Gisa Barros se destaca na Câmara com postura firme, independente e em defesa da população

Vereadora mantém coerência, fiscaliza o Executivo e se posiciona contra o inchaço da máquina pública

João Batista destaca atuação de Daniel Monteiro: “O vereador mais técnico e atuante de Mato Grosso”

vereador Daniel Monteiro, que vem se destacando por uma postura independente, técnica e coerente, especialmente nas discussões sobre políticas públicas e responsabilidade fiscal.

Ativista João Batista exalta Antonio Joaquim como patrimônio da educação em MT: “Referência ética, técnica e humana”

Professor e defensor dos direitos da infância destaca atuação exemplar do conselheiro do TCE-MT, que articula investimento histórico de R$ 120 milhões em creches no estado

Após investigação, homem é preso acusado de estupro contra enteada

Preso já respondia a processo por estupro contra a mesma vítima em 2011

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Da Redação

Novo Hamburgo  - A Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (DEAM) de Novo Hamburgo, após três meses de investigação, concluiu Inquérito policial que apurava crime de estupro de uma menina de sete anos onde o acusado era seu padrasto. O indiciado, de 37 anos, foi preso na noite desta terça-feira (11).
O preso já respondia a processo por estupro contra a mesma vítima, ocorrido no ano de 2011, e cometeu o segundo delito quando retomou o relacionamento com a mãe da criança.

Após os procedimentos de praxe, o acusado foi encaminhado ao Presídio Central de Porto Alegre.
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Sequestrador de mulheres de Cleveland se declara inocente à Justiça

DA FRANCE PRESSE, EM CLEVELAND

O homem suspeito do sequestro de três mulheres em Cleveland, nos EUA, se declarou inocente das acusações de estupro, sequestro e homicídio, em audiência no tribunal da cidade.

Segundo a polícia, o ex-motorista de ônibus Ariel Castro, 52, sequestrou Michelle Knight, 32, Georgina DeJesus, 23, e Amanda Berry, 27, entre 2002 e 2004. Ele ainda é pai de uma menina de seis anos que é filha de Berry.

O sequestro foi descoberto em 6 de maio, quando Berry saiu da casa onde elas eram mantidas em cativeiro e ligou para a polícia. O caso causou comoção nos Estados Unidos.

Na semana passada, a Justiça emitiu as acusações de 329 crimes contra o agressor, entre eles sequestro, estupro e homicídio qualificado por provocar um aborto em uma das reféns.

Castro pode enfrentar a pena de morte se for considerado culpado de homicídio qualificado. O promotor Timohthy McGinty já anunciou sua intenção de pedir a condenação máxima.

Os advogados do acusado, no entanto, questionam a existência de provas médicas suficientes para demonstrar que seu cliente é culpado de ter colocado fim à força a estes episódios de gravidez.

"Esperamos poder chegar a um acordo para não ter um julgamento desnecessário de homicídio qualificado e pena de morte", disse nesta quarta-feira a jornalistas o advogado de defesa, Craig Weintraub.

A maioria dos estados dos Estados Unidos têm leis de homicídio fetal, que permitem castigar os que ferem mulheres grávidas, ao mesmo tempo em que garantem o direito de a mulher realizar um aborto legal.

PARTO EM PISCINA

A revelação da situação vivida pelas três jovens sequestradas entre 2002 e 2004 chocou os Estados Unidos. A acusação ditada na semana passada, que só cobre os primeiros cinco anos de cativeiro das mulheres, apresenta relatos estarrecedores.

Knight, sequestrada no dia 23 de agosto de 2002 aos 20 anos, viveu acorrentada no porão, onde disse ter sido estuprada e espancada repetidamente. Ficou grávida pelo menos quatro vezes.

Berry tentou escapar da noite em que foi sequestrada, no dia 21 de abril de 2003 aos 16 anos, mas foi impedida e depois estuprada. Castro amarrou suas pernas e a boca com fita adesiva, a acorrentou no porão e colocou um capacete em sua cabeça. Em algum momento daquela noite também amarrou uma corda ao redor de seu pescoço.

DeJesus, sequestrada no dia 2 de abril de 2004 aos 14 anos, também foi acorrentada, amarrada com fita adesiva no porão, espancada e agredida sexualmente na noite em que foi sequestrada. Mas Castro levou mais de um mês para forçar a menor a ter relações sexuais com ele.

Um relatório da polícia revelou detalhes como o parto de Berry em uma piscina inflável no dia 25 de dezembro de 2006, ajudada por Knight, que, ameaçada de morte por Castro, salvou a recém-nascida realizando respiração boca a boca.

Também disse que Castro fez Knight abortar fazendo-a passar fome e depois espancando-a por diversas vezes na barriga.

