Principal defensor da indicação de um vice pelo PTB, o prefeito de Cuiabá, Chico Galindo, mudou de discurso e já considera a possibilidade da legenda não indicar um candidato ao cargo de acordo com o rumo que as negociações por alianças tomarem. "Tive uma mudança de pensamento em relação à imposição de indicar de um vice-prefeito. Não adianta termos o nome e perdemos a eleição", disse nesta quinta (21), durante o III Congresso dos Vereadores de Mato Grosso, realizado no Centro de Eventos do Pantanal.
Extraído de: RDNews - Poderes e Bastidores - 7 horas atrás
Nesta quarta (20), o racha interno na legenda pela indicação ao cargo veio à tona com duas denúncias. Primeiro o vereador Clóvis Hugueney, o Clovito, acusou da tribuna da Câmara o presidente municipal do PTB, Dilemário Alencar, de articular uma possível composição com o PSD, que tem o ex-secretário de Comunicação Carlos Brito como pré-candidato, para fortalecer seu nome ao cargo de vice.
A segunda acusação partiu do ex-presidente e membro da diretoria do sindicato dos Investigadores da Polícia Civil, Clédson Gonçalves, que também teria colocado seu nome à disposição para o cargo. Ele levantou a hipótese do pré-candidato pelo PSDB, deputado Guilherme Maluf, ter "comprado" os 5 vereadores petebistas para apoiarem seu nome na disputa pelo Alencastro. Na composição, o ex-secretário municipal de Governo, Silvio Fidélis, comporia a chapa ao lado do tucano.
Clédson representa um grupo de 20 pré-candidatos a vereador que não aceitam o nome de Fidélis. O argumento é que o ex-secretário não teria capilaridade política para representar o partido. Para Galindo, a rejeição é algo natural na política. O prefeito afirmou ainda nunca ter ouvido do próprio Fidélis que ele teria interesse em ser vice.
Para pôr um ponto final nas discussões, Galindo quer que a legenda defina até sexta (22) que rumo vai adotar. O problema é que os grupos dentro do partido não estão divididos apenas entre Maluf e Brito. Segundo o prefeito, ainda existem alas que defendem uma aliança com o empresário Mauro Mendes (PSB) e outras, até mesmo, o vereador Lúdio Cabral (PT), principal crítico à gestão petebista na Câmara.
Dilemário, por sua vez, afirma que o anúncio deve ficar para o dia 27, data para qual foi agendada a convenção do partido. Ele justifica que o PSB de Mauro aguarda uma reunião com o partido que sequer foi marcada ainda. O presidente também respondeu as acusações de Clovito, garantindo não ter preferência por nenhum pré-candidato. "Nunca cogitei ser vice. Quem lançou meu nome foi ele (Clovito) mesmo ao dizer aquilo da tribiuna. Fiquei lisonjeado com a lembrança", ironizou.
Outro nome ventilado no partido para o vargo de vice é o do suplente de vereador Carlos Haddad. Também presente no III Congresso dos Vereadores, ele não quis dar entrevista e se manisfestar sobre a polêmica.
Autor: Valérya Próspero e Laura Nabuco






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