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RS: Número de mortos em tragédia em Santa Maria chega a 233

Mais de 100 pessoas estão internadas por consequência do incêndio na boate Kiss. LUCIANO LEON/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

Chega a 233 o número de mortos por conta do incêndio na boate Kiss, em Santa Maria, ocorrido na madrugada deste domingo (27). A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa do governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro.
De acordo com o secretário Nacional de Defesa Civil, Humberto Vianna, são 120 homens e 113 mulheres.
O incêndio atingiu a boate durante a apresentação da banda Gurizada Fandangueira, quando fogos de artifício foram acionados, causando incêndio no local.
Genro ressaltou o trabalho que a Polícia Civil gaúcha tem feito para identificar as causas da tragédia.
— Falar em culpa de alguém agora é falta de respeito ao trabalho que está sendo feito por todo mundo. A culpa de alguém vem da apuração das causas, que está sendo feita da maneira mais profunda e rigorosa possível pela Polícia Civil.

Fonte: R7

A tragédia da irresponsabilidade em Santa Maria


  
Francisco Bendl
Estou abalado com a tragédia em Santa Maria! Não acredito que mais de 240 pessoas tenham perdido a vida daquela forma, num incêndio de tamanha proporção.
O Rio Grande está mudo. Tu não vês ninguém nas ruas, é só em frente à TV assistindo aos números inacreditáveis de jovens que tiveram as suas vidas ceifadas tragicamente.
Superamos o caso do edifício Joelma!!!

UCS manifesta pesar pela tragédia ocorrida em Santa Maria neste domingo

O reitor Isidoro Zorzi, em nome da comunidade universitária, manifesta seu pesar pelo trágico acontecimento ocorrido na madrugada deste domingo, dia 27 de janeiro, na cidade de Santa Maria.

"Neste momento de profunda dor para toda a sociedade, a Universidade de Caxias do Sul, consternada, lamenta e se solidariza com todos os atingidos pela tragédia, principalmente com os familiares e amigos das vítimas, em sua grande maioria jovens e estudantes".

Reitor Isidoro Zorzi
http://www.radiocaxias.com.br/2010/www/portal/index.php?view=noticia&id_noticia=22712

FOTOS: Tragédia em Santa Maria (RS) é a segunda maior da história do Brasil; Conheça a maior


FOTOS: Tragédia em Santa Maria é a segunda maior da história do Brasil; Conheça a maior
Registros da época foram mantidos pela Universidade Federal Fluminense

A maior catástrofe registrada aconteceu em 1961, em Niterói, quando 500 pessoas morreram em um circo

O incêndio em Santa Maria já é o segundo maior na história do Brasil. Com quase 250 vítimas confirmadas, a tragédia só perde para a que aconteceu em Niterói, em 1961. Na ocasião, 503 pessoas morreram, e 120 foram mutiladas no incêndio do Gran Circus Norte-Americano. A tragédia foi provocada por um funcionário demitido que colocou fogo na lona do circo. Diante a dimensão da tragédia, o então Papa João Paulo II manisfestou os votos de pesar.

Na ocasião de Niterói, o fogo durou cerca de dez minutos e consumiu rapidamente a loca do circo, que pesava seis toneladas e era de nylon. A cobertura, tomada de chamas, caiu sobre 2.500 pessoas. O fogo causou pânico e pisoteamento.

O Instituto Médico Legal (IML) de Niterói não teve estrutura para atender inteiramente a tragédia, e vários corpos estavam sendo recolhidos e depositados nas câmaras de estocagem de carne bovina.

O caso

Em Santa Maria, segundo informações do Corpo de Bombeiros do município, o fogo começou por volta das 2h30 na Boate Kiss, onde acontecia uma festa universitária. Quando o vocalista da banda que se apresentava fez uma espécie de show pirotécnico, usando um sinalizador, as faíscas atingiram a espuma do isolamento acústico no teto do estabelecimento e as chamas se espalharam rapidamente.

O incêndio provocou pânico e muitas pessoas não conseguiram acessar a saída de emergência.

FOTOS: Tragédia em Santa Maria é a segunda maior da história do Brasil; Conheça a maior








Da Redação com 'Jornal Montes Claros'


Leia mais: http://marifuxico.blogspot.com/2013/01/fotos-tragedia-em-santa-maria-rs-e.html#ixzz2JDRTzvx0
Blog Mari Fuxico 

O Brasil ficou triste com a tragedia de Santa Maria.


