Gisa Barros se destaca na Câmara com postura firme, independente e em defesa da população

Vereadora mantém coerência, fiscaliza o Executivo e se posiciona contra o inchaço da máquina pública

João Batista destaca atuação de Daniel Monteiro: “O vereador mais técnico e atuante de Mato Grosso”

vereador Daniel Monteiro, que vem se destacando por uma postura independente, técnica e coerente, especialmente nas discussões sobre políticas públicas e responsabilidade fiscal.

Ativista João Batista exalta Antonio Joaquim como patrimônio da educação em MT: “Referência ética, técnica e humana”

Professor e defensor dos direitos da infância destaca atuação exemplar do conselheiro do TCE-MT, que articula investimento histórico de R$ 120 milhões em creches no estado

Trabalho integrado deve ser prioridade na luta contra abuso sexual

Trabalho integrado deve ser prioridade na luta contra abuso sexualPDFImprimirE-mail
Sex, 04 de Fevereiro de 2011 14:37
Representantes do Executivo, Legislativo, Judiciário e sociedade mobilizam-se para debater ações contra a violência de crianças e jovens
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Foto: Aldair de Lima
            O trabalho integrado dos agentes que atuam na preservação de direitos das crianças e adolescentes foi o foco dos debates realizados nesta sexta-feira, 4 de fevereiro, pelo I Seminário de Mobilização e Adesão ao Pair – Programa de Ações Integradas e Referenciais de Enfrentamento à Violência Sexual Infanto-Juvenil, no Plenário da Câmara Municipal de Iturama.


A abertura do Seminário foi realizada pela assistente social da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, Iolanda Aparecida Sinibaldi, coordenadora do Pair Minas em Iturama. Ela explica que o objetivo do Pair é promover a mobilização e articulação entre as instituições que já são voltadas para assegurar políticas públicas que favoreçam a criança e o adolescente, como por exemplo, nas áreas da assistência social, saúde, educação, esportes e cultura.
“As articulações para a efetiva atenção integral à criança e ao jovem e para o amplo desenvolvimento das políticas de enfrentamento da violência sexual são ações fundamentais para que os objetos previstos pelo Pair possam ser atingidos. O Seminário que hoje realizamos é uma forma de municipalizar toda esta mobilização e, conseqüentemente, fortalecer as redes locais”, cita ela.
Para Iolanda, assegurar medidas que possam culminar com o desenvolvimento pleno de crianças e adolescentes, é um compromisso de todos da comunidade. “Hoje temos aqui agentes que integram a rede de proteção, com amplo apoio dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário do município. Com a formação da Comissão Operativa Local, que será efetivada nesta sexta-feira, teremos aqui um grupo de pessoas com o papel de mobilizar e articular agentes da rede de proteção, com vistas a promover a implementação e o acompanhamento das ações previstas no Plano Operativo Local.”     
O secretário municipal de Desenvolvimento Social, Rogério Oliveira de Freitas, frisou a importância da participação de organizações governamentais, não governamentais e da sociedade civil para conter os casos de violência sexual contra crianças e adolescentes. “É por meio do Seminário que realizamos hoje que o Governo Municipal convida a todos para participarem do Programa de Ações Integradas e Referenciais de Enfrentamento à Violência Sexual Infanto-Juvenil em Iturama”, explicou o secretário, que no evento representou o prefeito Cláudio Burrinho que não pôde participar por estar em viagem tratando de assuntos de interesse do município.
Os vereadores Dr. Cristino Ferreira de Urzedo e Maria Aparecida Longo, representaram o Legislativo. “A questão da violência sexual contra crianças é um problema no mundo todo. Hoje damos um passo muito importante para somarmos forças contra este grande mal. Parabenizo o prefeito Cláudio Burrinho e o secretário Rogério pelo evento que acredito que melhorará a qualidade de vida de nossas crianças e jovens”, disse o vereador. “Quem ganha com esta integração é a sociedade. O Seminário de hoje é uma forma de garantir um futuro digno para muitas crianças e, consequentemente, uma sociedade mais justa”, informou a vereadora Cidinha.
O juiz da Vara da Infância e Juventude, Lourenço Migliorini Fonseca Ribeiro, considerou a integração possibilitada pelo seminário um dos pontos mais relevantes. “É a grande oportunidade para que as pessoas que trabalham com a criança e o adolescente possam trocar experiências. Acredito que com a ampla divulgação das diretrizes do Pair, deverá haver uma evidenciação maior sobre o número de casos de abuso sexual em Iturama. Isso acontecerá se os objetivos forem atingidos, sobretudo, porque haverá um respaldo maior para que as pessoas denunciem e para que os responsáveis sejam punidos. Para isso precisamos de integração, participação e mobilização.”
Durante o Seminário, o juiz abordou os seis eixos estratégicos do Pair: análise da situação de forma localizada; mobilização e articulação; defesa e responsabilização; atendimento; prevenção e protagonismo.     
Denúncias
            Em casos de violência sexual as denúncias devem ser feitas pelos telefones 190, Polícia Militar, ou 3411 2748, Creas (Centros de Referência Especializados de Assistência Social). Há também o 0800 0311119 – ligação gratuita e sigilosa.
Assessoria de Comunicação
Elizandra Manfrim Magossi
Tel: 34 3411 9512

