Gisa Barros se destaca na Câmara com postura firme, independente e em defesa da população

Vereadora mantém coerência, fiscaliza o Executivo e se posiciona contra o inchaço da máquina pública

João Batista destaca atuação de Daniel Monteiro: “O vereador mais técnico e atuante de Mato Grosso”

vereador Daniel Monteiro, que vem se destacando por uma postura independente, técnica e coerente, especialmente nas discussões sobre políticas públicas e responsabilidade fiscal.

Ativista João Batista exalta Antonio Joaquim como patrimônio da educação em MT: “Referência ética, técnica e humana”

Professor e defensor dos direitos da infância destaca atuação exemplar do conselheiro do TCE-MT, que articula investimento histórico de R$ 120 milhões em creches no estado

Violência sexual: prática do estupro e mentalidades doentias

Fomos bombardeados nas últimas semanas com notícias sobre casos de estupros. Mas afinal, o que é o estupro e quais suas motivações? O estupro é o crime sexual mais praticado em todas as épocas, com criminosos de todas as classes sociais. Na Antiguidade, muitas vezes quando uma terra era invadida, seus dominantes estupravam as mulheres e matavam as crianças.
Relembro aqui do estupro coletivo a uma turista e a agressão ao namorado dela por três homens na madrugada de 30 de abril, no Rio de Janeiro. Com cerca de 20 anos, ela foi estuprada e roubada por três homens numa van de transporte alternativo. Seu namorado, de mesma faixa etária e também estrangeiro, foi algemado, espancado e roubado, e assistiu a tudo sem poder reagir. A ação durou seis horas. O caso ganhou repercussão na imprensa internacional. Os três homens foram reconhecidos e presos. Também no Rio de Janeiro, dias depois, em 3 de maio, por volta das 15h30, uma mulher de 30 anos foi estuprada em um ônibus da Linha 369 (Bangu x Carioca) por um criminoso ainda assaltou e agrediu os passageiros. O adolescente de 17 anos foi reconhecido pela vítima e outras duas pessoas que presenciaram tudo. O criminoso foi encaminhado para a Vara de Infância e Juventude e pode ficar apreendido por até três anos.
Esses casos de estupros me remetem aos recorrentes casos de abusos e violência sexual na Índia, em que crimes deste tipo vêm aumentando nos últimos meses. O estupro coletivo ocorreu com uma estudante de fisioterapia num coletivo em movimento por cinco rapazes. O ataque fez com que a população ficasse indignada e provocou protestos ao redor de toda a Índia, alguns deles violentos, sobre a questão da segurança das mulheres e também contra a polícia, acusada de demorar em investigar os crimes e diminuir a gravidade dos abusos sexuais. Crimes sexuais contra criança e mulheres na Índia se tornaram comuns. Em Nova Délhi, a capital do país, é a cidade que apresenta o maior número de crimes, com a média alarmante de um estupro a cada 18 horas. Vale mencionar que no dia 15 de abril uma menina de 5 anos foi sequestrada e mantida como refém no porão do próprio prédio, onde foi estuprada e torturada. A criança veio a óbito por não resistir aos ferimentos e em decorrência de parada cardíaca.
De acordo com o Código Penal Brasileiro, estupro é a penetração do pênis na vagina sem o consentimento da mulher. Aqui vale a pena fazer uma diferenciação dos tipos de agressão sexual.  A agressão por penetração é a introdução de partes do corpo ou objetos, que não o pênis, sem o consentimento do outro. É crime também quando se oferece substâncias a alguém com o intuito de praticar relações sexuais, sem a permissão desta pessoa.  A agressão sexual nada mais é, portanto, do que a violação dos limites da pessoa e a não permissão ao toque do seu corpo. Muitas mulheres são alvo destes abusos em coletivos, metrô e trens lotados, por exemplo. Alguns homens se aproveitam do aperto do transporte público para apalpar partes íntimas de outras pessoas, e as mulheres são as principais vítimas disso. Existe até um termo próprio para estes gestos, um fetiche, o Frotteurismo, excitação sexual resultante da fricção dos órgãos genitais no corpo de uma pessoa completamente vestida.
A questão do consentimento, que alicerça o ato de estupro e as agressões sexuais, baseia-se na submissão que as mulheres tinham diante dos homens. As esposas deveriam, mesmo contra a sua vontade, satisfazer as necessidades sexuais dos maridos. O ato sexual para o homem era uma maneira de extravasar seus conflitos e respaldar a liberdade e soberania masculina. O sexo para a mulher era aprisionador, arbitrário e impositivo, muitas vezes, utilizado como forma de conseguir alguma coisa a favor delas, moeda de troca e barganha. Esta construção sexual sobre o sexo determinou a relação entre homens e mulheres. O sexismo é uma herança cultural e social, pois, privilegia-se um sexo quando esse passa a ter mais direitos do que o outro, ou quando, para se firmar socialmente, diminui-se ou enfraquece o outro. Este sexismo praticado originou a misoginia, ódio ou desprezo ao sexo feminino. É nesta diminuição da importância da mulher que se ancora o estupro.
Esta cultura do estupro é uma relação que se baseia no poder e não está ligada ao sexo ou desejo sexual, mas na intimidação, que pretende causar medo e assim, controle. É o pênis que se transforma na arma contra a vagina e que inclusive, pune e pode matar. As mulheres eram consideradas propriedades privadas. O marido mantinha a esposa enclausurada na casa do casal. Na Grécia antiga, existia até um quarto, geralmente ficava na parte superior da casa, em que a esposa deveria ficar o dia inteiro ali, sem ter contato com as pessoas, apenas com algumas empregadas, o gineceu. Esta medida asseguraria que a esposa seria fiel e que os filhos seriam legítimos, minimizando a possibilidade de filhos “bastardos”.
A coação às mulheres é justificada através das regras que elas não respeitam. Não querem ser escravas ou objetos de uso dos homens. Não são submissas, não devem ser autônomas, livres e ter as próprias opiniões, posturas e posicionamentos. Regras tão arcaicas quanto Tutancâmon e absurdas, como algumas sugestões de alguns periódicos jurídicos que orientavam desprezar denúncias de estupro porque as mulheres teriam tendências a mentir. A falta de respeito e violência contra as mulheres é amoral e hipócrita. Em 22 de outubro de 2009, a aluna da Faculdade Uniban, Geisy Arruda foi hostilizada por outros alunos com xingamentos e comentários vulgares por usar um vestido curto, num país que faz do carnaval, sua festa mais celebrada, de corpos nus e erotismo. Mas quem disse que a mulher não pode usar o que ela quiser. O decote da blusa, a calça agarrada ao corpo, a saia curta não é um convite ao homem para copular.
O abuso sexual, a agressão e o estupro, do ponto de vista social, é a imposição masculina sobre a feminina. A violência praticada determina uma superioridade dos homens sobre as mulheres, portanto, mantém o errôneo conceito de determinar os gêneros, ou seja, os papéis sociais deveriam ser cumpridos: mulheres obedientes, concordatas, castas e recatadas; homens soberanos, líderes, inquestionáveis, determinados e no controle do corpo e do sexo. Esta é a cultura vigente, estereotipada e que, felizmente, está mudando, mas que necessita de muitas transformações. São estas as bases da homofobia, para visualizarmos outro grupo de pessoas que sofrem a opressão da determinação dos gêneros. Homens que não cumprem o papel masculino são punidos. O estuprador é um homem covarde, que usa o ato sexual como maneira de se impor não como indivíduo, mas para manter uma hegemonia do homem sobre a mulher e assim, revelando toda a sua incapacidade de reconhecer a emancipação e autonomia feminina. O agressor é na verdade, incompetente emocional, retrógrado e de mentalidade simplistas, preconceituosas e enfadonhas. Vive como se estivesse na época medieval.
Para combatermos esses atos desenfreados de estupros, primeiro temos de compreender que não podemos generalizar. Os homens não são estupradores em potenciais e nem as mulheres suas eternas vítimas. Não podemos perpetuar os estereótipos, mas precisamos combater o sistema patriarcal que ainda impera nos relacionamentos sociais e amorosos. Não deve-se excluir os homens da discussão sobre o estupro, mas inseri-los nesta reflexão. Mulheres e homens devem dar um basta ao determinismo dos gêneros, pois, masculino e feminino devem coexistir, despolarizando e entendendo que não existem hierarquias sexuais.
(Breno Rosostolato, psicólogo; professor – Faculdade Santa Marcelina/ FASM)

