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Ex-marido acusado de assassinar juíza é preso

O homem é ex-marido da vítima e estava escondido numa região de mata fechada

Reprodução
Ele foi levado para a delegacia do município, para ser ouvidoEle foi levado para a delegacia do município, para ser ouvido
ALINE FRANCISCO

Evanderly de Oliveira Lima foi localizado pela Polícia no inicio da manhã desta segunda-feira (10) na região de mata próximo a cidade de Alto Taquari, distante 470 km de Cuiabá, onde ocorreu o crime. O homem é acusado de assassinar com dois tiros a juíza Glauciane Chaves de Melo, 42 anos, o crime aconteceu na última sexta-feira (07) dentro do Fórum da cidade.

O homem é ex-marido da vítima e estava escondido numa região de mata fechada, a Polícia suspeitava que o criminoso estava na região, por isso intensificou a busca na área, fotos do acusado foi espalhado para auxiliar na identificação. Ele foi levado para a delegacia do município, para ser ouvido.

A juíza Glauciane Chaves de Melo foi assassinada a tiros por volta das 11h da sexta-feira (07) pelo seu ex-marido, o enfermeiro Evanderly de Oliveira Lima. O crime aconteceu dentro do Fórum da cidade de Alto Taquari, a 470 quilômetros de Cuiabá, onde a magistrada trabalhava. O suspeito conseguiu fugir do local do crime e a Polícia Militar faz buscas na região para tentar localizá-lo. 

A magistrada foi aprovada último concurso público do Poder Judiciário e tomou posse em junho de 2012. Antes de morar em Mato Grosso, ela residia em Belo Horizonte (MG), onde trabalhou como advogada e assessora jurídica. 


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Ex-marido suspeito de matar juíza mineira é preso no Mato Grosso

Glauciane Chaves de Melo foi morta com dois tiros dentro do próprio gabinete
Márcia Costanti, do R7 MG
Casal, que era de Contagem, na Grande BH, estava separado desde janeiroTJMG/Divulgação
A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu no início da tarde desta segunda-feira (10), Evanderly de Oliveira Lima, suspeito de matar a ex-mulher, a juíza mineira Glauciane Chaves de Melo, de 42 anos, na última sexta-feira (7). O crime aconteceu na cidade de Alto Taquaril, no Mato Grosso.
Lima foi encontrado em uma região de mata há 30km do município e foi levado para delegacia para prestar esclarecimentos sobre o assassinato. Glauciane foi morta com dois tiros dentro do próprio gabinete, no fórum da cidade. O ex-marido dela teve a prisão decretada pelo juiz Pedro Davi Benneti, que considerou o crime "perverso" e alegou que há diversos indícios da autoria.
A arma usada no assassinato foi encontrada em um gramado nos arredores do fórum. A juíza trabalhou no Fórum Lafayette, em Belo Horizonte, antes de passar no concurso público e optar pela cidade de Alto Taquaril. De acordo com familiares, ela escolheu o local, que tem cerca de 8.000 habitantes, por ser considerada uma cidade tranquila.
O corpo de Glauciane foi enterrado na manhã de ontem (9), no Cemitério Parque Renascer, em Contagem, região metropolitana de Belo Horizonte. Além de familiares, estiveram presentes no sepultamento o primeiro ex-marido da magistrada Daniela Coelho, além do juiz do Tribunal de Justiça do Mato Grosso Jorge Luiz Tadeu Rodrigues e representantes da AMB (Associação dos Magistrados do Brasil).

    Polícia prende ex-marido suspeito de matar juíza em Fórum de Mato GrossoCOMENTE

    Jorge Estevão
    Do UOL, em Cuiabá
    • Juíza Glauciane Chaves de Melo foi morta na manhã desta sexta-feira (7) dentro do fórum de Alto Taquari
      Juíza Glauciane Chaves de Melo foi morta na manhã desta sexta-feira (7) dentro do fórum de Alto Taquari
     A polícia prendeu no final da manhã desta segunda-feira (10) o enfermeiro Evanderly Lima, suspeito de matar a tiros sua ex-mulher, a juíza da Comarca de Alto Taquari (486 km de Cuiabá), Glauciane Chaves de Mello na última sexta-feira (7). Lima foi encontrado dentro do mato, nos arredores da cidade, para onde fugiu logo após o crime.
    Glauciane foi atingida com três tiros na cabeça, em seu gabinete, no próprio fórum do município. O governo do Estado determinou ação do Bope de Cuiabá para prender o suspeito. A magistrada era natural de Belo Horizonte e havia assumido o cargo em Mato Grosso havia um ano.
    O contrato de união estável firmado entre o casal foi dissolvido em 21 de janeiro de 2013, mas Glauciane e Lima estavam separados desde 10 de dezembro de 2012. O casal não tinha filhos.
    As buscas foram intensas nos últimos três dias. Logo após o crime, a Coordenadoria Militar enviou uma equipe do Bope para ajudar nas buscas. 

