Gisa Barros se destaca na Câmara com postura firme, independente e em defesa da população

Vereadora mantém coerência, fiscaliza o Executivo e se posiciona contra o inchaço da máquina pública

João Batista destaca atuação de Daniel Monteiro: “O vereador mais técnico e atuante de Mato Grosso”

vereador Daniel Monteiro, que vem se destacando por uma postura independente, técnica e coerente, especialmente nas discussões sobre políticas públicas e responsabilidade fiscal.

Ativista João Batista exalta Antonio Joaquim como patrimônio da educação em MT: “Referência ética, técnica e humana”

Professor e defensor dos direitos da infância destaca atuação exemplar do conselheiro do TCE-MT, que articula investimento histórico de R$ 120 milhões em creches no estado

Homem é acusado de pedofilia contra 3 vizinhas no Rio


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Homem é acusado de pedofilia contra 3 vizinhas no Rio

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sky (3 anos atrás)
fdp..morre animal inmundo...
Claudia (3 anos atrás)
Nao merece chance de viver! Velho asqueroso podre.
drika (3 anos atrás)
se eu pudesse dava fim nele
gi (3 anos atrás)
velho safado...que nojooooooo
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Homem é acusado de pedofilia contra 3 vizinhas no Rio Homem é acusado de pedofilia contra 3 vizinhas no Rio

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Luiz Marinho diz estar preocupado com atraso nas obras em Cuiabá (MT)


Preocupado com o atraso das obras em Cuiabá (MT). Assim está o deputado estadual Luiz Marinho (PTB), que avalia que esta situação acaba desgastando a população de Cuiabá e Várzea Grande, que sempre encontra dificuldades no trânsito por conta das intervenções de mobilidade urbana.
“Sabemos que ainda há muito para ser feito e a população cobra informações sobre a conclusão dessas obras”, explica o deputado, que é membro da comissão de acompanhamento das obras da Copa na Assembleia Legislativa.
Mesmo insatisfeito com os atrasos, o parlamentar disse que acredita na conclusão das obras como viadutos e duplicações de ruas e avenidas em tempo hábil para o mundial.
Marinho também ressaltou que as intervenções estão fazendo a cidade se adequar para um público que tem algumas necessidades. “Neste sentido, tenho acompanhado e verificado que os direitos dos deficientes físicos e idosos estão assegurados”, afirmou o petebista.


* Agência Trabalhista de Notícias (LL), com informações do portal Olhar Direto

''Herdeiro político'' de Silval assume secretaria do PMDB e articula para 2014

''Herdeiro político'' de Silval assume secretaria do PMDB e articula para 2014
 Com as indefinições da disputa majoritária - Governo do Estado e Senado - para a eleição de 2014, o PMDB já começa a formar a chapa de eventuais nomes para concorrer a Assembleia Legislativa e Câmara Federal. Na lista de pré-candidatos a deputado estadual, uma nova liderança começa a ocupar espaço demonstrando capacidade de articulação política.
 
 
Trata-se do médico Rodrigo Barbosa, que assumiu recentemente o cargo de secretário-geral do PMDB em Mato Grosso. Ele assumiu a função que era ocupada pelo atual secretário estadual de Ciência e Tecnologia, Rafael Bello Bastos.
 
 
Aos 29 anos, Rodrigo Barbosa é filho do governador Silval Barbosa (PMDB) e da secretário estadual de Trabalho e Assistência Social, Roseli Barbosa. Apesar do sobrenome de peso, o jovem tem se destacado por participar ativamente na organização partidária.
 
 
Por exemplo, no último final de semana, ele percorreu a região Oeste do Estado mapeando eventuais lideranças. "O Rodrigo tem um carisma impressionante e, além disto, tem responsabilidade e sangue de político nas veias", disse um dos militantes do PMDB.
 
 
Apesar de estar construindo uma candidatura a deputado estadual, Rodrigo Barbosa também aguarda uma decisão política do pai, o governador Silval Barbosa, em relação a 2014. Se Silval Barbosa optar por continuar no cargo até a conclusão do mandato, o médico estará automaticamente impedido de ser candidato devido a Legislação Eleitoral.
 
 
Todavia, na eventualidade de Silval Barbosa se desincompatibilizar do cargo em abril para ser candidato a senador, Rodrigo ganha condições legais para dar o "pontapé" na carreira política. Aliás, o médico deve ser um dos puxadores de votos da chapa do PMDB ao Legislativo.

Jovem é preso suspeito de abusar de garota de 12 que conheceu no Facebook

Levado a delegacia, técnico em informática de 29 anos foi autuado

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Suspeito foi preso em flagrante por policiais
DA REDAÇÃO
O técnico em informática A.S.L., de 29 anos, foi preso suspeito de estupro de vulnerável, depois que uma menina de 12 anos que ele teria conhecido pelo Facebook passou a noite no apartamento dele, no Residencial São Carlos, em Cuiabá.

A garota foi até a casa do suspeito após alegar que tinha brigado com a mãe. À polícia, a menor de idade disse que os dois tiveram relação sexual.

O suspeito foi preso na manhã de ontem (13), depois que a mãe da meninas entrou com contato com as amigas da filha, que deram a ela o telefone do suspeito.

A mulher ligou para o rapaz e ele deu a ela seu endereço - a menina ainda estava em casa. O técnico em informática, ao retornar para a residência, foi preso.

Na delegacia, a menina relatou que conheceu o rapaz pelo Facebook há cerca de dois meses. Nesse período mantiveram contato, mas nunca pessoal.

