Dilmar quer parceria para funcionamento do Hospital Municipal de Sinop

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O deputado estadual Dilmar Dal’Bosco (DEM) acompanha a comitiva do governador Silval Barbosa (PMDB), em Brasília, que logo mais, às 19h30, se reunirá com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, para tratar, entre outros assuntos, da abertura do Hospital Municipal de Sinop (500 km ao norte da capital).
“Sabemos que o governo estadual e a Prefeitura de Sinop não possuem recursos para equipar e manter essa unidade, que deve concentrar toda a demanda de saúde do Nortão. Por isso, vamos propor ao ministro que o Hospital Municipal seja administrado por meio de uma Parceria Público- Privada, um modelo de gestão que deu certo nos estados de São Paulo e Santa Catarina”, afirmou Dilmar.
Atualmente, a Parceria Público-Privada (PPP) é o assunto em evidência nas administrações públicas de todo o País, principalmente no Governo Federal. Trata-se de um modelo mais avançado de contratação administrativa, onde a participação de investidores privados dão maiores garantias de retorno dos investimentos, flexibilização na execução do contrato, repartição de riscos etc.
Estas parcerias já deram certo na Inglaterra, México, Chile, Portugal e outros países, tendo sido investidos bilhões de dólares em projetos nas áreas de transporte (rodovias, ferrovias, aeroportos, portos), saúde (hospitais), segurança pública (prisões), defesa, educação (rede de escolas) e gestão de patrimônio imobiliário público. O fortalecimento dos hospitais regionais e também os Prontos Socorros de Cuiabá e Várzea Grande, a construção do hospital universitário, construção das UPAs e o fim das filas de cirurgias eletivas também serão discutidas com o ministro Alexandre Padilha.
NOVA GESTÃO - O novo modelo de gestão foi sugerido pelo ex-deputado estadual Dilceu Dal’Bosco (DEM), que em dezembro de 2009 apresentou um estudo comparativo ao então governador Blairo Maggi (PR). Neste documento, ficou provado que o gasto médio com internação em uma unidade pública é seis vezes maior que o tratamento realizado em unidades filantrópicas e privado.
No estudo, Dilceu apontou que, enquanto o governo destina, em média, R$ 7 mil, para internações no Hospital Regional de Sorriso, o mesmo atendimento feito no Hospital Santo Antônio (Instituição Filantrópica de Sinop) sai por pouco mais de R$1 mil, sendo que este tem ainda menor média de permanência e de mortalidade.

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