Gisa Barros se destaca na Câmara com postura firme, independente e em defesa da população

Vereadora mantém coerência, fiscaliza o Executivo e se posiciona contra o inchaço da máquina pública

João Batista destaca atuação de Daniel Monteiro: “O vereador mais técnico e atuante de Mato Grosso”

vereador Daniel Monteiro, que vem se destacando por uma postura independente, técnica e coerente, especialmente nas discussões sobre políticas públicas e responsabilidade fiscal.

Ativista João Batista exalta Antonio Joaquim como patrimônio da educação em MT: “Referência ética, técnica e humana”

Professor e defensor dos direitos da infância destaca atuação exemplar do conselheiro do TCE-MT, que articula investimento histórico de R$ 120 milhões em creches no estado

TRANSFERÊNCIA INTERNACIONAL: Abilio entrega dados de crianças e professores para startup de tecnologia

 

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) abriu um procedimento contra a gestão do secretário de Educação de Cuiabá, Amauri Monge, por fornecer dados de alunos e professores da rede pública para uma startup de tecnologia.

O procedimento foi aberto depois que a secretaria assinou o Acordo de Cooperação Nº 03/2025/GS/SME, assinado no dia 20 de junho, que prevê a contratação da empresa Motrix Plataformas de Aprendizagem S.A., com a disponibilização do sistema denominado “Focus”.

O termo assiando pela Secretaria Municipal de Educação permite que professores da rede educacional do 2º e 5º anos do município de Cuiabá possam realizar um planejamento pedagógico estratégico a partir da geração de dados analíticos sobre resultados de avaliações.

Conforme o acordo, a Motrix poderá compartilhar com terceiros ou comercializar dados pessoais dos alunos ou educadores do município caso tenha autorização expressa da Secretaria de Educação.

Ainda segundo o acordo, a empresa de tecnologia terá direito a realizar transferência internacional dos dados de professores e alunos. Além disso, o acordo também permite que a empresa possa “compartilhar com terceiros dados brutos anonimizados coletados durante a execução” do projeto.

O termo assinado pela secretaria também garante que, em caso de ataque hacker, a Motrix não poderá ser responsabilizada pelas falhas no banco de dados, tais como vírus, invasões e “outros ilícitos que decorram de atos praticados por terceiros”.

O que diz a Secretaria Municipal de Educação

A reportgem do PNB Online procurou a assessoria de imprensa da Secretaria Municipal de Educação (SME) que respondeu, por meio de nota, informando que a cooperação passou por análise jurídica antes da assinatura. Veja a nota completa:

A Secretaria Municipal de Educação esclarece que o termo de cooperação firmado com a Motrix Plataformas de Aprendizagem S.A não tem custos aos cofres públicos.

A Motrix é uma startup que desenvolve plataformas personalizadas para flexibilizar os conteúdos curriculares das escolas.

Exemplo: a startup faz uma análise dos dados referentes ao desempenho dos alunos da rede pública municipal. A partir destes dados, orienta pelas melhores políticas pedagógicas que poderão ser aplicadas para garantir a melhor aprendizagem de cada aluno.

Importante ressaltar que a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) é uma legislação autoaplicável. Além disso, o termo de cooperação foi submetido à devida análise jurídica antes de ser firmado e segue fielmente à legislação.

Dia da Conciliação: TCE-MT faz do diálogo institucional ferramenta de desenvolvimento e justiça social

 No Dia Estadual da Paz e da Conciliação, celebrado em 22 de julho, Tribunal destaca papel das mesas técnicas e da mediação institucional no desenvolvimento do estado

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Instituído pela Lei nº 9.947/2013, o Dia Estadual da Paz e da Conciliação marca a importância do diálogo como ferramenta para o desenvolvimento econômico e para a redução das desigualdades sociais. A data se conecta diretamente à atuação do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), referência nacional na mediação e na promoção de soluções conjuntas por meio do consenso e da cooperação entre os Poderes.

Sob a gestão do conselheiro-presidente Sérgio Ricardo, o TCE-MT tem aliado o conhecimento técnico a uma postura propositiva, articulando respostas para os grandes desafios da administração pública. E o principal instrumento desse trabalho são as mesas técnicas, que impactam no atendimento à população e no equilíbrio das finanças públicas. 

Crédito: Tony Ribeiro/TCE-MT
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Sob a gestão do conselheiro-presidente Sérgio Ricardo, o TCE-MT tem aliado o conhecimento técnico a uma postura propositiva e mediadora. Clique aqui para ampliar.

“Estamos tratando de políticas de Estado, não de políticas de governo. Ao construir soluções conjuntas, o Tribunal de Contas tem ajudado a destravar obras, regular políticas públicas e garantir investimentos que promovem crescimento com justiça social. É assim que contribuímos para um desenvolvimento mais equilibrado e para reduzir as distâncias entre os municípios de Mato Grosso”, afirma Sérgio Ricardo.

