Recurso será analisado pelo desembargador relator Francisco Menin
Do R7
A defesa de Elize Matsunaga apresentou um novo pedido de liberdade na Justiça de São Paulo para que assassina confessa do marido, o empresário da Yoki Marcos Kitano Matsunaga responda ao crime em liberdade. A informação foi confirmada pelo Tribunal de Justiça do Estado.
O habeas corpus contra a prisão preventiva de Elize foi impetrado, na última quinta-feira (21), pelo advogado dela, Luciano Santoro.
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O recurso será analisado pelo desembargador relator Francisco Menin, da 7ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de SP. Não há prazo para o magistrado julgar os argumentos do habeas corpus.
Desde quarta-feira (20), a Penitenciária Feminina Santa Maria Eufrásia Pelletier, em Tremembé, passou a ser o novo endereço da mulher que confessou ter matado e esquartejado o marido. Com a prisão preventiva decretada pela Justiça, o esperado é que ela permaneça por lá até o dia do julgamento.
Matou por dinheiro
O promotor José Carlos Cosenzo disse, na tarde desta terça-feira (19), que Elize Matsunaga matou e esquartejou seu marido Marcos Kitano Matsunaga pelo dinheiro. O crime teria sido premeditado desde o momento em que a ex-acompanhante de luxo contratou um detetive para flagrar o marido com a amante. Para Cosenzo, ficou claro que ela não queria perder o casamento e o status social que adquiriu com ele.
— [O crime] tem claro ingrediente de natureza patrimonial. Com a morte do marido, ela teria direito a um seguro de R$ 600 mil e teria a filha como uma das herdeiras do patrimônio de Matsunaga. [Com a morte do marido], ela ficaria com uma situação financeira invejável.
Além do seguro de vida e de poder usufruir o patrimônio deixado para a filha herdeira, Elize teria direito aos bens conquistados durante o casamento com Matsunaga, pois se casou em regime de comunhão parcial de bens. O habeas corpus contra a prisão preventiva de Elize foi impetrado, na última quinta-feira (21), pelo advogado dela, Luciano Santoro.
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O recurso será analisado pelo desembargador relator Francisco Menin, da 7ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de SP. Não há prazo para o magistrado julgar os argumentos do habeas corpus.
Desde quarta-feira (20), a Penitenciária Feminina Santa Maria Eufrásia Pelletier, em Tremembé, passou a ser o novo endereço da mulher que confessou ter matado e esquartejado o marido. Com a prisão preventiva decretada pela Justiça, o esperado é que ela permaneça por lá até o dia do julgamento.
Matou por dinheiro
O promotor José Carlos Cosenzo disse, na tarde desta terça-feira (19), que Elize Matsunaga matou e esquartejou seu marido Marcos Kitano Matsunaga pelo dinheiro. O crime teria sido premeditado desde o momento em que a ex-acompanhante de luxo contratou um detetive para flagrar o marido com a amante. Para Cosenzo, ficou claro que ela não queria perder o casamento e o status social que adquiriu com ele.
— [O crime] tem claro ingrediente de natureza patrimonial. Com a morte do marido, ela teria direito a um seguro de R$ 600 mil e teria a filha como uma das herdeiras do patrimônio de Matsunaga. [Com a morte do marido], ela ficaria com uma situação financeira invejável.






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