    ONDE FICA

    • Arte UOL
      Alto Taquari está a 350 km de Cuiabá
    Estradas que dão acesso aos Estados de Mato Grosso do Sul e Goiás foram bloqueadas, com apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF).
    A vítima
    A magistrada Glauciane Chaves de Melo morava em Belo Horizonte (MG) até tomar posse como juíza em Mato Grosso, em 15 de junho de 2012. A entrada em exercício no cargo ocorreu no dia 18. Classificada em 20º lugar no concurso público, ela escolheu a Comarca de Alto Taquari para atuar.
    Na ocasião da escolha, a magistrada informou que fez a escolha levando em consideração, além da indicação de amigos, algumas informações sobre a comarca, que ela considerava estar em franco desenvolvimento e, apesar disso, ser uma comarca tranqüila, com um bom número de servidores.
    Na data da posse, Glauciane ainda era casada. Na capital mineira, ela atuou como advogada, e, nos últimos anos, trabalhou como assessora de um magistrado.

    Repercussão

    A AMB (Associação de Magistrados do Brasil) divulgou nota na tarde desta sexta-feira, em que lamenta a morte da juíza. Segundo a nota, "o juiz José Arimatéa Neves Costa, diretor-adjunto da Secretaria de Defesa de Direitos e Prerrogativas da AMB, está representando a associação no local e acompanhando o desdobramento do caso".
    Assina o presidente em exercício da AMB, Raduan Miguel Filho.
    Em nota, o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal) e do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), Joaquim Barbosa, expressou "profundo pesar pelo falecimento da juíza Glauciane Chaves de Melo". "Em nome da Corte e do Conselho, o ministro estende suas sinceras condolências aos familiares da magistrada", disse.
    Ampliar

    Caso Patrícia Acioli149 fotos

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    16.abr.2013 - Marly Acioli (à dir.), mãe da juíza Patrícia Acioli, assassinada em Niterói em agosto de 2011, acompanha o anuncio da condenação do policial militar Carlos Adílio Maciel Santos, no 3º Tribunal do Júri de Niterói (RJ). Santos foi condenado a 19 anos e seis meses de prisão por participação no assassinato da juíza Zulmair Rocha/UOL

    URGENTE! Preso ex-marido suspeito

    Evanderly de Oliveira LimaEvanderly de Oliveira LimaAparecido Marden/Alto Taquari em Pauta
    Foragido há três dias, o enfermeiro Evanderly de Oliveira Lima foi preso na manhã desta segunda-feira (10) em uma região de mata no município de Alto Taquari, a 509 quilômetros de Cuiabá. Ele teve a prisão decretada por suspeita de assassinar a tiros a ex-mulher dele, juíza Glauciane Chaves de Melo, dentro do Fórum da cidade, no gabinete onde ela trabalhava (Clique aqui e relembre). Policiais militares conseguiram chegar até ele após seguir as pegadas que ele havia deixado.

    Conforme a Polícia Militar do município, desde a madrugada desta segunda-feira os policiais seguiam as pistas, que teriam fundamento, já que a marca era do solado de um tênis. Testemunhas haviam repassado que, na data do crime, o suspeito usava tênis. "Os sinais mostram que ele intercalava, andava um pouco de tênis e depois percorria outra distância a pé", disse um policial militar da cidade. Ele deve ser levado para a Delegacia de Polícia Civil de Alto Taquari para prestar depoimento.

    Cerca de 100 policiais militares e civis atuaram nas buscas pelo suspeito. Foram mobilizados agentes do Batalhão de Operações Especiais (Bope), do Grupo de Operações Especiais (GOE), além da Polícia Rodoviária Federal (PRF), que montou barreiras nas vias de acesso aos estados de Mato Grosso do Sul e Goiás.

    Durante as investigações, de acordo com a Polícia Civil, testemunhas informaram que a magistrada vinha recebendo ameaças do ex-marido, porém, não havia registrado nenhuma queixa contra ele. "Ele não teria planejado matá-la, mas estava muito perturbado", disse o delegado João Ferreira Borges Filho, responsável por investigar a morte da juíza.

    A juíza estava separada do suspeito desde dezembro do ano passado. Ela tomou posse como juíza em junho de 2012 e os dois se mudaram de Belo Horizonte (MG) para Alto Taquari.

    Fonte: G1 Mato Grosso

    Ex-marido de juíza assassinada dentro de fórum é preso escondido

    Suspeito de ter assassinado a juíza é preso próximo à canavial em Alto Taquari
    Suspeito de ter assassinado a juíza é preso próximo à canavial em Alto Taquari
    O principal suspeito de ter assassinado a juíza Glauciane Chaves de Melo, seu ex-marido, Evanderly de Oliveira Lima acaba de ser preso. O acusado estava escondido próximo à um canavial localizado na área rural do município. A juíza foi assassinada dentro do fórum do município de Alto Taquari (479 km a de Cuiabá) na última sexta-feira (07).

