Para promotores, Nafissatou não é confiável em julgamento por mentir demais
Nafissatou Diallo, que acusou o ex-chefe do FMI, Dominique Strauss-Kahn, de tentativa de estupro (AFP)
Os advogados americanos de Dominique Strauss-Kahn afirmaram neste domingo que não descartam a possibilidade de um processo contra a camareira Nafissatou Diallo, caso os ataques de seus advogados se tornem "muito indignos" contra o ex-diretor do Fundo Monetário Internacional (FMI) no procedimento civil iniciado por ela.
"No momento, não temos a intenção. Mas poderíamos fazer isto dentro do procedimento civil se os ataques de seus advogados se tornarem muito indignos", afirmou Benjamin Brafman, em uma entrevista ao Journal du Dimanche. A justiça americana deciciu na terça-feira passada arquivar o processo por crimes sexuais contra Dominique Strauss-Kahn, de 62 anos, acusado de estupro pela camareira do hotel Sofitel de Manhattan.
Os promotores consideraram que Nafissatou Diallo mentiu em excesso, e não podia ser considerada confiável em um julgamento. Eles afirmaram que uma breve relação sexual pode ter ocorrido entre ela e Strauss-Kahn em 14 de maio, mas era impossível estabelecer de maneira independente que se tratou de uma relação forçada.
Para Benjamin Brafman e William Taylor, que coordenam a defesa de DSK, não existe a ideia de alcançar um acordo com Nafissatou Diallo. "Não é a intenção de Dominique Strauss-Kahn. E não recomendo", destacou Benjamin Brafman. William Taylor prometeu "o inferno" para a camareira.
(Com agência France-Presse)
"No momento, não temos a intenção. Mas poderíamos fazer isto dentro do procedimento civil se os ataques de seus advogados se tornarem muito indignos", afirmou Benjamin Brafman, em uma entrevista ao Journal du Dimanche. A justiça americana deciciu na terça-feira passada arquivar o processo por crimes sexuais contra Dominique Strauss-Kahn, de 62 anos, acusado de estupro pela camareira do hotel Sofitel de Manhattan.
Os promotores consideraram que Nafissatou Diallo mentiu em excesso, e não podia ser considerada confiável em um julgamento. Eles afirmaram que uma breve relação sexual pode ter ocorrido entre ela e Strauss-Kahn em 14 de maio, mas era impossível estabelecer de maneira independente que se tratou de uma relação forçada.
Para Benjamin Brafman e William Taylor, que coordenam a defesa de DSK, não existe a ideia de alcançar um acordo com Nafissatou Diallo. "Não é a intenção de Dominique Strauss-Kahn. E não recomendo", destacou Benjamin Brafman. William Taylor prometeu "o inferno" para a camareira.
(Com agência France-Presse)






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