Gisa Barros se destaca na Câmara com postura firme, independente e em defesa da população

Vereadora mantém coerência, fiscaliza o Executivo e se posiciona contra o inchaço da máquina pública

João Batista destaca atuação de Daniel Monteiro: “O vereador mais técnico e atuante de Mato Grosso”

vereador Daniel Monteiro, que vem se destacando por uma postura independente, técnica e coerente, especialmente nas discussões sobre políticas públicas e responsabilidade fiscal.

Ativista João Batista exalta Antonio Joaquim como patrimônio da educação em MT: “Referência ética, técnica e humana”

Professor e defensor dos direitos da infância destaca atuação exemplar do conselheiro do TCE-MT, que articula investimento histórico de R$ 120 milhões em creches no estado

Deputada Gisela propõe fim do cartão de crédito consignado para conter endividamento

 

Deputada Gisela propõe fim do cartão de crédito consignado para conter endividamento

A deputada Gisela Simona (União-MT) apresentou no plenário da Câmara Federal, PL de nº 4698/2025, que extingue a modalidade de cartão de crédito consignado no país.

Sob o argumento que os consumidores quase sempre não são devidamente informados sobre o que estão contratando, já que comumente eles são apresentados como se fossem um empréstimo pessoal, contudo, gerando dívidas estratosféricas.

Em especial, à aposentados, pensionistas, militares, servidores públicos e mais, recentemente, a trabalhadores da iniciativa privada, que oferecem como contrapartida seu Fundo de Garantia do Tempo de Serviço(FGTS).

Para a parlamentar, faz-se necessário colocar um ponto final à este tipo de empréstimo, não só como forma de cumprir a legislação mas, sobretudo, para acabar com o superendividamento que já trouxe sérios problemas há milhares de famílias brasileiras. "Este endividamento predatório, infelizmente, atinge mais de metade da população brasileira. E tem levado muitos servidores públicos até ao suicídio em razão das dívidas contraídas".

Pela proposta apresentada esta semana e já sob análise da Câmara, quaisquer instituições financeiras estarão proibidas de oferecer, contratar ou renovar operações nesse formato de crédito. E para aqueles que já têm estes contratos, eles poderão ser convertidos para empréstimos tradicionais, com valores e prazos claros.

"O PL - de nº 4698 de 2025 - quer colocar fim a um produto financeiro que existe no Brasil desde 2003 e que desde o seu nascedouro é, na verdade, uma afronta ao Código de Defesa do Consumidor, ao negar o direito à uma informação clara e precisa. Assim, muitos que realizam a contratação deste cartão, após o saque do valor depositado na sua conta bancária, descobrem que este empréstimo, descontado direto na folha do pagamento, não tem prazo fixo a pagar e, pior, o consumidor não sabe o valor final do empréstimo que fez, o que fere totalmente o artigo 52 do CDC".

"Prova disto que Tribunais de Justiça de diferentes estados já têm reconhecido estas cobranças como desmedidas e abusivas, determinando a devolução de valores cobrados e, em algumas situações, indenizando as perdas por danos morais", ainda diz a parlamentar unista, lembrando que se o PL for aprovado, milhares de brasileiros vão poder colocar fim à dívidas intermináveis, resultado comum desssa modalidade de crédito.

O PL revoga dispositivos legais que hoje reservam parte da margem consignável de até 5% da renda de aposentados e beneficiários do INSS, para uso exclusivo deste cartão. E de acordo com Gisela Simona, embora essa modalidade de crédito tenha sido criada com a promessa de taxas menores, o custo total acaba sendo muito alto por falta de informações claras sobre o serviço, prazo para pagamento, valor das parcelas, além de tarifas e seguros embutidos.