Conduzido pela Comissão Permanente de Normas, Jurisprudência e Consensualismo (CPNJur), presidida pelo conselheiro Valter Albano, o modelo inspirou, inclusive, a criação de uma Secretaria de Controle Externo voltada ao consenso no Tribunal de Contas da União (TCU), em 2023, e vem sendo tema de debates em todo o país.

“O consensualismo não significa renúncia à legalidade, mas uma forma mais eficiente de promovê-la. Quando os órgãos dialogam, quem ganha é a administração pública e, acima de tudo, o cidadão. As mesas técnicas representam uma mudança de paradigma no controle externo: é o controle que resolve, que transforma, que constrói”, explica Valter Albano.

A força do diálogo institucional

Crédito: Thiago Bergamasco/TCE-MT
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A mesa técnica que tratará do superendividamento com empréstimos consigados dos servidores públicos estaduais foi instalada em maio deste ano. Clique aqui para ampliar

Um dos exemplos mais emblemáticos dea 2025 é a mesa técnica criada para enfrentar a crise dos empréstimos consignados. Com relatoria do conselheiro Campos Neto, a iniciativa teve origem em proposta do conselheiro Guilherme Antonio Maluf e vem reunindo representantes de diversos Poderes e órgãos de controle. 

A atuação de Sérgio Ricardo foi decisiva para a definição de medidas como a suspensão temporária dos descontos em folha que ultrapassem 35% da renda, além da aprovação, na Assembleia Legislativa, do Projeto de Lei 976/2025, que estabelece limites para consignações em todo o funcionalismo estadual.

Em audiência na Assembleia Legislativa (ALMT), o presidente do TCE também propôs a criação de um programa de recuperação fiscal (Refis). “O Tribunal está firme na sua missão de investigar os consignados no estado. Existem pelo menos 300 mil contratos. A dívida hoje, se somarmos todos os consignados, passa de R$ 12 bilhões e estamos nesse processo com o objetivo de solucionar”, pontuou. 

Saúde: do atendimento hospitalar à judicialização

Crédito: Tony Ribeiro/TCE-MT
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Fruto de mesa técnica, acordo entre Prefeitura e Governo garante recursos para pagamento de dívidas e continuidade dos atendimentos na Saúde.

Na área da saúde, entre os principais avanços estão a continuidade das obras do novo Hospital Universitário Júlio Muller e a padronização do entendimento sobre vínculo, remuneração e insalubridade dos mais de 8 mil agentes comunitários de saúde e de combate às endemias. A partir de um Marco Regulatório, a ação garantiu segurança jurídica a todos os 142 municípios do estado.

Crédito: Thiago Bergamasco/TCE-MT
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Encontro para divulgação do marco regulatório dos agentes comunitários de saúde e de combate às endemias. Clique aqui para ampliar.

A mediação também resultou em termo de compromisso entre Estado e Município para assegurar a continuidade dos atendimentos e o pagamento de dívidas com empresas prestadoras de serviço nos hospitais São Benedito e Municipal de Cuiabá (HMC). Outro avanço decisivo foi o novo modelo para contratação de serviços especializados em ortopedia e traumatologia, com fornecimento de órteses, próteses e materiais especiais (OPME). 

Além disso, o resultado de mesa técnica solicitada pelo Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (Nupemec/TJMT), assegurou um fluxo mais ágil e seguro para as representações pré-processuais no Sistema Único de Saúde (SUS), contribuindo para reduzir a judicialização da saúde.

Infraestrutura e mobilidade: obras que saíram do papel

Crédito: Thiago Bergamasco/TCE-MT
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Mesa Técnica que garantiu direitos de comunidades indígenas e construção de ferrovia.Clique aqui para ampliar. 

O diálogo também tem destravado obras estruturantes por Mato Grosso. Isso inclui mesas que apontaram a viabilidade da transferência de controle da BR-163 para a sociedade de economia mista MT Par e da simplificação de exigências para a execução de obras de duplicação, com base nos compromissos firmados com a ANTT. Outro exemplo é a mesa que garantiu o avanço do Sistema Ferroviário Rondonópolis–Cuiabá–Lucas do Rio Verde. 

Com relação à mobilidade urbana, a ferramenta resultou em acordo para o pagamento de dívidas do transporte coletivo intermunicipal em Cuiabá, evitando paralisações. Já no caso da logística rodoviária, a equipe técnica do órgão analisou os modelos de contratação para o Programa de Concessões Rodoviária, dando mais segurança jurídica, acelerando investimentos e resolvendo gargalos históricos da logística estadual. 

Gestão pública e eficiência

No campo da gestão pública, o Tribunal solucionou questões complexas. É o caso dos direitos previdenciários de servidores estabilizados, assegurando que os ingressantes no Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) até 31/12/1999 possam permanecer vinculados ao regime, conforme parâmetros estabelecidos pelo STF.