O Brasil ficou triste com a tragedia de Santa Maria. 
Quantas famílias estão sofrendo polo fato de perder seus filhos de uma maneira sem muita explicação.
jamais poderíamos imaginar que uma noite de jovens pudesse terminar assim..
A nossa governadora Rosalba, em nome dos potiguares, ligou para o governador Tarso Genro para manifestar nossa solidariedade as famílias das vitimas da tragedia.
Gesto muito bonito da governadora, mas, ela deveria ficar chocada e ser solidária com as vitimas da tragedia que ocorre todos os dias nos hospitais da rede pública do nosso Estado.
Quantas pessoas queimadas, traumatizadas, enfartada,  morrem nos corredores do Walfredo Gurgel?
Quantas crianças morrem agonizando nos corredores dos hospitais públicos sem leitos de UTI?
Segundo dados do próprio Estado, morrem cerca de 45 pessoas nos finais de semana nos hospitais públicos de atendimento de urgência e emergência aqui no RN.
Será que a governadora Rosalba, o vice governador Robinson Faria, a ex-governadora Wilma de Faria, nossos senadores e deputados, prefeito Carlos Eduardo e vereadores ligaram alguma vez para as famílias das vitimas da tragedia do Walfredo Gurgel que ocorre todo final de semana? 
Caso essa tragedia ocorresse no  Pepper’s Hall, será que o Walfredo Gurgel estaria preparado para atender as 245 vitimas da tregedia?

A tragédia de Santa Maria vista por um ex-morador da cidade


Autor: 
 
