Gisa Barros se destaca na Câmara com postura firme, independente e em defesa da população

Vereadora mantém coerência, fiscaliza o Executivo e se posiciona contra o inchaço da máquina pública

João Batista destaca atuação de Daniel Monteiro: “O vereador mais técnico e atuante de Mato Grosso”

vereador Daniel Monteiro, que vem se destacando por uma postura independente, técnica e coerente, especialmente nas discussões sobre políticas públicas e responsabilidade fiscal.

Ativista João Batista exalta Antonio Joaquim como patrimônio da educação em MT: “Referência ética, técnica e humana”

Professor e defensor dos direitos da infância destaca atuação exemplar do conselheiro do TCE-MT, que articula investimento histórico de R$ 120 milhões em creches no estado

CHARTER SCHOL Vereador diz que privatizar escolas é ilegal e inaplicável: “Não se sustenta nem com meia hora de estudo”

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O vereador Daniel Monteiro (Republicanos) fez duras críticas à proposta de privatização da educação ventilada pelo prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL). A medida seria aplicada tendo como subsídios, os baixos indicadores de qualidade da educação municipal. Hoje, a capital mantém 171 escolas e atende a 59 mil alunos. Durante entrevista, ele destacou que o debate sobre a entrega da gestão de escolas para a iniciativa privada já foi enfrentado judicialmente – e barrado.

“Esse debate já passou pelo crivo da Justiça, para saber o que é ou não constitucional. Em 2019, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, tentou aplicar esse modelo em algumas escolas com maiores índices de problemas. Trata-se de um modelo conhecido como charter school, uma parceria público-privada de gestão educacional. Mas o Supremo Tribunal Federal entendeu que esse formato é inconstitucional”, explicou Monteiro durante entrevista à Rádio Cultura de Cuiabá.

Segundo o vereador, há um uso indevido de modelos estrangeiros como justificativa para mudanças no Brasil, sem considerar a realidade local. “Muitas vezes invoca-se o exemplo norte-americano. E eu gosto de dizer isso porque tenho propriedade para falar: estudei lá, joguei futebol lá, fiz o terceiro ano do ensino médio nos Estados Unidos. Posso dizer categoricamente: esse modelo não representa nem 1% das escolas americanas. Portanto, é algo que não pode ser escalado aqui no Brasil”, afirmou.

Monteiro argumenta que, mesmo que fosse constitucional, faltaria estrutura para replicar esse modelo na rede municipal. “Quantas pessoas teriam a capacidade de capilarizar-se nas escolas municipais para assumir essa gestão? Mesmo que fosse constitucional, não se sustenta nem com meia hora de estudo”, frisou.

Daniel Monteiro critica “carreirismo” e diz que vai até o fim do mandato

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“Cumprir o mandato é prioridade" disse



Márcio Eça do rufandobombonews 

O vereador Daniel Monteiro (Republicanos) afirmou que não pretende disputar as eleições de 2026 e defendeu que parlamentares em primeiro mandato cumpram integralmente o período na Câmara antes de almejar cargos mais altos.

 

"Eu acho que a gente não pode virar carreirista, mas também não pode impedir o sonho de alguns vereadores", disse Monteiro.

 

Ele relembrou um conselho do ex-prefeito Roberto França, que teria recomendado que o primeiro mandato seja todo dedicado ao trabalho parlamentar, deixando planos maiores para um segundo ciclo, caso o vereador seja reeleito.

 

"Eu já disse exaustivamente que não tenho nenhuma intenção de ser candidato a deputado no ano que vem. Isso não está no meu plano de carreira, não está na minha ordem de sonhos", afirmou.

 

Apesar disso, Monteiro reconhece o direito dos colegas que queiram disputar novos cargos. “Tomara que eles consigam, e se tivermos deputados estaduais que se deem bem, melhor para a nossa cidade, melhor para o nosso estado”, completou.

ideia impraticável Vereador contesta privatização da educação municipal; 'é preciso pensar'

TV Vila Real

O presidente da Comissão de Educação da Câmara Municipal de Cuiabá, vereador Daniel Monteiro (Republicanos), criticou duramente a proposta do prefeito Abilio Brunini (PL) de privatizar a educação pública da Capital. Em entrevista ao Jornal do Meio Dia, da TV Vila Real (canal 10.1), na segunda-feira (28), Monteiro classificou a ideia como "impraticável, inconstitucional e um risco para um setor essencial à sociedade".