A mesa também demonstrou a viabilidade do uso do sistema de registro de preços para reformas em prédios públicos, conferindo mais agilidade às contratações. Em processo instaurado este ano, estão sendo debatidas ainda soluções para os entraves fiscais enfrentados pela Companhia de Desenvolvimento de Rondonópolis (Coder), que acumula uma dívida superior a R$ 260 milhões.

Outro avanço foi a aprovação da Central de Compras Públicas proposta pela Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), que permitirá a pequenos municípios realizarem licitações conjuntas, com economia de até 60% nas contratações. “Nosso papel é esse: destravar o que está parado, orientar quem está perdido e garantir que o recurso público vire benefício real pra população”, pontua Sérgio Ricardo.

Consensualismo como princípio



Crédito: Arquivo Pessoal
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A postura mediadora vai além das mesas, fazendo do diálogo institucional um princípio de atuação.

Essa postura mediadora vai além das mesas, fazendo do diálogo institucional um princípio de atuação. Exemplo disso é a mediação em torno da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 01/2025, que trata da recomposição salarial dos servidores públicos. A articulação junto a mais de 20 sindicatos foi considerada histórica para o movimento sindical e envolveu temas como data-base e índice de reajuste anual.

No acompanhamento das obras do BRT, na aprovação do acordo de rescisão do VLT e nas consultas que resultaram em novos modelos de licitação, como a possibilidade de dividir obras em lotes distintos para facilitar o Programa Estadual de Construção de Creches. Neste último caso, foi resgatado resultado de mesa sobre credenciamento como alternativa viável para contratações diretas de obras e serviços de engenharia. 

Tudo isso tem repercutido em todo o país. O modelo de mesas técnicas e consensualismo foi apresentado ao TCU e a outros tribunais de contas, servindo de base para a criação de estruturas semelhantes. Em eventos nacionais, especialistas têm destacado a importância da postura colaborativa adotada pelo Tribunal mato-grossense, que alia rigor técnico, segurança jurídica e espírito público.

Mais do que celebrar uma data, o Dia Estadual da Paz e da Conciliação revela uma transformação concreta: quando o diálogo é prioridade, quem ganha é a sociedade. “A conciliação não é só uma bandeira, é uma prática institucional que tem mudado realidades. Mato Grosso mostra que o controle pode ser, também, uma força de construção. É isso que estamos fazendo aqui”, conclui Sérgio Ricardo.

A primeira mesa técnica foi realizada pelo TCE-MT como projeto piloto em 2021, durante a presidência do conselheiro Guilherme Antonio Maluf. No ano seguinte, na gestão do conselheiro José Carlos Novelli, a ferramenta foi oficialmente instituída, garantindo que diferentes agentes da administração pública apresentem demandas conflituosas ao Tribunal, que reúne os envolvidos em debates, elabora estudos e apresenta propostas técnico-jurídicas para solucionar as demandas.

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Telefone: 3613-7561

TCE-MT, sob comando do conselheiro Sérgio Ricardo, recomenda ações urgentes para universalizar saneamento básico; conselheiro Antônio Joaquim destaca importância da conformidade com o Marco Legal

 

O Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), sob a presidência do conselheiro Sérgio Ricardo, homologou a Nota Recomendatória nº 2/2025, que orienta medidas urgentes para garantir o cumprimento das metas de saneamento básico no estado até 2033. A decisão reforça a necessidade da universalização dos serviços de abastecimento de água, esgotamento sanitário e manejo adequado de resíduos sólidos, com foco especial na extinção dos lixões e na ampliação da cobertura do esgoto.

Com base em estudos técnicos da Comissão Permanente de Meio Ambiente e Sustentabilidade (COPMAS), o TCE-MT identificou que, apesar de Mato Grosso contar com 99% de cobertura de água potável, apenas 34% da população tem acesso ao serviço de esgotamento sanitário, evidenciando um déficit preocupante que compromete a saúde pública e o meio ambiente. Além disso, embora 89% dos municípios realizem coleta regular de resíduos, somente 43% destinam corretamente os resíduos sólidos, contrariando as diretrizes legais vigentes. Leia mais: Ativista João Batista exalta Antonio Joaquim como patrimônio da educação em MT: “Referência ética, técnica e humana”

O conselheiro Sérgio Ricardo destacou a urgência das medidas, lembrando que muitos prazos legais já expiraram, como a determinação para a extinção dos lixões até agosto de 2024, prevista no Marco Legal do Saneamento Básico (Lei Federal nº 14.026/2020). “O saneamento básico é essencial para a saúde pública e o equilíbrio ambiental, e o Estado precisa agir imediatamente para alcançar as metas estabelecidas em menos de uma década”, afirmou o presidente do TCE-MT.

