Gisa Barros se destaca na Câmara com postura firme, independente e em defesa da população

Vereadora mantém coerência, fiscaliza o Executivo e se posiciona contra o inchaço da máquina pública

João Batista destaca atuação de Daniel Monteiro: “O vereador mais técnico e atuante de Mato Grosso”

vereador Daniel Monteiro, que vem se destacando por uma postura independente, técnica e coerente, especialmente nas discussões sobre políticas públicas e responsabilidade fiscal.

Ativista João Batista exalta Antonio Joaquim como patrimônio da educação em MT: “Referência ética, técnica e humana”

Professor e defensor dos direitos da infância destaca atuação exemplar do conselheiro do TCE-MT, que articula investimento histórico de R$ 120 milhões em creches no estado

Professora aponta realizações e desafios na rotina escolar

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Professora aponta realizações e desafios na rotina escolar

MEC
As inúmeras atividades desenvolvidas diariamente na coordenação pedagógica de uma escola da rede pública de Brasília deixam Maria Luiza Alves de Moura cansada, mas também realizada. Para ela, a função que exerce é polivalente e engloba, além da parte pedagógica, práticas habitualmente desempenhadas por pais, professores, profissionais de saúde e até mesmo delegados.

“Procuro fazer o melhor dentro do possível e conto com boa equipe de professores e gestores”, assegura Maria Luiza. Ela trabalha no Centro de Ensino Fundamental (CEF) da SQN 102. Licenciada em ciências, matemática, e biologia, pós-graduada em psicopedagogia institucional, Maria Luiza está na carreira do magistério há 32 anos, sempre na rede pública. Desse período, 26 anos foram dedicados à regência de classe, como professora de ciências e biologia, e seis à coordenadoria pedagógica.

A cada início de ano letivo, a escola promove a Semana Pedagógica. “São revistas as metas da proposta pedagógica do ano anterior, refeitas as que não fluíram e reforçadas as que obtiveram sucesso”, revela. Nesse período, são acolhidos os novos professores, discutidas sugestões de melhoria do trabalho e estabelecido cronograma com os eventos previstos para o decorrer do ano — datas festivas, reuniões com os pais e conselhos de classe.

Na primeira semana de aulas, é destacada, entre os estudantes, a importância da boa convivência no ambiente escolar. Isso é feito por meio de oficinas, com temas que envolvam valores e com a distribuição e a leitura do regimento escolar.

Desafios — A professora brasiliense assegura que o principal desafio enfrentado como coordenadora pedagógica é o próprio sistema educacional, consequência de problemas como a falta de professores no início de cada ano letivo e o grande número de alunos nas turmas. Para ela, classes mais reduzidas permitiriam melhorar a qualidade do atendimento.

De acordo com Maria Luiza, as crianças, hoje, atropelam o tempo, pela curiosidade, pelo amadurecimento precoce, pela inversão de valores, pela sede de tecnologia em suas vidas. “Isso exige do professor habilidades diversas para atender as necessidades dos alunos”, afirma.

Outro problema citado por Maria Luiza é substituição de professores com contrato temporário por profissionais com cargos efetivos no decorrer do ano letivo. A mudança provoca transtornos de relacionamento e de adaptação dos alunos, além de alterações no método de trabalho. “Na maioria das vezes, isso acontece no meio de um bimestre, o que é lamentável, pois o aluno acaba prejudicado”, salienta. “Percebemos claramente como o rendimento cai e a indisciplina aumenta.”

O excesso de projetos que, segundo Maria Luiza, minam o período letivo, é outra questão que a incomoda. Ela diz entender que a educação não pode se pautar em pilares estáticos, pois a inovação é importante, mas que tudo precisa ser feito na medida certa, com base no cotidiano da comunidade e, principalmente, no número de aulas previstas para cada professor. “Ninguém sobrecarregado consegue realizar um bom trabalho”, afirma.

"Estreantes" pregam empenho por PEC do Trabalho Escravo

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Reunião da Frente Parlamentar e da Frente Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo, no Senado Federal, reuniu atores políticos e administrativos que estão iniciando suas jornadas e têm função estratégica para o combate ao crime
Por Maurício Hashizume
Brasília (DF) - Tema de embates desde o Brasil Colônia, o combate à exploração de pessoas em condições de escravidão atraiu, na última quinta-feira (3), atores do campo político e administrativo que estão fazendo suas "estreias" em cargos chaves para o combate ao crime.

Além da nova ministra da Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH/PR), Maria do Rosário, e da recém-empossada titular da Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), Vera Albuquerque, vários congressistas em início de mandato marcaram presença na reunião conjunta da Frente Parlamentar Mista e da Frente Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo, ocorrida na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado Federal.
Reunião no Senado atraiu parlamentares e representantes da sociedade civil (Foto:MH)
Em sua participação no encontro, a ministra Maria do Rosário prometeu apoio e engajamento imediato para a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 438/2001 - que prevê o confisco de terras onde houver comprovada exploração de mão de obra escrava. Apresentada originalmente há 16 anos (1995), a matéria foi apensada à proposta do então senador Ademir Andrade (PSB-PA) para que pudesse ser aprovada no Senado. Enviada à Câmara, foi votada em primeiro turno no plenário da Casa em agosto de 2004. Desde então, a PEC 438/2001 permanece parada à espera de apreciação.