As mulheres disseram que permaneceram acorrentadas no porão durante seus primeiros anos de cativeiro, mas que depois receberam permissão para viver no segundo andar da casa, sem correntes, mas reclusas.
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Esposa de pastor é indiciada por desmentir acusação de estupro

A esposa do pastor Marcos Pereira, Ana Madureira da Silva, foi indiciada nesta quarta-feira por denunciação caluniosa, depois de desmentir um depoimento dado à polícia, em que afirmava ter sido estuprada pelo pastor, em uma representação em cartório e também em um vídeo publicado no Youtube. 
Segundo o delegado titular da Delegacia de Combate às Drogas (DCOD), Márcio Mendonça, a esposa do pastor prestou depoimento afirmando que o marido a estuprava e, depois, fez uma representação em cartório alegando que não havia sido estuprada. Ela também gravou um vídeo, divulgado nas redes sociais, negando que o marido tenha cometido o crime contra ela.
O pastor Marcos Pereira é dono da Igreja Assembleia de Deus dos Últimos Dias, que tem a sede localizada em São João de Meriti, na Baixada Fluminense Foto: Divulgação
O pastor Marcos Pereira é dono da Igreja Assembleia de Deus dos Últimos Dias, que tem a sede localizada em São João de Meriti, na Baixada Fluminense
Foto: Divulgação
Na gravação, feita no dia 8 de maio, e publicada no dia 11 do mesmo mês, Ana nega o crime e critica a imprensa. “Estou extremamente aborrecida com o que estou ouvindo na mídia. (...) Eu quero dizer que isto (a afirmação de que ela teria sido estuprada por Marcos) é mentira. Ele não me estuprou. Estou cansada dessas galhofadas", disse.
No vídeo, ela ainda critica uma das vítimas, identificada como Zeneide, que acusa o pastor de estupro. A mulher se diz abusada por Marcos no tempo em que viveu na casa dele, depois de deixar a casa de seus pais. Para Ana, a acusação demonstra que a vítima está se “declarando uma prostituta”.
“Se ela diz que meu marido abusou sexualmente dela desde que ela entrou até que ela saiu (da casa em que Ana vivia com Marcos), ela está se declarando uma prostitua. Eu também sou mulher, eu também já fui jovem e, se acontecesse uma coisa dessas, eu saía correndo dali”, disse. 
Pastor é acusado de estupro
O Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) denunciou o pastor Marcos Pereira por dois estupros. Ele foi preso acusado de abusar sexualmente de seis fiéis da Assembleia de Deus dos Últimos Dias, da qual é um dos líderes.
Segundo a denúncia, para cada um dos seis estupros foi instaurado um inquérito policial, com o objetivo de "facilitar a individualização de cada crime". "Pelos relatos das testemunhas, principalmente das mulheres, verifica-se que estamos diante de um verdadeiro depravado, degenerado, pervertido sexual, capaz de fazer as coisas mais baixas e sempre se aproveitando da sua condição de líder maior da Igreja", dizem os promotores Rogério Lima Sá Ferreira e Adriana Lucas Medeiros, que assinam o texto.
A ação explica que o inquérito é um desdobramento de uma outra investigação que apura a prática de incitação ao crime e associação para o tráfico de drogas do pastor. "Acontece, porém, que no decorrer da investigação dos crimes acima, foram surgindo notícias gravíssimas de outros crimes, como homicídio, lavagem de dinheiro, estupros, roubo por parte do denunciado", explicam os promotores.
Na denúncia, são relatados os abusos que Marcos Pereira cometeu contra as duas mulheres, que moravam em um alojamento da igreja. Segundo o texto, ele negava material de higiene a uma das vítimas caso ela se recusasse a manter relações sexuais.
"Todas as mulheres vítimas do denunciado viveram na sua igreja por alguns anos. Elas viviam em função da Igreja presidida pelo denunciado. Moravam nos alojamentos existentes na Igreja.  Eram dependentes materialmente e emocionalmente do denunciado.  E para aquelas que se recusavam a ceder aos seus instintos bestiais, o denunciado as ameaçava de despejo, de morte fora da Igreja", diz a denúncia.
"O relato das outras mulheres é estarrecedor. Revela de forma clara que o denunciado é maquiavélico, de uma pobreza de espírito sem tamanho, só para conseguir dar vazão aos seus instintos sexuais. Se identificando com um 'Homem de Deus', praticou uma série de crimes sexuais contra aquelas que procuraram a sua Igreja em busca de ajuda espiritual. Conduta vil, torpe", dizem os promotores.
Além de Pereira, o MP denunciou quatro homens ligados à igreja acusados de fazer ameaças a uma das vítimas de estupro. De acordo com o MP, o pastor teria ordenado a Daniel Candeias da Silva, Ubirajara Moraes Pereira, Cezar Luiz Moraes Pereira e Lúcio Oliveira Câmara Filho que ameaçassem a mulher.
As ameaças teriam começado em março de 2012, depois que a mulher denunciou o pastor pelo crime de estupro. Ela disse ter sido perseguida e vigiada em seu trabalho por homens que faziam gestos ameaçadores.

