Gisa Barros se destaca na Câmara com postura firme, independente e em defesa da população

Vereadora mantém coerência, fiscaliza o Executivo e se posiciona contra o inchaço da máquina pública

João Batista destaca atuação de Daniel Monteiro: “O vereador mais técnico e atuante de Mato Grosso”

vereador Daniel Monteiro, que vem se destacando por uma postura independente, técnica e coerente, especialmente nas discussões sobre políticas públicas e responsabilidade fiscal.

Ativista João Batista exalta Antonio Joaquim como patrimônio da educação em MT: “Referência ética, técnica e humana”

Professor e defensor dos direitos da infância destaca atuação exemplar do conselheiro do TCE-MT, que articula investimento histórico de R$ 120 milhões em creches no estado

Eduardo Rocha faz a diferença no combate a pedofilia no estado MG

Eduardo Rocha viveu na pele uma história que ainda assusta a sociedade brasileira mesmo diante de tantos casos: a pedofilia. Vítima de um abuso sexual aos cinco anos de idade hoje ele viaja pelo país promovendo palestras para a conscientização desse problema.
Desenvolvendo esse trabalho desde 2009, Rocha pode afirmar com propriedade sobre o que a Igreja brasileira pode fazer: conscientizar e prevenir. “Acredito que a conscientização e a prevenção, são sem dúvida alguma as armas mais poderosas que temos contra esta guerra covarde em que as vítimas normalmente são crianças inocentes”.
Em entrevista exclusiva ao Gospel Prime Eduardo Rocha também fala sobre o período que se assumiu como gay e da época em que militava no movimento LGBT como transformista. Hoje, casado com uma mulher ele afirma e se mostra como exemplo de que existe ex-gay. “Não tenho dúvida que isso é possível, pois eu vivi esta mudança. Fui não só homossexual, mas me tornei um militante e um dos principais ícones do movimento gay na região do triângulo mineiro”, diz.
Gospel Prime: No vídeo que conta um pouco a sua história você cita que foi vítima de pedofilia. Quantos anos você tinha nessa época? É possível superar esse trauma?
Eduardo Rocha: Eu tinha 5 anos. A superação do trauma começa a partir do momento em que você entende o que realmente aconteceu a você e fala sobre isso. É necessário entender que a criança não teve culpa e é preciso estar disposto a perdoar o agressor, isso não significa de forma alguma que ele deva permanecer impune.
GP: De alguma forma esse abuso fez com que você optasse por ser um homossexual?
ER: Tratar a sexualidade apenas como uma opção, é tratar o assunto de forma superficial, sem dar a ele a profundidade e análise que merece. Não tenho dúvidas que “abusos” na infância, não só sexuais, mas também morais e de autoridade, contribuem significativamente para a construção de uma sexualidade confusa.
Depois de oito anos de experiência, vencendo a prática da homossexualidade, sendo regenerado a uma nova identidade, tendo contato com pessoas que passaram por situações parecidas, tendo debatido com inúmeros profissionais (psicólogos, psiquiatras) e ouvido tantos desabafos de pessoas que enfrentam crises por conta da sua sexualidade, chego a conclusão que a maioria ainda tem um conhecimento muito limitado sobre os assuntos da sexualidade de uma forma geral sendo que esse número é ainda menor quando se fala sobre a homossexualidade.
GP: Encontramos outros casos de pessoas que sofreram abuso na infância e acabaram desencadeando o homossexualismo. Você acredita que há uma ligação entre ser vítima de pedofilia e ter comportamento homossexual?
ER: O abuso sexual, principalmente quando este vem de alguém que representa uma figura de autoridade (pai, um padrasto, professor, etc.), causa muita confusão na mente da criança. A criança está em processo de formação e todas as informações, estímulos, emoções e conceitos que receber, serão processados e gravados em sua alma (seja de forma consciente ou inconsciente). Vale salientar que o abuso por si só, não leva ninguém a ser homossexual.
A construção da sexualidade é um processo definido por diversos fatores e nenhum deles deve ser avaliado de forma isolada. Alguns fatores são bem perceptíveis e visíveis, porém outros são subjetivos e difíceis de serem percebidos sem um conhecimento prévio de outros assuntos.
Não adianta você querer aprender geometria, sem que antes tenha aprendido a somar, dividir e multiplicar. Para se conhecer melhor a sua própria sexualidade, é necessário conhecer alguns conceitos a respeito de si mesmo, de como funciona a nossa mente e de como armazenamos e processamos as informações. Atualmente tenho me aconselhado com um amigo, que é psicólogo especializado em neuropsicologia que é uma interface ou aplicação da psicologia e da neurologia, que estuda as relações entre o cérebro e o comportamento humano. Tenho lido muito a respeito da memória do prazer e este psicólogo afirma que após conhecer a si mesmo e a sua própria sexualidade, você só vivencia a homossexualidade se realmente quiser.
GP: Hoje você realiza um trabalho em combate a pedofilia, já encontrou muitas histórias parecidas com a sua?
ER: Com certeza, temos ouvido por todo o Brasil relato de pessoas que passaram pelo abuso: crianças, jovens e até mesmo casos de idosos que viveram em outra época e cultura e portanto sofreram drásticas consequências por serem obrigados a guardarem os “seus segredos”
GP: O que podemos fazer para ajudar essas crianças/jovens?
ER: Acredito que a conscientização e a prevenção, são sem dúvida alguma as armas mais poderosas que temos contra esta guerra covarde em que as vítimas normalmente são crianças inocentes.
GP: Como você tem realizado essa campanha? Políticos e empresas te ajudam?
ER: Essa campanha tem sido feita desde 2009 através de palestras, distribuição de cartilhas, veiculação de vídeos institucionais e promoção de eventos. Recebemos apoio de alguns políticos e empresários, mas sentimos que o nosso maior incentivador ainda é o cidadão comum, aquele que contribui com bem pouco, mas que ao se somar a outros formam uma grande “corrente” a favor das crianças.
GP: Por falar em política, recentemente alguns parlamentares evangélicos tentaram discutir sobre a possibilidade de oferecer tratamento psicológico para homossexuais que desejam se tornar heterossexuais, algo que o Conselho Federal de Psicologia não aceita. Na sua opinião é possível reverter a opção sexual de uma pessoa?
ER: Não tenho dúvida que isso é possível, pois eu vivi esta mudança. Fui não só homossexual, mas me tornei um militante e um dos principais ícones do movimento gay na região do triângulo mineiro. Conheci a luta dos “LGBTS” e hoje sou totalmente contra tudo o que fiz e defendi e principalmente pelas mentiras divulgadas pelo movimento.
Outro dia mesmo ouvi o Deputado Jean Wyllys afirmar (entrevista CQC maio 2012) que os métodos utilizados para a “mudança” da sexualidade são violentos. Sei que uma das grandes armas do movimento gay é a mentira, falo isso por ter sido um dia um grande mentiroso. Até 2004 nosso programa (SBT – Triângulo Mineiro) usava de artifícios para promover a causa gay.
GP: Como você conseguiu se libertar da vida de homossexualismo já que você chegou a ser travesti e hoje é casado?
ER: É necessário deixar claro que eu não fui um travesti e sim um transformista. O Travesti altera a forma física do seu corpo (hormônios, cirurgias, implantes, próteses) e o transformista apenas se “veste” como uma mulher.
Quanto ao processo de restauração, a partir do momento que eu ouvi a voz de Deus e entendi que isso era pecado, comecei a buscar praticar a Palavra de Deus, e “conhecereis a Verdade e a Verdade vos libertará”, e adotei padrões para a minha vida totalmente diferentes daqueles que eu vivia. Tudo mudou, desde os amigos com quem passei a me relacionar até as músicas que passei a ouvir. A espiritualidade, uma área totalmente vazia até então, passou a ser uma das partes mais importantes da minha vida.
Oração, leitura diária da Palavra, ter alguém maduro com quem me aconselhar, ir a igreja, participar dos eventos, estudos e cursos, aconselhar outras pessoas e pregar o evangelho, participar de vigílias e retiros espirituais, são práticas comuns hoje pra mim.
GP: Como a igreja pode ajudar essas pessoas sem entrar no que muitos chamam de comportamento homofóbico?
ER: Enquanto a Igreja for igreja, ela vai dizer que a homossexualidade é pecado, e isso sempre será considerado pelo movimento gay e seus simpatizantes como homofóbico, retrógrado, antigo, inadequado e tantos outros adjetivos quanto eles puderem encontrar. O que temos que fazer é o nosso papel, de fazer discípulos de Cristo e amar o pecador, por pior que possamos achar que ele seja, sem deixar de denunciar o pecado.
Atualmente através de nosso site, nossos DVDs, seminários e grupos de ajuda, temos colaborado com as pessoas que desejam vencer a homossexualidade e contribuído com a capacitação de líderes para lidarem com o assunto.
Para saber mais sobre Eduardo Rocha acesse seu site: www.eduardoegenoveva.com.br.
Fonte: GospelPrime
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PEDOFILIA E ABUSO SEXUAL- Proteja seus filhos