A tragédia de Santa Maria
por Adriano Silva - Retirado do Blog Manual de Ingenuidades
Domingo de manhã, 27 de janeiro. Ano começando. Daqui a dois dias completo 42 verões. Coração feliz e cabeça maquinando, um pouco ansiosa, com tanta coisa bacana por fazer: terminar meu livro, um negócio novo por começar, projetos entusiasmantes e demandantes a por no ar. É pouco mais de 10h e eu mastigo um punhado de granola com leite ao lado dos meus filhos, assistindo a um programa da escolha deles no Disney Channel.
Então minha mulher me chama para ver o boletim que passa na Globo. Um incêndio numa boate em Santa Maria. Reconheço, antes que tudo, o uniforme da Brigada Militar – a PM gaúcha. Então, bombeiros. Paramédicos. Gente chorando. Homens sem camisa, de picareta na mão, golpeando a parede de um estabelecimento pelo lado de fora. Não reconheço o lugar mostrado pelas imagens. Há 25 anos eu não moro mais lá.
Vivi 12 anos em Santa Maria, dos 5 aos 17. Passei lá a minha infância e a minha adolescência. Grande parte da minha formação, portanto, se deu lá. Antes dos 5 eu era um bebê, no colo tépido da minha avó. Depois dos 17, já era adulto, um universitário em Porto Alegre. Santa Maria da Boca do Monte é uma das minhas hometowns no mundo. Uma cidade jovem, baladeira, universitária, notívaga, boêmia, roqueira, vibrante, com 262 368 habitantes. Não existe xis no mundo como o de lá. Lanchonetes, bares e boates operam na órbita dessa indústria que viceja com o eterno ir e vir de estudantes. A grande indústria de Santa Maria, há muitos anos, é a educação. Desde, pelo menos, que José Mariano da Rocha Filho fundou a UFSM, em 1960, no distrito de Camobi. Toda uma rede de serviços floresce ao redor dessa vocação.
Pesquiso. Boate Kiss. A três ou quatro quadras do calçadão, o coração da cidade, onde em tantas tardes fui paquerar, encontrar gente. Entro no site do estabelecimento. Parece um lugar em voga. Shows dia sim, dia não. Então o número funesto, o soco inelutável: 232 pessoas mortas no incêndio – 120 homens e 112 mulheres. Outras 131 pessoas feridas, ocupando os quatro ou cinco hospitais da cidade. Pedidos de sangue, de profissionais da área médica, de alimentos e de água. Hospitais da região mobilizados para oferecer suporte. A empresa de ônibus intermunicipal Planalto oferecendo grátis a viagem de Porto Alegre, distante 286 quilômetros, a Santa Maria, para voluntários dispostos a ajudar. O governador do estado e a presidente do país se deslocando para lá, junto com ministros. Só para comparar: 232 mortos coloca a tragédia de Santa Maria no mesmo patamar de terremotos recente no Irã e na Colômbia, das chuvas arrasadoras na Venezuela e de uma epidemia de meningite no Níger. Ou seja: Santa Maria virou um país. A boate Kiss virou um catástrofe nacional concentrada num único endereço: Rua dos Andradas, 1925. A maior tragédia da história da cidade e do Rio Grande Sul. Uma das maiores da história brasileira. Santa Maria sempre foi uma cidade maior do que si mesma, sempre aspirou alto e longe. Uma cidade de gente em formação, de gente sonhadora. É muito triste que tenha ficado mundialmente famosa por conta disso.
Aparentemente, a banda que fazia show na boate introduziu um sinalizador na sua performance por volta das 2h da madrugada. A pirotecnia ateou fogo às espumas de vedação acústica. Em segundos, o fogo se alastrou, uma fumaça preta cegou e intoxicou todo mundo – a lotação da casa é de 2 000 pessoas -, as saídas de emergência se mostraram tímidas e mal localizadas. E a tragédia se abateu. Com o ano letivo em curso, talvez a maioria daquelas pessoas fosse de fora da cidade – principalmente da região e do estado, mas também do resto do país e até de fora dele. Como o semestre ainda não começou, é possível que a maior parte dos jovens sejam de lá mesmo. A festa tinha sido organizada por estudantes de vários cursos da UFSM. Na lista de feridos há alguns sobrenomes típicos de Santa Maria – Cauduro, Saccol, Madalosso, Righi. Tive colegas, tive amigos com esses sobrenomes. Então eu os sinto muito próximos a mim. Como se fossem meus primos. Ou, talvez, sobrinhos.
Entro no Facebook para contatar algumas amigas que moram em Santa Maria. Algumas delas tem filhos em idade de ir para a balada. Algumas delas ainda vão à balada. Felizmente estão todos sãos e salvos. No mesmo Facebook, vejo o post de ontem de uma amiga, com uma foto da minha galera, num Carnaval no Avenida Tênis Clube, por volta de 1987. Vi muitas boates Kiss surgirem e desaparecerem nos meus verdes anos em Santa Maria. Os empreendimentos duravam às vezes só um verão. Vagão, Paineira. Tantos outros. A gente zanzava de um lugar para o outro – do Tênis para o outro grande clube da cidade, as Dores. De lá para o Zoreka’s, para o Boca de Monte, para o Abrigo Nuclear, para o Pupané, para a Boate do DCE. Duvido que qualquer um desses lugares, nos anos 80, tivesse sistemas de segurança melhores do que a boate Kiss. Então podia ter acontecido conosco.
Há 25 anos, nós fazíamos o que aquela moçada estava fazendo nessa madrugada de domingo: buscávamos diversão, celebrávamos Eros e Dionísio. Queríamos viver, sair à noite, celebrar o tanto de vida que tínhamos pela frente, curtir. Então eu consigo ver a tragédia com os olhos de quem estava lá dentro. (A tragédia que marcou a nossa geração foi a do Bateau Mouche, no Rio, em dezembro de 1988, que ceifou a vida de 55 pessoas.) Por outro lado, também vejo o horror da Boate Kiss com os olhos dos pais – nós, da geração Footloose e Flashdance, que vimos ET e Goonies no cinema, já temos idade para ficar preocupados com a integridade dos filhos adolescentes que saem de casa à noite para se divertir. Nesse momento ainda há pais esperando que seus filhos voltem para casa. Ao longo do dia de hoje, os celulares tocaram incessantemente nos bolsos de corpos sem vida.
Minha turma de amigos ainda se encontra em Santa Maria para uma megabalada a cada 5 anos. Em nossa próxima festa, em 2016, celebraremos os 30 anos da nossa turma adolescente, os dias dourados em que cruzávamos a cidade, de festa em festa, subindo a Presidente e a Tuiuti, descendo a Bozano ou a Acampamento. A pé, em motos ou nos primeiros carros emprestados pelos pais. Meio bêbados de cerveja e de vento norte (um fenômeno climático maravilhoso que só acontece por lá), de azaro em azaro, meio chapados com os primeiros baseados e com os primeiros amores, cheirando a Styletto e a lança perfume Universitário, Indústria Argentina. Ao nos encontrarmos lá, para dançar ao som de Legião de The Cure, celebramos a nostalgia da nossa adolescência feliz. Nos encontramos diante do altar da nossa juventude perdida – porque já a vivemos. Boa parte da turma que estava na boate Kiss ontem, em contrapartida, teve apenas a adolescência. Não terão a chance de sentir saudade dos seus melhores anos. A sua juventude está perdida – porque não a viverão.
Em nome da Turma de 86, em nome da Galera do Cilon (e do Santa Maria, do Centenário, do Riachuelo, do Bilac e do Maria Rocha – não conhecia ninguém do Maneco, mas coloco essa ala à bordo também), se meus pares me permitirem essa presunção, ofereço nossas condolências e nossa solidariedade aos que sofrem ou sofreram nessa tragédia, as outras turmas ceifadas ou mutiladas no auge da juvenília, às vítimas e as suas famílias.
Quando voltar à Santa Maria, na Páscoa de 2016, encontrarei amigos no Ponto de Cinema. Ou no Moto Garage. Ou no Zeppelin. Ou na Vira Cambota. Pegarei o meu carro alugado e, como sempre faço, dirigirei por Santa Maria, com as janelas abertas, pelas ruas da minha infância e pelos lugares da minha adolescência. E tratarei de passar em frente à Rua dos Andradas, 1925. Para oferecer o olhar desolado e inútil que ocupa meu rosto agora.
27 de janeiro de 2013
http://www.advivo.com.br/blog/lucas-costa/a-tragedia-de-santa-maria-vista-por-um-ex-morador-da-cidade