Menor é apreendido por suspeita de estupro em Barra Mansa

Barra Mansa
Um menor de 17 anos foi detido por policiais militares na tarde hoje (17) em Barra Mansa por suspeita de estupro.
Segundo informações obtidas na 90ª DP, o adolescente teria invadido armado com uma faca a casa de uma mulher no bairro Vista Alegre, no início desta semana, e a obrigado a manter relações sexuais com ele.
O menor foi localizado no mesmo bairro após denúncias anônimas de que ele seria o autor do crime.
O jovem foi levado para a delegacia para prestar esclarecimentos, e ainda não há informações sobre as medidas que serão tomadas.


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Ministra lança aplicativo contra exploração infantil

Quem estiver nas seis cidades-sede da Copa das Confederações poderá usar a partir desta quarta-feira (12) aplicativo de celular para denunciar abusos contra crianças e adolescentes, anunciou hoje a ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário, ao lançar o Proteja Brasil.


 
Ministra de Direitos Humanos, Maria do Rosário, lançou nesta quarta feira (12), um aplicativo contra exploração infantil (Foto: Alba Valéria Mendonça / G1)
Com a ferramenta, os usuários poderão obter informações sobre endereço de conselhos tutelares e delegacias da cidade, além de números úteis e a definição de cada tipo de violência.

O aplicativo estará disponível para os telefones com o sistema operacional Android a partir de hoje à tarde e, até sexta, também poderá ser baixado por quem usa o sistema iOS.

"Vamos testar o mecanismo na Copa das Confederações para estendê-lo a todo o país antes da Copa do Mundo [a fim de] comprometer o cidadão na proteção integral dos direitos da criança e do adolescente", afirmou a ministra.

O aplicativo foi colocado em prática graças a uma parceria da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e o Centro de Defesa da Criança e do Adolescente (Cedeca), da Bahia.

Nos dias de jogos, as cidades-sede da Copa das Confederações terão centros montados nas proximidades dos estádios para atender a denúncias de abusos contra os menores. O horário de funcionamento começará quatro horas antes do início das partidas e se estenderá até quatro horas depois do término.

Representantes de diversos órgãos ligados à defesa da criança e do adolescente, como conselhos tutelares, Polícia Civil e ministério público darão plantão nesses locais. O horário de funcionamento dos conselhos tutelares também será ampliado nas cidades-sede para 24 horas por dia.

Com informações da Agência Brasil e G1

SECULT compõe Comitê de Proteção da Criança e do Adolescente para grandes eventos no DF

O “Comitê de Proteção da Criança e do Adolescente para Grandes Eventos no âmbito do Distrito Federal” definiu as ações de proteção e garantia dos direitos da criança e adolescente durante a realização da Copa das Confederações, que tem início no próximo sábado.
O Comitê de Proteção da Criança e do Adolescente foi criado dentro da Agenda de Convergência do Governo Federal na perspectiva de que as cidades sede da copa se antecipem com suas políticas públicas e se organizem para o enfrentamento de possíveis violações de direitos, em especial, do trabalho infantil e da exploração sexual.
Conheça as principais ações do Plantão Integrado
O Plantão Integrado será composto por representantes do governo, com apoio da sociedade civil, principalmente no que diz respeito ao controle social para a efetividade da garantia dos direitos. O Plantão funciona como uma estratégia operacional integrada e contribuirá no fornecimento de informações céleres sobre o fluxo da rede de proteção, serviços e contatos bem como na distribuição de material informativo.
Sexta feira (14) – Plantão Integrado na Escola da Natureza, no portão 5 do Parque da Cidade, das 8h até às 19h.
Sábado 15 – Plantão Integrado na Esplanada dos Ministérios com stand na Grande Festa gratuita, chamada de "Brasília Joga Junto", das 12h às 23h e, concomitante, na Escola dos Meninos e Meninas do Parque, das 8h às 19h, no portão 6 do Parque da Cidade junto com a instalação do Espaço de Convivência para crianças e adolescentes, com jogos e brincadeiras.
Domingo 16 – Plantão Integrado junto ao Espaço de Convivência na Escola dos Meninos e Meninas do Parque, no portão 6 do Parque da Cidade com jogos e brincadeiras.
As Secretarias de Estado colocam seus servidores à disposição para a garantia da proposta desse trabalho já que o processo tem sido feito de maneira coletiva e com o acolhimento das reivindicações da sociedade civil.
Atribuições do Comitê
Cabe ao Comitê de Proteção da Criança e do Adolescente, publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) no dia 23 de maio por meio do Decreto nº 34.301, acompanhar e monitorar as políticas públicas de proteção da criança e do adolescente no âmbito do Distrito Federal com vistas à realização de grandes eventos internacionais em Brasília, como a Copa das Confederações da FIFA e a Copa do Mundo de 2014; dentre outros eventos internacionais.
O trabalho do Comitê tem como objetivo promover a intersetorialidade para fortalecer a proteção dos direitos de criança e adolescentes; elaborar estratégias de atuação conjunta com vistas a assegurar direitos de jovens que possam estar ameaçados ou violados; elaborar um Plano Integrado de Proteção à Criança e ao Adolescente, além de promover a integração entre os diversos comitês dessa natureza existentes no Distrito Federal.
A Secretaria da Criança vai dar apoio administrativo e os meios necessários à execução das atividades do Comitê, que poderá também constituir grupos de trabalho e subcomissões sobre temas específicos além de convidar profissionais ou especialistas de outros órgãos ou entidades e da sociedade civil para prestar assessoria às suas atividades. As reuniões ordinárias e extraordinárias desse Comitê são realizadas na sede da Secretaria de Estado da Criança, no SAAN.
Composição do Comitê
O Comitê, coordenado da Secretaria da Criança e a Casa Civil é composto pelas Secretarias: de Saúde, de Educação, de Desenvolvimento Social e Transferência de Renda, de Segurança, além da Coordenadoria de Juventude, da Secretaria de Governo, do Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente do Distrito Federal (DCA-DF), Entidades da sociedade civil que desenvolvam ações na área de defesa dos direitos da criança e do adolescente no DF e também representantes de organismos Internacionais.
SECRETARIAS CONVIDADAS PARA O COMITÊ
A Secretaria de Estado de Cultura do Distrito Federal e a Secretaria de Estado de Turismo do Distrito Federal passam a fazer parte do Comitê de Proteção da Criança e do Adolescente para Grandes Eventos.