O que os pais podem fazer para prevenir o abuso sexual e proteger seus filhos. 

 O Observatório da Infância recebe uma grande quantidade de e-mails através da seção "Conte seu caso". As situações mais freqüentes e mais dolorosas são de abuso sexual. Nas entrevistas que damos continuamente na mídia sobre pedofilia e abuso sexual a pergunta mais freqüente feita pelos jornalistas é como evitar que uma criança seja sexualmente abusada. Hoje, vamos dar destaque aqui às recomendações do Observatório da Infância para prevenir o abuso sexual.

•Lembre-se sempre que a pedofilia é uma perversão sexual, caracterizada pela opção sexual preferencial por crianças e adolescentes, de forma compulsiva e obsessiva. O pedófilo é um doente que pode cometer crimes contra crianças.



•O pedófilo é uma pessoa aparentemente normal e muitas vezes bem inserida na sociedade.



•A pedofilia é uma patologia muito freqüente em todas os níveis sociais e econômicos. Lembre-se portanto: Não é rara a presença de pedófilos no meio da família, nas escolas, nas praças, nos playgrounds, nos educandários, no ambiente esportivo, nas igrejas, em consultórios médicos e em todos os lugares onde ele, o pedófilo, possa encontrar crianças e adolescentes.



•Lembre-se que na maioria das vezes o abusador sexual de crianças é alguém da própria família (pai, padrasto, avô, tio, cunhado, irmão mais velho, ou alguém sem vínculo familiar, mas próximo da criança).



•O abuso sexual de crianças e adolescentes é um ato covarde, de manipulação do poder e da confiança que crianças têm naquele adulto.



•Lembre-se que a Internet tornou-se hoje um paraíso para os pedófilos. Encaminhe suas denúncias sobre pedofilia na Internet para 
http://www.censura.com.br/index.php?option=com_contact&Itemid=3

•O abuso sexual de crianças e adolescentes é crime. Cobre da polícia e do Poder Judiciário investigação minuciosa, a aplicação da lei e a proteção de seu filho e de outras crianças.

•O abuso sexual já ocorreu, mas você pode evitar que ele prossiga. Uma criança vítima de abuso sexual pode levar para o resto de sua vida sentimentos de vergonha e culpa que a prejudicarão seriamente. Para evitar as dolorosas conseqüências do abuso sexual, a criança precisa falar sobre o que ocorreu. Ouça o que sua filha ou filho tem a contar e acredite neles.