Na segunda-feira (10), ela deixou um recado na página do rapaz, dizendo que tinha brigado com os pais e queria ficar alguns dias na casa dele.

O técnico, então, foi de motocicleta no bairro Jardim Vitória, em Cuiabá, onde a buscou. Os dois foram para o apartamento dele, com quem divide com um amigo. Passaram a noite e , no dia seguinte, ele foi trabalhar e ela ficou em casa.

O suspeito foi levado ao Plantão Metropolitano e, em seu interrogatório, o jovem negou que tenha mantido relação sexual com a garota. Confirmou que a conheceu através do Facebook e que a levou para passar alguns dias no apartamento dele.

“Não fiz nada com a garota. Tanto que a mãe dela me ligou e passei o endereço de onde moro e ela encontrou a filha”, argumentou. Ele foi autuado por estupro de vulnerável. 

CPI do Tráfico de Pessoas faz audiência para divulgar sequestro de bebê em Cuiabá

Redação
O deputado federal Luiz Couto (PT-PB), vice-presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga o Tráfico de Pessoas na Câmara Federal, disse na tarde de ontem, em Cuiabá, que os casos cruéis de tráfego humano que acabam em cárcere privado, exploração sexual e tráfego de órgãos, têm lhe tirado o sossego. “É preciso punir quem faz dessa prática, uma alternativa para se ganhar dinheiro”, avaliou.
Na capital Mato-grossense, a Comissão ouvi os delegados que atuaram na investigação do sequestro do bebê de um mês, ocorrido bairro Pedra 90, dia 31 de maio e a acusada do crime, Jucione Santos Souza durante a manhã. À tarde organizou audiência pública no auditório Milton Figueiredo, na intenção de divulgar o caso e ajudar na solução e denúncia desses casos. Janice está presa em cela isolada, no Presídio Feminino Ana Maria do Couto May, em Cuiabá.
Couto parabenizou o Poder Legislativo estadual pela atenção dispensada ao caso e disse que os delegados que estão à frente das investigações, Gianmarco Paccola, adjunto da Divisão de Anti-Sequestro da Polícia Civil e o plantonista Ivar Polessavão, estão realizando um excelente trabalho.
“Quero elogiar a atuação dos delegados, eles estão realizando um trabalho importante que poderá inclusive desvendar se há uma rede de crime do tráfico de pessoas atuando no Mato Grosso. Jucione e o marido dela fizeram depoimentos contraditórios que precisam ser investigados a fundo”, declarou Luiz Couto. O deputado federal ainda informou que os delegados farão levantamento de pessoas desaparecidas no Estado, que na verdade, podem ter sido vítimas do tráfico.
“As redes do crime do tráfico de humanos começam a ser evidenciadas. É importante que o Poder Público atue descobrindo como funcionam essas redes, todo o esquema deve ser punido, a verdade tem que vir à tona. É preciso que leis sejam implementadas, mas também é necessário dar condições para a polícia fazer o trabalho de prevenção”, avaliou o federal ao afirmar que existem esquemas intimidatórios em alguns estados brasileiros, mas que a CPI está disposta a contribuir pelo fim das atuações criminosas “que escravizam, humilham destroem a vida das vítimas bem como das suas famílias”, completou.

A delegada Clenir Reis, da Delegacia da Mulher foi presa quando recebia a quantia de R$ 5 mil de um blogueiro

A delegada Clenir Reis, da Delegacia da Mulher de Açailândia, a 70 km de Imperatriz, foi presa em flagrante na tarde desta quinta-feira (13), quando recebia a quantia de R$ 5 mil de um blogueiro. Ela chegou a Delegacia Regional de Imperatriz por volta das 18h.
Segundo as investigações da polícia, ela tentava extorquir o blogueiro Sininger Vidal, que estaria sendo acusado de pedofilia, pelo DELEGADA DE AÇAILANDIAdono de uma boate. Ele publicou em sua página que foi coagido “pela quadrilha montada pela delegada a pagar um valor extorsivo de R$ 5 mil, para que ela não o incriminasse com provas forjadas”.
Clenir Reis já vinha sendo investigada pelo delegado regional de Açailândia e pela Promotoria de Justiça da Correção e Controle Externo da Polícia Civil, sob suspeita, também, de receber propina para não levar alguns processos da Delegacia da Mulher adiante.
Sob o comando do delegado Leonardo, do Departamento de Investigações sobre Crime Organizado (Deic), a polícia também prendeu o marido dela e outro homem, suspeitos de envolvimento nos crimes e cumpriu mandados de busca e apreensão no apartamento dela.
Clenir Reis foi transferida para a Açailândia há pouco tempo. A delegada respondeu pela Delegacia de Bacabal por mais de seis anos. Na cidade não foi registrado nenhum caso que possa evidenciar que a delegada também praticasse o crime no Médio Mearim.
Fonte: Blog do Marcial Lima