Trabalho infantil atinge 3,7 milhões de crianças e adolescentes no Brasil

No Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil (hoje), o ministro Lelio Bentes Corrêa, coordenador da Comissão para a Erradicação do Trabalho Infantil da Justiça do Trabalho, lembrou que, mais do que um ato de mobilização, "a data de hoje convida a uma reflexão profunda sobre a gravidade desse fenômeno e as consequências que traz, comprometendo o futuro de milhões de cidadãos e cidadãs brasileiros que, por falta de acesso à educação, veem comprometidas suas chances de pleno desenvolvimento e de alcançar ocupação digna no futuro".
O ministro lembrou que o trabalho infantil atinge diretamente 3,7 milhões de crianças e adolescentes, entre cinco e 17 anos, no Brasil, em diversos ramos de atividade, sobretudo no setor informal, tendo em vista a proibição legal de trabalho para menores de 14 anos e a restrita legislação que rege o trabalho do menor aprendiz, de 14 a 18 anos. A maior parte se concentra na agricultura familiar – "inclusive em atividades penosas, como o plantio de fumo e a colheita de algodão" -, a exploração em atividades ilícitas como a exploração sexual e o tráfico de drogas.
O coordenador da Comissão faz um destaque negativo para o trabalho infantil doméstico – que revela, segundo ele, "a triste realidade de termos o Distrito Federal entre os campeões nacionais de exploração desse gênero de trabalho infantil".
Lelio Bentes assinalou ainda que o Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI), iniciativa não governamental de articulação, mobilização e sensibilização da sociedade brasileira na luta pela prevenção e o fim da exploração do trabalho de menores, lança hoje um importante documento com dados sobre o trabalho infantil doméstico no Brasil, a partir da avaliação dos microdados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2008 a 2011 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para maiores informações, acesse o site do FNETI.



  Fonte: Da redação – Justiça em Foco, com Ascom

Integração de políticas públicas é apontada como instrumento para combater a exploração sexual

Audiência reuniu parlamentares, representantes de secretarias e entidades
A Comissão de Cidadania e Direitos Humanos da ALRS, discutiu, em audiência pública, na manhã desta quarta-feira (12), a exploração sexual infanto-juvenil e as políticas de âmbito estadual e federal. Parlamentares, representantes de secretarias e entidades querem a integração das políticas públicas voltadas para a prevenção e combate à exploração sexual de crianças e adolescentes.
 
O deputado Jeferson Fernandes (PT), presidente da Comissão de Cidadania e Direitos Humanos da ALRS (CCDH) e propositor da audiência pública, salientou que a preocupação com a exploração sexual infanto-juvenil durante a realização da Copa de 2014 aumenta porque estes megaeventos concentram turistas de outros países e quem vai recepcionar estes  visitantes tem que estar preparado para agir quando da ocorrência deste delito. "Essa união de instituições, e aí vem a idéia de se fazer uma propaganda informativa e preventiva para a população, ajuda a nos preparar para evitar que no entorno do estádio Beira-Rio, ou mesmo em outras regiões onde estarão circulando muitos turistas, existam crianças exercendo o trabalho ou sendo exploradas sexualmente", afirmou.
 
Entre as sugestões surgidas durante a audiência pública dessa manhã estão: a elaboração de uma cartilha informativa contendo esclarecimentos e orientações sobre a forma correta de agir e que órgãos buscar na ocorrência de casos de exploração sexual de crianças e adolescentes; a valorização e capacitação dos conselhos tutelares; a busca da integração das diversas políticas públicas existentes para prevenção e atendimento da violência sexual contra crianças e adolescentes e, inclusive a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para debater a exploração sexual de crianças e adolescentes no Rio Grande do Sul.
 
O deputado Miki Breier (PSB) sublinhou o trabalho desenvolvido anualmente pela Jornada Estadual de Combate à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes que debate a questão em todas as regiões do Rio Grande do Sul. "Este crime da exploração sexual de crianças e adolescentes está muito mais próximo de nós do que imaginamos. Este não é um problema que ocorre apenas nos países africanos, no Nordeste brasileiro ou nas classes menos favorecidas, mas ocorre muito também aqui no Rio Grande do Sul" , sublinhou. 
 