Mais uma criança é vítima de abuso sexual em Castelo de Sonho

Mais uma criança é vítima de abuso sexual em Castelo de Sonho

Quarta-feira dia 02 de fevereiro,desta vez, o caso envolve um rapaz de 23 anos de idade , Cristiano Tomás de Oliveira e a menor I.G.Z. de 13 anos de idade e com a mesma ele mantinha a um bom tempo relacionamento amoroso.

Não estando contente com o relacionamento a família resolveu dar queixa a policia e neste meio tempo Cristiano resolveu atear fuga e raptar a menor. 

Cristiano aproveitou e furtou uma moto modelo FACTOR YAMANHA COR PRETA e se evadiu da comunidade com rumo ignorado levando a menor consigo.

A menina haveria confessado a mãe que mantinha relações com o rapaz.

A mãe procurou a DP da policia militar da comunidade de Castelo de Sonho e muito pouco pode ser feito, acredita que o rapaz já esteja em outro Município.

Na comunidade de Castelo de Sonho não existe o Conselho Tutelar e a família da jovem clama por ajuda para localizar o paradeiro de sua filha ligar para 93- 3502 2611.

Acusado já tem passagem pela policia e poderá responder por crime de pedofilia, furto, rapto de menor.

Fonte: Folha do Progresso com informações de Carlos Evandro Castelo de Sonho.

Polícia prende dois suspeitos de pedofilia após apreender computador em Tocantins

Polícia prende dois suspeitos de pedofilia após apreender computador em Tocantins

Palmas - A Polícia Federal (PF) prendeu nesta terça-feira dois suspeitos de pedofilia em Palmas, capital do Tocantins. Havia um mandado de prisão preventiva contra os suspeitos, que foram presos em casa.

A investigação começou após a apreensão de um computador que havia sido deixado para manutenção em uma empresa de informática na capital do estado. Após a retenção do computador, os dois suspeitos se mudarama para Foz do Iguaçú, no Paraná, mas a PF os encontrou na residência original.

Palestras em escolas alertam sobre segurança na internet

Palestras em escolas alertam sobre segurança na internet

Publicado em 07.02.2011, às 11h28

Do JC Online
Sendo o Brasil o quarto lugar no consumo de pedofilia do mundo, a Polícia Federal tenta reverter essa situação em ação que orienta pais e alunos de escola particular e da rede pública de como utilizar a internet da melhor forma para evitar ataques pedófilos e pornografia infantil. A programação está dentro das comemorações do Dia Internacional da Internet Segura, comemorado no próximo dia 8 de fevereiro.
Entre 65 países o Brasil participa com o intuito de promover o uso responsável das tecnologias online, com o slogam "É mais do que um jogo, é a sua vida". A iniciativa é da rede INSAFE (rede européia sobre a consciência do uso responsável e utilização segura da internet e dispositivos móveis para jovens) desde 2007. No Recife serão realizadas palestras em duas instituições de ensino: uma no Colégio Motivo, em Boa Viagem, e outra na Escola Municipal Professor Antônio Benedito da Rocha-Cabo, da rede pública.