Tribunais têm até segunda-feira para informar ações de gestão documental ao CNJ

Gilmar Gerreira/Agência CNJ
Tribunais têm até segunda-feira para informar ações de gestão documental ao CNJ
Os tribunais de todo o País precisam informar ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), até segunda-feira (17/6), as medidas adotadas para a gestão documental e preservação da memória do Poder Judiciário. A decisão foi tomada pelo Comitê Gestor do Programa Nacional de Gestão Documental e Memória do Poder Judiciário (Proname), coordenado pelo juiz Marivaldo Dantas de Araújo, e aprovada pelo presidente do CNJ, ministro Joaquim Barbosa.
Os tribunais devem preencher dois formulários eletrônicos, o  “Questionário sobre a Implementação da Recomendação CNJ n º 37 – PRONAME” e o “Questionário de Atividades de Memória do Judiciário”. O objetivo é verificar o cumprimento das normas previstas na recomendação e conhecer as ações dos tribunais para preservação da memória do Poder Judiciário. Os questionários estão disponíveis no portal do CNJ.
A Recomendação 37 do CNJ prevê a manutenção dos documentos em ambiente físico ou eletrônico seguro, e a implantação de estratégias de preservação desses documentos desde sua produção e pelo tempo de guarda que houver sido definido; a classificação, a avaliação e a descrição documental, mediante a utilização de normas, planos de classificação e tabelas de temporalidade documental padronizadas, visando preservar as informações indispensáveis à administração das instituições, à memória nacional e à garantia dos direitos individuais.

O CNJ recomendou ainda a padronização das espécies, tipos, classes, assuntos e registros de movimentação de documentos e processos; a adoção de critérios de transferência e de recolhimento dos documentos e processos das unidades administrativas e judiciais para a unidade de gestão documental; a orientação de magistrados e de servidores das instituições do Judiciário sobre os fundamentos e instrumentos do Proname; a adoção do Modelo de Requisitos para Sistemas Informatizados de Gestão de Processos e Documentos (MoReq-Jus) e a constituição de unidades de gestão documental e de comissões permanentes de avaliação documental (CPAD) nas instituições do Poder Judiciário.

Gilson Luiz Euzébio
Agência CNJ de Notícias

Sequestradora alega que seria morta se não raptasse bebê em Cuiabá

No depoimento, Jucione disse que Carlos ofereceu uma carona até o centro de Cuiabá


Foto: Max Aguiar - OD
Sequestradora alega que seria morta se não raptasse bebê em Cuiabá
"Eu e minha filha fomos ameaçadas de morte com uma arma na cabeça se eu não conseguisse uma criança recém-nascida até o dia 31 de maio". Esta foi a justificativa de Jucione dos Santos, 29, indiciada por ter sequestrado um bebê no bairro Pedra 90, durante oitiva na Assembléia Legislativa.


A revelação se deu posteriormente aos questionamentos feitos pelo deputado de Pernambuco, José Maia (PTB) e da Paraíba, Luiz Couto (PT), que compõe a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) de Tráfico de Pessoas da Câmara Federal. 


A mulher afirmou que se encontrou com o homem, identificado como Carlos, após se ver perdida em Cuiabá e o ter abordado para saber uma informação. No depoimento, Jucione disse que Carlos ofereceu uma carona até o centro de Cuiabá para que ela pudesse pegar o ônibus até seu bairro, e dentro do veículo ele teria ofertado o dinheiro se ela conseguisse uma criança recém-nascida. 


“Eu aceitei a carona porque ele me disse que iria me levar para pegar o ônibus no centro. Quando eu aceitei a carona ele começou a falar sobre o sequestro e me disse que se eu não fizesse o que ele não mandasse ele me matava e matava minha filha. Colocou a arma na minha cabeça e disse que se eu quisesse ver minha filha viva eu aceitava”, contou a sequestradora. 


Jucione então começou a manter contato com o homem, que até hoje não teve a identidade revelada e não se tem pista de seu paradeiro. A Comissão que interrogou a detenta chegou a oferecer delação premiada, que absolve um pouco da pena se ela colaborar com as investigações policiais, mesmo assim a mulher não contou nada de novo para os delegados e negou fazer parte de alguma rede de tráfico de pessoas ou de órgãos.


Mediante as ameaças feitas por “Carlos”, Jucione alega que seguiu a risca as determinações. Segundo ela, as ligações partiam de números desconhecidos e de orelhões. Os encontros com o homem sempre aconteciam na Praça da República. “Certo dia eu não atendi os telefonemas e ele passou na rua de minha casa, acredito que foi uma forma de me intimidar. Ele me ligou de novo e disse que sabia por onde eu passava e aonde minha filha ia. Se eu não o atendesse, ele nos matava”, confessou a sequestradora. 


Mediante as ameaças, Jucione não pensou em procurar a polícia e nem a família. “Com isso tudo girando sobre mim eu resolvi fazer. Não fazia por causa do dinheiro, só porque eu não queria nada de mal com minha filha. Eu estou muito arrependida”, contou a mulher mediante a Comissão.

Nortão de Mato Grosso abriga célula de tráfico de pessoas via Suriname

O presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa, deputado Emanuel Pinheiro (PR) denunciou a existência de tráfico de pessoas na região norte de Mato Grosso, em Apiacás. “A Comissão de Direitos Humanos recebeu esta denúncia, que repasso a CPI, que crianças estão sendo levadas para o Suriname”. – disse o parlamentar, ao participar nesta quinta-feira, 13, da audiência pública da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Câmara Federal que investiga a prática no Brasil, realizada na sede do Legislativo estadual.

Durante a audiência pública, os integrantes da CPI, deputados federais Luis Couto (PT/PB) e José Augusto Maia (PTB/PE), ouviram Juciene Santos Souza, acusada de seqüestrar um bebê no dia 30 de maio, no Bairro Pedra 90, em Cuiabá, supostamente para o tráfico dos seus órgãos.