 

A declaração do vereador é em resposta à fala recente do prefeito, que, ao ser cobrado por sindicalistas sobre o pagamento do terço de férias dos professores, afirmou estar “muito insatisfeito com os resultados da Educação de Cuiabá” e que cogita “privatizar aquilo que for possível”.

 

Daniel Monteiro, por sua vez, rebateu o discurso do prefeito e contextualizou que há limites constitucionais e jurídicos para esse tipo de proposta.

 

“A gente tem que conhecer os precedentes interestaduais e intermunicipais. Em Minas Gerais, quando o então governador Romeu Zema tentou fazer a privatização de algumas unidades, isso foi derrubado pelo Supremo Tribunal Federal, porque a educação pública universal é um direito constitucional”, explicou o parlamentar.

 

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Ele citou o caso do Paraná como uma das poucas experiências em que houve alguma forma de gestão terceirizada, mas com limitações claras. “O governador Ratinho Júnior colocou a privatização da gestão. O diretor, o primeiro secretário e os coordenadores são da iniciativa privada, mas os professores, o currículo escolar e o pedagógico continuam sendo do governo do Estado, porque são funções indelegáveis”, argumentou Monteiro.

 

O vereador também criticou o uso de exemplos internacionais para justificar a proposta. “Utilizar o exemplo norte-americano como modelo de privatização, sendo que não chega a 1% das escolas públicas dos Estados Unidos que têm esse formato? Falar da Coreia do Sul, da Noruega, do Japão, onde funcionam as melhores educações do mundo? Pelo amor de Deus!”, protestou.

 

Na avaliação do parlamentar, cogitar a privatização da educação equivale a atacar um dos pilares mais importantes da sociedade. “Existe alguma coisa mais estratégica do que a educação? A gente sempre ouviu: ‘Podemos privatizar tudo, menos aquilo que é estratégico’. Agora chegou ao ponto de falar em privatizar a educação?”, questionou.

 

Monteiro também destacou que estudou gestão educacional na Fundação Getúlio Vargas (FGV) e teve experiências acadêmicas nos Estados Unidos, reforçando que é preciso conhecimento técnico e sensibilidade política para discutir mudanças profundas como essa. 

 

"Eu tive a oportunidade de estudar nos Estados Unidos, eu estudei escola pública. Utilizar o exemplo norte-americano como de privatização, sendo que não chega a ser a 1% das escolas públicas norte-americanas que tem esse modelo. Falar da Coreia do Sul, da Noruega, do Japão, onde funcionam as melhores educações do mundo. Pelo amor de Deus, a gente precisa conhecer, porque aquilo não é jabuticaba que só tem no Brasil, a gente tem que pensar. Será que eu tô fazendo certo?", provocou. 

 

A proposta de Abilio Brunini de militarizar ou privatizar parte das escolas surgiu após embates com professores e sindicatos, principalmente devido ao impasse sobre o pagamento do adicional de férias. O prefeito chegou a propor um projeto que cortava o benefício sobre os 15 dias de recesso escolar, mas recuou diante da pressão da categoria.

 

Veja o vídeo:


Daniel Monteiro reage à proposta de Abílio e defende educação pública como direito constitucional

Vereador refuta proposta de privatização das escolas: "inconstitucional"
Diretor de Portal Vidas e Direitos Humanos elogia postura de Daniel Monteiro: “Brilhante vereador, que tem feito a diferença na Câmara”

Allan Mesquita | Gazeta Digital

O presidente da Comissão de Educação da Câmara Municipal de Cuiabá, vereador Daniel Monteiro (Republicanos), reagiu com veemência à proposta do prefeito Abílio Brunini (PL) de privatizar escolas públicas da Capital. Em entrevista ao Jornal do Meio Dia, da TV Vila Real (canal 10.1), nesta segunda-feira (28), Monteiro classificou a ideia como “inviável, inconstitucional e perigosa” para um setor estratégico como a Educação.