De acordo com a ministra da SEDH/PR, a aprovação da chamada "PEC do Trabalho Escravo" deve ser entendida como "aspecto fundamental", "passo importante" e "símbolo" do enfrentamento à escravidão contemporânea. Na prática, a proposta altera o Art. 243 da Constituição Federal, que trata da expropriação de terras em que houver cultivo ilegal de plantas psicotrópicas, estendendo o mesmo tipo de penalidade para casos de escravidão. 

"Existe um consenso de que a droga é destrói lares, famílias, vidas. O trabalho escravo também destrói", pregou a ministra. Para ela, as operações promovidas pelo grupo móvel de fiscalização e pelas Superintendências Regionais de Trabalho e Emprego (SRTEs) nos Estados não libertam apenas os trabalhadores explorados em fazendas, mas "o Brasil como um todo".

Na visão de Maria do Rosário, o setor do agronegócio, que apresenta uma série de indicadores positivos para a economia, também deve ter interesse na "agenda contemporânea" do combate ao trabalho escravo. "O PIB [Produto Interno Bruto, soma de todas as riquezas econômicas geradas no país] não pode ter ligação com a exploração de mão de obra escrava". 

Assim como as drogas, trabalho escravo também destrói, declara a ministra Maria do Rosário (MH)
A resistência da bancada ruralista à PEC do Trabalho Escravo não minimiza a crença da ministra na possibilidade de envolvimento dos produtores primários da agropecuária. "Não há quem seja a favor [da escravidão]", emendou. Representante ruralista, a senadora Ana Amélia Lemos (PP-RS), que atuou como jornalista do Grupo RBS por mais de 30 anos e mantinha programa de TV no Canal Rural, esteve na reunião para ouvir as palavras da ministra.

O cruzamento das ações de combate ao trabalho escravo com a priorização do combate à miséria, propalada pela presidente Dilma Rousseff, foi enfatizado pela comandante da SEDH/PR, bem como as metas definidas no II Plano Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo, de 2008, e no III Plano Nacional de Direitos Humanos, de 2010. A conexão do problema com as questões de gênero, de tráfico de pessoas, de migrações, de exploração sexual e do trabalho infantil também foram ressaltadas. "O trabalho escravo não se inicia apenas quando se completa 18 anos de idade", comentou Maria do Rosário, que advertiu para o drama da exploração perpetuada de pais para filhos.

A ministra ainda convocou uma ação conjunta dos órgãos estatais com a sociedade civil contra a impunidade. A disparidade entre o número de libertações e o número residual de condenações foi trazido novamente à tona. Ainda que o Legislativo aprove a PEC do Trabalho Escravo e o Executivo atue com políticas, o Judiciário, segundo a chefe da pasta, precisa fazer a sua parte. "Quem pratica esse tipo de crime já deveria ter sido punido", declarou. O crime de trabalho escravo está previsto no Código Penal (Art. 149).

O Brasil assumiu o compromisso de enfrentamento e da superação do trabalho escravo e não aceitará qualquer forma de "esmaecimento" ou "naturalização" diante da desumanidade imposta às vítimas, pontuou Maria do Rosário. Mas apesar dos avanços, é preciso reconhecer que o trabalho escravo ainda existe e continua sendo exporado em diversas regiões e distintos setores. "E, se [a escravidão] existe, ainda temos muito o que fazer para que não exista mais".

Nova chefe da Secretaria de Inspeção do Trabalho,
Vera Albuquerque mantém prioridade às ações (MH)
À frente da SIT/MTE, Vera Albuquerque afirmou na reunião no Senado que o combate ao trabalho escravo continuará sendo uma meta prioritária da fiscalização trabalhista. "Podemos ser orgulhosos. Aqui no Brasil, nós temos coragem de assumir a existência do problema e agimos para combatê-lo", realçou a substituta da ex-secretária Ruth Vilela, que permaneceu oito anos no cargo. 

Além das ações repressivas, a secretária citou experiências nas áreas de prevenção e de reinserção de libertados como formas de romper o ciclo vicioso. Ela disse estar confiante na disposição dos membros do Parlamento em aprovar a "PEC do Trabalho Escravo" ainda este ano, para que 2011 fique para a história como "ano da libertação dos escravos contemporâneos".

Adesões
Ficou deliberado que a Frente Parlamentar atuará para marcar reuniões com a presidente da República, Dilma Rousseff, e com o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS). Novos integrantes do Congresso aproveitaram a ocasião neste início de legislatura para assinar sua filiação ao grupo. Um deles foi o senador e ex-procurador federal Pedro Taques (PDT-MT), para quem a aprovação da PEC 438/2001 é "absolutamente necessária".

O senador adverte, porém, que a mudança na legislação, mesmo que concluída, ainda ficará sujeita à interpretação do Judiciário. Como parte do Ministério Público Federal do Mato Grosso (MPF/MT), ele anunciou ter apresentado mais de 100 denúncias contra empregadores que exploraram mão de obra escrava, sem que houvesse uma única efetiva condenação. Ele criticou ainda a morosidade do sistema: em média, um processo judicial no Brasil demora 12 anos para ser concluído; no Chile, são apenas oito meses.