A parlamentar ainda explica que esse mecanismo leva o consumidor a permanecer preso ao crédito rotativo, acumulando juros de forma indefinida e sem conhecimento real sobre os valores que serão pagos ao final do prazo. "Essa modalidade de cartão, onde você tem um desconto dentro da sua margem de crédito, é um verdadeiro absurdo. Causa endividamento excessivo ao cidadão, o desconto. é automático, comumente, é o valor mínimo da fatura e já vem embutido na folha de pagamento ou do benefício previdenciário. Assim, o consumidor não sabe, de fato, quanto deve e quando vai colocar fim ao empréstimo contraído".

Flávia Moretti articula emendas para Várzea Grande com deputado Coronel Assis

 

Flávia Moretti articula emendas para Várzea Grande com deputado Coronel Assis

A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), encerrou a agenda em Brasília ontem (24), na busca de recursos parlamentares com senadores e deputados federais, numa reunião com o deputado federal Coronel Assis (União), resultando em novos compromissos de investimentos para o Município.

Coronel Assis assegurou o encaminhamento de emendas voltadas para áreas prioritárias da cidade, como Saúde, Assistência Social e Segurança Pública, como a construção do Batalhão da Guarda Municipal, destinação de um ônibus para atender ao transporte de idosos do Centro de Convivência Vovô Zeid e a instalação de um sistema de aquecimento da piscina do mesmo espaço, beneficiando diretamente os frequentadores.

Com a nova rodada de articulações, a prefeita Flávia Moretti destacou que os investimentos são fundamentais para atender demandas históricas da população e ampliar a qualidade dos serviços públicos em Várzea Grande.

“Encerramos nossa agenda em Brasília com a certeza de que Várzea Grande segue avançando. O deputado Coronel Assis tem sido um grande parceiro da nossa cidade, destinando recursos que chegam para áreas essenciais. Cada investimento auxiliará a qualidade dos serviços que prestamos à população. É assim, com diálogo e articulação, que estamos garantindo obras, equipamentos e melhorias que fazem diferença no dia a dia da nossa gente”, destacou a prefeita Flávia Moretti.

O deputado reafirmou o compromisso com Várzea Grande e destacou que os investimentos já realizados, e os que ainda virão, fazem parte de uma parceria sólida com a gestão, voltada para melhorar a infraestrutura e a qualidade de vida da população. “Eu, como filho da cidade, ajudo a nossa cidade, e isso aqui é só o início. No ano que vem temos projeto da revitalização de pontos de ônibus, obras de asfalto e com certeza esse é só o início da nossa grande parceria em prol da nossa cidade. Contem conosco e vamos trabalhar pela nossa querida Várzea Grande”, disse Assis.

Somente neste ano, Coronel Assis já destinou, por meio de emendas de bancada, cerca de R$ 10 milhões em recursos para obras de infraestrutura em Várzea Grande. Entre as entregas previstas ainda para 2025 estão 14 veículos para reforçar a frota da saúde, 97 bicicletas que serão disponibilizadas aos agentes comunitários de saúde e um conjunto de máquinas, tratores, pás-carregadeiras e retroescavadeiras para apoiar os trabalhos de manutenção urbana, como a limpeza e corte de grama.

Em anos anteriores, o parlamentar já havia direcionado aproximadamente R$ 25 milhões ao Município, incluindo R$ 5 milhões que garantiram a conclusão do campus do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT) no bairro Chapéu do Sol.

Após invertida do governador, vereadora quer carta de liberação para deixar o União Brasil

 

Após invertida do governador, vereadora quer carta de liberação para deixar o União Brasil
Michelly Alencar cobrou mais diálogo no partido e foi rebatida por Mauro Mendes

Conteúdo/ODOC - Depois da fala do governador Mauro Mendes (União) sobre a cobrança da falta de articulações para 2026, a vereadora Michelly Alencar (União), em réplica, disse à imprensa que já teve “uma resposta” e que a fala do governador foi “o sinal” de que não precisa estar no partido para a disputa das eleições do próximo ano.

Mauro Mendes, perguntado sobre a cobrança da parlamentar, disparou que “talvez o diálogo não esteja ainda disponível para todos os vereadores do Estado, mas o diálogo está sendo feito com quem precisa feito nesse momento”.