    De acordo com informações passadas pela Polícia Militar do site Olhar Direto, no momento da prisão o suspeito estava bastante debilitado. A equipe comandado pelo capitão Fernando, comandante da PM de Alto Araguaia, foi responsável pela prisão de Evanderly .

    Ex-marido de juíza tem prisão decretara pela Justiça; enfermeiro é o único suspeito
    Separado há 5 meses, ex-marido de juíza entrou armado no fórum sem dificuldades
    De acordo com o capitão Fernando, responsável pelo 15º Batalhão a Polícia Militar de Alto Araguaia, desde sexta-feira (07), a sua equipe com o apoio da Força Tática, da aeronave da PM e dos moradores da região iniciaram às buscas pelo suspeito. “A operação começou na sexta e com a ajuda dos moradores e as demais equipes conseguimos encontrar vestígio dele”.

    Ainda segundo ele, Evanderly estava muito debilitado quando foi encontrado. “O suspeito estava escondido em um capim, ele tem treinamento de sobrevivência e consegui fugiu durante esses três dias, mas hoje ele perdeu a polícia ganhou”, declarou.

    Em depoimento, Evanderly declarou que já não estava mais suportando a fuga, sentia muita câimbra e fome, porém mesmo assim ele chegou à caminha mais de 20 quilômetros fugindo dos policiais.

    A juíza foi morta a tiros no Fórum do município. O principal suspeito de ser o autor do disparo é o ex-marido da vítima, o enfermeiro Evanderli de Oliveira Lima. Ele conseguiu fugir após o crime e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) foi acionada para bloquear as estradas e impedir que o suspeito deixe a região.

    Ex-marido de juíza assassinada dentro de fórum é preso em canavial

    O principal suspeito de ter assassinado a juíza Glauciane Chaves de Melo - seu ex-marido Evanderly de Oliveira Lima -, acaba de ser preso. O acusado estava escondido próximo à um canavial localizado na área rural do município. A juíza foi assassinada dentro do fórum do município de Alto Taquari (479 km a de Cuiabá).
     
    De acordo com informações passadas pela Polícia Militar do site Olhar Direto, o suspeito estava debilitado e seu estado de saúde inspira cuidados. A equipe comandado pelo capitão Fernando, comandante da PM de Alto Araguaia, foi responsável pela prisão do suspeito.
     
    Ex-marido de juíza tem prisão decretara pela Justiça; enfermeiro é o único suspeito
     
    Separado há 5 meses, ex-marido de juíza entrou armado no fórum sem dificuldades
     
    A juíza foi morta a tiros no Fórum do município. O principal suspeito de ser o autor do disparo é o ex-marido da vítima, o enfermeiro Evanderli de Oliveira Lima. 
     
    Ele conseguiu fugir após o crime e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) foi acionada para bloquear as estradas e impedir que o suspeito deixe a região.  
     
    Fonte: Priscilla Silva / Olhar Direto
     
    Foto: Reprodução

    Localizado ex-marido acusado de assassinar juíza em Alto Taquari

    O ex-marido procurado pelo homicídio da  juíza da Comarca de Alto Taquari (479 km ao Sul), Glauciane Chaves de Melo, foi preso na manhã desta segunda-feira (10.06), durante a operação que mobilizou policiais civis e militares da cidade e região.


    O acusado Evanderli de Oliveira Lima, que estava foragido desde o dia do crime, na última sexta-feira (07.06), foi localizado em uma mata próximo a cidade e será conduzido a Delegacia de Alto Taquari, onde será ouvido pelo delegado João Ferreira Borges Filho.

    Após Assassinar Juíza com dois tiros na Nuca Enfermeiro se esconde em Canavial mas é Preso

    O principal suspeito de ter assassinado a juíza Glauciane Chaves de Melo - seu ex-marido Evanderly de Oliveira Lima -, acaba de ser preso.

    O acusado estava escondido próximo à um canavial localizado na área rural do município. A juíza foi assassinada dentro do fórum do município de Alto Taquari (479 km a de Cuiabá).

      De acordo com informações passadas pela Polícia Militar do site Olhar Direto, o suspeito estava debilitado e seu estado de saúde inspira cuidados. A equipe comandado pelo capitão Fernando, comandante da PM de Alto Araguaia, foi responsável pela prisão do suspeito.

    De acordo com o capitão Fernando, responsável pelo 15º Batalhão a Polícia Militar de Alto Araguaia, desde sexta-feira (07), a sua equipe com o apoio da Força Tática, da aeronave da PM e dos moradores da região iniciaram às buscas pelo suspeito. “A operação começou na sexta e com a ajuda dos moradores e as demais equipes conseguimos encontrar vestígio dele”.

      Ainda segundo ele, Evanderly estava muito debilitado quando foi encontrado. “O suspeito estava escondido em um capim, ele tem treinamento de sobrevivência e consegui fugiu durante esses três dias, mas hoje ele perdeu a polícia ganhou”, declarou. 

