Sydney - A mãe do fundador do WikiLeaks, o australiano Julian Assange, que se apresenta nesta sexta-feira à justiça londrina para tentar impedir a sua extradição para a Suécia, acusou o governo da Austrália de ter abandonado o seu filho.
Christine Assange disse que o ex-primeiro-ministro e actual chanceler Kevin Rudd não cumpriu com as suas promessas de dar assistência diplomática a seu filho, acusado de estupro na Suécia.
"Nem mesmo deram a Julian o notebook que prometeram publicamente e de que ele precisava para preparar o julgamento quando estava na prisão", escreveu a mãe do fundador do WikiLeaks numa carta de oito páginas, que ela mesma entregou ao gabinete do ministro.
"Que eu saiba, não apresentaram protesto diplomático algum à Suécia pelos abusos em termos de direitos legais e humanos do meu filho, nem aos Estados Unidos, por incitarem o sequestro e o homicídio", de Julian Assange.
Christine Assange disse ainda que Rudd deveria renunciar se não pedir à Suécia que suspenda a extradição e diga aos Estados Unidos para processar quem ameaçar o seu filho.






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