Paralelamente, o conselheiro Antônio Joaquim, decano da instituição, tem se destacado no acompanhamento rigoroso da implementação do Marco Legal do Saneamento Básico. Ele já determinou ações para adequar contratos e modelos de gestão municipais às exigências legais, ressaltando a necessidade de licitação para concessão dos serviços de saneamento e a importância da regionalização da gestão por meio das Unidades Regionais de Saneamento Básico (URSBs).

A recomendação do TCE-MT orienta gestores públicos a promoverem a revisão dos planos municipais de saneamento, instituírem a taxa de lixo e buscarem parcerias público-privadas para ampliar os investimentos no setor. Além disso, o Tribunal destaca a importância da inclusão do saneamento nas peças orçamentárias municipais, fortalecendo o planejamento e a fiscalização.

O Governo do Estado também é convocado a revisar o Plano Estadual de Resíduos Sólidos (PERS), ampliar o projeto “Sede de Aprender” em escolas públicas e articular linhas de crédito para viabilizar investimentos. A COPMAS reforça a necessidade da priorização de áreas com maior déficit, como regiões rurais e comunidades indígenas.

Por fim, o TCE-MT alerta que, em caso de omissão ou descumprimento das recomendações, poderá adotar medidas de responsabilização conforme previsto em lei, reafirmando seu compromisso com a transparência, a eficiência pública e a melhoria da qualidade de vida da população mato-grossense.

Atuação firme de conselheiro do TCE evita possível irregularidade em licitação de R$ 109 milhões em MT

 Decisão do conselheiro Antônio Joaquim mantém suspenso certame do CIDESAT e garante transparência no uso de recursos públicos

O conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT), Antônio Joaquim, foi firme ao confirmar a suspensão da licitação de R$ 109 milhões do Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Econômico, Social, Ambiental e Turístico do Complexo Nascentes do Pantanal (CIDESAT), após identificar fortes indícios de irregularidades no processo.

A decisão, proferida na sessão desta terça-feira (22.07), mantém a tutela provisória de urgência que interrompeu o Pregão Presencial 01/2024, vencido pela empresa Clean Service Invicta Ltda. A contratação previa serviços de apoio administrativo, operacional e de manutenção para vários municípios consorciados.

Entre os principais problemas identificados, estão falhas na divulgação do edital, restrições à competitividade e possível favorecimento à empresa vencedora, que atualmente já presta os serviços. O TCE também criticou a escolha da modalidade presencial, considerada menos transparente do que a eletrônica, contrariando a legislação vigente.

O conselheiro Antônio Joaquim, que tem se destacado pela atuação técnica e cautelosa, ressaltou a necessidade de garantir a lisura, a economicidade e a ampla concorrência em contratos públicos que envolvem recursos milionários. Sua decisão foi fundamentada no dever constitucional de fiscalização preventiva do Tribunal.

Apesar dos argumentos do CIDESAT – que justificou o novo certame por adesão de novos municípios e aumento de demanda – o TCE entendeu que não houve comprovação suficiente para afastar os riscos de irregularidades.

Com isso, a licitação permanecerá suspensa até o julgamento definitivo da representação, o que foi elogiado por técnicos e especialistas em controle público como uma medida necessária para proteger o interesse da sociedade.

🗣️ "Essa decisão reforça o papel do TCE como guardião dos recursos públicos e garante que a administração pública atue com responsabilidade, transparência e respeito à legalidade", avaliam fontes internas da Corte.

O CIDESAT é composto por 14 municípios da região oeste de Mato Grosso, entre eles Cáceres, Araputanga, Lambari D’Oeste, São José dos Quatro Marcos e Rio Branco, que podem ser impactados em caso de paralisação dos serviços. No entanto, para o TCE, a legalidade do processo deve ser prioridade absoluta.

'CANSEI DE SER FIGURANTE' Secretário revela flerte com 4 partidos e deve deixar União Brasil para tentar ser deputado

 

Allan Mesquita

O atual secretário de saúde de Mato Grosso, Gilberto Figueiredo (União Brasil), afirmou que será candidato a deputado estadual, assim como 2022, mas não pretende ser 'figurante' na disputa e pretende alcançar uma das cadeiras da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), a partir de 2027. Além de confirmar a candidatura, o secretário já anunciou que não deve permanecer no União Brasil, temendo a falta de espaço.

 

Em entrevista à imprensa nesta terça-feira (22), Gilberto explicou que já está elaborando as estratégias para as próximas eleições, embora ainda não tenha sido oficialmente convocado em reuniões de seu atual partido. Sua intenção é ser candidato. Gilberto enfatiza que não quer servir apenas como puxador de votos, e quer se eleger. Mas, para isso, precisará fazer "muita conta" e "matemática", se referindo a uma análise sobre o partido, a chapa, e as chances reais de ser eleito, considerando a distribuição de votos e a competitividade.