Fonte: http://www.observatoriodainfancia.com.br/article.php3?id_article=333

Padre preso em Santa Catarina por pedofilia

O Frei Paulo Back, pároco da Igreja do Sagrado Coração de Jesus, em Forquilhinha, no Sul de Santa Catarina, foi preso preventivamente. 
A prisão foi decretada pelo Juiz de Direito da Comarca de Forquilhinha, atendendo a pedido formulado pelo Delegado de Polícia e com base em manifestação favorável do Ministério Público de Santa Catarina. O pároco foi preso sob a suspeita da prática de crimes contra a dignidade sexual de crianças e adolescentes daquele município.
Os crimes estão sendo apurados em um inquérito policial que tramita em segredo de justiça na Delegacia de Polícia da Comarca, o qual deve ser finalizado nos próximos dias e remetido ao Promotor de Justiça, já tendo sido tomados, no curso das investigações, diversos depoimentos de supostas vítimas e testemunhas dos abusos sexuais atribuídos ao padre.
Na decisão que decretou a prisão, entendeu o magistrado que a privação da liberdade do religioso é necessária para a instrução processual e para a garantia da ordem pública, especialmente para fazer cessar os supostos abusos, que já viriam ocorrendo há bastante tempo, sempre contra crianças e adolescentes do sexo masculino, e com o mesmo modus operandi, na sua maioria em ambiente da própria igreja. Argumentou ainda que serviria para encorajar outras pessoas supostamente abusadas a denunciarem o fato às autoridades.
Na mesma decisão, foi determinada ainda a busca e apreensão de eventuais materiais relacionados à prática de pedofilia que fossem encontrados na residência do pároco e em seu local de trabalho.

Pedofilia ROGER SPODE BRUTTI

Pedofilia

Dizem que uma inverdade proferida mil vezes torna-se uma verdade. E é exatamente isso o que vem ocorrendo com o termo “pedofilia”, ocasião em que este está sendo utilizado como sinônimo de crime.

É bem verdade que a pedofilia motiva, naturalmente, uma grande perturbação moral na sociedade, em decorrência da indignação, aversão ou repulsa que exsurgem do íntimo de qualquer ser humano perante temática de tão flagrante barbárie. Trata-se, verdadeiramente, de termo designativo à conduta desconsertada que encontra amplo debate em nossos anais da psicologia e da psiquiatria.

Primeiramente, não obstante, esclarecerei ao leitor que o verdadeiro pedófilo pode nunca haver praticado um crime sexual contra crianças ou adolescentes, bem como alguém que não seja pedófilo pode havê-lo praticado diversas vezes. Ocorre que a noção coloquial que imputa de forma generalizada aos crimes sexuais praticados contra menores como sendo a sua totalidade ocasiões de “pedofilia” é concepção equivocada, porquanto esse tipo de parafilia é termo clínico, não penal.

Perceba-se: pedofilia é também designada por meio dos termos “paedophilia erótica” ou “pedo-sexualidade”. Esse fenômeno social constitui-se em uma parafilia na qual a atração sexual de um indivíduo adulto está direcionada “primariamente” em relação a crianças pré-púberes ou não. Diz-se “primariamente”, porque, antes de sentir-se atraído por alguém do sexo oposto e com idade similar, o agente vê-se compulsivo por jovens de tenra idade.

Assim, é bem possível que um sujeito seja pedófilo, ou seja, que possua atração “primária” por crianças ou adolescentes, mas que jamais tenha externado isso, conservando referido fenômeno consigo, em seu íntimo, sofrendo, quiçá, pelo seu distúrbio.

Por outro lado, é bem possível que um sujeito que não possua referida doença haja praticado um ou mais crimes sexuais contra crianças ou adolescentes. Isso ocorre, por exemplo, em famílias desajustadas, onde o pai, o que não é raro, na ausência da mãe, abusa sexualmente dos filhos menores, não por ter a doença “pedofilia”, mas por estar embriagado, drogado ou por puro ato de banditismo.

Dito isso tudo, a despeito de ser corriqueiro perceber-se nos meios de comunicação a confusão técnica que se faz em torno do termo “pedofilia” e da ciência de que se tem a respeito de que uma inverdade proferida mil vezes torna-se uma verdade, ao menos aparente, é também sempre de bom tom levar-se à população informações um pouco mais esclarecedoras sobre determinados temas.

*ROGER SPODE BRUTTI - delegado de Polícia Civil lotado na Delegacia de Polícia de Pronto-atendimento de Tramandaí/RS. 

Pedofilia:É preciso conscientizar e prevenir a pedofilia, diz jovem cristão que foi abusado aos cinco anos

Em entrevista, Eduardo Rocha fala sobre seu passado no homossexualismo e como conseguiu mudar
por Leiliane Roberta Lopes