    Em depoimento, Evanderly declarou que já não estava mais suportando a fuga, sentia muita câimbra e fome, porém mesmo assim ele chegou à caminha mais de 20 quilômetros fugindo dos policiais.

      A juíza foi morta a tiros no Fórum do município. O principal suspeito de ser o autor do disparo é o ex-marido da vítima, oenfermeiro Evanderli de Oliveira Lima. Ele conseguiu fugir após o crime e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) foi acionada para bloquear as estradas e impedir que o suspeito deixe a região.

    Olhar Direto

    Polícia prende ex-marido acusado de matar juíza

    Policiais militares capturaram, há pouco, o enfermeiro Evanderly de Oliveira Lima, de 44 anos, acusado de matar a tiros a juíza Glauciane Chaves de Melo, 42, no Fórum de Alto Taquari (479 km ao Sul se Cuiabá), na última sexta-feira (7).

    O suspeito estava escondido em uma região de mata a cerca de 15 quilômetros do município e está sendo conduzido ao Centro Integrado de Segurança e Cidadania (Cisc), onde será interrogado pelo delegado João Ferreira Borges.

    Ao MidiaNews, Borges afirmou que o enfermeiro será autuado por homicídio qualificado - motivo torpe e sem direito de defesa da vítima. A juíza foi morta com dois tiros na nuca.

    Os delegados Vinícius Prezoto, de Rondonópolis, e Arnaldo Sottani, de Alto Garças, também atuam nas investigações.

    Buscas

    Cerca de 100 policiais civis e militares atuavam nas buscas pelo suspeito. De acordo com o delegado, todas as fazendas localizadas na região do Araguaia estavam sendo vistoriadas pela Polícia Civil, enquanto a Polícia Militar atuava no cerco da região de mata onde o suspeito poderia ter se escondido.

    Policiais do Grupo de Operações Especiais (GOE), da Polícia Civil, também foram à região para reforçar as buscas nesta semana.

    Além disso, fotos do suspeito foram espalhadas nas rodoviárias da região.

    Inquérito

    O delegado afirmou que aguarda apenas a conclusão dos laudos periciais para encerrar o inquérito, o que pode ocorrer ainda esta semana.

    A polícia trabalha com a hipótese de crime passional, uma vez que o enfermeiro não teria aceitado o fim de seu relacionamento com a juíza.

    Borges afirmou que o crime pegou a todos de surpresa, uma vez que os amigos e as testemunhas ouvidas ao longo das investigações afirmaram que se tratava de uma separação amigável e que a magistrada nunca havia proibido a entrada do ex-marido no Fórum.

    “Todos pensavam que se tratava de um rompimento bem aceito entre os dois lados. Nem a polícia nem o judiciário possuía informações do contrário, razão pela qual ele tinha livre acesso ao gabinete da juíza”, explicou.

    O crime

    A juíza Glauciane Melo, 42, foi assassinada com dois tiros na nuca, dentro de seu gabinete, no fórum municipal.

    O suspeito, que já teve a prisão preventiva decretada pela Justiça, teria ido ao Fórum e, após uma discussão com a magistrada, teria efetuado os disparos, abandonado a arma – uma revólver calibre 38 – nas imediações do local e fugindo em seguida.

    Segundo Borges, o enfermeiro não tem passagens pela polícia.

    Midia News
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    Acusado estava camuflado e não reagiu a prisão

    Acusado de assassinar a juíza substituta Glauciane Chaves de Melo, 42, o enfermeiro Evanderly de Oliveira Lima foi encontrado pela Polícia Militar em uma região de mata do município de Alto Taquari (479km a sul de Cuiabá). Ele estava deitado e camuflado com folhas secas e não reagiu à prisão.
    O suspeito será encaminhado para a delegacia da cidade onde será interrogado pelo delegado João Ferreira Borges, responsável pelo inquérito. Posteriormente, levado para uma unidade prisional do Estado. A juíza foi morta na sexta-feira (7) a tiros dentro do Fórum da Comarca de Alto Taquari. A ação de captura contou com apoio das Polícias Civil e Militar de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Força Tática, Polícia Rodoviária Federal e Ministério Público do Estado.
    O coordenador militar do TJMT, coronel Wilson Batista, atribuiu a demora da prisão ao bom condicionamento físico do enfermeiro. Segundo o coronel, ele serviu no Corpo de Bombeiro de Minas Gerais e fez cursos de busca, salvamento e resgate e, portanto, conhecia as técnicas de se esconder em locais de difícil acesso.
    O presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, Orlando Perri, agradeceu ao empenho dos órgãos de Segurança Pública no trabalho de localização e prisão do acusado. Destacou que o Judiciário não permitirá qualquer tipo de atentando contra magistrados e reagirá duramente.
    Quanto à segurança dos fóruns do interior, o presidente afirmou que o caso do homicídio da juíza não ocorreu por qualquer tipo de falha. Destaca que o acusado era ex-marido da juíza e tinha livre acesso a ela, com quem mantinha uma relação próxima.
    O revólver calibre 38 usado para cometer o crime foi encontrado no mesmo dia pela polícia, jogado no gramado do Fórum. A arma não era registrada, conforme consulta realizada no Infoseg.
    Raquel Ferreira/Aparecido Marden/Alto Taquari em Pauta
    Coordenadoria de Comunicação do TJMT
    imprensa@tjmt.jus.br