"O Código Penal tem que sair da senzala e ir para a casa grande", alfinetou o senador. Diante desse tratamento desigual oferecido pela Justiça, Pedro vê a formação de dois grupos genéricos: o dos imunizados, formados pelas classes dominantes, nas quais estão incluídos inclusive políticos envolvidos em casos de escravidão; e o dos invisíveis, que estão na base vulnerável da pirâmide social e ficam à mercê de riscos como o aliciamento. Para tentar superar essa lógica, ele propõe um diálogo entre Legislativo e Judiciário, especialmente com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), acerca da questão.

Lentidão e postura do Poder Judiciário foram alvos
de críticas do senador Pedro Taques, do MT (MH) 
Outro que aderiu à Frente Parlamentar foi o senador Wellington Dias (PT-PI), que foi governador do Estado do Piauí de 2003 a 2010. De acordo com ele, a análise de dados sobre os pontos de ocorrência do crime e os locais de origem das vítimas aponta uma relação estreita entre trabalho escravo e analfabetismo. Por isso, a consolidação de instâncias como as Comissões Estaduais de Erradicação do Trabalho Escravo (Coetrae) precisam vir acompanhadas de investimentos complementares na Educação de Jovens e Adultos (EJA), no ensino profissionalizante e no empreendedorismo para geração de emprego e renda.

Os dois representantes do PSol no Senado também se somaram à iniciativa. Marinor Brito (PSol-PA), chamou atenção para os impactos sociais e ambientais da migração de trabalhadores atraídos por grandes obras na Amazônia, como a da Usina Hidelétrica (UHE) de Belo Monte, no Pará. Já Randolph Rodrigues (PSol-AP) - que concorreu à presidência da Casa, mas foi derrotado por José Sarney (PMDB-AP) - clamou por ações estruturais imediatas para impedir a reprodução permanente da "vergonha" do trabalho escravo no Brasil.

Também "estreante", a senadora Ana Rita (PT-ES) assumiu compromisso não só de fazer parte e apoiar a Frente Parlamentar, como trabalhar para garantir orçamento - na elaboração do Plano PluriAnual (PPA), Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e a Lei Orçamentária Anual (LOA) - às políticas públicas relacionadas com o tema. Ana assumiu como suplente do ex-senador Renato Casagrande (PSB), que renunciou para assumir a posição de governador do Espírito Santo, e se comprometeu a intervir pela aprovação da PEC do Trabalho Escravo.  

"É inacreditável que, depois de tantos anos, essa PEC ainda não tenha sido aprovada", salientou o senador Cristovam Buarque (PDT-DF), vice-presidente da Frente Parlamentar que esteve na direção da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado antes da transição de legislaturas. Cristovam distribuiu uma publicação aos participantes na qual recorda que a Lei Áurea tramitou no Parlamento, no ano de 1888, em apenas dez dias.

Trâmite da Lei Áurea de 1888 no Congresso foi de
apenas dez dias, observa Cristovam Buarque (MH)
Segundo ele, a PEC 438/2001 é até moderada. O empregador flagrado explorando mão de obra escrava deveria, na avaliação de Cristovam, ser completamente banido e impedido para sempre de possuir terras.

CPI
Entre palavras de ordem e diversas manifestações de repúdio à escravidão, o deputado federal Cláudio Puty (PT-PA), eleito para seu primeiro mandato, lançou a proposição, ainda em gestação, de instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Trabalho Escravo.

Ex-chefe da Casa Civil do governo (2005-2010) de Ana Júlia Carepa (PT) no Pará, Cláudio admitiu que houve "dificuldades de integração entre instâncias decisórias" para o desenvolvimento de atividades de enfrentamento ao crime em nível estadual. Determinado a atuar na seara da questão agrária e do combate ao trabalho escravo, ele revelou que já compartilhou a ideia de criar a CPI com o líder do partido na Câmara, Paulo Teixeira (PT-SP), e deve, assim que possível, sair em busca de assinaturas de apoio à ideia.

Agregaram-se também à Frente Nacional outros três parlamentares "estreantes" da bancada do PT, a maior da Câmara dos Deputados. Ex-deputado estadual pelo Rio de Janeiro, Alessandro Molón (PT-RJ) participou de toda a reunião, lamentou os casos de escravidão em território fluminense e reiterou a importância das audiências com a presidente Dilma e com Marco Maia (PT-RS) neste início de novo mandato. Erika Kokay (PT-DF), por sua vez, julgou fundamental que sejam feitas análises detalhadas e cobranças no que diz respeito às metas do II Plano Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo. 

Para continuar sendo modelo, Brasil precisa aprovar PEC do Trabalho Escravo, aponta Luiz Machado (MH)
Auditor fiscal de carreira da Receita Federal, Amauri Teixeira (PT-BA) pediu empenho máximo do Executivo na eliminação do trabalho escravo no país que "tem histórico de negar, e não garantir direitos". Em seu terceiro mandato, o "experiente" Domingos Dutra (PT-MA) adotou linha similar e convocou o Executivo a jogar todo o peso para aprovar a PEC 438/2001.

As apresentações de participantes da Frente Nacional, composta por entidades públicas e organizações civis, pintaram um panorama geral no qual o crime está inserido. Leonardo Sakamoto, da ONG Repórter Brasil, expôs contornos da escravidão contemporânea no Brasil, com ênfase nas interfaces do trabalho escravo com o desmatamento ilegal (em regiões de fronteira agropecuária), com a pobreza e exclusão (sem acesso a políticas públicas sociais de educação e saúde) e com a economia (investigações de cadeias produtivas).