Emanuel Pinheiro é deputado estadual em Mato Grosso pelo Partido da República MT SAÚDE: O RESGATE DO PLANO



A questão mais espinhosa sobre o MT Saúde é de que maneira podemos restabelecer a confiança da rede credenciada e da própria sociedade para que acreditem na autossuficiência do plano de saúde. Trata-se de uma questão para a qual ninguém tem a resposta correta.

A onda de escândalos sugere que a resposta adotada durante os últimos meses, pelo menos sob alguns aspectos, talvez seja unir forças em prol da permanência do plano.
Felizmente, garantirão boa parte da mudança necessária. Em qualquer administração, seja ela pública ou privada, as empresas se vêem disciplinadas pela necessidade de gerar a renda necessária para pagar os credores, a mão-de-obra e o capital que empregam. Se não o fizerem, desaparecerão.
Talvez a resposta correta seja essa mesmo: restabelecer a confiança do mercado e das pessoas. Como relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), que investiga a situação administrativa, financeira e contábil do MT Saúde, propus uma força-tarefa para garantir a independência e isonomia do plano criado durante a gestão do ex-governador Blairo Maggi (PR).
É preciso que haja o bom senso da rede credenciada, já que boa parte da dívida foi quitada e, consequência disso, os hospitais voltem atender os usuários do plano. O compromisso da CPI é saldar o MT Saúde, consolidá-lo a prestar serviços de qualidade àqueles que dependem do plano.
É preciso garantir que esse patrimônio do servidor público seja revitalizado, pois não há dúvidas em relação o seu funcionamento. Para isso, o trabalho desempenhado até o momento é de total transparência, conforme material coletado durante as oitivas.
De antemão podemos considerar que o MT Saúde foi vítima da má gestão. O nosso compromisso com os associados é o resgate da credibilidade. Se confirmada a ineficácia do Poder Público, com certeza os culpados serão punidos.
O plano é plenamente viável e os usuários podem ficar tranquilho em relação à manutenção dos serviços. De modo algum podemos abater pelas críticas quanto à credibilidade do relatório final a ser apresentado nos próximos dias. Afinal, nada será feito para tapar o Sol com a peneira e, muito menos, livrar ninguém.
Vamos respeitar os processos legais. Não vou incriminar ninguém sem provas até por que não é esse o papel da CPI. Uma coisa temos que relevar é que a gestão do MT Saúde deve ser revista para que ela se torne sustentável e não onere os cofres públicos.
A CPI, criada em novembro do ano passado, tem por obrigação apurar a situação administrativa, financeira e contábil do plano de saúde. Durante as oitivas foram ouvidos servidores, sindicalistas, empresários e ex-gestores.
A Comissão é composta pelos deputados Walter Rabello (PSD), Emanuel Pinheiro, Luciane Bezerra (PSB), Antonio Azambuja (PP) e Baiano Filho (PMDB).
*Emanuel Pinheiro é deputado estadual em Mato Grosso pelo Partido da República
FONTE : Deputado Emanuel Pinheiro

TRANSPORTE COLETIVO Vereador quer redução de tarifa em Cuiabá

Redação do GD
Na esteira de grandes municípios do Brasil e de Manaus, capital do Amazonas, que tem um sistema de trânsito similar ao de Cuiabá, o vereador Dilemário Alencar (PTB) formalizou ao prefeito de Cuiabá a redução na tarifa do transporte coletivo, hoje estipulado em R$ 2,95.
“O Governo Federal editou Medida Provisória 617 que reduz a zero as alíquotas da Contribuição para o PIS/PASEP e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), incidentes sobre a receita decorrente da prestação de serviços regulares de transporte coletivo municipal rodoviário, metroviário e ferroviário de passageiros, portanto, os empresários já têm motivos de sobra para reduzir as alíquotas”, ponderou Dilemário em ofício encaminhado ao Palácio Alencastro.
Matéria Completa na edição impressa de A Gazeta deste domingo (9)
Acompanhe o GD também pelo Twitter: @portalgazeta
 

Sepultado em Cuiabá o jornalista Marcos Coutinho

Fonte: Redação Só Notícias (foto: reprodução)

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Foi sepultado, no final desta manhã, no Cemitério Parque Bom Jesus de Cuiabá, na capital, o corpo do jornalista Marcos Coutinho, fundador e diretor executivo do site Olhar Direto. Ele morreu, ontem de madrugada, após sofrer uma parada cardiorrespiratória. O velório foi em uma capela onde estiveram centenas de pessoas - amigos, jornalistas e lideranças políticas, além de familiares.

O governador Silval Barbosa (PMDB), o prefeito de Cuiabá Mauro Mendes (PSB), os senadores Blairo Maggi (PR) e Pedro Taques (PDT) e vários deputados estaduais divulgaram lota lamentando a morte de Coutinho, que foi um dos pioneiros na mídia on line em Mato Grosso.