Entre os assuntos que vão ser abordados estão evitar colocar fotos na internet com grupos de amigos, de carros com a placa visível, de residências que deixam perceptível o endereço, não publicar informações pessoais, e também não incluir desconhecidos nos contatos. Outro ponto importante é o controle dos pais sobre o tempo de exposição online dos filhos, assim como manter um diálogo aberto e ter ao menos um conhecimento básico de internet. Se cumprido esses e outros requisitos, o mundo virtual pode ser navegado tranquilamente.

Pioneira nesta área de investigação no Brasil a PF investiga tais casos através de iniciativa própria ou de denúncias feitas através do site www.pf.gov.br e sendo comprovada a existência do crime é instaurado inquérito policial pela Divisão de Combate aos Crimes Cibernéticos. A perícia da Polícia Federal entra em ação, identificando através do IP (internet protocol) dados básicos sobre a máquina que contém o material pedófilo, através de autorização judicial de quebra de sigilo telemático.

Os provedores que hospedam estes sites fornecem os cadastros dessas pessoas e fluxo de informação que está sendo transmitido. Por fim mandados de prisão e de busca e apreensão são expedidos pela justiça, e caso o fato se confirme, a pessoa é presa e autuada em flagrante. Dependendo da modalidade criminosa as penas podem chegar até oito anos de reclusão.

Violência combatida na sala de aula

Violência combatida na sala de aula

Violência combatida na sala de aula

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De 2007 a 2010, meninas de 10 a 14 anos foram as principais vítimas de violência sexual contra crianças e adolescentes no Pará. O dado faz parte de uma pesquisa realizada pelo Grupo de Estudos em Educação em Direitos Humanos (GEEDH) da Universidade Federal do Pará (UFPA) a partir dos registros de atendimento do Programa Propaz Integrado.
O estudo, que traz o perfil das vítimas, dos abusadores e os sinais que indicam quando uma criança está sofrendo abusos sexuais, pode ser utilizado por professores em sala de aula como instrumento de combate a esse tipo de crime.
Em quatro anos, o Propaz atendeu a mais de 3,6 mil denúncias, das quais 3.177 têm meninas entre 0 e 19 anos como vítimas. Em mais de 85% dos casos, o agressor era um parente ou conhecido da família. Essa proximidade entre vítima e agressor demonstra que, em geral, o abusador utiliza-se do poder e da relação de confiança que nutre com a criança.
Segundo o coordenador do GEEDH, Alberto Damasceno, o problema é grave e deve ser combatido por toda a sociedade. Ele afirma que o professor tem um papel fundamental nesse aspecto porque a violência sexual muda o comportamento e o desempenho da criança na sala de aula. Entre os sinais para os quais o educador deve ficar atento estão: dificuldade no aprendizado, rebeldia, baixa autoestima e comportamento sexual explícito. Porém, pesquisas recentes demonstram que professores desconhecem ou têm dificuldade de identificar sinais de violência e também de encaminhar para a rede de proteção os casos suspeitos ou mesmo já confirmados.
Para a pedagoga Emina Santos, que também integra o GEEDH, para a eficiência das ações no âmbito educacional, além da formação, é necessário promover o engajamento dos agentes da comunidade escolar no enfrentamento das diferentes dimensões de violência contra crianças e adolescentes. Por isso, a área educacional destaca-se como parte fundamental do Sistema de Garantia de Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes.
Esta é a segunda edição do mapa da violência sexual contra crianças e adolescentes no Pará. A primeira resultou na produção de um folder informativo distribuído nas escolas públicas da Região Metropolitana de Belém. A elaboração do material teve o apoio da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime/PA), da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), do Unicef e do projeto EducAmazônia.
Em seis anos de existência, o Propaz atendeu a cerca de cinco mil casos de abuso sexual, assédio, atentado violento ao pudor, corrupção de menores, estupro, abuso sexual presumido, exploração sexual de crianças e adolescentes. Mais da metade deles foram registrados nos últimos quatro anos. Isso não significa que houve um aumento dos casos de violência sexual de 2007 a 2009, mas que a sociedade começou a romper com a cultura do silêncio que impedia as denúncias já que os crimes ocorrem, geralmente, no ambiente familiar. Os autores são pais, padrastos, tios, primos, irmãos e avôs, o que amplia a possibilidade de o crime ser repetido.
Eugênia Fonseca, coordenadora do Programa Propaz, explica que essa ruptura é possível, principalmente, pela rede que se criou ao longo dos últimos anos para dar suporte às vítimas e, claro, esclarecer à sociedade que é possível dar um basta nisso.
ATENDIMENTO
No Propaz, as vítimas são atendidas por uma equipe multiprofissional, formada por assistentes sociais, psicólogos, legistas, enfermeiros e médicos, que ajudam a superar os traumas causados pela violência sexual, resgatando a autoestima dessas crianças e adolescentes. A atuação junto aos familiares também é uma etapa importante nesse processo, pois são eles os principais porta-vozes das vítimas. São eles que, quase sempre, podem parar a violência, seja denunciando o fato ou deixando de praticá-la, no caso do abusador ser um parente.
O trabalho interdisciplinar e interinstitucional, executado em parceria com a Polícia Civil, que notifica a violência sexual, já é uma referência no Estado. “Melhoramos o atendimento às vítimas e às famílias, estimulamos o aumento das denúncias, divulgamos a temática e a discutimos com a sociedade e, também, colaboramos com a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia, da Assembleia Legislativa do Estado do Pará, no ano passado, que recebeu mais de 25 mil casos de denúncias de violência sexual contra crianças e adolescentes ocorridas entre 2005 e 2009. A estimativa é que apenas um a cada quatro casos seja denunciado no Estado”, afirma Eugênia Fonseca.
O abuso sexual é a situação em que uma criança ou um adolescente é usado para satisfazer o desejo sexual de um adulto ou mesmo um adolescente mais velho, baseado em uma relação de poder. As consequências dessa relação podem ser irreversíveis. Além dos danos psicológicos causados às vítimas, a violência sexual pode resultar na banalização da sexualidade, impedindo que a vítima compreenda o sexo como algo associado ao afeto, ao respeito e à responsabilidade. (Diário do Pará)