Já Luiz Machado, da Organização Internacional do Trabalho (OIT), salientou conquistas, como o estabelecimento da Comissão Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo (Conatrae), a publicação da "lista suja" do trabalho escravo e a formação do Pacto Nacional com companhias privadas. Números como os quase 40 mil resgatados de 1995 a 2010 não são encontrados em outros países, continuou Luiz. Para continuar cada vez mais como modelo para o mundo, o Brasil precisa, segundo ele, aprovar a "PEC do Trabalho Escravo", conforme recomendou oficialmente a relatora especial da Organização das Nações Unidas (ONU) para as Formas Contemporâneas de Escravidão, Gulnara Shahinian.

Congresso precisa dar oportunidade para sociedade eliminar escravidão, diz Luís Antônio Camargo (MH) 
A aprovação da PEC 438/2001, completou o subprocurador-geral do trabalho Luís Antônio Camargo, é uma tarefa democrática do Parlamento. "Queremos que o Congresso dê a oportunidade para a sociedade erradicar o trabalho escravo", colocou. A despeito dos esforços, adicionou subprocurador, falta estrutura para atender as várias denúncias que pipocam pelo país.

O pronunciamento da presidente do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait), Rosângela Rassy, foi justamente no sentido de propagar as ameaças sobre a categoria e de exigir o fortalecimento do corpo de funcionários dedicados ao ofício. Pouco mais de 3 mil funcionários do MTE têm a responsabilidade de inspecionar a totalidade dos empreendimentos do país. No dia 17 de janeiro, a atividade completou 120 anos.

Há exatos 500 anos (em 1511), o frei dominicano Antônio de Montesinos contestava, diante da realidade encontrada no continente americano, a forma como os colonizadores subjugavam os povos nativos. O padrão de crueldade que estimulou aquele grito não foi superado até hoje, concluiu Xavier Plassat (CPT), que também é frei dominicano e coordena a Campanha Nacional da Comissão Pastoral da Terra (CPT) contra o Trabalho Escravo. A propriedade, emendou, não pode valer mais do que a dignidade. "Se o instrumento do crime foi a terra, essa mesma terra tem que ser confiscada".

Ex-senador José Nery defende conversão da portaria da "lista suja" do trabalho escravo em lei (MH)
Aclamado como presidente de honra da Frente Parlamentar, José Nery (PSol-PA), que deixa a cadeira de senador que ocupou nos últimos quatro anos e retorna para o muncípio de Abaetetuba (PA), foi homenageado durante a sessão. Emocionado, José Ney exaltou o esforço conjunto de representantes do poder público e da sociedade civil e elegeu alguns desafios para o grupo.

Um deles é fazer com que a Portaria 540/2004 do MTE, que instituiu a "lista suja" do trabalho escravo, seja prevista em lei. Também recomendou a convocação de congressistas para atos em prol da aprovação da "PEC do Trabalho Escravo" em todos os Estados da nação, a fim de que o eleitorado conheça as posições dos representantes políticos acerca da questão. 

A realização de uma conferência internacional para a erradicação de todas as formas contemporâneas de trabalho forçado, impulsionada pelo sistema ONU, seria outro meio para dar mais consistência à articulação entre os países contra esses tipos de violações que alcançam escala global.

Dia da Internet Segura marca luta contra pedofilia com palestras da PF


Sete minutos. Este é o tempo médio necessário para adquirir a confiança de uma criança, por meio da internet, e induzi-la a revelar dados pessoais ou suas próprias imagens, da segurança provida de uma tela de computador, muitas vezes não rastreável. A informação, da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia, ganha ainda mais força no país que ocupa o quarto lugar do mundo em crimes contra a criança por meio da rede mundial de computadores e que é maioria absoluta em sites de relacionamento como o Orkut, onde 80% dos abusos são realizados. Somente em Pernambuco, são dez inquéritos instaurados pela Polícia Federal desde o início do ano passado e que ainda estão em andamento.

No Brasil, são registradas mais de 2,5 mil denúncias de crimes cibernéticos do gênero todos os dias, em geral, envolvendo crianças entre 4 e 12 anos, em que as meninas são imensa maioria: a proporção é de 10 do sexo feminino para cada 1 do mesculino. Abordagens com cunho supostamente inocentes são mais comuns do que a maioria dos pais possam pensar. A estudante do 8º ano do ensino fundamental, C.G.F.M, moradora, de 11 anos, de Ouro Preto, em Olinda, já convive com convites de desconhecidos, em especial de homens mais velhos, há alguns anos. “Não só comigo. Várias amigas minhas já receberam convites para amizade, no Orkut, de gente dizendo que queria conversar, mas a gente rejeita e deixa para lá”, conta. O pai, A.M.A.J., diz que acompanha de perto o acesso da filha, em especial no orkut, onde também mantém uma conta, de forma a identificar qualquer questão suspeita. “Sempre converso e oriento, mas também tenho as senhas de acesso para o caso de suspeitar de algo, mas, graças a Deus, até hoje não tivemos problemas. Ela é consciente”, garante. 

