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Luciano Queiroz é acusado de intimidar policiais federais e impedir investigação de crimes de pedofilia.
O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) acatou parecer do Ministério Público Federal (MPF) que pedia o recebimento da denúncia contra Luciano Queiroz, ex-procurador-geral do Estado de Roraima. Além dos crimes de pedofilia, que levaram à sua prisão em junho de 2008 pela Operação Arcanjo, Queiroz é acusado de ter impedido a atuação da Polícia Federal (PF) durante as investigações.
De acordo com a denúncia, dois agentes da PF faziam ronda perto da casa do ex-procurador Geral, usando veículo descaracterizado para apurar se ele estaria acompanhado de uma suposta aliciadora e de uma menor de idade, com intuito de fazer programa sexual. Ao perceber o monitoramento, o ex-procurador teria acionado a Polícia Militar do estado, que apreendeu indevidamente o veículo da Polícia Federal sem deixar que os agentes da PF comprovassem a regularidade do veículo, frustrando as investigações.
A Procuradoria da República em Roraima ofereceu denúncia à Justiça Federal, argumentando haver provas e indícios suficientes da autoria dos crimes praticados pelos agentes públicos. O juiz de primeira instância entretanto entendeu não haver por parte do réu conhecimento sobre do que se tratava a operação policial, dado o sigilo da investigação, rejeitando a denúncia por ausência de conduta criminosa.
Contudo, para o procurador regional da República, Francisco Marinho, a prática do ato teve como motivação intimidar policiais federais e impedir a investigação dos crimes de pedofilia. “Não resta dúvidas de que o denunciado Luciano Queiroz tinha conhecimento de que estava sendo investigado pela Polícia Federal, dado que percebeu o monitoramento em curso e confessou tal circunstâncias a outras autoridades”, explicou o procurador.
A 4ª Turma do TRF1 acatou por unanimidade o parecer do MPF e determinou que a denúncia seja recebida, dando início à ação penal. O então comandante geral da Polícia Militar de Roraima, Márcio Santiago, e o diretor de Segurança para o Trânsito do Detran/RR, José Ricarte de Alencar, também responderão à ação.
Assessoria de Comunicação
Procuradoria Regional da República - 1ª Região






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