Jovem é estuprada no Clima Bom; acusado é preso

08h59, 07 de Fevereiro de 2011
Assessoria PC
Jailson foi preso após estuprar uma jovem de 21 anos
Jailson foi preso após estuprar uma jovem de 21 anos
Um homem, identificado como Jailson da Silva, 36, foi preso na madrugada desta segunda-feira (07), acusado de estupro, porte ilegal e resistência a prisão. Ele foi abordado por uma guarnição da Polícia Militar (PM), após ser acusado da prática de violência sexual contra uma mulher de 21 anos.
O crime ocorreu num ferro velho, localizado na Rodovia BR-316, no Clima Bom. “Eu sai com ele, mas não imaginava que terminasse estuprada”, afirmou a vítima, que foi ouvida na Central de Polícia de Maceió, no Prado, esta manhã. Ela revelou detalhes do abuso que sofreu.
Segundo a Polícia, assim que se viu livre do estuprador, a jovem correu até a pista, onde encontrou uma guarnição do 4º BPM e pediu ajuda. Quando percebeu a aproximação dos militares, Jailson efetuou três disparos e tentou fugir. No entanto, acabou detido e entregue à Polícia Civil.
O caso será investigado por policiais da 2ª Delegacia de Defesa da Mulher, localizada no Salvador Lira. O acusado foi levado, esta manhã, para Casa de Custódia da Polícia Civil, no Jacintinho.
Fonte:Assessoria PC

Galeria de Imagens

Arma apreendida com Jailson

Polícia flagra casal durante relação sexual em praça pública

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Polícia flagra casal durante relação sexual em praça pública
 Segunda-feira, dia 07 de Fevereiro de 2011 às 12:40hs
Nova Notícias

Na madrugada desta segunda-feira (07), a Polícia Militar flagrou um casal de jovens durante relação sexual na Praça Jan Antonin Bata, em Batayporã.