Para Miki, a Copa do Mundo de 2014 vai deixar ao Brasil um legado invisível que serão as centenas de adolescentes grávidas fruto da exploração sexual ocorrida durante o evento. "Existem hotéis aqui no Rio Grande do Sul que entregam books de acompanhantes para seus hóspedes dizendo que são maiores de idade, quando sabemos que ali estão adolescentes", alertou.
 
Para o deputado Aldacir Oliboni (PT), nos últimos anos ocorreu um crescimento acelerado dos casos de violência e exploração sexual de crianças e adolescentes no Brasil. Ele relatou que, enquanto em 2010 ocorriam três casos por dia, hoje ocorrem oito casos de violência sexual contra crianças e adolescentes por dia.
 
A deputada Zilá Breitenbach (PSDB) solicitou ajuda aos parlamentares para a instalação de frentes parlamentares em defesa da criança e do adolescente nos municípios gaúchos. "Temos que achar caminhos e amparar estas crianças, que são vítimas da violência sexual e que muitas vezes permanecem anônimas para a sociedade", destacou. 
 
Necessidade de integração da rede de proteção
Cláudia Barros, representante da Defensoria Pública do Rio Grande do Sul, salientou que, para trabalhar com o tema da exploração sexual da crianças e do adolescente, é necessária a capacitação continuada dos operadores, a integração da rede de prevenção e a proteção. Ela sugeriu que seja elaborada e veiculada nas diversas mídias uma campanha de Direitos Humanos para esclarecer a população sobre as formas corretas de agir na prevenção e atuação nos casos de exploração sexual de crianças e adolescentes.
 
O representante do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, Roberto Fraga, adiantou que o Poder Judiciário apoia qualquer ação em favor de crianças e adolescentes e que este tipo de delito ocorre em todas as camadas sociais brasileiras. "A nossa grande preocupação está relacionada à realização da Copa de 2014. É necessária a criação de uma rede de proteção com vistas a inibir ou evitar este tipo de crime", referiu.
 
Tâmara Rodrigues, representante da Secretaria Estadual de Justiça e Direitos Humanos, relatou que estão sendo trabalhadas ações nos eixos da sensibilização e orientação e de articulação e capacitação para prevenir a exploração sexual de crianças e adolescentes durante a realização do Mundial de 2014. Para ela, ainda não foram mobilizados todos os parceiros necessários para criar uma rede integrada capaz agir eficazmente durante a realização da Copa. Tâmara anunciou que, ainda neste ano, será celebrado um convênio entre a SJDH e um grande número de entidades para a formação de um sistema estadual de monitoramento da exploração sexual de crianças e adolescentes no Rio Grande do Sul.
 
Para Ricardo Beier, representante da OAB RS, embora tenhamos estatísticas sobre a exploração sexual de crianças e adolescentes, sabemos que os números ocultos são ainda maiores. Para ele, a prevenção eficaz contra este delito é a informação. Breier sugeriu que o Parlamento gaúcho instale uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar a exploração sexual de crianças e adolescentes no estado.
 
A delegada Luciane Bertoletti, gerente de Planejamento Integrado da Copa de 2014, da Secretaria de Segurança Pública do Rio Grande do Sul, relatou que o Estado tem feito um planejamento para 2014. Este planejamento está sendo constituído com 32 outros órgãos de diversos setores. Ela relatou que estão sendo trabalhados o planejamento tático-operacional com a realização de oficinas temáticas sobre diversos temas; planejamento estratégico, voltada para a entrada de turistas no Brasil e contra a exploração sexual de crianças e adolescentes; além do planejamento operacional, que trata do aporte de recursos financeiros, humanos e tecnológico para a realização do trabalho durante a Copa de 2014. Luciane destacou ainda que este planejamento que está sendo realizado gerará protocolos de atuação com informações e padronização de atendimento durante a realização do evento.   
 
A psicóloga e representante do Departamento Estadual da Criança e do Adolescente (DECA), Suzana Braum, destacou que o Rio Grande do Sul é uma referência nacional para o atendimento de casos de violência sexual contra crianças e adolescentes. Ela sublinhou ainda que existem no estado 16 delegacias especializadas no atendimento de crianças e adolescentes e que o Centro de Referência no Atendimento Infanto-Juvenil (CRAI) possui uma equipe multidisciplinar para oferecer suporte nos casos de violência sexual. Suzana comunicou que, a partir do dia 26 de junho, todos os policiais civis do Rio Grande do Sul receberão um curso de capacitação e qualificação para atendimento das populações vulneráveis.
 