    Polícia prende assassino de juíza

    A Polícia acaba de prender Evanderly de Oliveira Lima. Ele é acusado de matar a tiros a magistrada Glauciane Chaves de Melo, 42, da Comarca de Alto Taquari (479km a sul de Cuiabá). O crime ocorreu na manhã de sexta-feira (7), dentro do Fórum da comarca. Evanderly é enfermeiro e ex-marido da vítima e estava foragido desde o assassinato.
    Ele foi encontrado dentro da mata que estava cercada pela polícia. Neste momento ele está sendo conduzido para a Delegacia de Alto Taquari, onde será interrogado pelo delegado João Ferreira Borges, responsável pelo inquérito.
    O revólver calibre 38 usado para cometer o crime foi encontrado no mesmo dia pela polícia, jogado no gramado do Fórum. Evanderly de Oliveira Lima teve a prisão decretada.
    Mais informações em instantes.
    Nadja Vasques/Aparecido Mardem/Alto Taquari em pauta
    Coordenadoria de Comunicação do TJMT

    Justiça nega progressão de regime à padrasto condenado por estupro

    Jerson Ojópi Soares, condenado pelo crime de estupro de vulnerável praticado por padrasto (artigo 217-A c/c artigo 226 II do Código Penal) em sentença do Juízo da 1ª Vara de Execuções e Contravenções Penais de Porto Velho/RO, entrou com pedido de habeas corpus com o objetivo de modificar o regime inicial do cumprimento da pena para o regime semiaberto, mas a Justiça de 2º grau negou o pedido e manteve a sentença.
    Caso
    Jerson Ojópi Soares, foi condenado à pena privativa de liberdade de 12 anos de reclusão, em regime fechado, pela prática do crime previsto no artigo 217-A (estupro de vulnerável), c/c artigo 226, II, (padrasto), ambos do Código Penal. A sentença do Juízo de Direito da 1ª Vara de Execuções e Contravenções Penais de Porto Velho/RO já transitou em julgado (quando não se pode mais recorrer).
    O condenado, porém, entrou com pedido de habeas corpus, requerendo, unicamente, a modificação do regime inicial de cumprimento de pena para o regime semiaberto, com base no artigo 112 da Lei de Execução Penal (progressão de regime), afastando-se a exigência prevista pela Lei 11.464/07, posterior à data do crime.
    O pedido inicial foi indeferido, por não haver pressupostos para o conhecimento da ação. Inconformada, a defesa de Jerson entrou com novo pedido de habeas corpus perante o Superior Tribunal de Justiça. O STJ concedeu o pedido para que o mérito do HC fosse apreciado na 2ª instância.
    Decisão
    Conforme entendimento pacificado, a concessão de liminar em sede de habeas corpus é medida excepcional, que exige a constatação inequívoca de manifesta ilegalidade ou abuso de poder.
    Segundo a relatora do processo, desembargadora Ivanira Feitosa Borges, não estão presentes, de forma satisfatória, informações robustas e suficientes para a concessão da liminar pedida, por não terem sido juntadas ao processo todas as peças necessárias para a análise do caso. O pedido foi negado.
    HC 1000868-41.2011.8.22.0501

    PM registra tentativa de estupro no bairro Jardim Europa, em Coxim

    A Polícia Militar registrou uma tentativa de estupro por volta das 00h10 deste domingo (09), em uma residência localizada na rua Itália, no bairro Jardim Europa em Coxim.
    Segundo o registro policial, a vítima de 20 anos, contou que estava em casa quando o autor, de 20 anos, tentou manter relações sexuais a força com ela. Com medo a mulher se trancou no quarto e ligou para sua mãe.
    Quando a vítima saiu do quarto, o autor estava com uma faca e passou a ameaça-la de morte, momento em que ela conseguiu fugir e acionar a PM. Com raiva ele jogou as roupas da vítima na rua.
    Com a chegada dos policiais, o homem ficou nervoso e ao ser detido chegou a lesionar a mão de um policial. Ele foi encaminhado para a Delegacia de Polícia Civil onde ameaçou outro policial dizendo “você vai ver quando eu sair daqui e te achar de folga sem a farda”.

    A PM não divulgou os nomes dos envolvidos e o caso foi registrado como estupro na forma tentada, ameaça e violência doméstica.

    Pastor acusado de estupro diz que AfroReggae quer incriminá-lo.