INCÊNDIO Tragédia em Santa Maria tem 233 mortos, diz polícia


O chefe da Polícia Civil do Rio Grande do Sul, Ranolfo Vieira, informou que a tragédia no incêndio da boate Kiss, na cidade gaúcha de Santa Maria, deixou 233 mortos. Desse total, 115 corpos já foram formalmente reconhecidos, segundo Vieira. De acordo com o policial, o número de mortos inclui 120 homens e 113 mulheres.

Segundo ele, o reconhecimento dos corpos é uma das prioridades da polícia do Estado neste domingo. 

Outra prioridade, disse o chefe de polícia, é a investigação dos fatos. "A polícia vai apurar os fatos na sua integralidade, mas vamos evitar juízos prematuros neste momento", disse Vieira. (AE)
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Região contabiliza mortos em tragédia de Santa Maria

Ao todo, 233 pessoas foram mortas.

A região também contabiliza os mortos na tragédia de Santa Maria.A região também contabiliza os mortos na tragédia de Santa Maria.
A região também contabiliza os mortos na tragédia de Santa Maria.
Do município de Criciumal foi confirmado a morte da jovem de 19 anos, Raquel Daiane Fischer. Ela era a rainha da última edição da Feira Internacional de Tecnologia da Informação e estudava no do Curso de Tecnologia dos Alimentos da UFSM.
Outra vítima fatal é Bernardo Robe, de 20 anos. Ele é neto do ex-prefeito de Independência, Daltro Robe, e nasceu em Três de Maio. Seus pais moram em Santiago.
Panambi também teve uma vítima. Miguel Weber May, 23 anos, era estudante de Agronomia. Já Luís Felipe Piovesan, de 19 anos continua desaparecido. Ele é natural de Ijuí, mas morava em Panambi.
Ao todo, 233 pessoas foram mortas e 116 feridas, sendo que 92 ainda estão hospitalizadas.
http://www.ijui.com/noticias/regiao/44422-regiao-contabiliza-mortos-em-tragedia-de-santa-maria

Autoridades atualizam para 239 número de mortos em tragédia em Santa Maria


Veja a repercussão internacional da tragédia de Santa Maria (RS


Plantão da Record sobre tragédia em #SantaMaria perde para SBT em audiência


Tragédia em Santa Maria


Emissoras mudam programação para noticiar tragédia de Santa Maria (RS)


Incêndio em casa noturna ocasionou a morte de mais de 230 pessoas
Neste domingo, 27, as principais emissoras de televisão fizeram alterações em sua programação para noticiar a tragédia ocorrida no município de Santa Maria, no estado do Rio Grande do Sul, onde um incêndio vitimou cerca de 232 pessoas que estavam em uma casa noturna.
No SBT, Eliana, que tinha seu programa gravado, apareceu ao vivo cobrindo o caso. Na Record, o "Programa do Gugu" abriu espaço para o departamento de jornalismo informar os telespectadores.
Na Band, Datena foi o responsável por cobrir o caso em uma edição especial do "Brasil Urgente".
A Globo também fez cobertura do caso, especialmente pela manhã, mas sem comprometer a grade vespertina. É esperado no Faustão a presença de especialistas para comentar o caso.