Marcos Coutinho deixa a esposa Maria Izabel Manfrin Coutinho Barbosa e três filhos - Matheus Coutinho (23), Lucca Coutinho (20) e Joaquim Coutinho (17). "Desejo que Marcos seja lembrado profissional dedicado e pai de família exemplar", disse a mulher Izabel Coutinho, conforme o Olhar Direto

Prefeitura de Cuiabá já arrecadou R$ 569 milhões até maio

Fonte: Só Notícias/Gazeta Digital

A Prefeitura de Cuiabá já arrecadou mais de R$ 569 milhões até maio, sendo que a previsão de arrecadação para o ano de 2013 é de R$ 1,6 bilhão. Somente de impostos, já foram arrecadados R$ 175 milhões, e a previsão anual é de R$ 375 milhões, sendo que o Imposto Territorial e Predial Urbano (IPTU) chegou a R$ 59 milhões em maio, e a previsão para o ano todo é de R$ 85 milhões.

Os impostos sobre o patrimônio e renda já garantiram aos cofres públicos, o valor de R$ 87 milhões, sendo que a previsão anual é de R$ 150 milhões. O Imposto sobre Qualquer Natureza (ISSQN) e sobre a Produção e Circulação, possuem previsão de R$ 224 milhões em arrecadação, sendo que até maio já foram garantidos R$ 87 milhões de cada.

A receita de concessões, com a outorga dos serviços de transporte coletivo já arrecadou R$1,5 milhões, sendo a previsão anual é de R$ 7,6 milhões. A concessão dos serviços de água e esgoto concedeu ao município até maio, os valores de 5% dos vencimentos que chegam a R$2,3 milhões, cuja previsão anual é de R$7,2 milhões, e o parcelamento da concessão chegou ao valor de R$1 milhão, sendo que a previsão é de R$ 8,3 milhões.

As transferências da União para Cuiabá que estão previstas em R$423 milhões, já se efetuou até maio, o valor de R$142 milhões. Com a cota do município, já foram garantidos R$52 milhões, e a previsão é de R$111 milhões para este ano.

Já as transferências do Estado, totalizaram até maio, o valor de R$151 milhões, cuja previsão anual é de R$330 milhões. O ICMS transferido pelo Estado chegou ao patamar de R$94 milhões de R$201 milhões previstos para 2013, e o IPVA de R$66 milhões previstos já foram repassados R$36 milhões.

A receita da dívida ativa do município está orçada em R$15,5 milhões para 2013, sendo que já foram efetuados R$5,319 milhões, sendo que o maior valor da dívida é referente ao próprio IPTU, no total de R$15,3 milhões, e que foram liquidados R$5,309 milhões.

PESAR Autoridades homenageiam o jornalista Marcos Coutinho

A morte do jornalista Marcos Coutinho, proprietário do site de notícias Olhar Direto, suscitou homenagens e pesares de figuras políticas do Estado como o prefeito da Capital, Mauro Mendes (PSB), o governador Silval Barbosa (PMDB), o deputado estadual José Riva (PSD) e o senador Pedro Taques (PDT). 

O palco da despedida ao jornalista, que faleceu na madrugada deste domingo (9), foi o cemitério Bom Jesus de Cuiabá, onde ele foi sepultado nesta segunda-feira (10). Mendes, que esteve presente, afirma que Coutinho “será sempre lembrado pela ousadia e coragem”. 

“Tenho certeza de que sua trajetória e seu exemplo vão inspirar muitos jovens jornalistas a seguir os seus passos, exercendo a profissão de maneira ética e responsável”, declara o prefeito. 

Por meio de nota, Silval também se manifestou. Disse que o jornalista cumpriu grandes serviços ao Estado, imprimiu seu nome nas páginas da história do jornalismo. 

Já Riva salientou que mantinha amizade com Coutinho e que a morte do “grande amigo e profissional dedicado” deixa uma lacuna no jornalismo de Mato Grosso. 

Ressaltando o legado investigativo do jornalista, o senador Pedro Taques se manifestou também por meio de nota. Declarou lamentar a partida precoce, mas ressaltou acreditar no exemplo e legado deixados pelo comunicador. 

Coutinho fundou o site Olhar Direto, considerado um dos maiores portais de notícias de Mato Grosso, por cerca de 13 anos. Também passou pela comunicação pública, sendo o responsável pela criação e implantação da Secretaria de Comunicação da Câmara Municipal de Cuiabá, em 1995. 

Aos 47 anos, ele faleceu em sua casa devido a uma parada cardiorrespiratória. Ele era casado com Maria Izabel Manfrin Coutinho Barbosa e tinha três filhos: Matheus Coutinho (23), Lucca Coutinho (20) e Joaquim Coutinho (17). (LB) 

Audiência Pública sobre Novo Código Penal será realiza em Cuiabá

O evento é realizado pelo senador Pedro Taques (PDT), relator do projeto no Senado, Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJ-MT), Ministério Público Estadual (MPE), Defensoria Pública de Mato Grosso, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MT) e Faculdade de Direito da UFMT.
Fonte: Assessoria
Os mato-grossenses também poderão se manifestar sobre a reforma do Código Penal Brasileiro, em audiência pública que será realizada em Cuiabá dia 21 de junho (sexta-feira), no auditório das Promotorias de Justiça de Cuiabá, às 19h. O evento é realizado pelo senador Pedro Taques (PDT), relator do projeto no Senado, Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJ-MT), Ministério Público Estadual (MPE), Defensoria Pública de Mato Grosso, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MT) e Faculdade de Direito da UFMT. 

O Projeto de Lei do Senado (PLS) 236/2012, que trata do novo Código Penal, está sendo analisado por uma comissão especial de senadores. O texto teve origem em anteprojeto elaborado por uma comissão de juristas instituída pelo Senado. Além de consolidar num único texto a legislação penal, os juristas inovaram em temas como a punição do enriquecimento ilícito e o aumento de penas para o crime de corrupção. 

O senador mato-grossense é o relator da matéria e tem a missão de apresentar o novo texto, com as alterações consideradas necessárias, e colocá-lo em votação no Senado. Para isso, tem ouvido e debatido com diversos segmentos da sociedade. A expectativa é de que o texto seja votado até o final do ano. “No projeto são abordadas questões que envolvem posições filosóficas, científicas e religiosas. Por isso mesmo temos que ouvir o cidadão em todo o país e as várias posições sobre determinados temas. Daí a razão dessas audiências públicas”, disse o senador. 

Diálogos em Cuiabá – Na audiência que será realizada em Cuiabá, cada uma das instituições parceiras – TJ-MT, MPE, Defensoria, OAB-MT e Faculdade de Direito da UFMT - irá indicar um representante para falar sobre aspectos específicos do novo Código Penal. Pedro Taques, como relator, irá ouvir os posicionamentos, que subsidiarão a formatação do texto que será votado no Congresso. 

Além disso, durante o evento, será aberto debate para os participantes ouvintes. População em geral, entidades ligadas a  área jurídica e que trabalham diretamente com o Código Penal estão convidados para a audiência pública.