Pensando em evitar este tipo de abordagens, a PF realiza nesta terça-feira (8), Dia Internacional da Internet Segura, as duas primeiras palestras do ano, com pais e alunos de dois colégios da Região Metropolitana do Recife, tendo como objetivo a instrução efetiva das condutas de segurança necessárias para evitar que os jovens sejam vítimas de possíveis abusadores na web. Além de descrever o perfil do pedófilo, os agentes da instituição vão apontar comportamentos de uso da internet das crianças que podem ser consideradas vulneráveis a este tipo de ação. Serão 700 vagas no Colégio Motivo, em Boa Viagem, no Recife, e outras 900 na Escola Municipal Professor Antonio Benedito da Rocha, no Cabo de Santo Agostinho, divididos em dois horários, às 8h e às 14h. “Este tipo de iniciativa será realizada sempre que houver necessidade, basta que a escola ou empresa que queira receber a ação encaminhe um ofício à PF e entre em contato pelo telefone 2137-4076 para realizar o agendamento”, garantiu o chefe de comunicação da instituição, Giovani Santoro.

De acordo com a Associação Italiana para a Defesa da Infância e o FBI, o Brasil movimenta cerca de R$ 4 milhões por ano no mercado negro de pornografia infantil. No mundo, esse montante chega até 10 bilhões de dólares. Ao todo, mais de 220 milhões de crianças e adolescentes sofreram algum tipo de violência sexual, física ou virtual. Apenas no país, uma criança é violentada a cada oito minutos.

Como agem – Entender os meios de abordagem de um pedófilo é, talvez a forma mais eficiente de evitar que seu filho seja vítima de algum problema do gênero. Segundo o perfil traçado pela Polícia Federal, 99% dos casos são realizados por homens, de 25 a 35 anos, que se aproximam das crianças por meio de seus interesses divulgados na internet.

Mesmo contra as estatísticas, o jovem MHF, estudante do 9º ano e morador de Casa Caiada, em Olinda, também foi vítima de abordagens de potenciais pedófilos, mas em um ambiente em que está ainda mais vulnerável. A suposta mulher de 35 anos começou a conversar com ele enquanto ele participava de um jogo de guerra online, que permite interação entre os jogadores, que, normalmente, também se adicionam no MSN Messenger. “Ela perguntava de quais outros jogos eu gostava e o que eu gostava de fazer. Depois, perguntou se eu tinha namorada ou se poderia sair com ela, então disse que precisava ir embora e a bloqueei”, lembra.
Casos do gênero acabam sendo recorrentes em redes de relacionamento, como o Orkut, em que os interesses da criança ficam expostos em comunidades e há uma postagem impensada de fotografias. Não se deve, em hipótese nenhuma, deixar o álbum das crianças abertas ao público, mas restrito aos conhecidos. Mesmo assim, é necessário não postar fotos em que elas apareçam com as fardas do colégio ou em frente a residências ou carros da família, que ajudem a localizar o endereço. “O problema é que, de posse de mais informações pessoais, esses criminosos passam a convencê-las a confiar na pessoa e acabam se exibindo em webcam, por exemplo. A partir daí, eles as ameaçam com a postagem do material na rede ou mesmo dizendo que vai contar tudo aos pais da criança”, alerta Giovani Santoro.

Segundo pesquisa da Trend Micro, empresa de segurança em informática dos Estadus Unidos, em todo o mundo o comportamento dos pedófilos se repete quanto à abordagem. Para se ter uma ideia, entre as frases mais utilizadas durante a conversa inicial com a criança estão ‘Onde fica o computador em casa?’, ‘Qual sua banda/filme favorita(o)?’, ‘Eu conheço alguém que pode transformar você em modelo’ e ‘Você parece triste, o que aconteceu?’. “Todas essas frases são formas de se tornar mais próximo, amigo da criança e envolvê-la emocionalmente. Por isso, é preciso haver bastante conversa entre pais e filhos para que ao menor sinal de conversa com um estranho, haja uma supervisão de perto”, conclui Santoro.
Por Ed Wanderley

Para não ser cassado, Deucimar vai renunciar a mandato

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Para não ser cassado, Deucimar vai renunciar a mandatoDevassa está sendo feita nas contas de sua gestão frente ao Poder; reformas consumiram mais de R$ 3 milhões

O vereador Deucimar Silva, que deve renunciar para não ser cassado

O vereador Deucimar Silva (PP) irá renunciar ao seu mandato para não ser cassado pela Câmara de Cuiabá. A informação foi confirmada ao MidiaNews na última sexta-feira por outro parlamentar cuiabano. Segundo ele, a estratégia de Deucimar é usar como justificativa para a renúncia o fato de que irá assumir, temporariamente, uma cadeira na Assembléia Legislativa, já que é o segundo suplente do partido.

"Na verdade, ele deve assumir mesmo, em dado momento, a vaga no Parlamento estadual. Mas o motivo principal para a renúncia é o temor de ser cassado, já que ele enfrenta forte desgaste entre os colegas parlamentares", disse a fonte.

Segundo ela, ao longo dos últimos dois anos, quando comandou a Casa de Leis da Capital, Deucimar "colecionou desafetos" e "comprou briga" com praticamente todos os demais vereadores.

