O julgamento em segunda instância começou no dia 22 de setembro, quando o relator do caso, David Hadad, votou pela manutenção da condenação. Na data, o desembargador Carlos Bueno pediu para analisar o processo novamente. Por isso, a continuidade do julgamento foi marcada para esta quinta, quando Bueno e o terceiro magistrado se manifestaram favoráveis à condenação de sete anos e seis meses em regime de prisão semi-aberto.
Um estudante de jornalismo, que também era suspeito de participar do estupro, não foi condenado por falta de provas ainda em primeira instância.
Segundo o advogado da vítima, Ralph Tórtima Sttetinger Filho, os acusados podem ser presos porque a Justiça deve expedir os mandados de prisão. A defesa dos jovens pode recorrer da decisão no Superior Tribunal de Justiça (STJ), mas o recurso não tem poder suspensivo em relação à condenação, somente após a decisão final. Até o fim da manhã desta quinta, a defesa dos condenados não havia se manifestado se vai recorrer ou não.
O caso
O estupro aconteceu após uma festa de confraternização de estudantes em Campinas. No depoimento, a universitária disse ter perdido a consciência depois de tomar uma bebida. No dia seguinte, ela acordou em uma república seminua, com dores de cabeça e no corpo.
O estupro aconteceu após uma festa de confraternização de estudantes em Campinas. No depoimento, a universitária disse ter perdido a consciência depois de tomar uma bebida. No dia seguinte, ela acordou em uma república seminua, com dores de cabeça e no corpo.






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