A proposta do prefeito surgiu após cobranças de sindicatos sobre o pagamento do terço de férias dos professores. Em resposta, Abílio afirmou estar “muito insatisfeito com os resultados da Educação de Cuiabá” e declarou cogitar “privatizar aquilo que for possível”.

Monteiro repudiou a fala e reforçou que a Constituição Federal estabelece limites claros para esse tipo de iniciativa. “Temos precedentes importantes no Brasil. Em Minas Gerais, por exemplo, quando o então governador Romeu Zema tentou privatizar escolas, a proposta foi derrubada pelo Supremo Tribunal Federal. A educação pública universal é um direito constitucional, não pode ser transferida à iniciativa privada”, explicou.

O parlamentar também citou o caso do Paraná, onde houve a terceirização da gestão administrativa de algumas escolas, mas sem abrir mão do conteúdo pedagógico e do corpo docente estatal. “O diretor, o primeiro secretário e os coordenadores são da iniciativa privada. Mas os professores, o currículo e o pedagógico continuam sendo do Estado, pois são funções indelegáveis”, disse.

Monteiro criticou ainda a tentativa de comparar modelos internacionais com a realidade brasileira. “Falar da Coreia do Sul, da Noruega, do Japão... Usar os Estados Unidos como exemplo, sendo que menos de 1% das escolas públicas de lá têm gestão privada? Pelo amor de Deus! É preciso mais responsabilidade com esse debate”, protestou.

Com formação em gestão educacional pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e passagens acadêmicas pelos Estados Unidos, o vereador disse que experiência internacional não deve ser usada de forma distorcida para justificar políticas locais. “Estudei escola pública nos EUA. Conheço de perto como funciona. Não podemos importar modelos sem considerar as especificidades do Brasil.”

A proposta de privatização e militarização de escolas começou a circular em meio a embates com professores e sindicatos. O prefeito chegou a sugerir o corte do adicional de férias sobre os 15 dias de recesso escolar, mas recuou após intensa pressão da categoria.

Diante da postura firme do vereador, o diretor do portal Vidas e Direitos Humanos, Rafael Siqueira, elogiou a atuação de Daniel Monteiro.

“É um brilhante vereador, um parlamentar atuante que tem feito a diferença na Câmara Municipal de Cuiabá. Sua defesa da educação pública e de qualidade demonstra compromisso com os direitos fundamentais da população”, declarou.


Cotada por vereadores, ex-interventora pode assumir Saúde de Cuiabá






A ex-interventora Danielle Carmona desponta como principal nome para assumir a Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá, após a saída da atual gestora, Lúcia Helena Barboza Sampaio. A indicação de Danielle partiu de um grupo de vereadores da base do prefeito Abilio Brunini (PL), que têm pressionado por mudanças na condução da pasta desde o início do mandato.

Embora Abilio tenha ouvido a sugestão, ainda não confirmou se irá acatar o nome. A definição pode ser anunciada ainda hoje, durante coletiva de imprensa marcada para as 15h, na sede da Prefeitura, onde o prefeito irá detalhar as mudanças na área da Saúde.

Danielle Carmona é bem avaliada entre parlamentares e possui bom relacionamento com o governo estadual, o que pode facilitar articulações por recursos e projetos para o setor. Ela também conhece profundamente a estrutura da Saúde da Capital, tendo atuado como interventora entre março e dezembro de 2023, período em que o setor passou por intervenção determinada pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso.
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A saída de Lúcia Helena, oficializada nesta terça-feira (29), foi resultado de desgaste interno e pressões políticas. A médica pediatra havia sido um dos primeiros nomes confirmados por Abilio ainda em novembro do ano passado, antes mesmo da posse. Ela permaneceu à frente da Saúde por quase sete meses, enfrentando críticas duras, especialmente de vereadores que alegavam falta de resultados e dificuldades na gestão de insumos básicos.

No início da gestão, Lúcia chegou a ser cogitada como vice na chapa de Abilio, mas acabou preterida pela coronel Vânia Rosa (Novo). Apesar das críticas, o prefeito vinha blindando a secretária, destacando avanços na área durante sua gestão. A pressão política, no entanto, falou mais alto.

Agora, com a possível entrada de Danielle Carmona, a expectativa é de que a gestão da Saúde ganhe fôlego técnico e político para enfrentar os desafios da reta final de mandato.