"Ele montou uma verdadeira rede de intrigas, bateu-boca, comprou brigas à toa, além de ter ‘grampeado" muitos colegas. A situação dele chegou a um ponto insustentável e, caso permanecer na Casa, sabe que será cassado", afirmou.

Devassa

Além dos problemas pessoais causados, Deucimar é alvo de uma devassa silenciosa. Membros do Ministério Público Estadual e do Tribunal de Contas do Estado já estão recebendo toda a documentação referente à gestão no Poder.

As reformas promovidas por Silva, que consumiram mais de R$ 3 milhões dos cofres públicos, é um dos principais alvos.

Fonte: Secom

Sinop: Leitão admite disputar prefeitura se não for deputado

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Sinop: Leitão admite disputar prefeitura se não for deputado


O primeiro suplente de deputado federal Nilson Leitão (PSDB) declarou que poderá ser candidato à prefeitura de Sinop, em 2012, caso não reverta no TSE a decisão que mudou o coeficiente eleitoral e, de eleito em 3 de outubro, passou para suplência. "Quero ser deputado federal, fui eleito para isso. Mas será o caminho natural [candidatura a prefeito] caso não garanta o mandato de deputado", disse. Se conseguir assumir como deputado, Leitão disse que ficará em Brasília e não disputará o pleito de 2012. No entanto, se não houver êxito, o tucano disse que vai colocar seu nome dentro do partido e para à disputa. "Vou colocar meu nome à disposição do partido e ele será avaliado".

Esta foi a primeira vez que Leitão admitiu concorrer à prefeitura. Esta pretensão do tucano cria um novo cenário na base aliada entre PSDB/DEM, pois o ex-deputado estadual Dilceu Dal Bosco (DEM), que foi candidato a vice-governador, também tem a intenção de concorrer a prefeito em 2012. Ele admitiu sua pretensão eleitoral em entrevista ao Só Notícias.

Leitão disse que ainda acredita na reversão de sua situação para que possa garantir sua vaga entre os oito deputados federais. Para isso, há alguns recursos protocolados por ele, pela coligação, além de outros partidos políticos pelo país que passam pela mesma situação, tanto no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) quanto no Superior Tribunal Federal (STF).

Conforme Só Notícias já informou, Leitão foi eleito deputado federal no dia 3 de outubro do ano passado. Mas após a decisão do TSE de liberar o registro de canditura do deputado federal reeleito Pedro Henry (PP), atual secretário de Estado de Saúde, passou a ser primeiro suplente. Em caso de êxito, o tucano entraria na vaga que atualmente é ocupada por Ságuas Moraes (PT).

Por: Alex Fama
Fonte: Só Notícia

Setpu realiza trabalhos de recuperação em rodovias não pavimentadas

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Setpu realiza trabalhos de recuperação em rodovias não pavimentadas


Apesar do período chuvoso a Secretaria de Transporte e Pavimentação Urbana (Setpu) precisa garantir a trafegabilidade nas estradas de Mato Grosso. A Setpu realizou durante o mês de janeiro a recuperação da rodovia estadual não pavimentada MT-220 e distribuiu cerca de 100 mil litros de óleo diesel aos municípios que solicitaram junto à secretaria para a manutenção de MTs não pavimentadas. Para a conclusão desses trabalhos o Estado investiu cerca R$ 450 mil, e os serviços de recuperação continuam em andamento.

O trecho que se inicia na MT-328 no entroncamento de Tabaporã até o entroncamento da BR-163 em Sinop da rodovia não pavimentada, MT-220, teve seus 100 quilômetros restaurados com recuperação de atoleiros, emprego de patrolamento e encascalhamento. A rodovia que estava repleta de buracos e com vários atoleiros é de suma importância para o escoamento da produção de soja e da criação de gado da região.

A Setpu forneceu óleo diesel para abastecer os maquinários empregados na recuperação das rodovias não pavimentadas que cortam os municípios de Apiacás, Nova Monte Verde, Nova Bandeirante, Tapurah, São José do Rio Claro, Tangará da Serra, Torixoréu, Ribeirãozinho, Castanheira e Bom Jesus do Araguaia. As máquinas utilizadas na execução desses trabalhos foram doadas pelo governo do Estado aos municípios de Mato Grosso em 2010.

Por: Hemília Maia
Fonte: Secom MT

Taques quer poucos comissionados; 22 pessoas vão compor a equipe

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Taques quer poucos comissionados; 22 pessoas vão compor a equipe


O senador estreante Pedro Taques (PDT) contará com uma equipe de 12 pessoas em Brasília e outras 10 trabalhando no seu escritório em Cuiabá. A ideia é que o gabinete seja enxuto, principalmente quanto aos cargos comissionados. "Essa quantidade é mais que suficiente. Queremos economizar o dinheiro público", frisou o parlamentar. Da equipe que vai atuar em Brasília, ao menos oito nomes já foram definidos, sendo seis funcionários concursados do próprio Congresso e outros dois contratados.

Em média a verba para gabinete de cada senador varia entre R$ 80 mil a R$ 100 mil por mês. Tendo como base o valor dos salários, podem ser contratados nove servidores de carreira e 11 comissionados. Apesar da equipe de Taques ultrapassar essa quantidade, ele ressalta que os cargos comissionados não passarão de seis. O parlamentar também passa longe do limite de funcionários permitido, que é de 79 pessoas para cada senador.