Conforme informações, o flagrante aconteceu por volta das 06h30 quando R. A. C., de 18 anos e D. S. S., de 21 anos, foram surpreendidos em plena praça pública, em ato libidinoso. O casal foi autuado e encaminhado para delegacia, por atentado ao pudor.

Ainda nesta manhã, a polícia atendeu uma ocorrência de lesão corporal onde dois menores, ficaram feridos em plena Avenida Brasil, o fato é que os garotos não estavam acompanhados dos responsáveis.

Em outra abordagem por volta das 03h50min horas, foi apreendido o menor de 16 anos. Toas às ocorrências foram encaminhadas para a delegacia de policia.

overno abre atendimento para consultas sobre violência sexual

Governo abre atendimento para consultas sobre violência sexual

Para os estrangeiros, o freedial funciona das 9h às 23h

Japão , Tokyo

 
 

O governo japonês, através da Secretaria Ministerial de Igualdade entre os Sexos, abriu uma linha gratuita (freedial) para denúncias de violência sexual e doméstica. O atendimento acontece de 8 de fevereiro a 27 de março pelo telefone 0120-941-826, informou a agência Kyodo. O serviço recebeu o nome de Paapuru Daiyaru (Purple Dial).
Para as denúncias envolvendo violência ocorrida até um ano atrás, as consultas podem ser feitas a qualquer hora do dia. Para os casos em que a vítima é o homem, o horário de atendimento é das 18h às 23h. Já nas consultas para estrangeiros, o freedial funciona das 9h às 21h.
O atendimento terá ainda o apoio de enfermeiros. O conteúdo das consultas e a identidade da vítima serão mantidas em sigilo.

Campanha de combate à Aids, no carnaval, será voltada às jovenshttp://www.todoscontraapedofiliamt.com.br/products/campanha%20de%20combate%20%C3%A0%20aids,%20no%20carnaval,%20sera%20voltada%20%C3%A0s%20jovens/

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O novo público é de mulheres entre 15 e 24 anos

Jornal do BrasilMaria Luisa de Melo
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  • Após estupro, menores passam por tratamento psicológico

    • Após estupro, menores passam por tratamento psicológico

    • Meninas foram estupradas por rapazes, após contatos no Orkut; menor está solto


    • Divulgação 

      Amigos de Thiago criaram uma comunidade para defender o rapaz, acusado de estupro

      KATIANA PEREIRA
      DA REDAÇÃO
      As três menores que foram violentadas por três rapazes, os quais conheceram por meio do site de relacionamento Orkut, passam por tratamento psicológico e tiveram que mudar de escola. As garotas residem em Barra do Garças (508 km a Leste de Cuiabá).

      Os jovens Bruno Diego Salles Machado, 19, Thiago Pinheiro de Oliveira, 18, e o menor W. M. R. P., 17, são acusados de violentar as garotas no dia 22 de janeiro passado. Os dois maiores de idade estão presos e o menor está em liberdade.

      As vítimas A. C. V., 14, T. S. S., 13, e A. C. A., 15, tiveram que mudar os hábitos, depois da violência. "Elas estão bem fisicamente, mas têm que fazer acompanhamento psicológico. Elas também mudaram de escola para evitar mais sofrimento", disse C. P. S., mãe da menor T., em entrevista ao MidiaNews.

      O delegado que acompanha o caso, João Pessoa, informou que o menor está em liberdade e que já voltou ao treinar no Clube Atlético Goianiense, time da Primeira Divisão do Campeonato Brasileiro de Futebol.

      "Ele foi solto pela Vara de Infância e Juventude. E já voltou para Goiânia, onde joga na divisão de base do Atlético. Ele foi liberado por possuir residência fixa e já estava matriculado em outra cidade", disse o delegado.

      A mãe da adolescente revela que está revoltada com a privação que a filha tem que passar, enquanto o menor acusado de estuprar as meninas está em liberdade e levando a vida normalmente. "Ele voltou para a cidade em que ele morava, estava apenas de férias aqui. Agora, ele leva uma vida normal e as meninas sofrem até hoje", disse C. P. S.

      Comunidade ofensiva
      A mãe da menor T. disse que, após a divulgação do estupro pela mídia, as meninas passaram a ser ridicularizadas e discriminadas. Foi criada uma comunidade intitulada "Eu acredito no Thiago Pinheiro", um dos acusados de estuprar as jovens.

