Gabriela Galvão
Segundo o promotor eleitoral Antônio Sérgio Cordeiro Piedade, dentre os principais motivos para os pedidos estão a ausência de certificado de quitação eleitoral, de filiação partidária, contas rejeitadas tanto pelo Tribunal Regional Eleitoral como Tribunal de Contas e os enquadrados na Lei da Ficha Limpa. Também existem os casos de funcionários públicos que não se desincompatibilizaram dentro do prazo exigido pela Justiça Eleitoral para concorrer ao Legislativo.
Os pedidos do MPE serão apreciados pela Justiça Eleitoral, que tem até 5 de agosto para julgar todos os registros de candidatura. Em caso de recurso, o prazo termina em 23 agosto. A lista dos nomes citados na ação da promotoria não foi divulgada sob argumento de que os candidatos ainda não foram notificados.






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