Palestras em escolas alertam sobre segurança na internet
Publicado em 07.02.2011, às 11h28
Do JC Online
Sendo o Brasil o quarto lugar no consumo de pedofilia do mundo, a Polícia Federal tenta reverter essa situação em ação que orienta pais e alunos de escola particular e da rede pública de como utilizar a internet da melhor forma para evitar ataques pedófilos e pornografia infantil. A programação está dentro das comemorações do Dia Internacional da Internet Segura, comemorado no próximo dia 8 de fevereiro.
Entre 65 países o Brasil participa com o intuito de promover o uso responsável das tecnologias online, com o slogam "É mais do que um jogo, é a sua vida". A iniciativa é da rede INSAFE (rede européia sobre a consciência do uso responsável e utilização segura da internet e dispositivos móveis para jovens) desde 2007. No Recife serão realizadas palestras em duas instituições de ensino: uma no Colégio Motivo, em Boa Viagem, e outra na Escola Municipal Professor Antônio Benedito da Rocha-Cabo, da rede pública.
Entre os assuntos que vão ser abordados estão evitar colocar fotos na internet com grupos de amigos, de carros com a placa visível, de residências que deixam perceptível o endereço, não publicar informações pessoais, e também não incluir desconhecidos nos contatos. Outro ponto importante é o controle dos pais sobre o tempo de exposição online dos filhos, assim como manter um diálogo aberto e ter ao menos um conhecimento básico de internet. Se cumprido esses e outros requisitos, o mundo virtual pode ser navegado tranquilamente.
Pioneira nesta área de investigação no Brasil a PF investiga tais casos através de iniciativa própria ou de denúncias feitas através do site www.pf.gov.br e sendo comprovada a existência do crime é instaurado inquérito policial pela Divisão de Combate aos Crimes Cibernéticos. A perícia da Polícia Federal entra em ação, identificando através do IP (internet protocol) dados básicos sobre a máquina que contém o material pedófilo, através de autorização judicial de quebra de sigilo telemático.
Os provedores que hospedam estes sites fornecem os cadastros dessas pessoas e fluxo de informação que está sendo transmitido. Por fim mandados de prisão e de busca e apreensão são expedidos pela justiça, e caso o fato se confirme, a pessoa é presa e autuada em flagrante. Dependendo da modalidade criminosa as penas podem chegar até oito anos de reclusão.
Entre os assuntos que vão ser abordados estão evitar colocar fotos na internet com grupos de amigos, de carros com a placa visível, de residências que deixam perceptível o endereço, não publicar informações pessoais, e também não incluir desconhecidos nos contatos. Outro ponto importante é o controle dos pais sobre o tempo de exposição online dos filhos, assim como manter um diálogo aberto e ter ao menos um conhecimento básico de internet. Se cumprido esses e outros requisitos, o mundo virtual pode ser navegado tranquilamente.
Pioneira nesta área de investigação no Brasil a PF investiga tais casos através de iniciativa própria ou de denúncias feitas através do site www.pf.gov.br e sendo comprovada a existência do crime é instaurado inquérito policial pela Divisão de Combate aos Crimes Cibernéticos. A perícia da Polícia Federal entra em ação, identificando através do IP (internet protocol) dados básicos sobre a máquina que contém o material pedófilo, através de autorização judicial de quebra de sigilo telemático.
Os provedores que hospedam estes sites fornecem os cadastros dessas pessoas e fluxo de informação que está sendo transmitido. Por fim mandados de prisão e de busca e apreensão são expedidos pela justiça, e caso o fato se confirme, a pessoa é presa e autuada em flagrante. Dependendo da modalidade criminosa as penas podem chegar até oito anos de reclusão.






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