Congregação para a Doutrina da Fé. Trata-se de um trabalho delicado e cheio de dificuldade, por causa das diferentes opiniões dos vários episcopados obre um tema tão doloroso. A maior parte dos Episcopados da terra já responderam à convocação feita pelo prefeito do dicastério vaticano para a Doutrina da Fé, William Levada, em carta de 3 de maio de 2011. Na carta, o cardeal pedia a cada Conferência episcopal de redigir as próprias normas práticas para combater a chaga da pedofilia em suas jurisdições.
O trabalho deveria terminar até maio de 2012. O card. Levada insistia para que estas normas estabelecessem “ações claras e coordenadas” para enfrentar os casos e dar respostas rápidas e eficazes, sempre de acordo com as peculiaridades locais. Normas que deviam ter em consideração as leis e os regulamentos emanados pelas autoridades civis. Em alguns Países, estas normas já são ativas há anos, especialmente onde aconteceu a maior parte dos casos de abuso: EUA, Irlanda, Alemanha e Áustria. Na elaboração de suas normas, alguns Episcopados seguiram como modelo a experiência destes Países. Nesta primeira etapa, a Congregação recebeu os textos dos Bispos, mas até agora não enviou alguma autorização para sua execução. A carta do card. Levada de 2011 tinha sido bem clara em pedir que as normas práticas incluíssem “a cooperação com as autoridades civis, respeitando sempre as respectivas competências e o cumprimento das prescrições das leis civis”. Uma cooperação que deveria ser aplicada não só em caso de abuso dos religiosos, mas também em relação aos funcionários em estruturas eclesiásticas.






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