Na 3ª audiência do caso foram ouvidas as pessoas arroladas pela defesa.
Caso segue em segredo de Justiça no Fórum de Bauru.
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Durante todo o dia, a Justiça ouviu, no Fórum de Bauru, SP, os depoimentos de 10 testemunhas de defesa do caso do advogado acusado de abusar sexualmente de dois filhos e duas parentes. A terceira audiência do caso foi realizada nesta quinta-feira (14).
A delegada de DDM, Priscila Bianchini, foi a primeira testemunha a chegar ao Fórum. Na entrada ela preferiu não dar detalhes sobre caso. “Eu prefiro não falar sobre ao assunto, até
porque eu não posso, mas, já esperava ser chamada para depor em alguma das audiências”, afirmou. Duas horas depois, ela saiu do Fórum sem ser ouvida pelo juiz. A delegada ainda voltou no final da tarde, por volta das 18h30, mas, deixou o local novamente sem ser ouvida.Já o advogado que defende os filhos do advogado e auxilia o Ministério Público nas acusações, Evandro Joaquim, não entendeu porque a defesa quis ouvir a delegada. “É um pouco estranho, mas, o depoimento da delegada é, sem dúvida nenhuma, importante para se chegar a verdade”, ressaltou.
Além da delegada, outras 18 pessoas também foram chamadas para depor. Para o advogado, a estratégia da defesa é desqualificar a denúncia. “Eu não sei qual é o objetivo de se arrolar pessoas tão próximas da família, parentes próximos que não tem o compromisso de dizer a verdade e até mesmo pessoas que por causa da profissão não podem depor. O advogado, a mulher dele e os advogados entraram pelos fundos do Fórum onde a imprensa não tem acesso.
Sobre o caso
A denúncia contra o advogado e a mulher dele foi feita em setembro do ano passado pela filha mais velha do casal, hoje com 18 anos. Dias depois, o irmão mais novo, a tia e uma sobrinha da jovem também alegaram ter sofrido abuso sexual por parte do advogado.
A denúncia contra o advogado e a mulher dele foi feita em setembro do ano passado pela filha mais velha do casal, hoje com 18 anos. Dias depois, o irmão mais novo, a tia e uma sobrinha da jovem também alegaram ter sofrido abuso sexual por parte do advogado.
A mulher do advogado foi acusada de coautoria porque teria sido omissa, já que, de acordo com a denúncia, ela tinha conhecimento dos abusos. O casal já chegou a passar pouco mais de dois meses preso, mas, a Justiça concedeu o direito à prisão domiciliar. O caso corre em segredo de justiça.






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