 

“Eu não fui convocado, não estou confirmado, mas já manifestei minha intenção de ser candidato sim. Ainda não defini em qual agremiação, a lógica seria que eu fosse candidato no partido que hoje eu estou. Mas, é uma avaliação que finalizaremos em março do próximo ano. Dessa vez, eu farei muita conta, eu não quero ser um figurante no partido, quero me eleger. Mas, precisarei fazer matemática”, disse o deputado.

 

O secretário relembra que, na eleição passada, foi um dos candidatos mais votados, inclusive recebendo mais votos que deputados eleitos. Mas, acabou ficando como primeiro suplente. Mesmo tendo assumido como deputado ao menos três vezes ao longo da legislatura, durante rodízio parlamentar, agora quer ser titular da vaga.

 

“Eu fui um dos candidatos mais votados, tive mais voto que onze deputados eleitos, mas fiquei como primeiro suplente num partido de muito peso. Mas, essa avaliação, eu e todos os outros candidatos analisaremos, a partir do próximo ano, em março, na janela partidária”, emenda.

 

Com a instabilidade no União Brasil, quatro partidos o procuraram para candidatar-se por eles, mas prefere não dizer quais são. Ele entende que esses partidos buscam montar chapas fortes, e como ele teve um bom desempenho, é visto como um "pré-candidato de interesse”. Por fim, ele deixa claro que sua decisão também passará pela necessidade de fazer parte do "time do governador Mauro Mendes". Portanto, buscará uma aliança política com o atual governador, visando um caminho dentro desse grupo de apoiadores.

 

“Eu fui convocado por quatro partidos, prefiro não revelá-los. Todos os partidos buscam montar chapas, como não tive performance sofrível, sou um pré-candidato de interesse para almejar votos. Essa é uma avalição que, precisará fazer parte do time do governador Mauro Mendes e irei para um caminho dentro destes apoiadores” , revela.

Saída de Gilberto Figueiredo acende alerta e fragiliza chapa do União Brasil em Mato Grosso






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JB News

Por Nayara Cristina

Do local Alisson Gonçalves

O cenário político em Mato Grosso para as eleições de 2026 começa a se redesenhar e acender alertas dentro do União Brasil, partido que até então planejava, em federação com o Progressistas (PP), consolidar uma chapa forte e competitiva para deputado estadual e federal.

A possível saída do secretário de Saúde, Gilberto Figueiredo, que hoje é suplente de deputado estadual e já assumiu a Assembleia Legislativa em duas ocasiões, pode representar um duro golpe na estratégia da sigla. Gilberto afirmou nesta terça-feira (23) que provavelmente não ficará no União Brasil para concorrer em 2026, decisão que preocupa a base governista e expõe divergências internas.

Segundo analistas políticos, a saída de Figueiredo fragiliza a composição partidária e pode pesar diretamente no desempenho do União Brasil nas próximas eleições, ameaçando a meta interna de eleger até seis deputados estaduais.

Os motivos da decisão

De acordo com Gilberto Figueiredo, a decisão é motivada por dois fatores principais:
1. Risco eleitoral dentro do União Brasil, que, segundo ele, formaria uma “chapa da morte”, reduzindo suas chances de vitória.
2. Alinhamento político com o governador Mauro Mendes no apoio ao vice-governador Otaviano Piveta para a sucessão em 2026, enquanto parte do partido prefere lançar o senador Jayme Campos como candidato ao governo.
Leia Também: Preservar capacidade de investimento é fundamental para garantir entregas em MT", afirma secretário


O secretário destacou que, apesar da votação expressiva que obteve em 2022, não conseguiu se eleger, permanecendo como suplente — fato que reforça sua busca por um cenário mais seguro em outra sigla. Gilbero Figueiredo obteve cerca de 28.248 mil votos , ficando na primeira suplencia.

Resposta à imprensa

Questionado sobre a possibilidade de deixar o partido, Gilberto Figueiredo afirmou:

“Eu não posso tomar decisões precipitadas, mas o cenário atual me preocupa. Eu tive uma votação significativa em 2022 e, mesmo assim, não consegui me eleger. Se permanecer numa chapa que é considerada difícil, corro o risco de repetir essa história. Quero disputar em condições mais justas.”

“Também tenho uma posição clara em relação à sucessão do governador Mauro Mendes. Apoio o nome do vice-governador Otaviano Piveta. Se o União Brasil seguir outro caminho, naturalmente terei que avaliar minha permanência.”

Divisão interna e disputa pelo governo

A fala do secretário repercutiu dentro do União Brasil. O deputado estadual Eduardo Botelho defendeu cautela, afirmando que é cedo para decisões e garantiu que o partido terá uma chapa competitiva, citando nomes como Sebastião Rezende, Michele Alencar, o secretário de Educação Alain Porto e até a primeira-dama como potenciais candidatos.
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O ex-governador Je deputado estadual Júlio Campos também comentou a situação, dizendo que a discussão é precipitada e que o governador Mauro Mendes, presidente estadual do União Brasil, será o responsável por conduzir as negociações para manter a coesão.