É preciso conscientizar e prevenir a pedofilia, diz jovem cristão que foi abusado aos cinco anos
Eduardo Rocha viveu na pele uma história que ainda assusta a sociedade brasileira mesmo diante de tantos casos: a pedofilia. Vítima de um abuso sexual aos cinco anos de idade hoje ele viaja pelo país promovendo palestras para a conscientização desse problema.
Desenvolvendo esse trabalho desde 2009, Rocha pode afirmar com propriedade sobre o que a Igreja brasileira pode fazer: conscientizar e prevenir. “Acredito que a conscientização e a prevenção, são sem dúvida alguma as armas mais poderosas que temos contra esta guerra covarde em que as vítimas normalmente são crianças inocentes”.
Em entrevista exclusiva ao Gospel Prime Eduardo Rocha também fala sobre o período que se assumiu como gay e da época em que militava no movimento LGBT como transformista. Hoje, casado com uma mulher ele afirma e se mostra como exemplo de que existe ex-gay. “Não tenho dúvida que isso é possível, pois eu vivi esta mudança. Fui não só homossexual, mas me tornei um militante e um dos principais ícones do movimento gay na região do triângulo mineiro”, diz.
Gospel Prime: No vídeo que conta um pouco a sua história você cita que foi vítima de pedofilia. Quantos anos você tinha nessa época? É possível superar esse trauma?
Eduardo Rocha: Eu tinha 5 anos. A superação do trauma começa a partir do momento em que você entende o que realmente aconteceu a você e fala sobre isso. É necessário entender que a criança não teve culpa e é preciso estar disposto a perdoar o agressor, isso não significa de forma alguma que ele deva permanecer impune.
GP: De alguma forma esse abuso fez com que você optasse por ser um homossexual?
ER: Tratar a sexualidade apenas como uma opção, é tratar o assunto de forma superficial, sem dar a ele a profundidade e análise que merece. Não tenho dúvidas que “abusos” na infância, não só sexuais, mas também morais e de autoridade, contribuem significativamente para a construção de uma sexualidade confusa.
Depois de oito anos de experiência, vencendo a prática da homossexualidade, sendo regenerado a uma nova identidade, tendo contato com pessoas que passaram por situações parecidas, tendo debatido com inúmeros profissionais (psicólogos, psiquiatras) e ouvido tantos desabafos de pessoas que enfrentam crises por conta da sua sexualidade, chego a conclusão que a maioria ainda tem um conhecimento muito limitado sobre os assuntos da sexualidade de uma forma geral sendo que esse número é ainda menor quando se fala sobre a homossexualidade.
GP: Encontramos outros casos de pessoas que sofreram abuso na infância e acabaram desencadeando o homossexualismo. Você acredita que há uma ligação entre ser vítima de pedofilia e ter comportamento homossexual?
ER: O abuso sexual, principalmente quando este vem de alguém que representa uma figura de autoridade (pai, um padrasto, professor, etc.), causa muita confusão na mente da criança. A criança está em processo de formação e todas as informações, estímulos, emoções e conceitos que receber, serão processados e gravados em sua alma (seja de forma consciente ou inconsciente). Vale salientar que o abuso por si só, não leva ninguém a ser homossexual.
A construção da sexualidade é um processo definido por diversos fatores e nenhum deles deve ser avaliado de forma isolada. Alguns fatores são bem perceptíveis e visíveis, porém outros são subjetivos e difíceis de serem percebidos sem um conhecimento prévio de outros assuntos.
Não adianta você querer aprender geometria, sem que antes tenha aprendido a somar, dividir e multiplicar. Para se conhecer melhor a sua própria sexualidade, é necessário conhecer alguns conceitos a respeito de si mesmo, de como funciona a nossa mente e de como armazenamos e processamos as informações. Atualmente tenho me aconselhado com um amigo, que é psicólogo especializado em neuropsicologia que é uma interface ou aplicação da psicologia e da neurologia, que estuda as relações entre o cérebro e o comportamento humano. Tenho lido muito a respeito da memória do prazer e este psicólogo afirma que após conhecer a si mesmo e a sua própria sexualidade, você só vivencia a homossexualidade se realmente quiser.
GP: Hoje você realiza um trabalho em combate a pedofilia, já encontrou muitas histórias parecidas com a sua?
ER: Com certeza, temos ouvido por todo o Brasil relato de pessoas que passaram pelo abuso: crianças, jovens e até mesmo casos de idosos que viveram em outra época e cultura e portanto sofreram drásticas consequências por serem obrigados a guardarem os “seus segredos”
GP: O que podemos fazer para ajudar essas crianças/jovens?
ER: Acredito que a conscientização e a prevenção, são sem dúvida alguma as armas mais poderosas que temos contra esta guerra covarde em que as vítimas normalmente são crianças inocentes.
GP: Como você tem realizado essa campanha? Políticos e empresas te ajudam?
ER: Essa campanha tem sido feita desde 2009 através de palestras, distribuição de cartilhas, veiculação de vídeos institucionais e promoção de eventos. Recebemos apoio de alguns políticos e empresários, mas sentimos que o nosso maior incentivador ainda é o cidadão comum, aquele que contribui com bem pouco, mas que ao se somar a outros formam uma grande “corrente” a favor das crianças.
GP: Por falar em política, recentemente alguns parlamentares evangélicos tentaram discutir sobre a possibilidade de oferecer tratamento psicológico para homossexuais que desejam se tornar heterossexuais, algo que o Conselho Federal de Psicologia não aceita. Na sua opinião é possível reverter a opção sexual de uma pessoa?
ER: Não tenho dúvida que isso é possível, pois eu vivi esta mudança. Fui não só homossexual, mas me tornei um militante e um dos principais ícones do movimento gay na região do triângulo mineiro. Conheci a luta dos “LGBTS” e hoje sou totalmente contra tudo o que fiz e defendi e principalmente pelas mentiras divulgadas pelo movimento.
Outro dia mesmo ouvi o Deputado Jean Wyllys afirmar (entrevista CQC maio 2012) que os métodos utilizados para a “mudança” da sexualidade são violentos. Sei que uma das grandes armas do movimento gay é a mentira, falo isso por ter sido um dia um grande mentiroso. Até 2004 nosso programa (SBT – Triângulo Mineiro) usava de artifícios para promover a causa gay.
GP: Como você conseguiu se libertar da vida de homossexualismo já que você chegou a ser travesti e hoje é casado?
ER: É necessário deixar claro que eu não fui um travesti e sim um transformista. O Travesti altera a forma física do seu corpo (hormônios, cirurgias, implantes, próteses) e o transformista apenas se “veste” como uma mulher.
Quanto ao processo de restauração, a partir do momento que eu ouvi a voz de Deus e entendi que isso era pecado, comecei a buscar praticar a Palavra de Deus, e “conhecereis a Verdade e a Verdade vos libertará”, e adotei padrões para a minha vida totalmente diferentes daqueles que eu vivia. Tudo mudou, desde os amigos com quem passei a me relacionar até as músicas que passei a ouvir. A espiritualidade, uma área totalmente vazia até então, passou a ser uma das partes mais importantes da minha vida.
Oração, leitura diária da Palavra, ter alguém maduro com quem me aconselhar, ir a igreja, participar dos eventos, estudos e cursos, aconselhar outras pessoas e pregar o evangelho, participar de vigílias e retiros espirituais, são práticas comuns hoje pra mim.
GP: Como a igreja pode ajudar essas pessoas sem entrar no que muitos chamam de comportamento homofóbico?
ER: Enquanto a Igreja for igreja, ela vai dizer que a homossexualidade é pecado, e isso sempre será considerado pelo movimento gay e seus simpatizantes como homofóbico, retrógrado, antigo, inadequado e tantos outros adjetivos quanto eles puderem encontrar. O que temos que fazer é o nosso papel, de fazer discípulos de Cristo e amar o pecador, por pior que possamos achar que ele seja, sem deixar de denunciar o pecado.
Atualmente através de nosso site, nossos DVDs, seminários e grupos de ajuda, temos colaborado com as pessoas que desejam vencer a homossexualidade e contribuído com a capacitação de líderes para lidarem com o assunto.
Para saber mais sobre Eduardo Rocha acesse seu site: www.eduardoegenoveva.com.br.