Max Russi: O agricultor mato-grossense e a força que move nosso Estado

   

Max Russi: O agricultor mato-grossense e a força que move nosso Estado

Neste 28 de julho, Dia do Agricultor, celebrarmos o trabalho incansável de quem com coragem e tecnologia aposta na terra que produz. O agricultor mato-grossense é símbolo de resistência, progresso e compromisso com o desenvolvimento sustentável, e de forma incansável, dedica-se em fazer seu trabalho mesmo diante de todas as adversidades.Leia mais:Max Russi conquista maioria absoluta na preferência pública: reconhecimento de um mandato com propósito

Mato Grosso é, reconhecidamente, o celeiro do Brasil. Nossos produtores são responsáveis por números que impressionam: o agronegócio representa mais de 50% do PIB estadual e é pilar fundamental da nossa balança comercial. O campo gera empregos, movimenta a indústria, fortalece o comércio, demanda serviços, e garante alimento na mesa de milhões de brasileiros. Por isso, o papel do agricultor transcende o plantio e a colheita, ele é um verdadeiro agente de transformação econômica e social.

Na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, temos pautado nossa atuação em defesa da produção responsável, da segurança jurídica no campo e do equilíbrio entre desenvolvimento e preservação ambiental. Um exemplo claro disso foi a participação ativa da ALMT nas discussões sobre a moratória da soja.

As discussões em torno da moratória existiram porque penalizar produtores que já cumprem com rigor o Código Florestal, criando barreiras comerciais injustas e prejudicando o pequeno e o médio agricultor é na verdade prejudicar todo o Estado de Mato Grosso. Atuamos firmemente para garantir que qualquer iniciativa de proteção ambiental seja construída com diálogo, base técnica e respeito aos que produzem de forma legal e sustentável, exemplo disso foi a aprovação da Lei 12.709/2024, pela ALMT, que veda a concessão de incentivos fiscais e doações de terrenos públicos a empresas que aderem à Moratória da Soja.

É preciso dizer, com todas as letras: o agricultor mato-grossense não é inimigo do meio ambiente. Ao contrário, é parte essencial da solução. São eles que investem em práticas de plantio direto, em recuperação de áreas degradadas, em tecnologia de precisão e em manejo de baixo impacto. Muitos, inclusive, vão além das exigências legais e promovem verdadeiras revoluções verdes em suas propriedades.

A ALMT seguirá vigilante e comprometida com a valorização dos nossos agricultores. Acreditamos que é possível e necessário produzir com responsabilidade, preservar com inteligência e crescer com propósito de integração, visando garantir a segurança alimentar para o Estado, o país e o mundo.

Afinal, são os agricultores mato-grossenses, que segundo dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), vão precisar produzir 148,94 milhões de toneladas de grãos e pluma em 2034, além de 2,80 milhões de toneladas de proteínas bovinas, suínas e de aves para suprir a necessidade do mercado que depende da nossa atividade agrícola.

Neste Dia do Agricultor, deixo meu mais profundo respeito e reconhecimento a todos que, com as mãos na terra e o olhar no futuro, constroem um Mato Grosso mais forte, sustentável e promissor.

Parabéns a cada agricultor e agricultora do nosso Estado. Vocês são o orgulho de Mato Grosso.

*Max Russi é presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT).

Efeito borboleta Por Antônio Joaquim é conselheiro do Tribunal de Contas de Mato Grosso

   

Por Antônio Joaquim 

Não é segredo que, entre os tantos cargos públicos que ocupei ao longo da minha vida, aquele que me deu mais satisfação foi o de Secretário Estadual de Educação. Pela natureza do tema, pela capacidade que se tem de contribuir com o futuro de pessoas, da sociedade e da nação. Você lida com pessoas em processo de aprendizado, de busca de conhecimento, de descortínio de visões, de horizontes, tamanha é a revolução que a educação provoca em nossas vidas. Também trabalha com pessoas que exercem uma das mais nobres profissões, a de professor/a. Quem ensina tem que ser reverenciado.