      A comunidade foi excluída, mas, apenas no dia da criação, acumulou 86 participantes. "Ainda bem que excluíram a comunidade. Mas, elas sofreram com as críticas e comentários maldosos", disse C.

      Relembre o caso
      O estupro das três adolescentes aconteceu na madrugada do dia 22 de janeiro. Os jovens e as vítimas marcaram encontro pelo Orkut.

      Os rapazes estavam em dois carros, um Celta e um Pálio. As menores foram embriagadas com uísque e energético, levadas para a rodovia MT-100, que demanda à Aragarças (GO) e estupradas.

      Depois do estupro, os acusados deixaram as três adolescentes em frente à casa de uma das jovens, na cidade goiana. Segundo a Polícia Civil, elas estavam seminuas e desacordadas. O Corpo de Bombeiros foi acionado e prestou socorro às vítimas.

      Assim que as jovens acordaram, elas relataram os detalhes do caso à Polícia Civil. O delegado João Pessoa solicitou a realização de um exame de corpo de delito, onde foi constatada a violência sexual.

    Prefeitura aguarda inquérito contra professor acusado de abusar de aluno em escola

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    Prefeitura aguarda inquérito contra professor acusado de abusar de aluno em escola

    A prefeitura de Campo Grande espera a conclusão do inquérito policial contra o professor D.M. 46, preso no último dia 4 deste mês, acusado de ter abusado de uma criança de 11 anos no mês de setembro do ano passado.
    Após a conclusão do inquérito, a prefeitura abrirá processo administrativo em relação ao professor que estava em estágio probatório em 2010.
    Crime
    De acordo com a polícia, o crime ocorreu no último dia 10 de setembro por volta das 11h30. Na ocasião, o professor de Língua Portuguesa ordenou que o aluno permanecesse na sala após o término da aula com a desculpa de que o menino não havia terminado a tarefa. Depois, fechou as cortinas, ameaçou o aluno com um revólver o obrigou a criança a fazer sexo oral.
    “Ele pode ter feito isso com outras crianças”. Em relação a uma possível desconfiança, de o aluno ficar em sala de aula após o término do horário a mãe diz que “uma vez chegou a desconfiar, pois a orientadora falava que ele sempre passava mal na aula de português”.

    A família estranhou o comportamento do garoto, porém só tomou conhecimento do crime no último dia 23 de janeiro. A mãe acredita que os abusos tenham ocorrido por diversas vezes.

    “Ele agora acha que ninguém gosta dele, meu marido não consegue mais trabalhar, achei que meu filho estava seguro na escola”.
    Após o abuso, D.M. ainda teria ameaçado a criança de morte por três vezes. Posteriormente a mãe da criança transferiu o filho para outra escola. “O professor foi lá ameaçar meu filho de morte, ficava lá fora esperando”, conta.
    “Mudou de escola, mudou de casa, meu filho não tem mais vontade de viver”.
    Investigações
    D. na época era professor de português em estágio probatório. Porém ele já trabalhava na escola desde 2008 como orientador. De acordo com a delegada da DEPCA (Delegacia Especializada em Proteção a Criança e Adolescente), Aline Sinnott Lopes, ele nega o crime.

    O acusado foi preso ás 6h desta sexta (4), em sua casa em Campo Grande. Por causa do comportamento do filho, os pais procuraram o S.O.S. Criança e no dia 23 de janeiro a Polícia Civil foi comunicada.

    O problema foi que na época a criança não quis falar e nem fazer os exames. Após uma semana com acompanhamento psicológico, foi levantado o nome do autor e posteriormente pedida a prisão temporária.

    Os laudos com exames psicológicos e psiquiátricos estão prontos e provam que houve sexo oral, a polícia não sabe ao certo se foi somente uma vez que ocorreu o crime.

    Segundo a delegada, outras crianças já foram ouvidas. A polícia pede para que se mais alguém foi vítima do professor que entre em contato com a DEPCA.

    D.M. foi transferido para um das celas Defurv (Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Veículos). Ele responderá por estupro de vulnerável e pode pegar pena de 8 a 15 anos de prisão.