Homem acusado de pedofilia é preso pela PF dentro de lan house

Um homem acusado de compartilhar de imagens pornográficas de menores de idade foi preso nesta quarta-feira (11) no bairro Marechal Rondon. De acordo com a Polícia Federal (PF), E.S.S, 33 anos, estava em uma lan house do bairro, quando foi surpreendido. A polícia chegou até o local através de uma denúncia anônima
Após chegar ao estabelecimento, os policiais constataram que o acusado estava utilizando um equipamento para repassar as imagens através do programa gigatribe. O homem ainda tentou desconectar a máquina com um movimento brusco, mas foi impedido pelos policiais.
E.S.S. foi preso anteriormente sob a acusação de estar mantendo relações sexuais com menores de idade, tendo cumprido pena de sete anos de reclusão em unidade carcerária em Salvador.

Polícia Federal prende homem acusado de pedofilia em Salvador


A Polícia Federal prendeu, no final da tarde de quarta-feira (11), E.S.S., pela prática de crime de compartilhamento de imagem pornográfica de menores de idade. Após denúncia anônima, uma equipe de agentes se dirigiu a uma lan house no bairro de Marechal Rondon, a fim de verificar a notícia de que uma pessoa estaria transmitindo fotos de pornografia infantil. 
 
Ao chegar ao local, os policiais constataram que o indivíduo estava utilizando um equipamento para este fim através do programa GIGATRIBE. O preso, ao perceber a presença da polícia, ainda tentou desconectar a máquina com um movimento brusco, mas foi impedido pelos policiais.
 
Um perito integrante da equipe tomou as medidas necessárias com o fim de preservar as provas presentes no computador e em um pen drive que se encontrava conectado a máquina.
 
E.S.S. já foi preso anteriormente sob a acusação de estar mantendo relações sexuais com um menor de idade, tendo cumprido pena de sete anos de reclusão em unidade carcerária da capital.
 
O preso irá responder pelos crimes previstos nos artigos 241-A e 241-B, da Lei 8.069/90 – Estatuto da Criança e Adolescente com penas previstas de 3 a 6 anos de reclusão e multa e de 1 a 4 anos de reclusão e multa, respectivamente.
 

PF prende homem suspeito de pedofilia em Salvador

Um homem de 33 anos foi preso pela Polícia Federal na tarde desta quarta-feira (11), em Salvador, pela prática de crime de compartilhamento de imagem pornográfica de menores de idade. A prisão de E.S.S., de 33 anos, suspeito de pedofilia, foi divulgada no início da noite desta quinta.
Após denúncia anônima, uma equipe de policiais federais se dirigiu a uma lan house no bairro de Marechal Rondon em Salvador a fim de verificar a notícia de que uma pessoa estaria transmitindo fotos de pornografia infantil.

Ao chegar ao local os policiais constataram que o individuo estava utilizando um equipamento para divulgar as imagens por meio de um programa chamado de Gigatribe. Ao perceber a presença da polícia, o suspeito ainda tentou desconectar a máquina rapidamente, mas foi impedido pelos policiais.

Um perito integrante da equipe conseguiu coletar as provas do computador da lan house e de um pen drive que se encontrava conectado a máquina.

E.S.S. já havia sido preso sob a acusação de manter relações sexuais com pessoa menor de idade, tendo cumprido pena de sete anos de reclusão em unidade carcerária em Salvador.

Agora, ele irá responder pelos crimes previstos nos artigos 241-A e 241-B, da Lei 8.069/90 do Estatuto da Criança e Adolescente com penas previstas de 3 a 6 anos de reclusão e multa e de 1 a 4 anos de reclusão e multa, respectivamente.

| Como denunciar |
No caso de sites ou blogs envolvendo pornografia infantil, denuncie no site do Projeto Anjos na Rede(denuncia.pf.gov.br). Não sendo sítios eletrônicos, a denúncia deve ser feita por e-mail (denuncia.ddh@dpf.gov.br) ou pelo Dique 100.

Semestre tem 48 jovens executados na Grande Cuiabá

Polícia Civil esclarece 70% dos homicídios; relação inclui adultos e adolescentes

Ednilson Aguiar/Secom-MT
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No registro da PM, maioria dos casos de homicídio envolve jovens, incluindo adolescentes, na Grande Cuiabá
DA REDAÇÃO
De cada 10 assassinatos ocorridos no primeiro semestre deste ano, na área metropolitana da Grande Cuiabá, sete foram esclarecidos pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa.

