Homem que abusou de enteada também teria estuprado neta em Corumbá

Diário Online/NG


Jorge Borges Queiroz, 44 anos, indiciado pela Delegacia de Atendimento à Infância, Juventude e do Idoso (DAIJI), em Corumbá, por estupro de vulnerável praticado contra a enteada de 06 anos de idade, também é apontado como autor do mesmo crime contra outra criança, 7 anos. Desta vez, a vítima é sua própria neta.
Em depoimento na Delegacia, ele confessou que abusou da neta, antes de praticar o crime contra a enteada. De acordo com ele, em 2010, enquanto sua filha ia trabalhar e deixava a criança em casa, ele aproveitava para abusar da menina. Ele não soube precisar quantas vezes cometeu o ato, mas afirmou que foram "algumas vezes".
A delegada titular da DIAJI, Priscila Anuda Quarti Vieira, também indiciou Jorge pelo abuso praticado contra a neta. Ele está preso no Estabelecimento Penal Masculino. A Polícia chegou até ele depois que a enteada foi levada ao médico pela mãe. A menina reclamava de dores ao urinar e a mãe a levou ao pronto-socorro, onde o médico plantonista constatou que a criança estava com herpes genital.
O caso foi comunicado ao Conselho Tutelar e a DAIJI, que iniciou investigação, inclusive com declarações da vítima, e chegou até Jorge. Ele foi detido e confessou o abuso à enteada e também à neta.
"Geralmente, em casos de abuso, a gente sabe que a pessoa não pratica apenas com uma vítima e, no depoimento, ele acabou confessando. Chamamos a filha dele aqui e comunicamos o crime. A garota também confirmou, mas como se passou algum tempo, estamos num trabalho junto à psicóloga para coletar detalhes", disse. A criança não apresentou sintomas de DST, segundo a polícia.
O inquérito policial deve ser concluído na próxima semana, quando os laudos definitivos do exame de corpo de delito das duas crianças devem ficar prontos.
Anderson Gallo
Jorge confessou crimes e, agora, está detido no Estabelecimento Penal Masculi
Em Corumbá, denúncias de abuso sexual contra crianças e adolescentes podem ser feitas nas unidades do CRAS; no Conselho Tutelar, que também tem o telefone gratuito 0800 647 4488; ou na DAIJI, cujos telefones são: 3907-5127 e 3907-5126. A delegada lembra que mesmo suspeitas podem ser relatadas e de forma anônima.

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