Presenças
 
Participaram da reunião ordinária e audiências pública desta manhã os deputados Cassiá Carpes (PTB), Valdeci Oliveira (PT), Edegar Pretto (PT), Álvaro Boessio (PMDB), Giovani Feltes (PMDB), Décio Franzen (PDT), Adolfo Brito (PP), Elisabete Felice (PSDB); a representante da Secretaria de Segurança Pública RS, Alexia Meurer; o presidente da Associação dos Conselhos Tutelares do Rio Grande do Sul (Aconturs), Rodrigo Farias dos Reis; a Brigada Militar; a representante da Fundação de Proteção do Estado (FPE), Maria Guaneci Ávila; a representante do Comitê de Enfrentamento à Violência e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, Marisa Alberton; Secretaria Estadual da Saúde, Coletivo Feminino Plural, Força Sindical, Conselho Regional de Psicologia, Fepergs e Instituto Recriar, entre outros.

Cartilha alerta sobre trabalho infantil durante Copa e Olimpíadas

A cartilha é parte da campanha "Cartão Vermelho ao Trabalho Infantil", que tem o objetivo de conscientizar a população sobre a necessidade de prevenir e denunciar a exploração de crianças e adolescentes



São Paulo – A Fundação Abrinq – Save the Children lançou hoje (12), na Associação dos Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo (Aceesp), na capital paulista, a cartilha Copa 2014 e Olimpíadas 2016 – Juntos na Proteção das Crianças e Adolescentes. A cartilha é parte da campanha "Cartão Vermelho ao Trabalho Infantil", que tem o objetivo de conscientizar a população sobre a necessidade de prevenir e denunciar a exploração de crianças e adolescentes em decorrência dos megaeventos esportivos no país. A campanha visa a evitar a prática não só durante as competições, mas também antes, no entorno das áreas que estão sendo preparadas para sediar os torneios.

De acordo com a gerente executiva da Fundação Abrinq, Tereza Cesário, as ações marcam o Dia Internacional de Combate à Exploração Infantil, e a cartilha mostra quais as formas de trabalho infantil que podem ser agravadas antes e durante as competições e como as pessoas e empresas podem auxiliar para que isso não ocorra. “Mostramos como denunciar pelos canais do conselho tutelar, nos municípios, Disk Denúncia 100 da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República”.

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A cartilha foi distribuída para as empresas parceiras da Fundação Abrinq e para todos os cronistas esportivos do país. “Esperamos que a mensagem chegue em todos os locais do país a partir desta parceria com a Aceesp”. Além do lançamento da cartilha, o grupo fez uma mobilização rápida no vão livre do Masp para alertar a população, distribuiu panfletos e brindes esclarecendo quais as cadeias produtivas que podem agravar a questão do trabalho infantil.

Segundo Tereza, o Brasil tem 3,4 milhões de crianças e adolescentes na faixa dos 10 a 14 anos sendo exploradas pelo trabalho informal, exploração sexual comercial, plantio de drogas e o trabalho infantil doméstico. “Os indicadores já têm demonstrado que cidades que sediarão os eventos estão tendo aumento da participação das crianças e adolescentes tanto no trabalho informal urbano como da exploração sexual que acontece no entorno dos canteiros de obras”.

A cartilha mostra que os setores que mais podem contribuir com o emprego do trabalho infantil no período da Copa do Mundo e das Olimpíadas são a construção civil (ajudantes de obras, limpeza, reciclagem de material de construção, empresas familiares de produção e entrega de marmitas, exploração sexual), transportes (nos aeroportos, como engraxates e distribuição de folhetos publicitários, nas rodoviárias como pedintes, na venda de alimentos e bebidas, na distribuição de folhetos turísticos).

De acordo com a publicação, podem ainda favorecer a exploração dos menores a rede de turismo (guias mirins, tráfico de drogas, exploração sexual, venda de material esportivo, alimentos e bebidas), comércio de rua (malabaristas, flanelinhas, lavadores de carros e distribuidores de folhetos), a indústria da confecção (confecção de materiais esportivos, roupas e calçados para operários da construção) e a rede de reciclagem (coleta de papéis, plásticos e latinhas de alumínio).

Número de casos de abuso sexual infantil, em Jupi, é preocupante

De acordo com a polícia, em 60 dias, 10 homens foram presos no município. As prisões só aconteceram porque as pessoas mais próximas começaram a perceber uma mudança no comportamento das crianças.

O número de casos de abuso sexual contra crianças e adolescentes em Jupi, no Agreste Meridional, preocupa. De acordo com a polícia, em 60 dias, 10 homens foram presos no município suspeitos de praticar este tipo de crime.
A filha de uma mulher, que não quis se identificar, teria sido violentada sexualmente pelo vizinho durante três meses. O abuso acontecia sem que a mãe percebesse, mas ela diz que a menina de 11 anos passou a agir de forma diferente.
O homem que teria praticado a violência foi preso. A polícia civil conseguiu uma autorização judicial e capturou o suspeito. Nos últimos dois meses, 10 homens foram presos no município suspeito de praticar este tipo de crime. Um número que chamou a atenção do delegado.
As prisões só aconteceram porque as pessoas mais próximas começaram a perceber uma mudança no comportamento das crianças e adolescentes que sofreram violência sexual. Foi por meio da denúncia que os casos chegaram ao conhecimento das autoridades.
Geralmente, as denúncias são feitas ao conselho tutelar, que faz uma investigação inicial e aciona a polícia civil.