Pelos números apurados, foram 122 esclarecimentos, de um total de 178, sendo 116 em Cuiabá e o restante, em Várzea Grande. No ano, foram 214 execuções.

Desse total do semestre, 102 vítimas eram homens e 14 mulheres. Neste último caso, 90% são relacionados a crimes passionais (motivados por paixão).

Os jovens entre 18 a 24 anos estão entre as maiores vítimas, sendo 39 – além de nove adolescentes – num total de 48, o que representa quase 30%.

A lista se completa com 14 pessoas com idade entre 30 a 34 anos. Também foram assassinados 28 adultos com idade entre 35 a 64 anos e um idoso acima de 65 anos.

No "Mapa da Violência" desenhado pela DHPP, o bairro Porto, na Capital, foi o mais violento, com seis assassinatos, seguido de perto por Altos da Serra, CPA, Pedra 90 e Pedregal, com cinco casos cada.

Nos bairros Jardim Vitória, Novo Terceiro, Ribeirão do Lipa e Três Barras foram cometidos quatro homicídios cada. No Dr. Fábio e Novo Paraíso ocorreram seis execuções, sendo três cada. Por último, aparece o 1º de Março, que registrou dois homicídios.

Segundo o delegado Silas Tadeu, titular da DHPP, em 122 execuções, os autores estão identificados e qualificados (nome completo), nos inquéritos policiais da delegacia.

Ele destacou que foram solucionados 72,41%, dos 116 homicídios praticados em Cuiabá, e 61,29% dos 62 crimes ocorridos na cidade de Várzea Grande.

“Encaminhamos 295 inquéritos para o Fórum, tanto de Cuiabá como de Várzea Grande, neste ano, quase dois por dia, um número considerável”, observou.

O delegado acrescentou que, de janeiro até agora, a DHPP pediu a prisão de 127 pessoas e 59 foram presas – entre flagrantes e prisão preventiva.

Silas Caldeira ressaltou que as investigações são realizadas da mesma forma nas duas cidades. “A dedicação é a mesma. Não existe preferência por uma cidade ou outra. Todos os crimes são investigados”, explicou o delegado.

No entendimento do delegado-geral da Polícia Civil, Anderson Garcia, é fundamental levar à Justiça os autores de crimes hediondos, visando a trazer tranquilidade à população, com a punição dos criminosos.

Conforme Garcia, com esta postura, a instituição prima pelo cumprimento da Meta II, da Estratégia Nacional de Justiça e Segurança Pública (Enasp), que busca a conclusão de 100% dos inquéritos de homicídios cometidos até 2008.

Mauro Mendes do PSB de Cuiabá quer criar Secretaria de Apoio à Segurança

Mídia News

Pasta tocaria programas para reduzir os índices de criminalidade

Divulgação
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Mauro Mendes conversa com moradora do Planalto
DA REDAÇÃO
Uma das principais propostas da campanha de Mauro Mendes (PSB) à Prefeitura de Cuiabá é a criação de uma Secretaria de Apoio à Segurança Pública. A intenção é que a pasta atue junto aos poderes estadual e federal, para realizar programas integrados que reflitam na Segurança Pública.

“A sensação de insegurança é muito grande. Cuiabá precisa de ações imediatas para reduzir os índices de criminalidade. Não dá mais para se omitir na questão da segurança. Essa questão se tornou dever de todas as esferas públicas e do cidadão também”, defende o candidato.

Cuiabá figura na lista das 10 cidades mais violentas do Centro-Oeste (dados de 2010), e os índices de criminalidade são altos em muitos bairros.

Na noite desta terça-feira (10), em visita aos bairros Planalto e Santa Inês, localizados em uma das regiões mais violentas da capital, Mendes debateu o assunto com moradores. Ele conversou com os feirantes e frequentadores das feiras livres dos dois bairros.

No Santa Inês, uma comitiva de moradores falou da falta de políticas de prevenção às drogas e de estrutura para coibir a ação de bandidos. De acordo com o presidente do bairro, Edgilson Ronni de Souza, a comunidade é carente e o poder público oferece pouco aos cerca de 3,7 mil moradores do complexo de prédios, que tem mais de 20 anos. “Falta segurança não apenas no Santa Inês, mas em toda a região que inclui ainda os residenciais Planalto I, II e III”.

Os moradores do Planalto apontaram que o bairro é um dos mais violentos de Cuiabá. Além de conviver com a violência, ainda convivem constantemente com a poeira ou a lama. A maioria das ruas do bairro, que tem cerca de 30 anos, não são asfaltadas.

Com informações da assessoria

Entrevista com Roseli Barbosa

Roseli Barbosa é primeira-dama de Mato Grosso e secretária de Estado de Trabalho e Assistência Social

A senhora tem uma rotina totalmente diferente daquela que é comum a das mulheres mato-grossenses.Seu marido é Governador, trabalha de 2ª a domingo, mais de doze horas por dia e como secretária de Assistente Social, também tem um horário puxado, sem contar que acompanha seu marido em eventos dentro e fora da cidade e, não menos importante, ainda tem que dar atenção para sua família. Como você consegue administrar tudo isso?
Primeiramente, Mônica, gostaria de agradecer pelo espaço concedido no seu site, que já é um sucesso. Realmente, são muitas as atribuições, tanto no lado profissional como pessoal e familiar, mas assim como toda mulher, que é dinâmica e se desdobra em várias para poder dar conta dos afazeres de dentro e fora de casa, eu me organizo diariamente para dar conta de tudo. Ao menos eu tento... Confesso que não é nada fácil, mas a recompensa de saber que os deveres estão sendo cumpridos e que a família vai muito bem (graças a Deus) justifica tamanho esforço e algumas ausências.