Secretário não aparece em audiência e Câmara fará convocação para explicar caso


Da Redação
A audiência pública realizada na manhã dessa segunda-feira (10) para discutir a regularização fundiária em Cuiabá, principalmente no bairro Dr. Fábio II, onde houve ameaça de despejo na semana passada, foi marcada pela crítica dos presentes à ausência de representantes da Prefeitura no evento.
Praticamente todos os participantes foram unânimes em dizer que a ausência de representantes da Prefeitura prejudicou o debate. O mais criticado foi o secretário municipal de Cidades, Suelme Evangelista, responsável pela manobra que levou fiscais da Prefeitura a divulgarem uma suposta campanha de cadastramento para regularização fundiária na semana passada, quando ocorria, na verdade, notificação para que os moradores deixassem o local em 72 horas.
O vereador Onofre Júnior (PSB), primeiro vice-presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, foi um dos que criticaram a ausência. “Eles deviam estar aqui, pois essa ameaça de despejo tirou o sono de muita gente. Se hoje estamos falando do Dr. Fábio II, amanhã isso poderá ser estendido a outros bairros”.
O vereador Wilson Kero-kero (PRB) afirmou que, mesmo sendo da base de apoio ao prefeito Mauro Mendes (PSB), não compactua com a operação desastrosa. “Não posso aceitar que um secretário do município tire sono de centenas de pais de família”.
Na mesma linha seguiu o vereador Dilemário Alencar (PTB). “Eu sou da base, mas não sou lesado. Por isso, vamos entrar com um pedido de convocação formal para que esse secretário de Cidades compareça aqui na Câmara e dê explicações à sociedade”.
Autor do requerimento para realização da audiência, o vereador Marcrean Santos (PRTB) afirmou que quantos vezes for necessário o Legislativo convocará a população para debater o assunto. “Esse é um tema de grande inclusão social, pois, sem regularização, o cidadão não pode usar eu imóvel como garantia num financiamento bancário e nem tem tranqüilidade que deve ter um verdadeiro proprietário”.
Autoridades também criticaram a ausência, como fez o presidente do Intermat, Afonso Dalberto. O defensor público-geral do Estado, Djalma Mendes, também compareceu, assim como o chefe do Núcleo de Regularização da Defensoria, Air Praeiro.
A presidente da Associação de Moradores do Bairro Dr. Fábio II, Maria Orlice, também criticou a Prefeitura. Alega que, depois de toda confusão, os representantes do Executivo foram à região sem qualquer comunicação prévia e não chamaram a entidade para discutir. “Eu mereço respeito. Fui eleita para comunidade e nem sequer me chamaram para participar da visita”. Também estiveram presentes dirigentes comunitários dos bairros Altos da Glória, Jardim Umuarama, Castelo Branco, São João Del Rey, São Francisco, Dr. Fábio II e Altos da Serra II, entre outros.
O presidente da Federação Mato-grossense das Associações de Moradores de Bairros (Femab), Walter Arruda, conclamou o poder público a se unir e defender a moradia da população, pois esse representa um dos direitos fundamentais. Segundo Marcrean, cerca de 50% dos aproximadamente 250 bairros na Capital precisam regularizar suas áreas.

Cuiabá tem alternativa para reduzir dívida global, economizar R$ 50 milhões e repactuar parcelas

Olhar Direto
Cuiabá tem alternativa para reduzir dívida global, economizar R$ 50 milhões e repactuar parcelas
 Apontada pelo prefeito Mauro Mendes (PSB) como uma “sangria desatada dos cofres municipais”, o reperfilamento das dívidas da Prefeitura de Cuiabá com a União se faz urgente e passou a ser factível graças à brecha aberta pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN), com autorização do Banco Central, para que os estados fizessem mudassem o formato. Cuiabá pode economizar mais de R$ 50 milhões do estoque principal da dívida, mas Mendes se mostra reticente por causa da perspectiva de variação cambial, onde o dólar tem apresentado tendência de alta.
 
 
Passada a primeira leva, a União permitiu que os maiores devedores municipais fizessem algumas adaptações para cumprir a lei 1960/99, que disciplina o refinanciamento das dívidas, mas, até o momento, somente a Prefeitura do Rio de Janeiro aproveitou. 
 
 
Um dos responsáveis pela negociação técnica das dívidas de Mato Grosso com o governo federal, o economista Vivaldo Lopes Dias, secretário adjunto de Fazenda do Estado, afirma que a repactuação dos débitos da municipalidade é possível. “É exatamente igual ao que estamos fazendo com o governo: faz-se a prospecção e, depois, a captação dos recursos no mercado, com juros de 2,5% a 4% ao ano. Então, paga-se o Tesouro Nacional com o dinheiro ‘barato’ e a municipalidade passa a dever, em dólar, para o agente financeiro”, ensina Vivaldo.
 
 
Tanto o Banco Mundial (Bird) quanto o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), diante do excesso de liquidez, estão oferecendo o chamado ‘dinheiro barato’ para organizações governamentais brasileiras e de outros países da América Latina. E o Brasil é um dos principais alvos.
 
 
Então secretário Municipal de Finanças no refinanciamento, em 1999, Lopes Dias cita que à época era a única solução disponibilizada pelo então ministro Pedro Malan, da Fazenda, via Secretaria do Tesouro. “Por certo, hoje alguns considerar os juros elevados [12% ao ano, mais o IGP-DI]. Porém, muito melhores do que os 25% ao mês cobrados pelos bancos, em antecipações de receitas orçamentárias (AROs), posteriormente proibidas”, justifica ele.
 
 
Na época da renegociação com o Ministério da Fazenda, em 1997, a dívida global era de R$ 269 milhões. Depois, em dezembro de 1999, na assinatura do contrato com a STN, caiu para R$ 112 milhões. Cuiabá adotou o mesmo formato das prefeituras do Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte, por exemplo. Detalhe: o secretário da Fazenda de São Paulo era João Sayad, ex-ministro do Planejamento.
 
 
No período, se a Prefeitura de Cuiabá tivesse condições de pagar 20% da dívida “como entrada”, os juros anuais cairiam para 6%. “E essa janela ainda está aberta no contrato, porque não fixa prazo. Ou seja, a qualquer hora, o município pode sentar-se à mesa com a Secretaria do Tesouro e se dispor a pagar 20% do valor devido, para reduzir os juros”, pontua o adjunto da Sefaz.
 
 
Vivaldo Lopes revela que, na administração Roberto França, a Prefeitura de Cuiabá não possui “um centavo sequer” para dar como entrada no processo de financiamento das dívidas, aberto pelas leis 9497/97 (estados) e 19660/99 (capitais e grandes prefeituras). “Na época, conseguimos livrar os municípios de ter a taxa Selic, como variante para os juros. E ficamos com o IGP-DI como indexador. Se pudéssemos dar entrar, os juros ficariam em 6%. Agora, a Prefeitura de Cuiabá tem condições de fazer isso”, observa ele, se colocando à disposição de Mauro Mendes e demais técnicos do Palácio Alencastro.
 