    "Não acredito na Justiça. Se eu sou inocente e estou preso, quantos aqui [no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, zona oeste do Rio de Janeiro] não devem estar também?
    "Não acredito na Justiça. Se eu sou inocente e estou preso, quantos aqui [no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, zona oeste do Rio de Janeiro] não devem estar também? Não há nenhum envolvimento meu com nenhum crime. Eu não entendo o que está acontecendo", diz Marcos Pereira, pastor da Assembleia de Deus dos Últimos Dias, preso há um mês no presídio da capital fluminense, acusado de estupro.
    "O suposto estupro teria acontecido em 2006 e a mulher ficou calada até hoje. De uma semana para outra, surge a necessidade de me prender", afirma ele em entrevista concedida ao UOL por meio de seu advogado, Marcelo Patrício. "As supostas acusações são ridículas e sem provas. Querem denegrir minha imagem. A vítima trabalha em uma organização [AfroReggae] que quer me incriminar. Ela é esposa de um cara que trabalha lá, e juntos estão coagindo várias pessoas a mentirem sobre mim. A polícia só ouve as testemunhas que me incriminam", afirma o pastor.
    José Júnior, coordenador da ONG AfroReggae, foi procurado pelo UOL para comentar as acusações de Pereira, mas não respondeu ao pedido até a conclusão desta reportagem.
    Pereira diz que só "viu de vista" vítima de homicídio que teria sua participação
    À época da prisão, o delegado Márcio Mendonça, da DCOD (Delegacia de Combate às Drogas), que comandou as investigações, afirmou que Pereira visitou o traficante Marcinho VP, apontado pela polícia como um dos principais líderes da facção criminosa Comando Vermelho, por duas vezes, nos presídios federais de Catanduvas (PR) e Mossoró (RN).
    Além disso, o delegado havia dito que o pastor estava sendo investigado também por ter participado do homicídio de Adelaide Nogueira dos Santos, em São João de Meriti, em dezembro de 2006. Segundo o depoimento da mãe da mulher, o pastor tentou abusar da filha, que antes de morrer, começou a investigar os supostos estupros. Três pessoas foram condenadas pela morte da mulher, entre elas, Geferson Rodrigues dos Santos, sobrinho do pastor.
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    "Não acredito na Justiça. Se eu sou inocente e estou preso, quantos aqui [no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, zona oeste do Rio de Janeiro] não devem estar também? Não há nenhum envolvimento meu com nenhum crime. Eu não entendo o que está acontecendo", diz Marcos Pereira, pastor da Assembleia de Deus dos Últimos Dias, preso há um mês no presídio da capital fluminense, acusado de estupro.
    "O suposto estupro teria acontecido em 2006 e a mulher ficou calada até hoje. De uma semana para outra, surge a necessidade de me prender", afirma ele em entrevista concedida ao UOL por meio de seu advogado, Marcelo Patrício.
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    À época da prisão, o delegado Márcio Mendonça, da DCOD (Delegacia de Combate às Drogas), que comandou as investigações, afirmou que Pereira visitou o traficante Marcinho VP, apontado pela polícia como um dos principais líderes da facção criminosa Comando Vermelho, por duas vezes, nos presídios federais de Catanduvas (PR) e Mossoró (RN).
    Além disso, o delegado havia dito que o pastor estava sendo investigado também por ter participado do homicídio de Adelaide Nogueira dos Santos, em São João de Meriti, em dezembro de 2006. Segundo o depoimento da mãe da mulher, o pastor tentou abusar da filha, que antes de morrer, começou a investigar os supostos estupros. Três pessoas foram condenadas pela morte da mulher, entre elas, Geferson Rodrigues dos Santos, sobrinho do pastor.
    "Nunca falei com essa pessoa, só vi de vista. Este crime ocorreu há cerca de seis, sete anos, já houve julgamento, as pessoas já estão cumprindo a pena e em nenhum momento meu nome foi citado no processo", afirmou o pastor.
    "Já visitei vários presos, inclusive, o Marcinho VP. Meu objetivo é reintegrá-los à sociedade. Não vejo problema nenhum [na visita]", disse Pereira. "Vários traficantes, homicidas foram visitados por mim e já estão reintegrados a sociedade, fora do crime. Não vejo problema nenhum em visitar traficantes, homicidas, estupradores. Para atingir meu objetivo, eu tenho que ir à penitenciária".
    Pastor afirma que "escutas picantes" foram montagem
    Sobre as escutas em que foi flagrado em conversas picantes com uma das fieis da igreja, o pastor afirma que foi tudo armado. "Montagem. Pegaram falas minhas de vários momentos e juntaram para denegrir a minha imagem. Ali não há crime, então [as escutas] nem eram para me incriminar", diz.
    Na prisão, o pastor afirma estar ajudando outros detentos a se converterem e trata o atual momento como triste.
    "Isto é uma provação do meu amor a Jesus Cristo. Estou triste, magoado com tudo o que está acontecendo. Já consegui orar por uma pessoa que estava passando mal. Ela estava com muita dor de estômago, vomitando e ficou curada. Várias pessoas já se converteram", conta Pereira.
    Entenda o caso
    Pereira está preso desde 8 de maio em Bangu e começa a ter seu futuro decidido no dia 17 de junho, a partir das 14 horas, na primeira audiência sobre o caso, em São João de Meriti, Baixada Fluminense. A cidade é a mesma onde fica a igreja da qual Pereira é líder e onde ele foi detido pela Polícia Civil.
    Na audiência, o pastor denunciado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro começará a responder a duas acusações de estupro contra duas fieis de sua igreja. Também estarão presentes na sessão, as testemunhas de acusação. Ele nega todas as denúncias feitas pelo MP contra ele.
    Além das acusações de estupro, Pereira é investigado por envolvimento com o tráfico, lavagem de dinheiro e participação em homicídio.
    As investigações sobre o pastor começaram há pouco mais de um ano, a partir de acusações que o coordenador da ONG AfroReggae, José Júnior, fez sobre o suposto envolvimento de Pereira com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. Ao longo das investigações, a polícia descobriu que o pastor teria estuprado fiéis da igreja que comanda, em São João de Meriti.

