Projeto de criação de Secretaria da Copa ganha apoio de deputados estaduais
fevereiro 24, 2011
No comments
http://www.todoscontraapedofiliamt.com.br/politica/
movimentocontrapedofiliamt@gmail.com
Na sessão que ocorre agora no parlamento, o deputado Emanuel Pinheiro trava debate sobre a preparação da cidade visando a Copa de 2014. Ele criticou a atuação da Agência Executora da Copa de 2014 (Agecopa) e apresentou a proposta de criação da Secretaria Especial da Copa do Pantanal 2014 (Secopa). De acordo com ele, na atual estrutura “todo mundo manda e ninguém obedece”, e a falta de gerenciamento pode resultar em prejuízos.
Walter Rabello, co-autor da proposta de secretaria, entrou na discussão e lembrou que não há restrições quando as pessoas que trabalham na gestão da copa, mas a forma. “Não temos nada contra as pessoas, não pedimos que ninguém saia, mas que alguém mande e execute”, disparou. Entre as preocupações dele está as resoluções quanto a cavalaria já que os cavalos precisam ser treinados para atuarem em meio à multidão e até agora nada foi decidido.De acordo com Pinheiro, as reuniões realizadas todas as segundas-feiras, entre a diretoria da Agecopa e o governador Silval Barbosa (PMDB), são improdutivas. Ainda de acordo com ele, a falta mais grave é em relação à transparência das ações e a elaboração dos projetos das obras.
No mesmo tom, Luciane Bezerra entrou no debate e disse que é preciso que o governo diga onde e o que será melhorado na saúde e segurança no interior de Mato Grosso. Para ela, as ações pró copa precisam beneficiar, também, o interior.
Luiz Marinho afirmou que talvez o modelo de gestão esteja atrapalhando a preparação da copa. Ele afiançou apoio à Pinheiro e ratificou que não é contra os membros e sim ao modelo de gestão da Agecopa.
http://www.todoscontraapedofiliamt.com.br/politica/
movimentocontrapedofiliamt@gmail.com
Deputado quer sinal de telefonia móvel em comunidades rurais
fevereiro 24, 2011
No comments
http://www.todoscontraapedofiliamt.com.br/politica/
movimentocontrapedofiliamt@gmail.com
Mato Grosso está entre os estados brasileiros que possuem mais de um aparelho celular por habitante. Isto, segundo os dados da Agência Nacional de Telefonia (Anatel), divulgados no final de 2010. Contudo, o estado que tem mais de três milhões de habitantes possui localidades aonde o sinal da telefonia móvel ainda não chegou.
Este é o caso das comunidades rurais Carazinho, em Primavera do Leste e Paredão, no município de General Carneiro. Nesta quarta-feira (23), o deputado estadual, Zeca Viana (PDT), se reuniu com o gerente regional de uma companhia que trabalha com telefonia em Mato Grosso, a Vivo, Márcio Rattes, para propor parceria e instalar torres de sinal para telefonia móvel nas duas comunidades.Carazinho fica localizada a 50km de Primavera do Leste e tem população estimada de mil pessoas. Nesta comunidade fica a escola estadual “Padre Onesto Costa”, que atende cerca de 200 alunos e várias empresas de armazenamento de grãos. Já Paredão, onde residem aproximadamente oito mil pessoas, fica na rota da rodovia BR-070, com acesso ao município de Barra do Garças.
“Além de atender a população, o sinal vai beneficiar as pessoas e trabalhadores em trânsito. A falta do sinal de telefonia vem causando transtorno nessa região e a população se sente isolada. Infelizmente, Mato Grosso está muito atrasado na oferta desse serviço”, disse Zeca Viana,
De acordo com o deputado, moradores das duas comunidades já se colocaram à disposição para firmar parceria na instalação da torre de sinal telefônico. Márcio Rattes disse que nos próximos dias a empresa fará uma avaliação de sustentabilidade para a instalação das torres. Ele ainda explicou que a prioridade de investimentos da Vivo ainda é a Zona Urbana. “Contudo, essa pré-disposição de parceria já contribui para a avaliação”, disse Rattes.
DADOS – O Brasil tem 194,4 milhões de aparelhos celulares e 185,7 milhões de habitantes. Se comparado a outros países, o Brasil é o quinto em número com celulares em operação, atrás de China, Índia, Estados Unidos e Rússia.
http://www.todoscontraapedofiliamt.com.br/politica/
movimentocontrapedofiliamt@gmail.com
TJ concede hábeas corpus a naturalista acusado de pedofilia em Tambaba
fevereiro 24, 2011
No comments
http://www.todoscontraapedofiliamt.com.br/politica/
or unanimidade, a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba concedeu a ordem no pedido de habeas corpus, que tem como paciente o ex-presidente da Sociedade Naturista de Tambaba, Nelci Rones Pereira de Sousa. Ele é acusado, em tese, pela prática de pedofilia. A decisão veio na sessão desta terça-feira (22), com o voto do autor do pedido de vista, desembargador Joás de Brito Pereira Filho, e do também desembargador Arnóbio Alves Teodósio. A Presidência da Câmara já determinou a imediata expedição de alvará de soltura em favor de Nelci Rones.
“Não tem sentido este cidadão está preso desde o dia 10 de dezembro do ano passado por suposto caso de pedofilia. Não vejo motivo nos autos para que o paciente responda o processo preso, já que não foi formulada a denúncia. Ele não atrapalhou o andamento das investigações e nem tentou fugir. Na minha opinião, o paciente está sofrendo constrangimento ilegal”, comentou o autor do pedido de vista.