 
A rolagem da dívida foi feita em 30 anos. Passaram-se menos de 15. “Existe o teto de comprometimento de 11% das receitas correntes líquidas e 6% de juros anuais. É muito melhor do que o formato atual”, aponta Vivaldo, que, no início da gestão Mauro Mendes, foi duramente criticado por alguns auxiliares da ‘turma da indústria’, como são conhecidos os assessores que acompanham-no desde a Federação das Indústrias do Estado (Fiemt).
 
 
“O contrato da Prefeitura de Cuiabá com sua dívida é realmente preocupante. Ele aflige muito a administração municipal, porque é um custo perverso demais. Por iss, vamos renegociar, sim”, afirma o prefeito.
 
 
“Todavia, ainda não temos o formato ideal. Estamos pesquisando o que é possível ser feito”, define Mendes. Ele elogia a qualidade técnica de Vivaldo Lopes. Todavia, evita entrar no mérito da sugestão, quase em forma de consultoria apresentada pelo secretário adjunto da Sefaz.
 
 
Para efeito de comparação, basta lembrar que R$ 50 milhões representa mais de metade do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), no valor de R$ 95 milhões, lançado nesta semana, pelo prefeito Mauro Mendes, no bairro Doutor Fábio II. 
 
 
Atualmente, Vivaldo Lopes participa da negociação para o reescalonamento de quase R$ 2 bilhões do débito de Mato Grosso com a União. A primeira etapa, concluída no ano passado, foram quase R$ 1 bilhão.

Vereador estuda migrar para o MD

O vereador por Cuiabá Onofre Júnior (PSB) estuda a possibilidade de migrar para o partido Mobilização Democrática (MP). O parlamentar afirma estar aguardando a resposta do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre uma consulta do presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, para tomar a decisão. 

O socialista diz que “não há mais condições” de permanecer no PSB, uma vez que ele é uma “voz isolada”. “Estou insatisfeito. Não tem clima nenhum lá. Não participo de nada. Está muito desconfortável”. 

O descontentamento de Onofre com a legenda começou pouco depois de ele ser eleito. O motivo foram as articulações para a eleição da mesa diretora do Legislativo Municipal. 

O pleito fez com que o vereador e seu colega de bancada, Faissal Kalil (PSB), rompesse com o prefeito Mauro Mendes (PSB). Atualmente, Onofre é oposição ferrenha à administração do socialista. 

Caso a migração para o MP não dê certo, Onofre já estuda outras possibilidades. Segundo ele, outras legendas o tem cobiçado. O parlamentar afirma que vem mantendo diálogo frequentes com pelo menos dois partidos. 

“Existe a possibilidade de eu migrar para o MD, mas também recebi o convite da Rede (Sustentabilidade), que é o partido da (ex-senadora) Marina Silva, e do PS (Partido Solidariedade). Estou estudando”. 

Faissal, por sua vez, deve permanecer no PSB, apesar de também já ter sido convidado para integrar o MD pela futura presidente da legenda, a deputada estadual Luciane Bezerra. 

PT escolherá entre Julier, Lúdio e Ságuas para 2014

Lúdio Cabral, candidato a prefeito pela Capital em 2014 - Foto: reprodução
Lúdio Cabral, candidato a prefeito pela Capital em 2014 – Foto: reprodução
Assim como os outros partidos, o PT também iniciou as suas articulações para 2014. Os dirigentes da sigla em Mato Grosso afirmam que desta vez vão tentar disputar com candidatura majoritária ao governo estadual.
Um dos nomes cogitados para isso é o do juiz Federal Julier Sebastião, mas segundo informações o magistrado ainda não teria feito nenhuma sinalização sobre a indicação.
Caso ele não aceite, a segunda opção a majoritária seria Lúdio Cabral, que disputou a prefeitura de Cuiabá, no ano passado. Outro possível nome é o secretário de Educação do Estado, Ságuas Moraes. Neste sábado (8), o PT se reunirá para discutir as conjunturas políticas.

Problemas de saneamento de Cuiabá não serão resolvidos individualmente, afirma promotor

 Olhar Direto
Olhar Direto
Problemas de saneamento de Cuiabá não serão resolvidos individualmente, afirma promotor
 “Os problemas de saneamento básico da região Metropolitana de Cuiabá só serão resolvidos quando o Governo do Estado atuar para o melhoramento desse serviço essencial”, assegurou o promotor de defesa da Ordem Urbanística de Cuiabá, Carlos Eduardo Silva, em fala feita durante a 9º Semana do Meio Ambiental. 
 
 
Para o promotor, enquanto existir divisão das políticas públicas voltadas para saneamento básico, entre municípios vizinhos como Cuiabá e Várzea Grande, os problemas não serão resolvidos. “Não adianta só Várzea Grande ou só Cuiabá limpar o rio Cuiabá, pois os problemas vão continuar, o rio é um só”, ressaltou.
 
 
De acordo com Carlos Silva,  o Governo do Estado precisa atuar junto aos municípios, pois a divisão não favorece nenhum dos lados. “A região metropolitana de Cuiabá já era para ter solucionados os problemas de água e esgoto, o Governo Silval quando entrou demonstrou interesse, porém até o momento não verificamos resultados”, cobrou.
 
 
O promotor também recordou dos recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) que foram perdidos pelos municípios de Cuiabá e Várzea Grande. Subsídios estes que poderiam ter solucionados parte dos problemas de Saneamento da região. 
 
 
As críticas do promotor vão de encontro com a ausência de aplicabilidade, inclusive da criação de um Plano de Gerenciamento e Saneamento em Resíduos Sólidos. Várzea Grande é um dos municípios que ainda não possui o plano. Uma lei federal estabelece que a cidade que não possuir,  até o final de 2013, um projeto nesta área, deixará de receber recursos da União.
 
 
O descarte dos resíduos sólidos foi um dos temas mais debatidos no primeiro dia da Semana do Meio Ambiente que trouxe uma mesa redonda com o tema “Saneamento e Distribuição da água em Cuiabá”. A discussão contou com a presença do promotor Carlos Silva, como representante do Ministério Público Estadual, um representante da Companhia de Águas do Brasil (CAB Cuiabá), Celso Pascual e da Agência Municipal de Água e Esgoto (AMAES), Karla Lavratti.

Último adeus a Coutinho será às 9h no cemitério Bom Jesus de Cuiabá

CenárioMT
Último adeus a Coutinho será às 9h no cemitério Bom Jesus de Cuiabá
 O velório do jornalista Marcos Coutinho está sendo realizado desde o final da tarde de ontem (9), na sala Orquídeas, da Capela Jardins, em Cuiabá.

O enterro está marcado para as 9h30 de hoje, no cemitério Bom Jesus de Cuiabá.

Coutinho morreu na madrugada deste domingo (9),  fundador e diretor executivo do Grupo Olhar Direto. O jornalista passou mal e foi socorrido por um dos seus filhos, que tentou levá-lo ao hospital, mas Coutinho acabou falecendo em casa. Ele será velado na Capela Jardins, na sala das Orquídeas, a partir das 17h. Já o enterro será na segunda-feira, às 9h, no cemitério Bom Jesus de Cuiabá.