Indiciada por seqüestro, falsificação de documento público e furto, Juciene está presa no Presídio Feminino Ana Maria do Couto May, acusada de seqüestrar o bebê de pouco mais de um mês. A mulher que é suspeita de fazer parte de um esquema de tráfico internacional de órgãos, disse durante a oitiva que está arrependida. “Estava sendo ameaçada e para proteger a mim e minha filha de sete anos, fiz isso [seqüestrou a criança], mas estou arrependida”, disse.

Segundo Jucione, um homem chamado “Carlos”, o qual conheceu em março quando pegou uma carona na região do CPA até o centro da cidade, começou a fazer ameaças caso ela não seqüestrasse uma criança de até cinco meses. “Ele não disse o que queria, só que iria lucrar muito, além disso falou que me daria R$ 35 mil. Quando perguntei se o objetivo era matar a criança, limitou-se a dizer que mais ou menos”, contou à CPI.

Durante as investigações, a Polícia Civil descobriu que Jucione já teria tentado sequestrar outra criança de uma ex-vizinha. Em função disso, o deputado José Maia, foi incisivo. “Você faz parte de uma rede criminosa. Se contribuir com esta CPI, pode se beneficiar. Não estamos pensando que você é inocente, pois tem a mesma postura de todas que dizem terem sido iludidas”, afirmou ao se dirigir à acusada.

O tráfico de pessoas é o terceiro mais rentável na lista dos criminosos.

Fonte: Rádio Pioneira com 24 horas News

Campanhas serão realizadas para alertar a sociedade. Audiência pública hoje contou com depoimento da acusada de seqüestrar bebê em maio, no Pedra 90
Fonte: Assessoria
A Assembleia Legislativa promoverá campanhas informativas para alertar a sociedade mato-grossense sobre o tráfico de pessoas. A ação intensiva foi anunciada nesta quinta-feira (13), durante audiência pública da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Câmara Federal que investiga a prática no Brasil, realizada na sede do legislativo estadual.
 
Representante da Sala da Mulher da Assembleia Legislativa e secretária de Estado de Cultura (SEC), Janete Riva explicou que a audiência pública da CPI em Mato Grosso fomenta a luta contra o tráfico de pessoas e novas ações devem ser realizadas pelo legislativo para debater o tema.
 
“A presença dos membros da CPI proporciona visibilidade ao tema. Na época da CPI da Pedofilia no Congresso Nacional, por exemplo, recebemos muitas denúncias, pois com a exaustão do debate, as pessoas começam a ter mais coragem para enfrentar e denunciar. Podemos contribuir com essa comissão fomentando a discussão, promovendo campanhas para esclarecer a sociedade e conseqüentemente, estimulando que estas abordem mais o assunto”, explicou.
 
Ao conversar com integrantes da CPI, Janete Riva disse que obteve mais informações para que as campanhas sejam desenvolvidas. “Um dos alertas feitos pelo delegado presente foi sobre o desaparecimento de pessoas. Na maioria dos casos, nem cogitamos a possibilidade de ser motivado pelo tráfico de pessoas para a retirada dos órgãos. O seqüestro dessa criança em maio no bairro Pedra 90 evidenciou a necessidade de debater o tema com urgência”, alertou.  
 
DEPOIMENTO – Durante a audiência pública, os integrantes da CPI, deputados federais Luis Couto (PT/PB) e José Augusto Maia (PTB/PE), ouviram Juciene Santos Souza, acusada de seqüestrar um bebê no dia 30 de maio, no bairro Pedra 90, em Cuiabá, supostamente para o tráfico dos seus órgãos.
 
Indiciada por seqüestro, falsificação de documento público e furto, Juciene está presa no Presídio Feminino Ana Maria do Couto May, acusada de seqüestrar o bebê de pouco mais de um mês. A mulher que é suspeita de fazer parte de um esquema de tráfico internacional de órgãos, disse durante a oitiva que está arrependida. “Estava sendo ameaçada e para proteger a mim e minha filha de sete anos, fiz isso [seqüestrou a criança], mas estou arrependida”, disse.
 
Segundo Jucione, um homem chamado “Carlos”, na qual conheceu em março quando pegou uma carona na região do CPA até o centro da cidade, começou a fazer ameaças caso ela não seqüestrasse uma criança de até cinco meses. “Ele não disse o que queria, só que iria lucrar muito, além disso falou que me daria R$ 35 mil. Quando perguntei se o objetivo era matar a criança, se limitou a dizer que mais ou menos”, contou à CPI.
 
Durante as investigações, a Polícia Civil descobriu que Jucione já teria tentado seqüestrar outra criança de uma ex-vizinha. Em função disso, o deputado José Maia, foi incisivo. “Você faz parte de uma rede criminosa. Se contribuir com esta CPI, pode se beneficiar. Não estamos pensando que você é inocente, pois tem a mesma postura de todas que dizem terem sido iludidas”, afirmou ao se dirigir à acusada.
 
O deputado Luis Couto, vice-presidente da CPI analisou o cenário do tráfico de pessoas no país e alertou que Organizações Não-governamentais (ONG) que estão sendo investigadas pela comissão cobram até U$S 25 mil dólares por uma criança para o tráfico de órgãos e que 7,5 mil pessoas já passaram por essa organização. “Temos visitado vários estados, existem quadrilhas no Brasil operando todos os tipos de tráfico, inclusive de órgãos. O rapto de uma pessoa é algo que dói muito, ainda mais quando isso é feito para retirar os órgãos. Estamos recebendo inúmeras denúncias e precisamos encontrar essas organizações criminosas”.
 