Mais recentemente, tenho voltado minha atenção para a primeira infância. Confesso que estar nesse lugar tem-me deixado muito realizado. Os primeiros anos de vida são fundamentais no desenvolvimento do ser humano, com grandes impactos durante toda a vida adulta. De zero a seis anos, esse desenvolvimento é intenso e rápido nas áreas física, emocional, cognitiva e social, conforme ensinam os estudiosos. Como não se apaixonar por esse tema e não se sentir verdadeiramente útil?

Aqui, pelo Tribunal de Contas de Mato Grosso, como julgador da gestão de recursos públicos, e como conselheiro presidente da Comissão Permanente de Educação e Cultura (COPEC), tenho buscado contribuir decisivamente para assegurar recursos públicos para a construção de creches, espaço fundamental para aquelas famílias e crianças que dependem dessa política pública. Sendo útil, logo me realizo.

Neste mês, entramos em campo com o terceiro levantamento sobre creches e pré-escolas, no âmbito do Gabinete de Articulação para a Efetividade da Política de Educação em Mato Grosso (GAEPE), fórum que o TCE-MT participa e praticamente ajuda a financiar, pois responde pela contratação da ong que idealizou, orienta e ajuda a executar a iniciativa – uma instância de diálogo e cooperação entre atores do setor público e da sociedade civil.

O GAEPE-MT, que conta com a adesão de quase 20 instituições, foi fundamental para colocar na agenda política de Mato Grosso a questão da carência de creches nos 142 municípios de Mato Grosso. Tudo começou com o primeiro levantamento, onde se apurou a quantidade de vagas, cerca de 12 mil. Depois, um estudo financeiro da necessidade de recursos para, pelo menos, iniciar o enfrentamento e minimizar a situação. Em seguida, partimos para a Assembleia Legislativa, visando assegurar recursos no orçamento estadual para a construção de creches nos municípios.

É evidente que a gente sabia que creche é uma obrigação que fala mais diretamente com o município. Mas o Estado e a União podem e devem contribuir de forma complementar. A legislação permite. Foi assim que foram inscritos R$ 120 milhões na Lei Orçamentária Anual (LOA) do Estado para a construção de creches municipais. No começo, houve um estranhamento. Depois, parlamentares e o governador do Estado abraçaram a causa e, digamos assim, estamos todos na pista, para festejar a vanguarda da iniciativa.

Além de lançar oficialmente o terceiro levantamento sobre creches e pré-escola, com preparação do questionário e manual para as respostas, faremos mais: será oferecido no mês de agosto um tutorial online para ajudar os secretários municipais de educação e seus assessores a responderem o documento. Esse é o movimento. Eu acredito nesse efeito borboleta. Ela balança as asas aqui e, acolá, faz ventar revoluções.

Antônio Joaquim é conselheiro do Tribunal de Contas de Mato Grosso.

Adolescentes são resgatadas após ficarem em cárcere privado em casa de prostituição em MG

 

Por g1 Zona da Mata — Ubá

 

Casa de prostituição onde as adolescentes foram resgatadas em Ubá — Foto: Polícia Militar/Divulgação

Casa de prostituição onde as adolescentes foram resgatadas em Ubá — Foto: Polícia Militar/Divulgação

Quatro adolescentes, entre 15 e 17 anos, e mais três mulheres adultas, de idades não informadas, foram resgatadas em uma casa de prostituição, em Ubá. O caso foi descoberto na sexta-feira (25), após uma das meninas gravar vídeos e enviá-los à irmã, em Belo Horizonte.

Um homem de 62 anos e uma mulher de 34 foram presos pelos crimes de sequestro e cárcere privado. A suspeita é de que o casal tenha atraído as vítimas por aplicativos de encontro, prometendo emprego na cidade.

Durante a ação, cerca de R$ 8 mil foi apreendido, além de duas armas de fogo, munições e drogas. O imóvel fica no km 13 da LMG-850.

Os suspeitos foram presos em flagrante e, conforme a Polícia Civil, também responderão por:

  • condição análoga à escravidão
  • favorecimento da prostituição ou de outra forma de exploração sexual de criança, adolescente ou de vulnerável
  • tráfico de drogas
  • posse irregular de arma de fogo

As vítimas foram encaminhadas à delegacia de Polícia Civil local, acompanhadas pelo Conselho Tutelar. Três delas são de Belo Horizonte e uma de Santa Luzia, na região metropolitana.