Gilson Nasser
Da Redação
Da Redação
Após receber uma liminar determinando seu retorno a Câmara de Cuiabá, o vereador Ralf Leite (DEM) comemorou a decisão do presidente do STJ (Superior Tribunal de Justiça), ministro Ari Pagendler, e desabafou após quase três anos sendo constantemente criticado. “Não cometi nenhum ato de improbidade; não me apropriei de dinheiro público e mesmo assim fui cassado da forma mais vexatória possível. A Justiça divina tarda, mas não falha”, declarou o vereador em entrevista a Rádio CBN Cuiabá (AM 590).
Ralf Leite recordou que existem dois pareceres do Ministério Público Estadual, por meio do promotor José Basílio, e um do Ministério Público Federal, pelo seu retorno ao legislativo da capital. Além disso, ele foi inocentado na Justiça das acusações de ter abusado de um travesti menor de idade na região do Zero Quilômmetro, fato que resultou em sua cassação. “Só com a minha inocência na Justiça, já existia uma obrigação moral de eu retornar a Câmara. Agora, foram comprovados os vícios no processo da cassação”, afirmou.
Questionado se irá disputar a reeleição, após reverter também sua inelegibilidade, o vereador disse que ainda não discutiu essa possibilidade com o partido, nem com seu grupo político. “Não registrei minha candidatura e isso só ocorrerá se algum candidato recuar. É uma questão que, primeiramente, cabe ao partido”, frisou.
Sobre o recebimento dos salários referente aos 35 meses em que ficou cassado - cerca de R$ 320 mil -, o vereador destacou que essa é uma questão de competência de sua advogada, Débora Simone. “Estou focado em concluir meu mandato, o qual nunca deveria ter saído”, assinalou.






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