O parlamentar disse que o tráfico de pessoas é o terceiro mais rentável na lista dos criminosos. Ainda analisou que o seqüestro ocorrido em Cuiabá pode ter relação com crimes semelhantes que são cometidos na Bahia.
 
Durante a audiência pública, a Polícia Civil pediu que o Congresso Nacional se mobilize para o crescimento da pena para estes casos. “A Ordem dos Advogados no Brasil, Ministério Público e outros órgãos também tem se manifestado para que sejam feitas legislações mais firmes para inibir o tráfico de pessoas. Precisamos punir não só quem seqüestra a pessoa, mas o intermediário e os mandantes, e já sabemos que tem muita gente importante envolvida neste tipo de crime”, denunciou Luis Couto.
 
DENÚNCIA – Presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa, deputado Emanuel Pinheiro (PR) denunciou a existência de trafico de pessoas na região norte de Mato Grosso, em Apiacás. “A Comissão de Direitos Humanos recebeu esta denúncia, que repasso a CPI, que crianças estão sendo levadas para o Suriname”.   
 
Também participaram da audiência pública, o presidente em exercício da Assembleia Legislativa, Romoaldo Júnior (PMDB), os deputados Hermínio Jota Barreto (PR), Luciane Bezerra (PSB) e Teté Bezerra (PMDB), além dos dois delegados que estão à frente das investigações, Gianmarco Paccola, adjunto da Divisão Anti-Sequestro da Polícia Civil, Ivar Polesso, plantonista no dia da prisão de Jucione Souza e Daniel Almeida Macedo, coordenador do Comitê Estadual de enfrentamento e prevenção de tráfico de pessoas em Mato Grosso.


Delegados da Polícia Civil depõem na CPI do Tráfico de Pessoas

A executora do sequestro, Jucione Santos Souza, 29, também foi convocada para prestar depoimento
A Polícia Judiciária Civil acredita que a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Tráfico de Pessoas poderá ajudar nas investigações do sequestro do bebê de pouco mais de 1 mês, ocorrido em Cuiabá. Nesta quinta-feira (13.06), o delegado responsável pelo caso, Gianmarco Paccola Capoani, da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e o delegado plantonista, Ivar Polesso, foram ouvidos pela CPI da Câmara Federal, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.
 
A executora do sequestro, Jucione Santos Souza, 29, também foi convocada para prestar depoimento aos parlamentares de Mato Grosso e aos deputados federais Luiz Couto (PT/PB) e José Augusto Maia (PTB/PE), presidente da CPI.
 
“Estaremos trocando informações com a CPI para ver se esbarra em alguma informação ou investigação que eles estão fazendo interestadual. Estamos aqui a título de colaboração com equipe de Brasília”, afirmou o delegado Gianmarco Paccola.
 
A primeira parte da investigação do sequestro da criança recém-nascida, ocorrido no dia 30 de maio, na Capital, foi encaminhada à Justiça na última sexta-feira (07.06), com o indiciamento da suspeita Jucione Santos Souza, nos crimes de sequestro, falsificação de documento público e furto. Outros  crimes estão sendo  apurados em autos complementares,  que serão enviados à Justiça ao final das investigações pelo delegado Gianmarco Paccola.
 
Conforme o delegado, as investigações estão focadas a identificar o destino da criança e a localização da pessoa que teria “encomendado” o sequestro do bebê à  mulher presa. “Estamos priorizando a localização do suspeito para obtermos mais informações”, declarou o delegado, ao afirmar que as investigações não apontam para o tráfico de órgãos.
 
De acordo com as investigações, o suspeito de codinome “Carlos”, em março, teria entrado em uma agência bancária da capital, cujas imagens foram solicitadas ao banco, na tentativa de identificar o homem que segundo descrição da suspeita teria aproximadamente 50 anos, usa várias correntes de ouro, seria agiota e circula em uma S10 branca, a qual teria fornecido apenas os quatro números do veículo. Ela também disse que ele estava com duas armas dentro do veículo.
 
Segundo o delegado Gianmarco, o tráfico de órgãos é uma das hipóteses da investigação diante da perspectiva de saída da criança do Estado, que seria levada até Porto Seguro, na Bahia, onde a mãe da suspeita mora, e devido a uma informação contida no depoimento da sequestradora, quando ela pergunta a pessoa que supostamente teria “encomendado” a criança, o que seria feito com o bebê, se ele seria morto e recebe como resposta “mais ou menos”.
 
“Então essa parte do interrogatório abre também a possibilidade de estarmos lidando com tráfico de órgãos. Mas não há nada concreto no inquérito que diga que é tráfico de órgãos. Não podemos fechar a investigação, sem esclarecer isso. Temos que deixar ela aberta até avançarmos e descobrirmos, no próximo passo, o suspeito. Aí vamos saber se é magia negra, se é tráfico de órgãos ou outra situação envolvendo esse grave fato com esse bebê”, esclareceu o delegado. “Ainda não é possível confirmar se há uma rede por trás disso”, completou Paccola.
 
Durante seu depoimento, o delegado Ivar Polesso forneceu detalhes colhidos informalmente durante a condução da presa a Central de Flagrantes, mas que muitos não foram formalizados no interrogatório.
 
O deputado federal José Augusto Maia disse que a CPI foi instaurada no ano passado, antes da novela ‘Salve Jorge’ que trouxe à tona à discussão de um crime antes desconhecido pela maioria das pessoas. “O tráfico de pessoas é uma rede muito organizada, que envolve muito dinheiro. Há denúncias de 25 mil dólares por uma criança. A CPI tem contribuído para que pessoas que antes não faziam denúncias e depois da CPI passou a fazer, que tem contribuído para tentar acabar com essa rede criminosa”, destacou.