Ministério Público trabalha por maior agilidade nos processos sobre abuso sexual contra crianças e adolescentes



    Ministério Público trabalha por maior agilidade nos processos sobre abuso sexual contra crianças O Promotor de Justiça Francisco de Jesus Lima apresentou requerimentos à presidente do Tribunal de Justiça do Piauí e ao Corregedor-Geral de Justiça, com o objetivo de dar mais agilidade aos processos criminais que envolvam abusos sexuais contra crianças e adolescentes do sexo feminino. De acordo com a Lei Maria da Penha (Lei n˚ 11.340/2006), esses processos devem ser encaminhados diretamente aos Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. Em Teresina, não acontece dessa maneira: os casos são encaminhados à 7ª Vara Criminal, que é especializada em crimes sexuais tentados ou cometidos contra crianças e adolescentes. Francisco de Jesus explica que a lei de organização judiciária do estado é bem clara ao determinar que essa vara, embora possua a especialização, não deve receber os processos abrangidos pela Lei Maria da Penha. 
    “A distribuição generaliza os casos e envia todos os processos diretamente para a 7ª Vara. Ocorre que, se a violência for perpetrada contra uma garota, em âmbito doméstico, a competência é do Juizado da Mulher. Essa distorção só dificulta a tramitação do processo: até que a vara envie os documentos para o juizado, muito tempo poderá ter se passado. Nisso, a vítima é revitimizada, porque os sucessivos depoimentos sobre acontecimentos dolorosos expõem a criança a situações constrangedoras”, esclarece o Promotor de Justiça. Para ele, a demora nos trâmites deixa o sistema de Justiça desacreditado, favorece a impunidade e estimula os criminosos a continuarem a praticar atos da mesma natureza. 

    O representante do Ministério Público argumenta ainda que casos de abuso sexual contra garotas nem deveriam passar pelo setor de distribuição processual do Tribunal de Justiça, já que a Lei Maria da Penha prevê a transferência automática para o juizado. “Os procedimentos desnecessários só atrasam o serviço jurisdicional e sobrecarregam o próprio setor de distribuição. Devem ser criados mecanismos que possibilitem a catalogação imediata dos processos, através de sistemas eletrônicos, por exemplo, para que a burocracia não prejudique pessoas que já estão em situação de risco”, finaliza o Promotor de Justiça. 


    Amanhã (13/06), durante reunião com a Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados, o Ministério Público colocará esse tema em discussão. A reunião será realizada às 10h, no plenário da Assembléia Legislativa do Piauí.e adolescentes

    Acusado de abuso sexual é encontrado morto em cela

    | CenárioMT
    Acusado de abuso sexual é encontrado morto em cela
    O homem de 49 anos que foi preso, ontem a noite, por estar abusando sexualmente da própria filha, uma menor de 13 anos, foi encontrado morto em uma cela da delegacia municipal de Lucas do Rio Verde.

    De acordo com o delegado Marcelo Torhacs, o homem usou a própria calça para se enforcar. “Ele conseguiu amarrar uma parte da calça jeans em uma grade que fica no teto da cela e a outra extremidade amarrou no pescoço e se soltou em seguida. Hoje pela manhã quando um investigador foi até a cela, se deparou com o homem sem vida”.
     
     
    A Polícia Civil aguarda a chegada da Polícia Técnica da cidade de Sinop para que faça a perícia na cela e em seguida libere o corpo para que uma funerária realize os procedimentos fúnebres.
     
     
    Para o delegado, com a morte do principal suspeito de abusar sexualmente da menor, o caso fica praticamente elucidado. “A vítima está nesse momento passando por exames médicos para comprovar os abusos sexuais.
    Vamos averiguar se alem do pai, outras pessoas também se aproveitaram da menina, caso contrário não mais o que fazermos em relação a esse caso a não ser fazer os encaminhamentos necessários para que a vítima receba tratamento e tente se recuperar do trauma”.

    Número de casos de abuso sexual infantil, em Jupi, é preocupante

    O número de casos de abuso sexual contra crianças e adolescentes em Jupi, no Agreste Meridional, preocupa. De acordo com a polícia, em 60 dias, 10 homens foram presos no município suspeitos de praticar este tipo de crime.

    A filha de uma mulher, que não quis se identificar, teria sido violentada sexualmente pelo vizinho durante três meses. O abuso acontecia sem que a mãe percebesse, mas ela diz que a menina de 11 anos passou a agir de forma diferente.

    O homem que teria praticado a violência foi preso. A polícia civil conseguiu uma autorização judicial e capturou o suspeito. Nos últimos dois meses, 10 homens foram presos no município suspeito de praticar este tipo de crime. Um número que chamou a atenção do delegado.

    As prisões só aconteceram porque as pessoas mais próximas começaram a perceber uma mudança no comportamento das crianças e adolescentes que sofreram violência sexual. Foi por meio da denúncia que os casos chegaram ao conhecimento das autoridades.

