Nesta quinta-feira (6), o deputado Raul Pont (PT), representando a presidência da Assembleia Legislativa, recebeu a visita do presidente do Conselho Nacional do Sesi, Jair Meneguelli, que está no Rio Grande do Sul para divulgar o projeto ViraVida, voltado a jovens de 16 a 21 anos de baixa renda, com histórias de vida marcadas por experiências de exploração sexual. Também estiveram presentes na audiência o superintendente de Comunicação Social e Relações Institucionais, André Pereira, e os diretores de Publicidade, Tiago Machado, e de Jornalismo, Carmen Crochemore.
Pont garantiu ao representante do Sesi apoio para a instalação do projeto no estado. "Foi um prazer receber aqui o dirigente do Sesi, que traz à Assembleia Legislativa, para o nosso conhecimento, o projeto ViraVida. Nós assumimos o compromisso e vamos nos incorporar a essa campanha de combate à exploração sexual infanto-juvenil. É um programa meritório, importantíssimo. É com prazer que nos associamos a esse esforço do Sesi", declarou.
Meneguelli informou que nesta sexta-feira (7), às 9 horas, no Centro de Atendimento do Sesi Rubem Berta, ocorrerá o lançamento do ViraVida. Na ocasião, o Sesi e demais entidades do sistema S, a comunidade local e as entidades de enfrentamento à violência e à exploração sexual de crianças e jovens irão discutir a melhor forma de adaptar as atividades do ViraVida à realidade do Rio Grande do Sul. Inicialmente, o projeto deverá funcionar em Porto Alegre, Uruguaiana e Rio Grande. "A exploração de jovens é um problema do Brasil e não está restrita ao Norte ou ao Nordeste. No Sul, a situação é mais velada", afirmou.
Por fim, Meneguelli apresentou aos presentes o vídeo da campanha institucional do ViraVídeo, que conta com a participação de artistas como Xuxa, Ivete Sangalo e Léo Santana. O superintendente de Comunicação da Casa garantiu que os veículos da Assembleia Legislativa, em especial a TV AL, irão contribuir com a divulgação.
ViraVida
De acordo com o presidente do Sesi, o ViraVida oferece aos integrantes do projeto vagas em curso de formação profissional, atendimento psicossocial e ajuda de custo no valor de R$ 500,00 mensais. Depois de concluída a formação, a entidade encaminha os jovens para postos de trabalho em empresas. O acompanhamento prossegue até um ano após a carteira assinada. "Não basta formá-los, é preciso acompanhá-los por todo o caminho, pois esses jovens vem de uma vida totalmente desestruturada", explicou.
Criado em 2008, nas cidades de Fortaleza, Recife, Natal e Belém, o projeto está hoje presente em 15 cidades, incluindo Brasília, Salvador, Teresina, Campina Grande, João Pessoa, Curitiba, Foz do Iguaçu, Londrina, Rio de Janeiro, São Luís e Porto Velho. Em breve estará seguindo para Aracaju, Campo Grande, Belo Horizonte e São Paulo.
Autor: Sheyla Scardoelli - MTB 6727






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