De Brasília - Marcos Coutinho / Da Redação - Priscilla Vilela
Foto: Guilherme Blatt/Secom/MT

O governador Silval Barbosa (PMDB) em apelo a ministra Gleisi Hoffmann, da Casa Civil, cobrou um maior engajamento do Governo Federal para a viabilização da ferrovia Cuiabá-Santarém, cuja extensão é de 1,6 mil quilômetros.
“Queremos que o Governo Federal se envolva neste caso, porque é um projeto estratégico não só para o Mato Grosso, mas para todo o Brasil”, declarou o chefe do Executivo em entrevista exclusiva ao Olhar Direto e Valor Econômico logo após deixar a reunião com a ministra no Palácio do Planalto.
Silval destaca ainda que as conversações estão muito avançadas e é preciso que o governo e a União destravem as questões burocráticas e jurídicas.
“Eles já vieram seis vezes para o Mato Grosso e nós fomos duas vezes para a China. O interesse é muito grande da China National Machinery Corporation (CMC), Empresa de Engenharia Ferroviária da China (Crec) e outras estatais chinesas. Os chineses estão dispostos em investir até doze bilhões”.
Ainda segundo o governador as estatais chinesas do segundo grupo empresarial já demonstraram interesse também na Ferrovia que liga Cuiabá a Rondonópolis.
Uma das intenções do grupo chinês é construir a linha férrea para tornar mais ágil e eficiente o escoamento da soja de cidades como Lucas do Rio Verde, Sorriso e Sinop, no norte do Mato Grosso. Hoje esse trajeto é feito pela rodovia BR-163, que passa pelas mesmas cidades.
“Lá (na China), eles tem um ritmo muito rápido de construção e sem muitos entraves burocráticos como ocorre no Brasil. Por isso esse envolvimento do Governo Federal no sentido de destravar as questões burocráticas é essencial”, ressaltou.
“Queremos que o Governo Federal se envolva neste caso, porque é um projeto estratégico não só para o Mato Grosso, mas para todo o Brasil”, declarou o chefe do Executivo em entrevista exclusiva ao Olhar Direto e Valor Econômico logo após deixar a reunião com a ministra no Palácio do Planalto.
Silval destaca ainda que as conversações estão muito avançadas e é preciso que o governo e a União destravem as questões burocráticas e jurídicas.
“Eles já vieram seis vezes para o Mato Grosso e nós fomos duas vezes para a China. O interesse é muito grande da China National Machinery Corporation (CMC), Empresa de Engenharia Ferroviária da China (Crec) e outras estatais chinesas. Os chineses estão dispostos em investir até doze bilhões”.
Ainda segundo o governador as estatais chinesas do segundo grupo empresarial já demonstraram interesse também na Ferrovia que liga Cuiabá a Rondonópolis.
Uma das intenções do grupo chinês é construir a linha férrea para tornar mais ágil e eficiente o escoamento da soja de cidades como Lucas do Rio Verde, Sorriso e Sinop, no norte do Mato Grosso. Hoje esse trajeto é feito pela rodovia BR-163, que passa pelas mesmas cidades.
“Lá (na China), eles tem um ritmo muito rápido de construção e sem muitos entraves burocráticos como ocorre no Brasil. Por isso esse envolvimento do Governo Federal no sentido de destravar as questões burocráticas é essencial”, ressaltou.






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