Operação desarticula tráfico de drogas em Nova Xavantina e prende 11 pessoas

Da Redação
Uma operação conjunta da Polícia Judiciária Civil e Polícia Militar, desencadeada na quarta-feira (12.06), resultou na prisão de 11 pessoas e apreensão de 3 menores infratores, nos municípios de Nova Xavantina (645 km a Leste) e Primavera do Leste (231 km ao Sul). A operação “Fumaça” cumprir diversas ordens judiciais, entre mandados de busca e apreensão, prisão temporária e internação provisória de suspeitos envolvidos no comércio ilegal de drogas na região.
Com efetivo de 30 policiais civis, entre investigadores e escrivães e 25 policiais militares, a operação coordenada pelo delegado Marcos Leão, contou com o apoio das Delegacias de Bom Jesus do Araguaia (983 km a Nordeste), Ribeirão Cascalheira (900 km a Leste), Canarana (823 km a Leste), Água Boa ((730 km a Leste), Campinápolis (658 km a Leste), Nova Xavantina e Primavera do Leste.
A operação desarticulou uma organização criminosa que atuava no tráfico de drogas. A quadrilha era investigada pela equipe de policiais civis da Delegacia de Nova Xavantina desde março deste ano. Ao longo das investigações, várias pessoas envolvidas com o tráfico de drogas e associação para tráfico foram presas em flagrante.
A ação resultou no cumprimento de 10 mandados de prisão temporária, 03 mandados de internação provisória, 05 prisões em flagrante e na apreensão de um menor em flagrante. Cinco pessoas foram autuadas em flagrante pelos crimes de tráfico e associação para tráfico, sendo duas delas autuadas também por porte ilegal de arma de fogo.
De acordo com o delegado Marcos Leão, o balanço da operação superou as expectativas, sobretudo, com o número de drogas, armas de fogo e munições apreendidas, além de diversos outros objetos, como câmeras fotográficas, computadores e celulares oriundos de crime.
“Vários desses objetos já foram reconhecidos por vítimas de roubo em suas residências. Com o reconhecimento, os suspeitos que estavam em posse dos objetos serão indiciados pelo crime de receptação.”, explicou o delegado.
Marcos Leão ressaltou ainda que a conclusão da investigação propiciará sensação de segurança à população local, uma vez que a maioria dos usuários de drogas pratica crimes contra o patrimônio, a fim de trocar os objetos subtraídos por drogas. Os traficantes presos apontados como os maiores receptadores de objetos furtados e roubados.
Depois de cumpridas as formalidades de praxe, os investigados foram encaminhados à Cadeia Pública local. Os adolescentes apreendidos serão removidos para uma unidade adequada às suas condições peculiares, onde ficarão à disposição da Justiça.

CPI do Tráfico de Pessoas faz audiência pública em Cuiabá

A Comissão Parlamentar de Inquérito da Câmara que investiga o tráfico de pessoas realiza nesta quinta-feira, a partir das 9 horas, em Cuiabá, audiência pública para discutir o tema. 
 
 
A capital mato-grossense registrou, recentemente, um caso que chamou a atenção do país. A Polícia Civil prendeu uma mulher acusada de sequestrar uma criança que seria vendida para uma quadrilha especializada em tráfico de órgãos.
 
 
Jucione Santos Souza está num presídio feminino da cidade e foi presa em flagrante, após levar o bebê de uma adolescente.
 
 
Ela será ouvida durante a visita da CPI a Cuiabá, a pedido do presidente da Comissão, deputado Arnaldo Jordy (MD-PA).
 
 
“Este fato é gravíssimo, já que envolve uma outra modalidade de tráfico humano, que é  aquela para fins de extração de órgãos humanos. Este ilícito, pelas informações já obtidas pela CPI, tem se mostrado algo bastante rentável para as quadrilhas”, afirmou o deputado.
 
 
Além de Jucione, os integrantes da CPI vão ouvir delegados que participaram da prisão da acusada. A audiência também deverá contar com as presenças de autoridades ligadas às áreas de segurança pública e de direitos humanos.
 
 
O encontro será realizado na sede da Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Em CPI, mulher diz que sequestrou bebê para tráfico após ameaça em MT

ucione prestou depoimento por mais de uma hora nesta quinta-feira (13).
Ela é suspeita de participar de um esquema internacional de tráfico de órgãos.
Fonte: Pollyana Araújo/G1 MT
À Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Tráfico de Pessoas, da Câmara Federal, Jucione Santos Souza, de 29 anos, presa por suspeita de sequestrar um recém-nascido no dia 30 do mês passado, em Cuiabá, alegou nesta quinta-feira (13) que cometeu o crime porque estava sendo ameaçada pelo homem que teria encomendado o bebê à ela, mas que ainda não foi identificado pela polícia. Ela foi ouvida durante audiência realizada no auditório na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, na capital, e é suspeita de participar de um esquema internacional de tráfico de órgãos. O depoimento dela durou mais de uma hora e meia.

"Ele ameaçou matar a minha filha e fiz o que ele pediu por medo de que fizesse algo com ela. Sei que agi errado e me arrependi, mas ele me ameaçou várias vezes", disse sobre a filha de 7 anos, que foi encaminhada ao Conselho Tutelar após a mãe ser presa em flagrante com o recém-nascido que tinha sequestrado após fazer 'amizade' com a mãe do bebê, de um mês e 15 dias, em um ponto de ônibus na Praça Maria Taquara, no Centro de Cuiabá. A mãe da criança é uma adolescente de 15 anos.