Eu te acho uma mulher muito simpática, a senhora esta sempre sorrindo
nos eventos que te encontro, o que tira você do sério?


Sou uma pessoa muito de bem com a vida. Procuro sempre ver o lado bom das coisas e  das pessoas com quem convivo, por isso é difícil eu sair do sério. Mas tem coisas que mexem com a gente e acabam alterando o nosso humor. A injustiça, a arrogância e o desrespeito são as principais delas.

A vida longe do poder é menos emocionante?

Estou na vida pública, juntamente com o Silval, há mais de 10 anos. Nesse período, tive oportunidade de ocupar os cargos de secretária de Assistência Social do município de Matupá, de coordenadora da Sala da Mulher da Assembleia Legislativa e agora tenho o desafio e o prazer de ser primeira-dama de Mato Grosso e de estar à frente de Secretaria de Estado de Trabalho e Assistência Social.
Em cada função desempenhada, tive e tenho momentos de muita emoção, mas não posso afirmar que o “poder” está diretamente relacionado com a “emoção”, pois os momentos mais emocionantes da minha vida foram justamente aqueles que eu passei no convívio familiar. Cito como exemplos o nascimento dos meus três lindos filhos e a perda do meu pai, que eu ainda sinto diariamente... Paralelamente aos laços familiares, são muitas emoções no exercício da função pública, pois a gente lida, a todo momento, com as vulnerabilidades sociais da nossa população e não medimos esforços no desenvolvimento de ações que proporcionem a qualidade de vida dessas pessoas.
Contudo, muitas vezes, temos também o sentimento de  frustração por não conseguirmos viabilizar todas as ações sociais que almejamos, seja pela burocracia do sistema público ou pelas limitações orçamentárias.

O que é mais difícil: ser primeira-dama ou secretária?

Sinceramente, é difícil distinguir as duas funções no dia-a-dia, uma vez que na condição de secretária de Estado eu atuo não só no horário de expediente. E quando vou para algum evento ou faço alguma outra atividade fora do governo como primeira-dama, por exemplo, quase sempre surgem demandas ligadas ao serviço público.
Acredito que a dificuldade não está no exercício das funções de primeira-dama ou de secretária de Estado, mas sim, como eu disse anteriormente, de conciliar essas funções também com as de mãe, esposa, filha, amiga, entre outras que todas nós desempenhamos. Pode até parecer difícil, mas não é impossível. A família está em primeiro lugar na minha vida, mas também sou comprometida com o desenvolvimento social do nosso estado.

Qual ação de governo, envolvendo sua secretaria, te deixou mais orgulhosa?

Estamos desenvolvendo várias ações pela Setas-MT voltadas à geração de emprego e renda e o combate à extrema pobreza. Eu poderia falar horas sobre cada programa, mas vou destacar dois deles que eu considero de suma importância.
O primeiro é o Plano Mato Grosso Sem Miséria, que foi desenvolvido em consonância com o Plano do Governo Federal Brasil Sem Miséria, levando em consideração as peculiaridades dos 141 municípios mato-grossenses. O segundo são os programas voltados à qualificação profissional, tanto na cidade como no campo. São várias as ações a serem implementadas até 2014, sempre com o foco na ascensão social das nossas famílias e na geração de mais e melhores
empregos para a nossa população.

Para finalizarmos, você já pensou em disputar uma eleição?

Sempre estive ao lado do Silval em cada cargo eletivo que ele ocupou. Ele sempre foi a figura política da nossa família, por essa razão, nunca almejei disputar qualquer tipo eleição. Prefiro ser sua companheira em todos os momentos.
Estamos empenhados hoje na execução de um governo que deixe um legado em termos de infraestrura, qualificação profissional e desenvolvimento social antes, durante e pós Copa do Mundo de 2014. Não cogito disputar nenhuma eleição, mas estou a postos para enfrentar qualquer desafio.

Querida Roseli, agradeço imensamente pela sua atenção e cordialidade, estou sinceramente grata, e muito orgulhosa em concluir essa pequena entrevista que tem muito a dizer de nossa 1ª Dama do Estado e secretária de Estado e Trabalho e Assistência Social.http://www.monicanardez.com.br/noticias/leia/?id=130&t=Entrevista+com+Roseli+Barbosa

Deputado se apresenta com alternativa para "transformar" a cidade

Mídia News

Walace provoca adversários e diz que todos já tiveram chance e não fizeram nada pela população

Reprodução
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Walace (de camisa azul) em sua convenção: promessa de campanha propositiva, sem ataques
ANA ADÉLIA JÁCOMO
DA REDAÇÃO
O deputado estadual e candidato a prefeito de Várzea Grande, Walace Guimarães (PMDB), previu, em entrevista ao MidiaNews, que a campanha eleitoral será "recheada" de ataques pessoais. Ele assegurou, no entanto, que vai procurar fazer uma campanha propositiva, de "alto nível", discutindo propostas, e não "picuinhas de grupos".

Wallace, que já aparece como favorito nas pesquisas de intenção de voto, deverá ter mais de 12 minutos na propaganda gratuita naTV e no rádio; por isso, considera que sua candidatura será consistente graças ao arco de aliança que conseguiu formar (PR, PT, PP, PSC e PHS).

O candidato também confirmou que foi procurado, anteriormente, pelo atual prefeito, Tião da Zaeli (PSD) – que tenta a reeleição –, para discutir a possibilidade de uma composição. No entanto, ele disse que não aceitou a aliança por se sentir pressionado pelas supostas exigências feitas pelo atual chefe do Executivo, que ainda enfrenta um grande desgaste político.

