Mãe desconfiou e acionou a polícia de Taubaté. Nesta segunda, o suspeito foi preso e negou a acusação
Um comerciante de 42 anos foi preso em flagrante nesta segunda-feira de manhã em Taubaté, acusado de pedofilia e de porte ilegal de munições.
De acordo com a polícia, ele dopava e em seguida abusava sexualmente da enteada, de 15 anos. O suspeito S.G.R., utilizaria soníferos e calmantes para dopar a vítima e cometia o crime, depois registrava parte dos abusos em uma máquina fotográfica.
De acordo com a delegada da DDM (Delegacia da Mulher) de Taubaté, Fernanda Brandão, o caso foi denunciado pela mãe da vítima, que manteve um relacionamento com o homem e, no início do ano, passou a desconfiar das atitudes dele e da sonolência frequente da filha.
polícia / Diante da desconfiança, a mulher terminou o relacionamento há cerca de três meses e procurou a polícia, que instaurou um inquérito e deu inicio às investigações.
Por volta das 10h30 de ontem, os policiais civis cumpriram um mandado de busca e apreensão da na casa do suspeito, em Taubaté.
No local foram apreendidos dezenas de medicamentos, DVDs com filmes que teria sido baixados da internet com imagens de crianças sendo vítimas de pedofilia, além de um computador e fotos que comprovariam o crime.
munição / Vinte e três munições de arma calibre 38 também foram encontradas e apreendidas pelos policiais. “Nós havíamos pedido e a Justiça decretou a prisão temporária por 30 dias dele pelo crime de estupro de vulnerável, já que ele dopava a vítima para cometer o crime, mas ele acabou preso em flagrante, devido as munições encontradas na residência dele”, disse a delegada.
Suspeito nega qualquer relação com a pedofilia
De acordo com a polícia, o computador, as imagens e filmes apreendidos na casa do suspeito serão encaminhados para a perícia e devem auxiliar no andamento das investigações, e na possível identificação de outras vítimas. O comerciante, que trabalha com prestação de serviços de internet e é proprietário de uma cantina em uma faculdade de Taubaté, negou as acusações de pedofilia. “Eu sempre me indignei ao ver e ler notícias sobre este tipo de crime, e por isso ficava na internet baixando as fotos que encontrava de menores nestas condições, e fazia denúncias on line, em, sites contra a pedofilia”, disse o suspeito à reportagem.






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