    UOL

    Preso ex-marido suspeito de ter matado juíza em Fórum

    Fonte: GD
    Segundo a Polícia Civil, o homem foi preso pela Polícia Militar em uma área de mata fechada, na região. Ele foi levado para a delegacia do município, para ser ouvido.
    Foi preso na manhã desta segunda-feira (10) Evanderly de Oliveira Lima, acusado de ter matado a ex-mulher, a juíza Glauciane Chaves de Melo, 42, dentro do Fórum de Alto Taquari (479 km ao sul da Capital), na última sexta-feira (7).
    Segundo a Polícia Civil, o homem foi preso pela Polícia Militar em uma área de mata fechada, na região. Ele foi levado para a delegacia do município, para ser ouvido.
    Polícia já suspeitava que ele estivesse escondido na localidade. Delegado João Ferreiro Borges Filho, responsável pelo caso, disse que fotos dele foram divulgadas pela localidade, principalmente fazendas e que sua identificação seria fácil para a população.
    Evanderly de Oliveira Lima, é ex-marido da magistrada. Na manhã de sexta-feira (7), após uma pequena discussão ele atirou duas vezes, atingindo Glauciane na cabeça.
    Ela morreu na hora. Ele é enfermeiro e fugiu após o crime. O revólver calibre 38 utilizada no crime foi abandonada na entrada do Fórum.

    Jovem desaparecida é encontrada morta com sinais de estupro no Entorno do DF

    Delegacia de São Sebastião pediu prisão preventiva de suspeito, mas a justiça negou
    Do R7
    A Polícia Civil de Luziânia, região do Entorno do DF, conseguiu localizar o corpo da jovem Indayana de Sousa Leite, de 16 anos, que estava desaparecida desde o último dia 1º de junho no Jardim ABC, próximo a Cidade Ocidental, na região do Entorno. O corpo apresentava sinais de estupro e teve a cabeça esfacelada a pauladas, de acordo com informações da polícia.  
    A mãe da vítima compareceu a 30ª Delegacia de Polícia em São Sebastião, região administrativa do DF, no dia 2 de junho para informar do desaparecimento da adolescente. Ela teria saído de casa um dia antes para fazer um trabalho escolar. Segundo o delegado Érito Cunha, os vários depoimentos deram conta de que a jovem tinha um comportamento exemplar. O que aumentou a urgência de investigação do caso.   
    — Nós recebemos muitas denúncias de desaparecimentos aqui em São Sebastião. A maioria delas está relacionada ao tráfico de drogas. Neste caso tivemos uma atenção maior porque a jovem não tinha envolvimento com o mundo do crime. Pelo contrário, de acordo com os depoimentos a vítima era estudante e de comportamento pacato.  
    Segundo Cunha, uma testemunha viu o um homem conversando com uma jovem num ponto de ônibus em São Sebastião, com as mesmas características da vítima. A testemunha só resolveu denunciar porque era vizinha do suspeito e sabia que ele havia saído da cadeia há dois meses.  
    Os agentes da delegacia de São Sebastião conseguiram localizar o homem no Jardim Ingá, região do Entorno do DF. José Valdo Alves do Nascimento, de 39 anos, confessou que esteve com a jovem, mas a teria deixado próximo a uma serralheria, da qual ele havia pedido informação do endereço. A polícia puxou a ficha do homem e identificou que ele respondia por dois estupros, um dentro da Papuda, e um atentado violento ao pudor.  
    Após tomar conhecimento da ficha do suspeito, o delegado Érito Cunha pediu a prisão preventiva, mas teve o pedido negado pela justiça do DF. O suspeito foi encaminhado ao primeiro Distrito Policial de Luziânia, região do Entorno do DF. Lá, ele teria confessado o crime e o local onde deixou o corpo da jovem.  
    Indayana de Sousa Leite foi morta a pauladas após ser estuprada em um campo isolado no Jardim ABC, onde o corpo foi localizado no último sábado (8). O acusado segue preso em Luziânia após a justiça de Goiás decretar a prisão preventiva dele. Ele foi indiciado por homicídio qualificado.