O deputado, que tem como candidato a vice-prefeito o vereador Wilton Coelho (PR), o Wiltinho, disse que pretende investir R$ 4 milhões em sua campanha.

Ele aproveitou a oportunidade para apontar as deficiências da Cidade Industrial, que, segundo ele, são as provas de que tanto a família Campos, que indicou à disputa a mulher do senador Jayme Campos, Lucimar Campos, como Zaeli, não souberam gerir o Município

Confira os principais trechos da entrevista do deputado Wallace:

MidiaNews: Como avalia suas alianças partidárias? 
Disputa é entre Walace, Lucimar e Tião da Zaeli


Walace Guimarães: Fizemos as alianças pensando no futuro da cidade. Alinhamos os governos estadual, federal e municipal, já que coligamos o partido do governador Silval Barbosa (PMDB) com o PT da presidente Dilma Rousseff. Além disso, trouxemos o PR, PP, PSC e PHS. Estou muito satisfeito com as alianças.

MidiaNews: E o senhor ficou com quanto tempo de televisão?

Walace: Mais ou menos 12 minutos. Na verdade, eu escolhi as coligações a dedo, foi bem pensado e acabei ficando com o maior tempo.

MidiaNews: Quais são as prioridades de campanha?

Walace: A prioridade é fazer uma campanha ética, propositiva, mostrando à população que a cidade tem solução, mas precisa de investimentos em todas as áreas. Temos que priorizar as questões sociais, como Saúde, Educação e Segurança. A malha viária, que está totalmente destruída, teremos que revitalizá-la como um todo. Várzea Grande detém apenas 14% de saneamento básico. Na Saúde, tem apenas 22% de cobertura do programa Saúde da Família, ou seja, não se preocuparam com essas questões e as pessoas que estão se colocando como candidatos já tiveram a oportunidade de fazer e nada fizeram. Então, a cidade tem uma perspectiva muito grande, porém os administradores, que poderiam ter feito algo por Várzea Grande, nada fizeram. Por isso, estou me colocando como alternativa. Várzea Grande praticamente não tem praça de lazer. A nossa cidade não tem um shopping center, não tem uma rodoviária que atenda à demanda, não temos um cinema, o Pronto-Socorro está muito aquém das necessidades, é minúsculo, Enfim, a cidade precisa de carinho e amor.

MidiaNews: A prefeitura tem uma dívida de mais de R$ 300 milhões. O prefeito Tião da Zaeli a considera impagável. O que o senhor acha?

Walace: Eu não diria que é uma dívida impagável. É difícil de ser paga, mas, se acreditarmos que é impagável, estamos dizendo que a cidade não tem solução. Temos que promover o desenvolvimento, o progresso, e com isso, virá mais arrecadação. Fazer outros tipos de Parceria Público Privada (PPP). Temos que buscar alternativas de investimento para avaliar a capacidade de endividamento da cidade. Tem como pagar. Temos que tentar parcelar, melhorar a arrecadação interna do município, melhorar o IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano). O DAE (Departamento de Água e Esgoto), hoje, é um órgão que gasta mais do que arrecada, e isso está relacionado com a questão da falta de gerenciamento. E é por isso que Várzea Grande precisa de um novo prefeito, que tenha capacidade de promover essas mudanças. Hoje, a arrecadação anual é de R$ 375 milhões, e poderia ser bem maior, porque é tão baixa que até para pagar imposto, investir na cidade, não dá.

"Vou respeitar todos os meus adversários, desde que eles me respeitem"
MidiaNews: Com relação à sua equipe de campanha, o que está definido? Já contratou um marqueteiro? E de quantos serão os custos?


Walace: A minha campanha pode chegar a R$ 4 milhões, mas estamos trabalhando. O marketing não está definido. Não sou favorável aos gastos exorbitantes. É a sociedade que tem que acreditar nas propostas. Não quero fazer uma campanha milionária, pois acho que precisamos ter seriedade e não podemos comprometer a prefeitura com a campanha e, depois, não ter condições de promover as transformações necessárias. Se eu for eleito, pode ter certeza que não farei compromissos fora do orçamento.

MidiaNews: Como avalia o percentual das últimas pesquisas de opinião que apontam o senhor como favorito?

Walace: É o resultado de um trabalho que estamos fazendo a longo prazo. A população já conhece meu trabalho como deputado. Tenho esse favoritismo pelos trabalhos prestados à cidade.

MidiaNews: E os adversários políticos? Como avalia o cenário com eles?

Walace: Vou respeitar todos os meus adversários, desde que eles me respeitem. A campanha será propositiva e não haverá ataques pessoais. No entanto, vejo que todos eles (Tião da Zaeli e família Campos) já tiveram oportunidade de fazer e não fizeram nada. Tudo que falta em Várzea Grande é culpa de quem tinha que fazer, e não fez. O atual (Zaeli) é a mesma coisa. Ele tem 3 anos de prefeito e, de certa forma, não colocou a cidade nos rumos certos. Hoje, eu sou a alternativa de transformação, sou o novo e quero essa oportunidade.

MidiaNews: Qual será a principal bandeira do senhor?

Walace: Seriedade e responsabilidade com os recursos públicos.

MidiaNews: O Tião da Zaeli disse que tentou formar uma aliança com o senhor, mas o PMDB teria “colocado a carroça na frente dos bois”. O que ele quis dizer com isso?

Walace: Eu fui convidado para conversar com o Tião da Zaeli e ele se propôs a me apoiar. Depois, o seu grupo político achou que deveria lançar a candidata. Agi como muita naturalidade. Eu não aceito determinadas exigências. Eu vou trabalhar com independência

MidiaNews: O que eles exigiram?

Walace: Não quero falar sobre isso, mas, por exemplo, exigir colocar um vice, isso, aquilo... Não faço esse tipo de jogo.