O senador Pedro Taques (PDT/MT) denunciou na tribuna do Senado Federal, nesta terça-feira (19.6), as ameaças de morte à procuradora federal Lea Batista de Oliveira e ao juiz Paulo Augusto Moreira Lima, da décima primeira vara federal do Estado de Goiás.
A integrante do Ministério Público e o magistrado foram os principais responsáveis por autorizar as escutas telefônicas da operação Monte Carlo, da Polícia Federal, que flagrou conversas do senador Demóstenes Torres (sem partido) com o contraventor Carlinhos Cachoeira.
O parlamentar lembrou que o juiz denunciou 79 integrantes da quadrilha de Cachoeira, entre eles 37 policiais, entre federais, civis e militares. O magistrado, relata o senador, chegou a pedir proteção policial depois de receber ameaças.
Segundo o senador, no instante que o parlamento permitir que um servidor público possa vi a ser ameaçado, não haverá razao para "o parlamento" existir. Ele citou o caso da juiza carioca Patricia Acioli, que foi assassinada pela mesma máfia que ela estava investigando.
"Não podemos permitir que o crime organizado se adone da administração pública. E nos fazemos o que? Não fazemos nada, ficamos em silêncio diantes desta máfia que se adona do poder público", afirmou.
Inicialmente, o Tribunal Regional Federal da Primeira Região (TRF1) divulgou que Lima saiu do caso porque iria cobrir férias de outro juiz, mas não informava se ele voltaria à vara de origem ao final do período. No entanto, a assessoria do magistrado confirmou que ele deixou o posto definitivamente por sofrer ameaças.
Pedro Taques tambem criticou o desembargador Tourinho Neto, do CNJ, que colocou em dúvida a conduta do juiz goiano.
A integrante do Ministério Público e o magistrado foram os principais responsáveis por autorizar as escutas telefônicas da operação Monte Carlo, da Polícia Federal, que flagrou conversas do senador Demóstenes Torres (sem partido) com o contraventor Carlinhos Cachoeira.
O parlamentar lembrou que o juiz denunciou 79 integrantes da quadrilha de Cachoeira, entre eles 37 policiais, entre federais, civis e militares. O magistrado, relata o senador, chegou a pedir proteção policial depois de receber ameaças.
Segundo o senador, no instante que o parlamento permitir que um servidor público possa vi a ser ameaçado, não haverá razao para "o parlamento" existir. Ele citou o caso da juiza carioca Patricia Acioli, que foi assassinada pela mesma máfia que ela estava investigando.
"Não podemos permitir que o crime organizado se adone da administração pública. E nos fazemos o que? Não fazemos nada, ficamos em silêncio diantes desta máfia que se adona do poder público", afirmou.
Inicialmente, o Tribunal Regional Federal da Primeira Região (TRF1) divulgou que Lima saiu do caso porque iria cobrir férias de outro juiz, mas não informava se ele voltaria à vara de origem ao final do período. No entanto, a assessoria do magistrado confirmou que ele deixou o posto definitivamente por sofrer ameaças.
Pedro Taques tambem criticou o desembargador Tourinho Neto, do CNJ, que colocou em dúvida a conduta do juiz goiano.
Fonte: Olhar Direto






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