Entretanto, Mauro Mendes enfrenta uma encruzilhada política: enquanto apoia Piveta para o governo, parte expressiva do partido insiste no nome do senador Jaime Campos para a disputa ao Palácio Paiaguás.

Um sinal de alerta

A possível saída de Gilberto Figueiredo acende uma luz amarela e reforça a percepção de fragilidade na montagem da chapa do União Brasil. Caso o partido não consiga evitar novas baixas, a meta de conquistar seis cadeiras na Assembleia Legislativa pode estar ameaçada.

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Gilberto Figueiredo (União), ignora aliados, politiza crise e fecha portas para ajuda federal na Santa Casa

 Apesar da grave crise anunciada com o fechamento da Santa Casa de Cuiabá, o secretário de Saúde de Mato Grosso, Gilberto Figueiredo (União), preferiu partir para o ataque político do que buscar soluções conjuntas. Em declaração polêmica, ele chamou de “oportunismo” a tentativa do deputado federal Emanuelzinho (MDB) de articular, junto ao ministro da Saúde, Alexandre Padilha, uma solução federal para evitar o encerramento das atividades da unidade.

A crítica de Gilberto soa contraditória: o próprio governo estadual assumiu a Santa Casa em 2019, após a falência da gestão municipal, e desde então tem arcado sozinho com os altos custos – segundo ele, cerca de R$ 18 a R$ 20 milhões mensais. Ao invés de considerar o apoio federal como um alívio para os cofres públicos, o secretário opta por desqualificar quem tenta propor uma alternativa.

Ao afirmar que Emanuelzinho “nunca apareceu para ajudar em sete anos” e que “ninguém do Governo Federal procurou o Estado”, Gilberto revela uma postura de isolamento institucional em um momento que exige diálogo e articulação entre esferas de poder. A recusa em reconhecer qualquer esforço do parlamentar e do Ministério da Saúde demonstra mais interesse em manter o embate político do que resolver a crise de forma técnica e responsável.

Deputados já alertaram sobre postura arrogante

Não é a primeira vez que o secretário é acusado de adotar um tom arrogante e pouco cooperativo. Parlamentares da própria Assembleia Legislativa já criticaram sua postura centralizadora e a falta de diálogo com a bancada federal e municipal. Ao invés de unir forças para buscar recursos, Gilberto tem se comportado como gestor de trincheira, ignorando a gravidade do impacto social do fechamento da Santa Casa.

A crise na saúde não é espaço para vaidades

A população de Cuiabá e da Baixada Cuiabana, que depende dos serviços da Santa Casa, pouco se importa com brigas políticas ou quem “apareceu antes”. O que está em jogo são vidas humanas. Recusar ajuda ou desqualificar iniciativas por rivalidade partidária é, no mínimo, irresponsável. Se há uma proposta técnica sendo discutida no Ministério da Saúde, por que não sentar à mesa e exigir contrapartidas e investimentos?

Gilberto diz que o governo está de “portas abertas”. Mas suas declarações mostram o contrário: uma gestão fechada ao diálogo, mais preocupada em atacar adversários do que construir soluções conjuntas. O momento exige maturidade política, não ataques midiáticos.

Santa Casa à beira do colapso e TCE expõe omissão da SES

 “TCE-MT cobra transparência e SES omite déficit grave na Santa Casa ao Ministério Público”

Documentos internos revelam que a Secretaria de Estado de Saúde (SES) de Mato Grosso omitiu informações cruciais sobre o grave déficit de profissionais na Santa Casa de Cuiabá em resposta a um pedido do Ministério Público Estadual (MPMT). A situação foi apontada em meio a uma crise estrutural, com risco ao atendimento da população.

O Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT), que acompanha a execução orçamentária da saúde pública, já emitiu diversos alertas formais sobre a precariedade dos serviços e a necessidade de transparência por parte da Secretaria. O déficit da Santa Casa, por exemplo, inclui ao menos 154 profissionais faltantes, entre enfermeiros, técnicos, farmacêuticos, fisioterapeutas, entre outros, conforme documento interno da direção hospitalar datado de 15 de maio de 2025. Esse relatório, porém, não foi incluído na resposta oficial enviada ao MPMT — que mencionou apenas a falta de farmacêuticos e a contratação de quatro novos servidores.

A omissão acontece enquanto o hospital opera com 100% da capacidade e enfrenta risco de colapso em setores como o Pronto Atendimento Infantil, Oncologia e Nefrologia. A direção da Santa Casa afirma que a incerteza sobre o futuro da unidade e a falta de convocação de concursados têm desestimulado profissionais, agravando a crise.