De acordo com o Instituto Médico Legal (IML), ele sofreu uma parada cardiorrespiratória - interrupção da circulação sanguínea que ocorre em consequência da interrupção súbita e inesperada dos batimentos cardíacos ou da presença de batimentos cardíacos ineficazes. 

Formado pela Universidade Metodista de São Paulo era considerado um dos profissionais mais polêmicos da comunicação de Mato Grosso e ícone no jornalismo investigativo. De família tradicional cuiabana, sua história profissional está intrinsicamente ligada à cobertura dos casos mais polêmicos do noticiário mato-grossense. Isso lhe proporcionou ter participação direta em duas finais regionais do Prêmio Esso de Jornalismo – veículo impresso Centro-Oeste, fato raro para quem atua em Cuiabá. 

Apontado por decanos como Jê Fernandes, Onofre Ribeiro e José Eduardo do Espírito Santo para o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor) como o primeiro repórter investigativo da imprensa no ‘formato contemporâneo’, Marcos Coutinho se notabilizou com reportagens de fundo para os jornais ‘A Gazeta’ – o maior do Estado, e, depois, ‘Gazeta Mercantil’.

Com os amigos Auro Ida, Marcão Lemos e Ronaldo Pacheco, na segunda metade da década de 90, fundou o Sistema de Informação e Marketing (SIM), embrião do Mídia News, primeiro site noticioso de Mato Grosso, ainda em atividade, hoje sob direção do jornalista Ramon Monteagudo.

Coutinho também foi responsável pela criação e implantação da Secretaria de Comunicação da Câmara Municipal de Cuiabá, no atual formato, no ano de 1995, sob a gestão do então presidente Carlos Brito.

No começo dos anos 2000, fundou o site Olhar Direto com o amigo Mário Marques Almeida. Há três anos, fundou a mais estruturada sucursal de Brasília entre os veículos website de Cuiabá.

Porém, seu espirito empreendedor queria sempre mais. E, por isso, desde o ano passado, transformou o Olhar Direto num portal de notícias. Ele criou outros sites: Agro Olhar, Olhar Jurídico, Olhar Copa e Olhar Conceito. Por isso, possui a maior redação individual de um veiculo noticioso de Mato Grosso, gerando quase 30 empregos para jornalistas.

Marcos Coutinho deixa a esposa Maria Izabel Manfrin Coutinho Barbosa e três filhos – Matheus Coutinho (23), Lucca Coutinho (20) e Joaquim Coutinho (17). “Desejo que Marcos seja lembrado profissional dedicado e pai de família exemplar”, define a mulher Izabel Coutinho.

Vereadores investem em projetos sustentáveis

 Redação
Sustentabilidade é um tema que vem ganhando espaço nas discussões, principalmente porque as pessoas estão se conscientizando sobre a necessidade de preservar o planeta em que vivemos.
Os vereadores da Câmara Municipal de Cuiabá estão sendo exemplo em atitudes sustentáveis. Na própria Casa e Leis vai ser instalado um projeto de reciclagem, conscientizando os servidores.
O objetivo da Câmara é ser um ponto de coleta de materiais para reciclagem, incentivando servidores e colaboradores a trazerem de suas residências os recicláveis, promovendo o descarte próprio de forma ambientalmente correta.
A Coleta Seletiva Solidária consiste no recolhimento, transporte e triagem de papel, papelão, vidro, plástico e metais em geral. A iniciativa tem o tripé da sustentabilidade (ambiental, econômica e social).
A ação contribui para a geração de renda à integrantes da cooperativa e a destinação dos recursos financeiros obtido com o material recolhido na Câmara, será revertido para creches, escolas e entidades filantrópicas.
O vereador Mário Nadaf (PV), abraçou a causa do seu partido realizando o “Movimento PlantAR”, com o auxílio de parceiros públicos e privados. O projeto busca conscientizar o cidadão cuiabano quanto à necessidade de preservação do meio ambiente e também despertar nele o hábito de zelo pelo nosso bioma, o Cerrado.
Já Faissal Calil (PSB), apresentou uma indicação ao Executivo, de um projeto de lei chamado “IPTU VERDE”. O projeto visa valorizar, preservar e conservar o meio ambiente por meio de políticas que atenuem os impactos ambientais e promovam o desenvolvimento sustentável.
Ao proprietário do imóvel que aderir ao Programa “IPTU VERDE” fica o Poder Executivo autorizado a conceder desconto no valor do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), para o contribuinte que utilizar, com projeto aprovado pela municipalidade, tecnologias ambientais sustentáveis na realização de benfeitorias em imóvel predial residencial.
Os vereadores Arilson da Silva (PT) e Allan Kardec (PT), são defensores da implantação da Ciclovia em Cuiabá. Ciclovia é alternativa para mobilidade urbana, devido ao caos em que se encontra o trânsito de Cuiabá. Uma das soluções propostas para tentar resolver o problema e desafogar as ruas da capital, acabando com os engarrafamentos, que não têm mais hora para se formar, é a valorização das bicicletas como meio de transporte. Para isso, é preciso investir em ciclovias.

Licitação de Mauro Mendes para aluguel de máquinas e equipamentos teria sido direcionada

Licitação de Mauro Mendes para aluguel de máquinas e equipamentos teria sido direcionada
A Prefeitura de Cuiabá estaria levando um prejuízo de R$ 6 milhões por conta do suposto direcionamento de licitação para aluguel de máquinas e equipamentos, realizado em maio pela Diretoria de Compras e Licitação, teria sido direcionada. A denúncia partiu do vereador Toninho de Souza (PSD), durante sessão ordinária desta quinta-feira (06/06), com base em ação judicial da Panta Construtora e Locadora em ação judicial na Comarca de Cuiabá, em que requer mandado de segurança contra o Pregão Presencial 011/2012, vencido supostamente por aliados da administração municipal.


Prefeitura de Cuiabá é a maior culpada por ocupações irregulares, acusa presidente da Ucamb
Moradores do DR. Fábio II afirma que fiscais da prefeitura trapacearam para conseguir assinaturas

Na ação, a Panta acusa a municipalidade de ter incluindo no adendo II algumas mudanças drásticas, violando os termos iniciais do edital: aumento no número de lotes de 13 para 19, partição de lotes, alterações do ano dos veículos da maioria dos lotes e quantidade e acréscimo de itens.

“De fato, é estranho que os vencedores sejam amigos de quem está no poder. Mas creio que os documentos da ação judicial materializam essa suspeita”, pontua Toninho de Souza.
“A licitação apresenta vícios formais. Por exemplo a prorrogação e mudança da qualificação técnica brusca e repentinamente, além de audaciosa proposta desvantajosa para a administração pública”, reclama a Panta, em trecho da ação assinada pelo advogado Marcelo Prata Vieira Machado.