      Ator britânico é inocentado de acusações de abuso sexual de menor

      Site Sky News diz que Andrew Lancel se envolveu em incidente em 1994.
      Ele é conhecido por papel na novela 'Coronation Street'.

      Do G1, em São Paulo
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      O ator britânico Andrew Lancel em cena da série 'Bad girls'  (Foto: Divulgação)Andrew Lancel em cena da série 'Bad girls'
      (Foto: Divulgação)
      O ator britânico Andrew Lancel – conhecido por interpretar o personagem Frank Foster na popular novela "Coronation Street" – foi inocentado de quatro acusações de abuso sexual de um adolescente de 15 anos de idade. O incidente teria acontecido em 1994. A informação foi publicada nesta segunda-feira (10) pelo Sky News.
      Segundo o site de notícias, Lancel foi acusado somente em novembro do ano passado, sob seu nome verdadeiro, Andrew Watkinson. A reportagem lembra que o ator entrou para "Coronation Street" no final de 2010, mas deixou o programa em março de 2012, quando seu personagem foi assassinado.
      De acordo com o IMDb, Lancel nasceu em 3 de agosto de 1970 – seria, portanto, maior de idade na época do episódio que lhe rendeu as acusações das quais acaba de ser declarado inocente. De acordo com o portal, ele é casado com Louise Edge, com quem tem um filho, nascido em 2007.

      Codem ministra palestra sobre o Disque Direitos Humanos

      or Assessoria Sejuc
      A coordenadora de Direitos Humanos e das Minorias, Adna Lígia, participou do II Encontro Estadual de Travestis e I Encontro Estadual da Associação Nacional de Travestis e Transexuais do Brasil (Antra). O evento foi realizado no Hotel Praiamar, do dia 6 ao dia 8 de maio.

      O Encontro lançou a campanha de promoção ao nome social “Trans” em parceria com o Ministério da Saúde. Também ocorreu o relançamento da campanha do Disque 100 (Disque Direitos Humanos).

      A coordenadora de Direitos Humanos integrou a mesa de abertura do evento, no dia 6, e no sábado, dia 8, ministrou uma palestra sobre a Campanha Disk 100 (número da Ouvidoria da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República).

      “Este é mais um canal onde a população LGBT tem para fazer qualquer denúncia sobre violação de seus direitos. Na ligação é reservada a identidade do denunciante e a denúncia é enviada para os responsáveis pela investigação dos fatos, sejam as Delegacias de Polícias, Coordenadoria de Direitos Humanos e Defesa das Minorias, Creas, Cras, Ministério Público ou Coordenadoria de Defesa das Mulheres e das Minorias”, explicou Adna Lígia.

      Ainda de acordo com Adna Ligia, “É de suma importância que as pessoas que se sintam violadas em seus direitos denunciem, pois somente assim teremos a possibilidade de punir os culpados e elaborar públicas para em defesa dessa população ainda tão desrespeitada”.

      O encontro foi organizado pela Associação de Travestis Reencontrando à vida (Atrevida) em parceria com a Coordenadoria de Direitos Humanos e Minorias (Codem), da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejuc), JEJUC, CODIMM, ANTRA e Programa Estadual de DST/Aids.

      Acusado de matar juíza dentro de Fórum no interior é preso

      Evanderly de Oliveira Lima foi localizado escondido em uma mata 
       
      Juíza havia sido empossada no caro não fazia nem um ano. (Foto: Divulgação).

      Foragido desde sexta-feira (7) após matar a tiros a juíza, Glaciane Chaves de Melo, no fórum de alto Taquari, Evanderly de Oliveira Lima foi preso por na manhã desta segunda-feira. Ele estava escondido numa mata do município, que era cercada por policiais civis e militares. O suspeito foi encaminnhado para a delegacia da cidade.

      Evanderly é enfermeiro e estaria inconformado com o término da relacionamento com a juíza.
      Após alvejar a juíza, o acusado saiu a pé, em disparada. Um segurança do fórum ainda efetuou disparos contra ele, mas errou o alvo. 
       A dissolução do contrato de união estável que ambos haviam firmado aconteceu no dia 21 de janeiro deste ano – mais de um mês após terem rompido. 

      No período, conforme a assessoria do TJMT, a magistrada não formalizou junto à instituição qualquer registro de ameaça que pudesse estar sofrendo por parte do ex, como também não pediu reforço à sua segurança. 

      Evanderly tinha livre acesso ao fórum de Alto Taquari, que não possui detector de metal. A magistrada foi atingida por pelo menos dois disparos.

      Antes de se mudar para Mato Grosso, o enfermeiro residia em Belo Horizonte, assim como Glauciane. Ele foi o segundo marido dela e o casal não teve filhos. 

      O corpo de Glauciane foi velado no plenário 1 do TJMT neste sábado, das 7h as 9h30. Depois seguiu para Minas Gerais, onde foi enterrado no município de Conselheiro Lafaiete, local de nascimento da juíza.