Questionada sobre a declaração de Mendes, Michelly Alencar disse que “já tive uma resposta, eu até agradeço. A imprensa sempre fazendo pontes. Se a discussão não chegou em quem tinha que chegar, se eu não faço parte dessa discussão, mesmo sendo a única vereadora do partido de Cuiabá com a intenção de disputa para o pleito do ano que vem, e eu não preciso estar dentro das discussões. Isso me dá o sinal de que eu não preciso estar no partido”, declarou.

“Assim, eu sinto que foi aí um encaminhamento dado pelo governador que eu nem preciso estar lá”, emendou Michelly Alencar que falou ainda em carta de liberação do União Brasil.

“Acho que está tudo certo, tudo ótimo, eu jamais serei inconveniente, se eu não preciso estar lá, só me dá minha carta, estarei lá pronta para pegar minha carta e conversar com outros partidos”, completou a parlamentar.

Vice-prefeito defende independência econômica de Várzea Grande

 

Vice-prefeito defende independência econômica de Várzea Grande

O vice-prefeito de Várzea Grande, Tião da Zaeli (PL), foi enfático ao abrir a audiência pública realizada ontem (24), destacando que a atual gestão tem como prioridade a geração de emprego e renda e a construção de uma cidade que atenda às necessidades de seus moradores.

“Temos uma pauta extensa de demandas básicas, mas que impactam diretamente o desenvolvimento e a vida da população. Várzea Grande não pode continuar sendo apenas uma cidade dependente de Cuiabá. Precisamos ser independentes, úteis para todos, e só ir à capital por lazer, não por necessidade”, afirmou Tião da Zaeli. O vice-prefeito ainda reforçou: “A administração atual é popular e formada por pessoas que vivem o dia a dia do Município. Temos resolvido problemas que se arrastavam há décadas”.

A audiência, solicitada pelo vereador Rogério França, o Rogerinho da Dakar (PSDB), debateu temas como abertura de empresas, regularização de imóveis, melhorias urbanas, fortalecimento do comércio, mobilidade urbana e acessibilidade. A mesa foi composta por representantes da Prefeitura, do setor produtivo, do Judiciário e de entidades da sociedade civil.

DEMANDAS DE MOBILIDADE URBANA - As principais cobranças de comerciantes e empresários foram ligadas ao projeto de duplicação da Rodovia dos Imigrantes. O acesso às regiões do Bonsucesso e Souza Lima e a ausência de retornos próximos em trechos com postos de combustíveis e conveniências, e, instalação de pedágio foram criticados. Também houve cobrança pela construção de um viaduto no Trevo do Lagarto.

O vice-prefeito apresentou uma alternativa: “Já temos um retorno interno projetado no bairro Bonsucesso, que garante segurança e mobilidade. Todo desenvolvimento traz impactos positivos e negativos, mas precisamos buscar soluções inteligentes”, afirmou.

OUTROS PONTOS DISCUTIDOS:

- Travessia perigosa da Avenida da FEB

- Necessidade de inversão de mão da Avenida Couto Magalhães

- Estudo de estacionamento rotativo para fortalecer o comércio local

- Problemas com cabeamentos em excesso

- Estrangulamento da região do Zero KM

- Fiscalização do comércio informal em horários irregulares

- Melhoria na mobilidade em polos e setores, com faixas específicas para motos e carros

O coordenador de Mobilidade Urbana, Cidomar Arruda, disse que já foram realizados estudos técnicos nas principais avenidas da cidade: “A mobilidade é cara e exige recursos. Temos alternativas paliativas, mas precisamos garantir investimentos para viabilizar as soluções definitivas”, afirmou.

DEMANDAS FISCAIS E ABERTURA DE EMPRESAS - Empresários e contadores relataram dificuldades no processo de abertura e regularização de empresas em Várzea Grande. As queixas incluíram burocracia para emissão de alvarás e habite-se, falta de extratos online de dívidas e problemas no atendimento da gestão fazendária.

