Publicação: 16/06/2012 00:24 Atualização:
O inquérito policial que investiga o assassinato do empresário Marcos Kitano Matsunaga, diretor-executivo e neto do fundador da empresa de alimentos Yoki, foi encaminhado à 5ª. Vara Criminal do Fórum Criminal da Barra Funda, na Zona Oeste de São Paulo. A decisão de transferi-lo para a capital paulista foi do juiz Théo Assuar Gragnano, da Vara Criminal de Cotia, município onde partes do corpo do empresário foram encontradas.
O mesmo magistrado foi quem decretou, na semana passada, a prisão temporária da auxiliar em enfermagem e bacharel em Direito Elize Araújo Matsunaga, viúva de Marcos, que confessou ter cometido o crime no apartamento do casal, na Vila Leopoldina, também na Zona Oeste.
De acordo com a assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça, o inquérito já foi encaminhado ao Ministério Público, que tem cinco dias para decidir se denuncia ou não Elize à Justiça, ou manda o inquérito de volta à polícia, para continuar as investigações.
A viúva de Marcos foi indiciada ontem por homicídio duplamente qualificado (motivo fútil e meio cruel) e ocultação de cadáver. No inquérito, o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa da Polícia Civil paulista pede à Justiça, também, a prisão preventiva de Elize.
Segundo o despacho de Gragnano, os elementos indicam que o homicídio aconteceu em São Paulo e apenas o crime de ocultação de cadáver foi praticado em Cotia. “Os dois delitos são evidentemente conexos (artigo 76, inciso II do Código de Processo Penal) e, sendo assim, tem preponderância, na determinação da competência, o lugar da infração à qual for cominada a pena mais grave”, afirmou o magistrado, na decisão.
O laudo necroscópico do Instituto Médico-Legal (IML) de São Paulo indica que a causa mortis do executivo, assassinado no último dia 19 de maio, foi um traumatismo craniano associado à asfixia por sangue em consequência de uma decapitação. Até então, a suspeita era de que Marcos tivesse morrido em decorrência de um tiro de pistola calibre 380 disparado pela mulher.
O laudo também mostra que o tiro disparado contra Marcos foi dado à curta distância, e de cima para baixo, o que não sustentaria a versão de Elize dada à polícia, já que a vítima estaria sentada — Elize é mais baixa que o empresário e disse que atirou após ser agredida e humilhada pelo marido, durante uma discussão do casal.
O advogado Luiz Flávio Borges D’Urso, contratado pela família Matsunaga, acredita que Elize alvejou o marido e depois o decapitou, causando a morte por asfixia. Na confissão, Elize disse que esquartejou o marido somente dez horas após o tiro. Apesar da Polícia Civil ter relatado o inquérito à Justiça ontem, as investigações continuam, garantiu o advogado, que acredita em premeditação e até na suposta participação de uma terceira pessoa na cena do crime.
O mesmo magistrado foi quem decretou, na semana passada, a prisão temporária da auxiliar em enfermagem e bacharel em Direito Elize Araújo Matsunaga, viúva de Marcos, que confessou ter cometido o crime no apartamento do casal, na Vila Leopoldina, também na Zona Oeste.
De acordo com a assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça, o inquérito já foi encaminhado ao Ministério Público, que tem cinco dias para decidir se denuncia ou não Elize à Justiça, ou manda o inquérito de volta à polícia, para continuar as investigações.
A viúva de Marcos foi indiciada ontem por homicídio duplamente qualificado (motivo fútil e meio cruel) e ocultação de cadáver. No inquérito, o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa da Polícia Civil paulista pede à Justiça, também, a prisão preventiva de Elize.
Segundo o despacho de Gragnano, os elementos indicam que o homicídio aconteceu em São Paulo e apenas o crime de ocultação de cadáver foi praticado em Cotia. “Os dois delitos são evidentemente conexos (artigo 76, inciso II do Código de Processo Penal) e, sendo assim, tem preponderância, na determinação da competência, o lugar da infração à qual for cominada a pena mais grave”, afirmou o magistrado, na decisão.
O laudo necroscópico do Instituto Médico-Legal (IML) de São Paulo indica que a causa mortis do executivo, assassinado no último dia 19 de maio, foi um traumatismo craniano associado à asfixia por sangue em consequência de uma decapitação. Até então, a suspeita era de que Marcos tivesse morrido em decorrência de um tiro de pistola calibre 380 disparado pela mulher.
O laudo também mostra que o tiro disparado contra Marcos foi dado à curta distância, e de cima para baixo, o que não sustentaria a versão de Elize dada à polícia, já que a vítima estaria sentada — Elize é mais baixa que o empresário e disse que atirou após ser agredida e humilhada pelo marido, durante uma discussão do casal.
O advogado Luiz Flávio Borges D’Urso, contratado pela família Matsunaga, acredita que Elize alvejou o marido e depois o decapitou, causando a morte por asfixia. Na confissão, Elize disse que esquartejou o marido somente dez horas após o tiro. Apesar da Polícia Civil ter relatado o inquérito à Justiça ontem, as investigações continuam, garantiu o advogado, que acredita em premeditação e até na suposta participação de uma terceira pessoa na cena do crime.






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