Atuação de Antonio Joaquim como relator das contas da Saúde

O conselheiro Antonio Joaquim, decano do TCE-MT e relator das contas da Saúde, tem recebido reconhecimento público por sua postura técnica, firme e independente. Ele já emitiu alertas formais à SES sobre falhas graves na gestão hospitalar, irregularidades contratuais e omissões que colocam em risco o atendimento à população.

Em julho de 2025, Antonio Joaquim apontou que a Secretaria ignorou pelo menos quatro pedidos de reforço de pessoal feitos por direções hospitalares, mesmo diante do risco de “óbitos evitáveis”. Os apontamentos constam em relatório sobre o Hospital Regional de Sinop, onde ele alertou para a omissão da SES diante de pedidos formais para reposição de equipe, classificando a conduta como inaceitável do ponto de vista da gestão pública.

Além disso, o conselheiro também já barrou a prorrogação de um contrato emergencial de R$ 18 milhões na saúde estadual, por falta de base legal e planejamento. Ele cobrou da pasta o cumprimento de normas de transparência, gestão de pessoal e controle de gastos, reforçando a responsabilidade institucional do TCE-MT.

Ladrão se dando mal Homem morre empalado ao tentar roubar igreja no Centro

 Um homem identificado como “Scooby” morreu na madrugada deste domingo (20) ao tentar furtar o ar-condicionado da Igreja dos Remédios, no centro da capital. O caso ocorreu por volta das 6h da manhã.

Segundo informações da Polícia Militar, o homem escalou a janela da igreja localizada na rua Leovegildo Coelho, mas escorregou e caiu sobre as lanças pontiagudas da grade de proteção. O impacto foi tão forte que as hastes perfuraram seu peito, causando morte instantânea.

O corpo ficou empalado na grade por várias horas até a chegada dos peritos do IML, que tiveram dificuldades técnicas para realizar a remoção devido à forma como o corpo estava preso na estrutura.

A região do Centro onde ocorreu o fato é conhecida pelo alto índice de furtos e pela concentração de usuários de drogas, que frequentam as praças próximas à igreja. Moradores e comerciantes reclamam da insegurança no local, que já provocou até o fechamento de estabelecimentos comerciais.



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Suicídio Homem é encontrado enforcado em praça

 Um homem foi encontrado morto, vítima de enforcamento, em uma praça pública no bairro Valo Velho, em Itapecerica da Serra, na manhã deste sábado (19). O corpo estava pendurado em uma estrutura de madeira localizada em frente à Unidade Básica de Saúde (UBS) do bairro. 

Moradores que passavam pelo local no início da manhã foram os primeiros a avistar a cena e acionaram os serviços de emergência. Equipes do Samu e do Corpo de Bombeiros confirmaram o óbito no local. 

O corpo foi removido após os procedimentos legais. As autoridades investigam as circunstâncias do ocorrido, mas todas as evidências iniciais apontam para suicídio. 



Se você ou alguém próximo está passando por dificuldades emocionais, busque ajuda. O Centro de Valorização da Vida (CVV) oferece apoio gratuito 24 horas pelo número 188 ou via chat no site www.cvv.org.br.

Ataque de Animais Menina de 2 anos é dilacerada por pitbull um dia após aniversário

 Cena foi de horror: polícia chegou a atirar 3 vezes no animal, mas a menina já estava morta. Mãe assistiu impotente ao massacre.


Hortolândia (SP) – Uma cena de puro terror abalou uma família na manhã desta segunda-feira (21). Uma criança de apenas 2 anos foi brutalmente atacada e morta pelo próprio cachorro da família, um pitbull adulto, dentro de casa. A menina foi dilacerada pelo animal, que só soltou o corpo após policiais efetuarem três disparos.

Segundo relatos de vizinhos, a mãe gritava desesperada enquanto o cachorro arrastava a criança pelo quintal da residênciaa, mordendo seu corpinho. “Ele sacudia ela no ar como um trapo, era só sangue pra todo lado”, contou uma testemunha, ainda em choque.

Quando a PM chegou, o pitbull ainda estava com a boca cravada no pescoço da menina. Os policiais atiraram, mas era tarde demais. A pequena já não tinha sinais de vida. O animal, atingido, foi retirado do local ainda respirando.

O cachorro havia sido adotado há apenas dois meses. Ninguém imaginava que o “animal de estimação” se transformaria em um assassino. A mãe, que presenciou tudo, entrou em colapso e precisou de atendimento médico.

Este não é um caso isolado. Só na região de Campinas, ataques de cães da raça aumentaram 26,5% no último ano. Especialistas alertam: pit bulls foram selecionados geneticamente para o combate. Suas mandíbulas exercem uma pressão de até 160 kg/cm² – o suficiente para esmagar ossos como gravetos.