Em resposta, representantes da Prefeitura esclareceram que:

- O município não bloqueia notas fiscais por dívidas

- Existe a possibilidade de emissão de nota fiscal avulsa

- Nenhum fiscal está autorizado a ameaçar contribuintes, apenas a aplicar o que a lei prevê

- A vinculação entre habite-se e alvará é cumprimento legal

- Diferenças de valores em alvarás seguem zoneamento e precisam ser atualizadas em lei pela Câmara Municipal

DESENVOLVIMENTO URBANO - A secretária de Desenvolvimento Urbano, Regularização Fundiária e Habitação, Manoela Rondon, anunciou que uma nova lei permitirá flexibilização para imóveis já consolidados, garantindo alvarás e habite-se condicionados a outras exigências, como normas sanitárias e de segurança. “Queremos dar viabilidade a comércio e resolver o grande passivo fundiário da cidade. Imóveis construídos em desacordo com índices urbanísticos terão prazo de até três anos para regularização”, explicou.

O secretário de Meio Ambiente, Ricardo Amorim, destacou a implantação de um novo software para agilizar licenciamentos, a criação de cinco ecopontos e ações contra alagamentos, em parceria com o Ministério do Meio Ambiente.

SEGURANÇA E FISCALIZAÇÃO - O comandante da Guarda Municipal, Juliano Lemos, destacou o trabalho de policiamento comunitário em áreas comerciais e no Cristo Rei, além de ações de apoio aos moradores em situação de rua e combate aos crimes ambientais. Ele também apresentou o “Via Azul”, programa lançado pela prefeita Flávia Moretti para melhorar o tráfego em horários de pico.

No encerramento, o vereador Rogerinho da Dakar reforçou que as demandas apresentadas pela Gestão Municipal serão levadas à Assembleia Legislativa e aos governos estadual e federal. “Queremos unir Legislativo, Executivo e sociedade para buscar soluções conjuntas que fortaleçam o comércio, gerem empregos e melhorem a vida em Várzea Grande”, afirmou.

Participaram ainda os vereadores Samir Katumata (PL) e Alziel Feitosa (NOVO); a promotora de Justiça Michelle de Miranda Rezende Vilela Germano; o presidente da FCDL-MT, David Pintor; o presidente da CDL-VG, Luiz Roberto da Silva; além dos secretários municipais Manoela Rondon (Desenvolvimento Urbano, Regularização Fundiária e Habitação), Ricardo Amorim (Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável), Ina de Maria (Assuntos Estratégicos), Louriney dos Santos (Defesa Social), Mário Quidá Neto (Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Turismo), Maurício Magalhães (Procuradoria-Geral), Zilmar Dias da Silva (DAE-VG), Gerson Scalon (Serviços Públicos) e Rafael Odílio (Gestão Fazendária). Representantes da ACIVAG, OAB-MT, CRC-MT, CRECI-MT, Fiemt, do Sindicato dos Bares e Restaurantes e da Associação das Imobiliárias também marcaram presença.

Jayme Campos pede que Governo Federal tenha “misericórdia" do povo da BR-242

 

Jayme Campos pede que Governo Federal tenha “misericórdia" do povo da BR-242
Pavimentação da BR-242 entre Santiago a Gaúcha do Norte é considerada estratégica, e permitirá a ligação rodoviária entre a BR-163 e a BR-158

O senador Jayme Campos (União-MT) cobrou do Governo Federal agilidade para a liberação das obras do lote A da BR-242, no trecho entre Santiago do Norte e Gaúcha do Norte. Durante reunião no Ministério dos Transportes, nesta quarta-feira, 24, ele chegou a pedir que o Governo tenha ‘misericórdia’ da população que depende da rodovia: “Desde o meu primeiro mandato como senador estamos nessa luta sem fim” – apelou o parlamentar.