    Geralmente, as denúncias são feitas ao conselho tutelar, que faz uma investigação inicial e aciona a polícia civil.

    fonte: Maisab

    MPE pede agilidade ao TJ no julgamento de casos de abuso sexual

    O promotor de Justiça Francisco de Jesus Lima apresentou requerimentos à presidente do Tribunal de Justiça do Piauí e ao Corregedor-Geral de Justiça, com o objetivo de dar mais agilidade aos processos criminais que envolvam abusos sexuais contra crianças e adolescentes do sexo feminino. De acordo com a Lei Maria da Penha (Lei n˚ 11.340/2006), esses processos devem ser encaminhados diretamente aos Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. Em Teresina, não acontece dessa maneira: os casos são encaminhados à 7ª Vara Criminal, que é especializada em crimes sexuais tentados ou cometidos contra crianças e adolescentes. Francisco de Jesus explica que a lei de organização judiciária do estado é bem clara ao determinar que essa vara, embora possua a especialização, não deve receber os processos abrangidos pela Lei Maria da Penha. 

    “A distribuição generaliza os casos e envia todos os processos diretamente para a 7ª Vara. Ocorre que, se a violência for perpetrada contra uma garota, em âmbito doméstico, a competência é do Juizado da Mulher. Essa distorção só dificulta a tramitação do processo: até que a vara envie os documentos para o juizado, muito tempo poderá ter se passado. Nisso, a vítima é revitimizada, porque os sucessivos depoimentos sobre acontecimentos dolorosos expõem a criança a situações constrangedoras”, esclarece o Promotor de Justiça. Para ele, a demora nos trâmites deixa o sistema de Justiça desacreditado, favorece a impunidade e estimula os criminosos a continuarem a praticar atos da mesma natureza. 

    O representante do Ministério Público argumenta ainda que casos de abuso sexual contra garotas nem deveriam passar pelo setor de distribuição processual do Tribunal de Justiça, já que a Lei Maria da Penha prevê a transferência automática para o juizado. “Os procedimentos desnecessários só atrasam o serviço jurisdicional e sobrecarregam o próprio setor de distribuição. Devem ser criados mecanismos que possibilitem a catalogação imediata dos processos, através de sistemas eletrônicos, por exemplo, para que a burocracia não prejudique pessoas que já estão em situação de risco”, finaliza o Promotor de Justiça. 

    Amanhã (13/06), durante reunião com a Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados, o Ministério Público colocará esse tema em discussão. A reunião será realizada às 10h, no plenário da Assembléia Legislativa do Piauí.

    Da Redação
    redacao@cidadeverde.com

    Monstro acusado de pedofilia consegue Habeas Corpus em Conquista

    A justiça acatou o pedido de Habeas Corpus do representante comercial Paulo Ricardo Lobo. O pedido de prisão temporária do foi revogado na tarde desta terça-feira (7) em Vitória da Conquista. O pedido foi julgado na 2ª Vara Crime, pelo juiz Clarindo Lacerda Brito. O juiz foi o mesmo que expediu o mandado de prisão contra o acusado. Os advogados de Paulo Ricardo Lobo protocolaram o pedido no dia 03 de junho. Paulo Ricardo já se encontra em sua residência e deverá prestar depoimento na delegacia nos próximos dias. Ele será intimado a comparecer na Delegacia Especial de Apoio a Mulher, onde o inquérito está em fase de conclusão. A partir de agora o caso será acompanhado por outros advogados. Paulo Ricardo é acusado de estuprar seis adolescentes em Vitória da Conquista. As supostas vítimas possuem idade entre 11 e 16 anos. (Aratu)

    Meu Deus como pode um monstro desse conseguir isso? Acusado de pedofilia consegue Habeas Corpus em Conquista


    A justiça acatou o pedido de Habeas Corpus do representante comercial Paulo Ricardo Lobo. O pedido de prisão temporária do foi revogado na tarde desta terça-feira (7) em Vitória da Conquista. O pedido foi julgado na 2ª Vara Crime, pelo juiz Clarindo Lacerda Brito. O juiz foi o mesmo que expediu o mandado de prisão contra o acusado. Os advogados de Paulo Ricardo Lobo protocolaram o pedido no dia 03 de junho. Paulo Ricardo já se encontra em sua residência e deverá prestar depoimento na delegacia nos próximos dias. Ele será intimado a comparecer na Delegacia Especial de Apoio a Mulher, onde o inquérito está em fase de conclusão. A partir de agora o caso será acompanhado por outros advogados. Paulo Ricardo é acusado de estuprar seis adolescentes em Vitória da Conquista. As supostas vítimas possuem idade entre 11 e 16 anos. (Aratu)

    De acordo com testemunhas, o homem oferece presentes, e até lanches. O objetivo do suposto pedófilo seria levar as vítimas até a casa dele para cometer os abusos.

    Prefeito acusado de pedofilia pode perder o mandato

    Administrador de cidade de Manaus tem ficha suja, segundo Ministério Público. Em Brasília, cidadãos se reuniram para chamar a atenção da Justiça para o caso.