A empresa argumenta que “salienta-se vício especialmente no lote 3, que trazia originalmente 25 unidades de caminhões caçamba trucado, com todas as normas exigidas pelo Contran capacidade media de 14 metros cúbicos, com no máximo oito anos de uso, com motorista que repentinamente, por meio do adendo II foi partido em outros tres lotes com 10 unidades, cada”.

Toninho classificou o caso como “de extrema gravidade” e solicitou que a Mesa Diretora da Câmara solicite informações pormenorizadas do Poder Executivo sobre o processo licitatório. “Desta forma, cada vereador terá em mãos detalhes da licitação e, por certo, melhores condições para fiscalizar”, completa Toninho.

OUTRO LADO

O líder do Executivo na Câmara, vereador Leonardo de Oliveira (PTB), afirma que a licitação obedeceu os ritos legais, principalmente a Lei das Licitações (8666/93). Porém, não quis comentar detalhes sobre mudanças de adendo, no processo. “Se está em ação judicial, então deve-se aguardar a manifestação do Poder Judiciário, nos autos”, pondera Leonardo Oliveira.

O líder em exercício do PTB na Câmara de Cuiabá, vereador Dilemário Alencar, disse a questão é pontualmente jurídica e não administrativa. “Do ponto de vista de gestão, é certo que a prefeitura necessita dessas máquinas para funcionar”, observa Dilemário.

O secretário municipal de Obras, Marcelo Padeiro Oliveira e Silva, afirma que, sem os equipamentos, torna-se impossível executar os serviços que a Capital necessita. Ele negou que tenha emitido qualquer parecer técnico à Diretoria de Comparas que supostamente pudesse favorecer quaisquer dos concorrentes. “Quem me conhece, sabe do meu histórico: eu só sei trabalhar e não fiz qualquer parecer sobre essa licitação. Apenas solicitei maquinas que possam atender às tarefas que Cuiabá exige, diariamente”, resume Marcelo.

Acúmulo de cargos e licitação polêmica foram destaques

Henry sofre ação de improbidade no caso mensalão

Mary Juruna/MidiaNews
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Mauro Mendes enfrenta polêmicas envolvendo licitações e reintegração de posse
LAÍSE LUCATELLI
DA REDAÇÃO
A semana foi marcada por polêmicas envolvendo acusações de acúmulo de cargos, de direcionamento em licitações, e por "truculência" na desocupação do bairro Dr. Fábio II, na Capital.

Polêmicas como a dos remédios que venceram no estoque da Farmácia de Alto Custo, e a "novela" da Havan e da briga entre o deputado Ademir Brunetto (PT) e o secretário Alan Zanatta continuam.

Confira o resumo dos principais fatos que marcaram a semana na política:

Acúmulo de cargos

O vereador Toninho de Souza (PSD) denunciou a suposta prática de improbidade administrativa por parte do secretário de Trabalho e Desenvolvimento Econômico de Cuiabá, Elias Andrade. Segundo ele, Andrade continua lotado - e recebendo salário - como professor do Departamento de Letras UFMT. O vereador disse que, com o cargo na UFMT, o secretário estaria impedido de acumular qualquer outra função pública, uma vez que é contratado para atuação em dedicação exclusiva. Leia AQUI.
Secom/Cuiabá
Elias Andrade acumula cargos públicos


Polêmica do aluguel de maquinários

Os vereadores de Cuiabá questionam a licitação de R$ 9,5 milhões para locação de maquinários. Um dos pontos polêmicos é o fato de que a Trimec Construções e Terraplanagem Ltda., empresa pertencente a Wanderley Fachetti – que é sócio de Mauro Mendes em outros negócios – venceu a maioria dos lotes, totalizando o montante de R$ 3,6 milhões. Leia AQUI.

A empresa Panta Construtora, Comércio e Locadora Ltda. acionou judicialmente a Prefeitura e o pregoeiro Valdir Pereira da Silva, em uma tentativa de anular o certame. A empresa entrou com um mandado de segurança com pedido de liminar alegando que a Prefeitura adiou a licitação por duas vezes e modificou o edital, o que levou à desclassificação da Panta para concorrer em diversos lotes. Leia AQUI.

O vereador Onofre Júnior (PSB) apresentou requerimentos solicitando da prefeitura dados sobre processos licitatórios e dispensas de licitação, feitas a partir de janeiro, contratos para aluguel de maquinário e detalhes das ações do Serviço de Proteção ao Consumidor (Procon). Leia AQUI.

“Não é proibido, não é ilegal, não é imoral você ter um relacionamento de amizade e conhecimento com empresas que vençam licitação. Você tem que analisar é se existe alguma falha no processo, se o preço está fora de mercado, e isso eu não vi ninguém falando”, rebateu o prefeito, diante da polêmica. Leia AQUI.

O vereador Dilemário Alencar (PTB) afirmou que as constantes críticas à gestão do ex-prefeito Chico Galindo (PTB), por parte de integrantes do staff de Mendes, não serão toleradas pela cúpula do partido. Na terça-feira (4), foi exibido na Câmara um video no qual o secretário de Obras, Marcelo “Padeiro” Oliveira, afirma que parte dos 67 maquinários comprados no ano passado teria “desaparecido” da secretaria. “Se a gente serviu para apoiar de forma decisiva na eleição do prefeito Mauro Mendes, nós exigimos que haja também o respeito por parte da administração passada”, disse. Leia AQUI.

Reprodução
Pedro Henry é acionado e pode ter que devolver R$ 2,9 milhões

Mensalão

A Justiça Federal em Brasília abriu o primeiro processo de improbidade contra o ex-ministro José Dirceu (Casa Civil) para cobrar a devolução dos valores que teriam sido desviados, sob seu comando, para o esquema do mensalão. Entre os processados, está o deputado Pedro Henry (PP), acusado de receber R$ 2,9 milhões para negociar apoio. Leia AQUI.


Eleições suplementares

Três candidatos concorrem na eleição suplementar de Glória D'Oeste: Roberto Carlos Barbosa (PV), Nilton Borges Borgato (PP) e Paulo Remédio (PPS). Leia AQUI.

Em Juara, seis candidatos pediram o registro: Oscar Bezerra (PSB), Lourival de Souza Rocha (PSD), o "Lorão Macarena", Edson Piovezan (PPS), Denilson de Almeida (PT), Valmiro Luiz da Silva (PR) e Valdinei Moraes (DEM). Leia AQUI.

Dois candidatos a prefeito na eleição suplementar de Juara (709 km ao Norte de Cuiabá) tiveram o registro de suas candidaturas impugnados a pedido do Ministério Público Eleitoral.
Um dele é o prefeito cassado Oscar Bezerra (PDB), da coligação “Sempre Por Juara” (PSB, PDT e PTB), que também foi alvo de uma segunda impugnação. O outro é o Valmiro Luiz da Silva, o "Mirão do Cartório" (PR). Leia AQUI.