Campos saudou a persistência e luta do líder Odir José Nicolodi, mais conhecido como “Caçula”, um dos colonizadores de Santiago do Norte. “Demonstra resiliência: nunca faltou ânimo para continuar lutando pelos principais objetivos desse movimento” – acrescentou. A comunidade de Santiago do Norte, continua persistente na busca pelo asfaltamento ligando o Nortão ao Araguaia.

As obras da BR-242 estão listadas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Ao todo, são 87 quilômetros entre Santiago do Norte a Gaúcha do Norte.

No encontro com dirigentes do Ministério dos Transportes, a Comissão Pró-BR-242 insistiu na liberação ambiental para mais 24 quilômetros e uma ponte no trajeto. Do encontro participaram ainda representantes do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), Ibama e Funai, além de parlamentares da bancada federal. A previsão é de que até janeiro o Ibama tenha condições de emitir as licenças necessárias.

A pavimentação da BR-242 entre Santiago a Gaúcha do Norte é considerada estratégica, pois permitirá a ligação rodoviária entre a BR-163 e a BR-158, conectando as principais regiões produtoras e polos de desenvolvimento do Vale do Araguaia, com os trilhos da Ferrovia de Integração do Centro-Oeste (FICO) e da Ferrovia Senador Vicente Vuolo, a Ferronorte, em Lucas do Rio Verde, também em fase de execução. Essa conexão também permitirá que se crie uma alternativa de escoamento pelos portos do Arco Norte.

“Essa é uma discussão antiga, que se arrasta já há muito tempo, e que prejudica sobremaneira o desenvolvimento de Santiago do Norte, de Gaúcha do Norte e demais municípios daquela região. É um anseio daquela população, que tanto ajuda o Brasil com sua produção. E precisamos de celeridade” – ponderou Jayme Campos.

"Sensação de impunidade é a principal causa da insegurança pública do país", afirma governador

 

"Sensação de impunidade é a principal causa da insegurança pública do país", afirma governador
Durante o Encontro de Líderes, Mauro Mendes defendeu endurecimento da legislação pena

O governador Mauro Mendes afirmou que a sensação de impunidade é um dos principais fatores que têm agravado o problema da insegurança pública no país.

Mauro participou, nesta sexta-feira (26), da 18ª edição do Encontro de Líderes, promovido pela Comunitas, em São Paulo. 

O debate reuniu lideranças políticas e gestores públicos, entre eles os governadores Raquel Lyra (PE), Rafael Fonteles (PI), o deputado federal José Mendonça Bezerra Filho e o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta. A mediação foi da jornalista Andréia Sadi.

Segundo Mauro Mendes, o Brasil criou ao longo das últimas décadas um ambiente permissivo com o crime, resultado de um sistema burocrático, leis brandas e baixa efetividade das punições.

“A polícia prende, a Justiça condena, mas os criminosos cumprem um sexto, às vezes dois quintos da pena. Isso criou uma sensação de impunidade, que é real, e uma cultura de que o crime compensa”, afirmou.

O governador citou como exemplo o crescimento das facções criminosas dentro das cidades de todo o país, e a influência negativa sobre os jovens, especialmente nas periferias.

“Em Mato Grosso, fazemos investimentos recordes em armamentos, viaturas, novas vagas em presídios, tecnologia. Mas não adianta apenas tratar a consequência. É preciso acabar com a causa de tudo isso, que são as leis frouxas que geram essa impunidade", relatou.

Mauro Mendes pontuou que todos os 20 países mais seguros do mundo adotaram, em algum momento de sua história, penas severas para coibir o crime e construir uma sociedade que respeite as leis.  

“Todos esses países tiveram, sem exceção, ou prisão perpétua ou pena de morte. Essa mudança no DNA da sociedade só aconteceu quando houve uma resposta firme do Estado. Enquanto o Brasil não tiver coragem de fazer o que é necessário, a Segurança vai continuar piorando”, finalizou.