Porém, ela afirmou que não denunciou o suspeito, identificado apenas como "Carlos", bem como 'obedeceu' todas as ordens dadas por ele, porque teve medo. "Não denunciei porque fiquei com medo. Tive vontade de denunciar, mas ele sabia todos os locais onde poderia me encontrar", disse, ao alegar que teria procurado o Conselho Tutelar na tentativa de obter auxílio para viajar ao nordeste onde a família dela mora. "Pedi ao Conselho Tutelar passagem para ir embora, mas falaram que ia demorar muito", alegou.
'Carlos'

Jucione contou ter conhecido esse homem, que na avaliação dos membros da CPI faz parte de uma rede de tráfico de pessoas que teria 'braço' na Bahia, após pegar carona com ele porque teria pedido o ônibus no qual embarcaria. "O conheci na hora errada, no momento errado", disse. Ela disse que à princípio pensou que o homem quisesse lhe passar uma 'cantada', mas que depois confiou porque precisava ir embora e seguiu junto com a filha com o suposto desconhecido até em casa.

Por conta dessas supostas ameaças que Jucione teria sofrido e ainda poderá estar recebendo, o vice-presidente da CPI, deputado federal Luiz Souto (PT-PB), pediu à Comissão de Direitos Humanos da Assembleia de Mato Grosso que dê a garantia de proteção à suspeita para que ela denuncie os outros prováveis integrantes do esquema criminoso, principalmente o suposto agenciador que a teria contratado para sequestrar um bebê de, no máximo, cinco meses.

No entanto, não especificou a cor, o que, segundo o parlamentar, deixa a entender que realmente se tratava de tráfico de órgãos e não de sequestro para adoção.

Quando Jucione foi presa, no bairro Jardim Industriário, na capital, após ser denunciada por uma vizinha, o bebê que estava em poder dela usava roupas de menina na tentativa de supostamente despistar a polícia. Ela disse que a criança seria levada na semana seguinte à Vitória da Conquista (BA) onde seria entregue à uma mulher e que receberia R$ 35 mil pelo sequestro da criança. Porém, ela negou que tivesse cometido o crime por dinheiro, mas sim em decorrência das ameaças. O agenciador que iria lhe dar a passagem.

Crime
Para conseguir pegar a criança, após 15 tentativas frustradas com outras vítimas, a suspeita começou a conversar com a mãe do bebê no ponto de ônibus e depois pegou o mesmo veículo que ela. Durante o trajeto, as duas conversaram e Jucione alegou que precisava alugar uma criança por dois dias para apresentar ao marido que supostamente estaria no exterior e iria passar o final de semana em Cuiabá.
Para isso, ela ofereceu R$ 5 mil à adolescente. Questionada sobre o caso contado à mãe do bebê, ela disse que fez tudo sob orientação do agenciador, que seria um ageota, com idade entre 50 e 55 anos.

Depois de descerem do ônibus juntas, no bairro Pedra 90, na capital, as duas pararam porque começou a chover. "Paramos embaixo de um toldo", contou, em depoimento. Em seguida, ela segurou o bebê e deu R$ 100 para que a adolescente fosse a uma loja comprar um guarda chuva. Nesse momento que a mãe saiu, ela fugiu com a criança e contou com a ajuda de um carro, conforme relatos de testemunhas. Ela foi presa dois dias depois e confessou o crime. Segundo a suspeita, ao perguntar para o agenciador se iria matar o bebê, ele respondeu: "mais ou menos".

Para o deputado José Augusto Maia (PTB-PE), membro da Comissão, Jucione tenta se passar por inocente, mas que 'a única inocente no caso é a criança'. "Ela faz parte de uma rede criminosa e está protegendo os demais integrantes dessa quadrilha. "Você está protegendo ele e com isso você está sendo prejudicada", disse o parlamentar ao tentar convencê-la a contar tudo que sabia sobre o suposto esquema.

De acordo com o delegado Gianmarco Pacolla, da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), que apura o caso, ela deverá responder por sequestro, falsificação de documento público e furto. Ele afirmou que a intenção nesse momento é obter as imagens do suspeito captadas no momento em que foi a uma agência bancária, em março deste ano, e, com isso, localizá-lo.

Durante as investigações, a polícia encontrou na casa da suspeita uma declaração de nascido vivo em nome de uma menina e uma certidão de nascimento falsa. Os documentos seriam usados na viagem até a Bahia. 


Homem de 59 anos é flagrado tentando abusar sexualmente de menina de 7 anos

O homem é vizinho da vítima e teria aproveitado a ausência dos pais da criança em casa quando começou a aliciá-la, momento em que foi flagrado pela mãe da menina.

Por Valdison Borges
Imagens: Valdison Borges
Na delegacia para onde o homem foi encaminhado, ao lado do soldado Monteiro, o Cabo Fialho falou ao Diário News Jataí e esclareceu melhor a ocorrência.
No final da tarde desta quinta-feira, 13 de junho, a Polícia Militar prendeu um homem de 59 anos, logo após o mesmo ser flagrado tentando abusar de uma menina de 9 anos de idade. O fato aconteceu em um Sítio, localizado no Assentamento Nossa Senhora de Guadalupe, a cerca de 10 quilômetros da cidade, em Jataí-GO.