http://www.cnews.com.br/tvaver/entretenimento/29017/emissoras_mudam_programacao_para_noticiar_tragedia_de_santa_maria_rs

Eventos são cancelados em decorrência da tragédia em Santa Maria


Imagens mostram corpos de vítimas de incêndio em boate


 
 

Em Santa Maria, Dilma chora ao se encontrar com feridos e parentes

27 de Janeiro de 2013  15h46  atualizado às 18h26
Ao lado do governador do RS, Tarso Genro, a presidente Dilma Roussef chora no local onde os corpos foram colocados para serem reconhecidos Foto: Vinicius Costa / Futura Press
Ao lado do governador do RS, Tarso Genro, a presidente Dilma Roussef chora no local onde os corpos foram colocados para serem reconhecidos
Foto: Vinicius Costa / Futura Press
A presidente Dilma Rousseff esteve na tarde deste domingo em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, onde um incêndio na boate Kiss deixou pelo menos 233 mortos e 131 feridos, e imediatamente se dirigiu a um hospital para visitar alguns feridos, segundo fontes oficiais. Acompanhada de autoridades, a mandatária se emocionou ao abraçar familiares de vítimas, segundo relato do assessor do governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, Guilherme Gomes.
Dilma chegou ao Brasil de Santiago do Chile, onde participava da Cúpula Celac-União Europeia, após cancelar os compromissos oficiais que ainda tinha no Chile. A governante aterrissou às 13h25 na base aérea de Santa Maria.
A presidente, que em entrevista coletiva que concedeu no Chile se mostrou abalada pela tragédia e não conteve as lágrimas, se dirigiu assim que desembarcou ao hospital de Caridade de Santa Maria, um dos que mais recebeu feridos, para conversar com as vítimas e seus parentes.
Além de Tarso Genro, Dilma chegou ao hospital acompanhada dos ministros da Saúde, Alexandre Padilha; da Educação, Aloizio Mercadante, e de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, que estavam com ela no Chile.
Também acompanharam a presidente na visita a secretária de Direitos Humanos, Maria do Rosário, e o prefeito de Santa Maria, Cezar Schirmer.
A mandatária tinha anunciado do Chile seu desejo de acompanhar os familiares das vítimas e de oferecer diretamente em Santa Maria toda a ajuda necessária. "Quem precisa de mim neste momento é o povo brasileiro. Pedi a todos os ministros ajudar em tudo que puderem e ir para lá e eu também estarei lá", assegurou a presidente pouco antes de embarcar.
O Rio Grande do Sul é o estado onde Dilma Rousseff começou nos anos 1980 sua carreira política que a levou à presidência. A presidente, além disso, passou a maior parte de sua vida em Porto Alegre, onde ainda vivem sua única filha e seu único neto.
Incêndio em casa noturna
Um incêndio de grandes proporções deixou mais de 230 mortos na madrugada deste domingo em Santa Maria (RS). O incidente, que começou por volta das 2h30, ocorreu na Boate Kiss, na rua dos Andradas, no centro da cidade. O Corpo de Bombeiros acredita que o fogo iniciou com um sinalizador lançado por um integrante da banda que fazia show na festa universitária.
 
Segundo um segurança que trabalhava no local, muitas pessoas foram pisoteadas. "Na hora que o fogo começou foi um desespero para tentar sair pela única porta de entrada e saída da boate e muita gente foi pisoteada. Todos quiseram sair ao mesmo tempo e muita gente morreu tentando sair", contou. O local foi interditado e os corpos foram levados ao Centro Desportivo Municipal, onde centenas de pessoas se reuniam em busca de informações.
 
A prefeitura da cidade decretou luto oficial de 30 dias e anunciou a contratação imediata de psicólogos e psiquiatras para acompanhar as famílias das vítimas. A presidente Dilma Rousseff interrompeu viagem oficial que fazia ao Chile e foi até a cidade, onde se reuniu com o governador Tarso Genro e parentes dos mortos.


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