O ex-governador e também estreante no Senado, Blairo Maggi (PR), também está definindo sua equipe. Até o momento o republicano já nomeou cinco pessoas, sendo três comissionados e dois efetivos do Congresso. Assim como Taques, Maggi já adiantou que terá um grupo pequeno de funcionários a sua volta e que a maioria deve ser escolhida em Brasília. Entre os mato-grossenses que seguirão junto com ele para a Capital federal está o ex-secretário-chefe da Casa Civil, major da PM Eumar Novacki, que ficou conhecido como o "braço-direito" de Maggi na época em que esteve à frente do Paiaguás.

Por: Laura Nabuco
Fonte: RD News

Inscrições para o Cuiabá-Vest estão abertas

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Inscrições para o Cuiabá-Vest estão abertas


As inscrições para o cursinho pré-vestibular, o Cuiabá-Vest, estão abertas através do site da Prefeitura através do link: http://www.cuiaba.mt.gov.br/cuiabavest/index.jsp.De acordo com o coordenador executivo da Funec, professor Mario Antonio Moisés Nadaf, será ofertado 2.530 vagas nos seguintes pólos:

· 01- Centro I Capela Santa Rita – Avenida Dom

Bosco - esquina com a 13 de junho

Noturno 300 vagas

· 02- Centro II Capela Santa Rita – Rua 13 de junho

- esquina com a Av. Dom Bosco

Noturno 250 vagas

· 03- Centro III Capela Santa Rita - Rua 13 de junho

– esquina com a Av. Dom Bosco

Matutino 300 vagas

· 04- Centro IV Capela Santa Rita – Rua 13 de junho

esquina com a Av. dom Bosco

Vespertino 250 vagas

· 05- CPA II Centro Comunitário – Av. Acre s/nº. Noturno 250

· 06- Coxipó Sub Prefeitura – Av. Palmiro Paes de

Barros s/n - Noturno 180 vagas

· 07- Jardim Paulista - EEEM Pe. Ernesto Camilo Barreto Noturno 150

· 08- Pedra 90 - Salão Paroquial da Capela São Pedro Noturno 170 vagas

· 09- Pedregal - UPC Delmira Monteiro de Figueiredo Noturno 250 vagas

· 10- Santa Izabel - EMEB Ranulpho Paes de Barros Noturno 130 vagas

11- Tijucal CRAS – Avenida Espigão s/nº. Noturno 070 vagas

12 - 1º de Março - Centro Comunitário Noturno 230 vagas

Uma novidade será a abertura do pólo do bairro Jardim Santa Isabel. "A nossa expectativa é aprovar o máximo de alunos no Enem e nos Vestibulares das Universidades Públicas”, salientou Nadaf.

Os interessados em participar do cursinho devem se inscrever através do site da Prefeitura de Cuiabá, através do link: http://www.cuiaba.mt.gov.br/cuiabavest/index.jsp. A taxa de inscrição é de R$ 20,00 vão até o dia 28 de Fevereiro de 2011.

Outras Informações podem ser obtidas através do Edital 001/2011/CUIABA-VEST no site da Prefeitura – item: Editais ou pelos telefones (65) 3322-4775, ou através do e-mail:funec@cuiaba.mt.gov.br e funec.cuiabavest@gmail.com. 

Suplente de vereador do PDT é assassinado a tiros após discussão

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Suplente de vereador do PDT é assassinado a tiros após discussão

De Sinop - Alexandre Alves
Suplente de vereador do PDT é assassinado a tiros após discussão
O suplente de vereador em Nova Ubiratã (490 km de Cuiabá) Elton Carlot (PDT), de 40 anos, foi morto a tiros, nesta segunda-feira, de manhã, após uma discussão em frente a um posto de saúde no distrito de Entre Rios.

A Polícia Técnica (Politec) de Sinop foi ao local para fazer o laudo e ainda não há informações de quantos tiros Elton levou, nem a motivação do crime. 

Homem é preso acusado de estuprar enteada

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Por volta das 23h do último sábado (29) a Guarda Municipal de Indaiatuba foi acionada para verificar uma discussão na rua Elvas, no Vale das Laranjeiras. Ao chegar no local encontrou uma família discutindo. A mulher disse que o motivo era que seu marido tinha tentado estuprar sua filha, enteada dele. Os outros filhos confirmaram a acusação.

A vítima, uma menina de apenas 10 anos foi encaminhada ao Haoc (Hospital Augusto de Oliveira Camargo) onde se elaborou um laudo médico que concluiu a suspeita de abuso sexual, mas foram solicitados exames mais detalhados para o IML (Instituto Médico Legal).

Na delegacia foi elaborado um boletim de ocorrência de tentativa de estupro e a vítima afirmou ter sido estuprada outras vezes pelo padastro, que negou as acusações. O homem acabou preso em flagrante e a criança recebeu acompanhamento de uma assistente social e conselheira tutelar. Em seguida foi entregue à mãe.