O homem é vizinho da vítima e teria aproveitado a ausência dos pais da criança em casa quando começou a aliciá-la, momento em que foi flagrado pela mãe da menina, que ao entrar na casa viu o homem em cima da menor, já com seus com os órgãos genitais expostos, tentando o ato sexual. Ele teria dado dinheiro e outros agrados a criança.

A Polícia Militar foi acionada é de imediato, uma guarnição da Patrulha Rural composta pelo Cabo Fialho e Soldado Monteiro, compareceu ao local e realizou a detenção do homem ainda com a calça arreada. O acusado foi encaminhado ao plantão da 14ª DRP e autuado em flagrante.

Ainda de acordo com o Cabo Fialho, a situação no local era de revolta com o homem não só por parte dos familiares da menina, mas também de outros moradores daquela localidade. O homem tentava se defender, negando as acusações.

Qaundao a lavratura do flagrante foi concluída já era noite. O Diário News Jataí acompanhou o caso na delegacia e ainda na manhã desta sexta-feira vai públicar a matéria completa.
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Crianças e adolescentes vão às ruas de Manaus lutar contra o trabalho infantil

Espaços públicos que deveriam ser fiscalizados pela prefeitura se transformaram em ‘foco’ de irregularidades na cidade

    Na manhã desta quarta-feira (12), mais de duas mil pessoas participaram de caminhada contra o trabalho infantil
    Na manhã desta quarta-feira (12), mais de duas mil pessoas participaram de caminhada contra o trabalho infantil (Ney Mendes)
    Aos 15 anos, Laura Cristina Araújo Brito já foi o reflexo do trabalho infantil, problema que atinge 50 mil crianças e adolescentes no Amazonas. A adolescente, que, apesar da pouca idade, já atuou como feirante e cobradora de microônibus e começou a trabalhar aos 9 anos, hoje não faz mais parte das preocupantes estatísticas do trabalho infantil, mais ainda luta por um futuro melhor, agora trabalhando como jovem aprendiz em uma empresa de telefonia móvel.
    Outra história que mostra a falta de atenção aos direitos da criança e adolescente à saúde, alimentação, educação, e respeito, previstos na Constituição Federal, é a de Mateus Franklin, 13, que durante muitos anos trabalhou com pai como escamador de peixe. Laura e Franklin são exceções em um cenário que, segundo dados de entidades ligadas aos direitos da Criança e do Adolescente, vem se agravando no Amazonas: a exploração do trabalho infantil.
    E o mais preocupante, segundo o coordenador do Fórum Estadual de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil no Amazonas, Alberto de Souza, é que essa é uma irregularidade que vem se agravando na omissão do poder público, que não fiscaliza os espaços públicos onde a prática vem se tornando mais comum: as feiras. 
    Segundo ele, em uma fiscalização nas feiras da Manaus Moderna, Panair, do Produtor e da Banana, foram encontradas 30 crianças em situação de trabalho infantil. Para ele, o mais grave é que esses espaços são administrados pelo poder público, portanto deveria existir uma fiscalização mais efetiva. “Não podemos admitir que dentro de um espaço administrado pelo poder público esteja acontecendo uma violação de direito”.
    Uma das alternativas apresentadas pelo Fórum é que a concessão e a permanência dos permissionários nas feiras seja condicionada à proibição do trabalho infantil. “Seria uma medida muito simples”, acrescentou.
    Crianças expostas a sangue, vísceras de animais e fluídos contaminados foram algumas foi algumas das situações encontradas nas feiras de Manaus, e inclusas nas 90 piores formas de trabalho infantil estabelecidas pela Organização Internacional do Trabalho.
    “Nós ainda não tivemos a oportunidade de conversar com os administradores, mas esse tipo de situação não pode acontecer se o Brasil quiser erradicar, até 2015, as piores formas de trabalho infantil”, alertou Alberto.
    Nesta quinta-feira (12), o prefeito Artur Neto assinou um manifesto, se comprometendo a colocar em prática as políticas públicas previstas na Constituição Federal e no Estatuto da Criança e do Adolescente.
    Caminhada marca ações da campanha
    Aproximadamente 2 mil pessoas, entre crianças da rede pública estadual e municipal de ensino e os alunos Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti), participaram de uma caminhada contra o trabalho infantil, nesta quarta-feira (12), na avenida Brasil, bairro Compensa, Zona Oeste. A caminhada saiu do Centro de Convivência Magdalena Arce Daou e foi até a sede da prefeitura.
    Os representantes do Fórum Estadual de Erradicação do Trabalho Infantil entregaram uma carta compromisso ao prefeito Artur Neto, no qual solicitam medidas para a erradicação das piores formas de trabalho na infância. O objetivo é que os prefeitos do Amazonas assumam o compromisso de implantar políticas públicas para a erradicação do trabalho infantil.
    Segundo Alberto entre as medidas que constam no documento está à construção de creches em números suficientes para atender a demanda e escolas funcionando em período integral.
    As políticas públicas para erradicação do trabalho infantil também foram tema de uma audiência realizada ontem na Câmara Municipal de Manaus. Faltando um ano para a Copa do Mundo de 2014, a vereadora Therezinha Ruiz informou que vai propor, após o retorno do recesso na Casa Legislativa, no início de julho, uma nova audiência pública para discutir os planos de ação dos órgãos municipais e prefeituras da Região Metropolitana visando o combate ao trabalho infantil durante a Copa, que deverá trair crianças para os sinais de trânsito e entorno de shoppings.