Zanatta agrada o empresariado com garantia de manter incentivos fiscais


Valérya Próspero

-- Secretário Alan Zanatta
Secretário Alan Zanatta
  O presidente da Associação dos Empresários do Distrito Industrial de Cuiabá (Aedic), Daniel Locatelli, está otimista com as ações que o novo secretário de Indústria, Comércio , Minas e Energia Alan Zanatta (PMDB).  O empresário destaca que  Zanatta já se colocou à disposição do empresariado durante a 1ª reunião do novo Conselho Deliberativo da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), realizada nessa sexta (25), no auditório da Fiemt.
   Segundo Locatelli, o ex-secretário da pasta Pedro Nadaf, hoje na Casa Civil, nunca foi até a Associação nem buscou aproximação com os empresários, como vem fazendo Zanatta. “O Nadaf deve desenvolver bom trabalho como secretário na Casa Civil, onde não precisa conversar com muitas pessoas”, dispara.

  Para o dirigente empresarial, Zanatta tem a missão de unir os setores público e o privado. Na sua avaliação, a iniciativa privada é responsável pelos maiores investimentos e modernização e o Estado, por sua vez, cuidas das premissas básicas como saúde, educação e segurança.
  Conforme o empresário, Zanatta se comprometeu a tentar resolver a principal demanda da categoria: a renovação do Programa de Desenvolvimento Industrial e Comercial de Mato Grosso (Prodeic), que garante o incentivo fiscal às indústrias e vence este ano. Sem ele, o setor não teria como competir com os produtos concorrentes, já que a carga tributária do ICMS no Estado é muito alta e a logística também deixa a desejar.
  Em Mato Grosso do Sul, conforme Locatelli, o Prodeic foi renovado até 2028. Aqui a renovação deve acontecer o quanto antes. Ele lembra que as indústrias e empresas, sabendo que daqui a alguns meses não terão mais o benefício podem começar a procurar outros lugares para se instalar, já que o custo de produção sem incentivo fiscal fica praticamente inviável, além das inevitáveis demissões. “Se não houver a renovação não teremos onde empregar tanta mão de obra”, ressalta o presidente.
  Em números, o empresário aponta que, de energia elétrica, não só a indústria, mas toda população do Estado, paga 42% só de imposto. O combustível não fica atrás. De acordo com Locatelli, dos R$ 3 pagos por litro de gasolina, R$ 0,80 vão para os cofres públicos. Diante disso, ressalta que o incentivo fiscal não significa que os empresários não encrementam os cofres públicos, já que continuam pagando todos esses tributos.
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