Padrasto é preso acusado por abuso sexual em Planalto

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Uma adolescente de 14 anos foi vítima de estupro neste domingo (06), em Planalto. O fato aconteceu por volta das 13h, envolvendo seu padrasto, Adão Volnei Teles. Segundo informações, o homem, que estava embriagado e armado com uma faca, exigiu que a enteada tirasse suas roupas, quando passou a manter relações sexuais com a mesma. O ato foi percebido pela mãe da vítima, que acionou a Polícia Militar. A menor disse que desde os 07 anos de idade sofre ameaças do padrasto sendo obrigada a manter relações sexuais com ele. Também contou que sua irmã, que é deficiente mental, sofre abuso sexual. As vítimas eram ameaçadas de morte caso contassem para alguém. Adão foi encontrado pela polícia e confirmou o fato, sendo conduzido a 59ª DRP, em Capanema, junto com as vítimas.

Detido por abuso sexual de menor

Detido por abuso sexual de menor 2011/02/07
Um homem foi detido pela pela Directoria do Norte da Pol�cia Judici�ria, suspeito de abuso sexual de uma menor de 13 anos de idade, sua familiar pr�xima, na zona de Santa Maria da Feira, anunciou esta segunda-feira.

O detido tem 44 anos e �vai ser presente a interrogat�rio judicial para aplica��o das medidas de coac��o tidas por adequadas�, segundo a PJ.

Saiba como evitar que seus filhos sejam vítimas de pedófilos na internet

Saiba como evitar que seus filhos sejam vítimas de pedófilos na internet

Saiba como evitar que seus filhos sejam vítimas de pedófilos na internet

Os pais precisam estar atentos ao conteúdo acessado pelas crianças e pelos adolescentes e criar um ambiente favorável para que os filhos possam relatar qualquer indício de aliciamento

Da Redação do pe360graus.com
Reprodução/TV Globo
Foto: Reprodução/TV Globo
As crianças e os adolescentes costumam passar muito tempo navegando na internet. No entanto, os pais precisam tomar cuidado e controlar essa prática dos filhos. É o que alerta a Polícia Federal para evitar que eles sejam vítimas de pedófilos, aqueles criminosos que tentam se relacionar com menores para fins sexuais.

O chefe de Comunicação Social da Polícia Federal, Giovani Santoro (foto 1), explica em que sites isso acontece com mais freqüência. “Os locais em que esses pedófilos costumam atacar as crianças é em todos os sites de relacionamento: Facebook, MSN, Orkut e também através de e-mails. Eles utilizam todos esses tipos para tentar cooptar as crianças para os seus instintos criminosos”, afirma.

As estratégias mais diversas possíveis são utilizadas pelos pedófilos para se aproximar dos meninos e das meninas. “Primeiro eles querem ganhar a confiança das crianças e fazem perguntas para saber o que elas gostam e oferecem presentes. Então quando a criança passa a ter confiança nesse adulto, o próximo passo é fazer com que marquem um encontro, onde começam a falar de sexo de forma bastante sutil”, conta Giovani Santoro.

Qualquer equipamento pode ser utilizado por eles para aliciar as crianças. “Atualmente, na Polícia Federal, temos dez inquéritos que está apurando envolvimento de adultos com pedofilia. Aparentemente, pode parecer um número baixo, mas não é se levarmos em conta que pode haver outras pessoas envolvidas ou até mesmo uma rede”, afirma o chefe de comunicação da Polícia Federal.

Com relação à punição para casos de pedofilia, a lei está mais severa desde 2008, quando ocorreu uma mudança no Estatuto da Criança e do Adolescente. “Agora, se a pessoa tiver fotos ou filmes envolvendo crianças armazenadas em seus computadores, ela pode ser presa. A pena de reclusão varia de um até oito anos de reclusão”, explica Giovani Santoro.

ORIENTAÇÃO PARA OS PAIS
Os pais têm um papel fundamental para evitar que seus filhos sejam vítimas da pedofilia. “Primeiro, os pais têm que ter uma cumplicidade com os filhos para que, no primeiro sinal de perigo em que ele seja aliciado pelo pedófilo na internet, ele possa contar ao pai o que está acontecendo. Então informação e cumplicidade são importantes. Além disso, o computador tem que estar em um local acessível da casa para que todos que forem passando possam ver o que ele está acessando”, diz o assessor da Polícia Federal.

Quem também concorda que o diálogo é a melhor forma de os pais protegerem os filhos da ação dos pedófilos é o professor do departamento de psicologia da Universidade Federal de Pernambuco, Luciano Meira (foto 2).

 “A busca do pedófilo é por crianças vulneráveis, que não encontram acolhimento seja na escola ou na família. É preciso ganhar a confiança do filho e construir um ambiente de acolhimento para a criança poder contar e manter o diálogo com os pais. É necessária certa ordem para a construção de uma criança saudável. Esse disciplinamento passa pelo número de horas que se passa na internet todos os dias”, afirma o professor.

O cuidado com as fotos publicadas pelas crianças e pelos adolescentes na internet também é um procedimento essencial. “O adulto tem que bloquear, nessa página de relacionamento, por exemplo, fotos em que a criança aparece no carro em que a placa identifica o endereço ou foto da residência. E nunca colocar endereço da casa ou do colégio”, alerta Giovani Santoro.

Existem na internet alguns programas disponíveis gratuitamente que podem ajudar os pais nesse controle. “São programas que identificam certas palavras que são comumente usadas em sites pornográficos ou dessa natureza”, explica Luciano Meira.