Deputada federal Erika Kokay apoia lançamento de campanha antibullying

Crianças e adolescentes

Erika Kokay participa de cerimônia de lançamento do aplicativo
Crédito : Maíra Lima
A presidenta da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, deputada federal Erika Kokay (PT-DF), participou do lançamento do aplicativo “Chega de bullying: não fique calado”, que poderá ser utilizado em computadores, smartphones, tablets, dentre outras plataformas. A campanha, que recebe apoio da Câmara dos Deputados, é uma iniciativa da rede social Facebook, da empresa Time Warner, com apoio das Organizações Não Governamentais (ONGs) Safernet, Plan e Visão Mundial.

“O aplicativo pretende conscientizar os usuários da rede social a combater a prática tanto na internet quanto nas escolas. O Facebook tem milhões de usuários no Brasil e é uma importante ferramenta para a disseminação do fim da violência nas escolas do nosso País”, destacou Erika Kokay.
O lançamento do aplicativo faz parte da campanha contra a violência nas escolas, organizada pelo deputado Alessandro Molon (PT-RJ).
A cerimônia, realizada nesta terça-feira (12), na Câmara dos Deputados, contou com a presença do vice-presidente do Facebook para a América Latina, Alexandre Hohagen, de deputados da Comissão de Educação e Cultura e da Frente Parlamentar de Combate a Crimes Cibernéticos, e de alunos do Centro de Ensino Núcleo Bandeirante (CENB). Os participantes do evento acessaram o aplicativo por meio dos computadores disponibilizados no local.
De acordo com a deputada Erika Kokay, a ferramenta tem o objetivo de educar as pessoas sobre os danos que a prática pode causar e inspirar testemunhas a denunciar a ocorrência dos casos de bullying.
Bullying pode se manifestar de diversas formas
Bullying é uma forma de violência praticada entre meninos e meninas que pode ser expressada de diferentes maneiras: agressões físicas, humilhações, insultos, disseminação de fofocas, exclusão social de alguns indivíduos, divulgação de apelidos ou depredação de patrimônios e pertences.
A prática é caracterizada por agressões gratuitas e repetitivas, e o assédio pode acontecer por meio do celular, pessoalmente, por escrito, na escola, no bairro, em algum meio de transporte, em casa e até mesmo nas redes sociais.

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