Elize Matsunaga é tida como ré e tem prisão preventiva decretada

Foto: Reprodução de TVA Justiça de São Paulo recebeu nesta terça-feira a denúncia do Ministério Público contra Elize Araújo Kitano Matsunaga, acusada pelo assassinato do marido, o diretor da Yoki Carlos Matsunaga. Além disso, também foi aceito o pedido do promotor José Carlos Cosenzo, que sugeriu a de prisão preventiva de Elize. Com isso, a ré ficará presa até o julgamento.
A decisão do juiz Adilson Paukoski Simoni, da 5ª Vara do Júri no Fórum da Barra Funda, na Zona Oeste de São Paulo, foi baseada nos artigos 312 e 313 do Código Penal. Os artigos citam, respectivamente, prova de existência do crime e indício suficiente de autoria, e crimes dolosos punidos com pena privativa de liberdade máxima superior a quatro anos.
"Fiquei muito satisfeito. Foram quatro dias de trabalho, terminei essa denúncia hoje [terça-feira] às 6h30 e o juiz a aceitou na integralidade. Agora ela é ré no processo e deverá ser citada", afirmou Cosenzo.
Elize, que confessou ter matado e esquartejado o marido, está presa temporariamente desde o último dia 5 na Cadeia Pública de Itapevi, na Grande São Paulo. Pela lei, a bacharel em direito deveria deixar a prisão na próxima quinta-feira.
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