    ONU e Afeganistão combatem abuso sexual de menores

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    Acordo se concentra a proteção de crianças especialmente a dos chamados ‘meninos dançarinos’, explorados no país.
    Radhika Coomaraswamy
    Pedro Nakano, da Rádio ONU em Nova York.*
    As Nações Unidas e o governo do Afeganistão fecharam um acordo para proteger menores de moléstias sexuais no país.
    A iniciativa faz parte de uma cooperação, anunciada no mês passado para evitar o recrutamento de crianças para fins militares.
    Festas
    A representante do Secretário-Geral para Crianças e Conflitos Armados, Radhika Coomaraswamy, disse que os abusos de menores estão ocorrendo após meninos serem convidados para dançar, em festas, para os chamados “senhores de guerra” e comandantes regionais de forças de segurança.
    Ela explicou que os meninos “são conhecidos como Bacha-bazi, o equivalente a “meninos dançarinos”.
    O governo afegão se comprometou a protejer as crianças afetadas pelo conflito armado, a prevenir o recrutamento de menores pela Forças Armadas Nacionais e a acabar com o Bacha-bazi.
    Relatório
    Segundo Coomaraswamy, a prática parece disseminada ao redor do país. Ela disse que a ONU irá monitorar de perto a situação.
    Em abril do ano passado, a Polícia Nacional Afegã foi citada num relatório sobre o tema por recrutar menores para suas fileiras.
    O governo respondeu ao problema fundando uma Comissão Interministerial.
    O acordo também prevê o fortalecimento do processo de registro de nascimentos com mecanismos de certificação da idade das crianças.  

    Ministério Público do Trabalho faz campanha para combater o turismo sexual

    Ministério Público do Trabalho faz campanha para combater o turismo sexual

    Ministério Público do Trabalho faz campanha para combater o turismo sexual

    Ministério Público do Trabalho faz campanha para combater o turismo sexual

     

    07/02/2011 | 14h28min

    O Ministério Público do Trabalho esta lançando uma campanha institucional de combate a exploração sexual de crianças e adolescentes e ao turismo sexual, que vai contar com a parceria do Sistema Arapuan de Comunicação através de suas emissoras de rádio e televisão. E foi com o objetivo de conseguir esse apoio, que o procurador geral do MPT, Eduardo Varandas, fez uma visita ao presidente do Sistema Arapuan, empresário João Gregório e ao diretor de jornalismo do sistema, jornalista Luiz Torres.
    Na conversa, Varandas explicou que a campanha faz parte de um projeto maior que vai até a Copa do Mundo de Futebol de 2014 e a intenção é fazer uma campanha que seja educativa, mas também de advertência aos turistas e que ao mesmo tempo leve as pessoas a denunciar a exploração sexual de crianças e adolescentes. O procurador entregou uma cópia do vídeo institucional, com aproximadamente um minuto, onde o problema é trabalho de forma clara e as pessoas são convocadas a denunciar este tipo de exploração.
    O vídeo vai ser veiculado por emissoras de rádio e de televisão e também vai ser feita a divulgação nos aeroportos, portos e nos terminais rodoviários e a intenção é fazer com que logo que cheguem ao Brasil, os estrangeiros sejam advertidos para não se envolverem com menores e adolescentes. O vídeo é agressivo e informa o número (100) para as denúncias.
    O diretor de Jornalismo do Sistema Arapuan de comunicação, Jornalista Luiz Torres, disse que o sistema tem todo o interesse em colaborar com este tipo de campanha. “Nós já fizemos outros parcerias semelhantes e ajudar na campanha do Ministério Público do Trabalho contra o turismo sexual é acima de tudo exercer o nosso papel social”, comentou.

    Menina de 13 anos é estuprada em Campo Mourão

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    Após violentar a garota, o homem fugiu e a menina foi buscar socorro com uma moradora da Rua Formosa, nas proximidades de onde aconteceu o estupro. O Conselho Tutelar compareceu ao local e encaminhou a menina ao hospital e à delegacia. A polícia fez buscas nas imediações mas não conseguiu encontrar o maníaco.