Eleições de 
Thiago Bergamasco
Mesmo sem filiação, Julier se torna pré-candidato oficial do PT
2014


O PT oficializou a intenção de lançar o juiz federal Julier Sebastião da Silva como candidato a governador em 2014, em reunião do diretório estadual, na manhã deste sábado (8). A resolução tirada do encontro aponta o juiz federal como principal nome do partido para a disputa ao Governo do Estado, apesar de ele não ser filiado. Leia AQUI.

O PR deverá ser reunir esta semana para definir os rumos da sigla para as eleições do próximo ano. Na ocasião, as lideranças devem discutir o reflexo do anúncio do senador Blairo Maggi (PR) de que não é pré-candidato para entrar na disputa pelo Palácio Paiaguás. Ainda segundo Maggi, o anúncio abre possibilidades para o PR pensar em novos nomes e também para focar em filiações com vistas à Assembleia Legislativa e Câmara Federal. Leia AQUI.


Desocupação no Dr. Fábio
O vereador Allan Kardec (PT) afirmou que houve “terrorismo” por parte de fiscais da Prefeitura de Cuiabá, na execução da ordem de despejo iniciada na última terça-feira (4), no bairro Doutor Fábio 2, na Região Sul da Capital. O parlamentar se baseou em um vídeo [confira] com depoimento de moradores do local e garantiu que é preciso apurar as denúncias contidas nele. Leia AQUI.

O prefeito Mauro Mendes (PSB) negou que tenha havido truculência por parte dos fiscais de Meio Ambiente, no processo de notificação dos moradores do bairro Doutor Fábio 2, em Cuiabá. A “pressa” em se fazer o levantamento ao mesmo tempo em que se notifica os moradores do Doutor Fábio 2 para um possível despejo, conforme Mendes, é devido à possibilidade de se perderem os R$ 95 milhões do PAC. Leia AQUI.

Thiago Bergamasco/Demóstenes Milhomem
Alan Zanatta e Ademir Brunetto: novela Havan tem novo capítulo

Remédios vencidos

O presidente da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa, Antonio Azambuja (PP), defendeu a abertura de uma sindicância para apurar as denúncias de vencimento de medicamentos de alto custo. Os membros da comissão estiveram na quinta-feira (6), na Central de Assistência Farmacêutica (CAF) e constataram que a situação é "grave" e está prejudicando mais de 26 mil pacientes em todo o Estado. Leia AQUI.


Novela Havan

O deputado estadual Ademir Brunetto (PT) anunciou que vai denunciar ao Ministério Público Estadual (MPE) o secretário de Estado de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme), Alan Zanatta, por falsificação de documentos. De acordo com Brunetto, na carta-consulta original, a Havan se comprometia a investir R$ 61 milhões em Mato Grosso, para implantação de um centro de distribuição e quatro lojas, enquanto Zanatta apontava investimento de R$ 100 milhões. Leia AQUI.


Briga na Seduc

O deputado estadual Airton Português (PSD) solicitou ao Ministério Público Estadual (MPE) e à Delegacia Especializada em Crimes Contra a Fazenda Pública (Defaz) que investiguem suposta prática de improbidade administrativa na Secretaria de Estado de Educação. Português denuncia que teria havido fraude nas licitações para reforma de escolas. Leia AQUI.


Contas do governo

O Tribunal de Contas do Estado (TCE) emitiu, por unanimidade, parecer favorável ao Balanço Geral do Governo do Estado, relativo ao exercício de 2012. Agora, o documento segue para julgamento pela Assembleia Legislativa. Entregue no início de abril, o relatório contém quatro volumes e 4.832 páginas. Leia AQUI.
MidiaNews

Allan e demais vereadores criticam ausência de secretário em audiência

Ao participar da audiência pública nesta segunda-feira (10) que debateu a falta de regularização fundiária em dezenas de bairros da Capital e a tentativa da prefeitura de Cuiabá em despejar centenas de famílias de suas casas sem antes fazer um levantamento socioeconômico e o devido cadastramento em programas sociais, o vereador Allan Kardec (PT) reafirmou seu apoio aos moradores e criticou a ausência de um representante do Executivo no evento.
Apesar da notificação oficial que foi expedida pela Casa de Leis à Secretaria de Cidades para que o secretário da pasta, Suelme Evangelista Fernandes participasse do evento, ele não compareceu e nem justificou a ausência deixando os cerca de 400 moradores que compareceram à audiência, vereadores e autoridades ali presentes, sem esclarecimentos quanto à política de regularização fundiária municipal e as ações de desapropriações que terras que o município pretende executar na atual gestão.
 Até mesmo vereadores da base de apoio do prefeito Mauro Mendes, criticaram a ausência do secretário municipal de Cidades no evento. Isso porque Suelme Evangelista foi o responsável pelas notificações de despejo expedidas na semana passada que resultaram em confusão e muita polêmica fazendo o prefeito reconhecer o erro e recuar da ideia tornando sem efeito as notificações que haviam sido entregues de forma enganosa como sendo documentos para regularizar e melhorar a infraestrutura no bairro Doutor Fábio 2.  
Os parlamentares presentes na audiência afirmaram que não apóiam tal atitude, pois entendem que os moradores merecem respeito, principalmente porque saíram de suas casas para debater o assunto e dispostos a ouvir a posição do Executivo sobre as ações que podem ser colocadas em prática para cumprir com a função social que representa as moradias para essas famílias carentes.
 “Mais uma vez o Executivo deixa de cumprir, no mínimo com sua obrigação regimental quando há uma audiência pública requisitada pela Câmara com convocação do Executivo. Estamos tristes pela ausência do Executivo que teve uma conversa no bairro, após a confusão gerada entre os moradores, mas aqui é registrado, fica nas notas taquigráficas e tudo que foi falado fica como um compromisso firmado”,  disse Kardec.
O parlamentar agradeceu a presença da Defensoria Pública, do Intermat, de mais da metade dos vereadores da Casa e de moradores do Doutor Fábio 2 que lotaram as galerias da Câmara, mas lamentou a atitude do Executivo “Acho que a ausência da Prefeitura foi um erro fatídico nessa administração”, afirmou Allan ressaltando que a Câmara continuará ao lado do povo e seguirá com a luta para ajudar os moradores carentes que lutam pelo direito à moradia digna.
Mesmo sendo da base do prefeito, o vereador Dilemário Alencar também criticou a ausência do Executivo e classificou como “falta de respeito”. Garantiu ainda que convocará, na sessão desta terça-feira (11), o secretário Suelme Evangelista  que por sua vez será obrigado a ir na Câmara prestar esclarecimentos sobre a política de regularização fundiária de Cuiabá.
Fotos: Secom CâmaraCbá - Otmar de Oliveira
Welington Sabino – Assessoria de Gabinete
 (65) 9923-4369 e 9308-9998