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Homicídio “Morri porque sou Jack”: bilhete é encontrado ao lado de corpo executado

 Um homem ainda não identificado foi encontrado morto na manhã desta segunda-feira (21) na rua Juticá, bairro Cidade de Deus, Zona Norte de Manaus. Ao lado do corpo, um bilhete com os dizeres “Morri porque sou Jack” chamou a atenção da polícia e moradores da região.

O corpo foi localizado por volta das 6h, após denúncias sobre um possível sequestro seguido de execução. A vítima estava com as mãos amarradas para trás com fios elétricos e apresentava várias marcas de tiros na cabeça. Cápsulas de munição ficaram espalhadas pelo chão, indicando que a execução ocorreu no próprio local.

O homem usava bermuda jeans e camisa azul escuro com estampa. Tinha entre 20 e 28 anos e carregava uma tatuagem de coroa com espada no lado direito do pescoço, o que pode auxiliar na identificação.

A cena foi isolada para os trabalhos da perícia, e o corpo foi removido pelo Instituto Médico Legal. O caso está sendo investigado pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros, que procura imagens de câmeras de segurança e testemunhas que possam lançar luz sobre o crime e a origem do bilhete.


Suicídio Mulher envia áudios desesperados e tira a própria vida; vídeo mostra que ela ainda estava viva durante gravação

 Um caso chocante abalou Caruaru, no Agreste de Pernambuco. Uma mulher se enforcou após enviar áudios carregados de desespero, exaustão e denúncia de violência. Os vídeos que registram os últimos momentos de vida da vítima foram divulgados nesta segunda-feira (21), mas provavelmente a briga ocorreu na noite do último domingo (20).

Nas gravações divulgadas, a mulher aparece em surto, quebrando objetos da cozinha enquanto grita e se desespera. Em seguida, outro vídeo mostra o corpo já pendurado, ainda com sinais de vida. Mesmo diante da possibilidade de salvamento, ninguém no local tentou ajudar. Preferiram filmar.

Antes disso, ela havia enviado uma série de áudios a contatos próximos. Nas mensagens, relatava a sobrecarga com os afazeres domésticos, a sensação de abandono e episódios de agressão cometidos por um homem identificado apenas como Gustavo. Ela conta que limpou toda a casa, lavou louças, recolheu fezes de cachorro e deixou tudo em ordem. Ao acordar, tudo estava sujo novamente. Em meio ao colapso, passou a quebrar utensílios: “Quebre tudo, não é pra quebrar? Olha aqui, quebre tudo. Sai quebrando tudo, tudo mesmo.”

A mulher mostra estar emocionalmente esgotada: “Todo mundo sabe que eu não gosto de casa suja. Fica uma imundícia aqui. Aí peguei e fiz o que eu fiz. E vou fazer mais.”

Em outro áudio, acusa Gustavo de tentativa de homicídio: “Me segurou pelo pescoço, tentando me matar. Desmaiei, só parou quando eu desmaiei. Ele não me quer ver, me morta. Agora vai ver.” Antes de encerrar, pede que os áudios sejam enviados para todos os seus contatos.

No vídeo gravado após o enforcamento, é possível notar leves movimentos no corpo. Ainda assim, ninguém tentou socorrer. A ausência de ação diante de alguém agonizando escancara o nível de indiferença e frieza no local.

A Polícia Civil investiga não só a morte, mas também a conduta de quem estava presente e optou por filmar ao invés de agir. O paradeiro de Gustavo, citado nos áudios como agressor, ainda é desconhecido.




 

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Homem é executado a tiros no bairro; execução foi filmada pelos criminosos

 A tarde de domingo (20) foi marcada por mais um episódio de violência no bairro Ventania, em Itabela, no sul da Bahia. Rodrigo Alves dos Santos, de 24 anos, conhecido como “Digo”, foi morto com vários tiros logo após sair de casa. A execução foi registrada em vídeo pelos próprios autores e as imagens passaram a circular nas redes sociais.

Testemunhas relataram que os criminosos chamaram Rodrigo até a porta da residência. Assim que ele apareceu, foi alvejado por diversos disparos, a maioria na cabeça. Ele morreu no local, sem chance de socorro.

As imagens da execução escancararam a brutalidade do crime. Mostram o momento em que a vítima é atingida, já caída ao chão, e continuam os disparos. A divulgação dos vídeos agravou o clima de medo entre os moradores da região, já acostumados com a tensão provocada pela disputa de território entre facções criminosas.

A Polícia Militar isolou a área e acionou as equipes da Polícia Civil e do Departamento de Polícia Técnica. O corpo foi removido para o Instituto Médico Legal (IML).

As primeiras informações apontam que o assassinato está relacionado à guerra pelo controle do tráfico de drogas na cidade. A Polícia Civil continua as investigações e busca pistas que possam levar à identificação dos autores.

Enquanto isso, o bairro Ventania soma mais uma morte em meio a um cenário de violência recorrente e impunidade.


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