Muitos católicos nos Estados Unidos ainda acreditam que há sacerdotes que abusam sexualmente de menores, informou um relatório de um grupo de laicos divulgado nesta quarta-feira pelos bispos do país.
A Junta de Revisão Nacional, criada há uma década pela Conferência de Bispos Católicos dos Estados Unidos (USCCB, da sigla em inglês) para controlar a implementação de uma carta de proteção da infância, disse que ocorreu uma "melhora notável" na maneira com a qual a Igreja ocupa-se dos abusos de menores por parte do clero.
"As crianças estão mais seguras agora devido à criação de entornos seguros, e tomaram medidas para eliminar os infratores permanentemente do ministério", disse o relatório, divulgado no início da reunião anual de primavera da USCCB, em Atlanta (Georgia, sudeste).
No entanto, reconheceu que "apesar da sólida evidência" do contrato, muitos fiéis acreditam que continua havendo abuso sexual por parte do clero e que estes casos continuam sendo encobertos pelos bispos.
"Isso sugere um problema de confiança que deve ser atendido com escrupuloso respeito" à carta de 2002, que encomenda às dioceses reportar supostos incidentes de abuso infantil às autoridades civis.
O relatório foi emitido um dia antes de os membros do júri na Filadélfia (Pensilvânia, leste) retomarem as deliberações no julgamento do monsenhor William Lynn, importante nome da Igreja Católica americana a ser acusado de encobrir abuso de menores.






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