Com esse posicionamento, os magistrados da Câmara Criminal acompanharam o voto do relator do habeas corpus, desembargador Leôncio Teixeira Câmara, que no dia15 deste mês já havia concedido a ordem, pelo excesso de lapso de tempo para o início da formação do sumário de culpa, sem justificativa plausível, além da demora para o oferecimento de denúncia. “Em harmonia parcial com o parecer da Procuradoria-Geral de Justiça “denego a ordem quanto aos fundamentos elencados pelo impetrante e, de ofício, nos termos do artigo 654, § 2º, do Código de Processo Penal (CPP), concedo a ordem”
“Os juízes e os tribunais têm competência para expedir de ofício ordem de habeas corpus, quando no curso de processo verificarem que alguém sofre ou está na iminência de sofrer coação ilegal”, diz o § 2º do artigo 654 do CPP. Dentre os fundamentos levantados pela defesa do acusado estão decreto de prisão desfundamentado, indícios insuficientes, residência fixa e profissão definida e inocorrência do crime de pedofilia.
Ascom TJP http://www.todoscontraapedofiliamt.com.br/politica/
http://www.todoscontraapedofiliamt.com.br/politica/
or unanimidade, a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba concedeu a ordem no pedido de habeas corpus, que tem como paciente o ex-presidente da Sociedade Naturista de Tambaba, Nelci Rones Pereira de Sousa. Ele é acusado, em tese, pela prática de pedofilia. A decisão veio na sessão desta terça-feira (22), com o voto do autor do pedido de vista, desembargador Joás de Brito Pereira Filho, e do também desembargador Arnóbio Alves Teodósio. A Presidência da Câmara já determinou a imediata expedição de alvará de soltura em favor de Nelci Rones.
“Não tem sentido este cidadão está preso desde o dia 10 de dezembro do ano passado por suposto caso de pedofilia. Não vejo motivo nos autos para que o paciente responda o processo preso, já que não foi formulada a denúncia. Ele não atrapalhou o andamento das investigações e nem tentou fugir. Na minha opinião, o paciente está sofrendo constrangimento ilegal”, comentou o autor do pedido de vista.
Com esse posicionamento, os magistrados da Câmara Criminal acompanharam o voto do relator do habeas corpus, desembargador Leôncio Teixeira Câmara, que no dia15 deste mês já havia concedido a ordem, pelo excesso de lapso de tempo para o início da formação do sumário de culpa, sem justificativa plausível, além da demora para o oferecimento de denúncia. “Em harmonia parcial com o parecer da Procuradoria-Geral de Justiça “denego a ordem quanto aos fundamentos elencados pelo impetrante e, de ofício, nos termos do artigo 654, § 2º, do Código de Processo Penal (CPP), concedo a ordem”
“Os juízes e os tribunais têm competência para expedir de ofício ordem de habeas corpus, quando no curso de processo verificarem que alguém sofre ou está na iminência de sofrer coação ilegal”, diz o § 2º do artigo 654 do CPP. Dentre os fundamentos levantados pela defesa do acusado estão decreto de prisão desfundamentado, indícios insuficientes, residência fixa e profissão definida e inocorrência do crime de pedofilia.
Ascom TJP http://www.todoscontraapedofiliamt.com.br/politica/
http://www.todoscontraapedofiliamt.com.br/politica/
or unanimidade, a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba concedeu a ordem no pedido de habeas corpus, que tem como paciente o ex-presidente da Sociedade Naturista de Tambaba, Nelci Rones Pereira de Sousa. Ele é acusado, em tese, pela prática de pedofilia. A decisão veio na sessão desta terça-feira (22), com o voto do autor do pedido de vista, desembargador Joás de Brito Pereira Filho, e do também desembargador Arnóbio Alves Teodósio. A Presidência da Câmara já determinou a imediata expedição de alvará de soltura em favor de Nelci Rones.
“Não tem sentido este cidadão está preso desde o dia 10 de dezembro do ano passado por suposto caso de pedofilia. Não vejo motivo nos autos para que o paciente responda o processo preso, já que não foi formulada a denúncia. Ele não atrapalhou o andamento das investigações e nem tentou fugir. Na minha opinião, o paciente está sofrendo constrangimento ilegal”, comentou o autor do pedido de vista.
Com esse posicionamento, os magistrados da Câmara Criminal acompanharam o voto do relator do habeas corpus, desembargador Leôncio Teixeira Câmara, que no dia15 deste mês já havia concedido a ordem, pelo excesso de lapso de tempo para o início da formação do sumário de culpa, sem justificativa plausível, além da demora para o oferecimento de denúncia. “Em harmonia parcial com o parecer da Procuradoria-Geral de Justiça “denego a ordem quanto aos fundamentos elencados pelo impetrante e, de ofício, nos termos do artigo 654, § 2º, do Código de Processo Penal (CPP), concedo a ordem”
“Os juízes e os tribunais têm competência para expedir de ofício ordem de habeas corpus, quando no curso de processo verificarem que alguém sofre ou está na iminência de sofrer coação ilegal”, diz o § 2º do artigo 654 do CPP. Dentre os fundamentos levantados pela defesa do acusado estão decreto de prisão desfundamentado, indícios insuficientes, residência fixa e profissão definida e inocorrência do crime de pedofilia.
Ascom TJP http://www.todoscontraapedofiliamt.com.br/politica/
http://www.todoscontraapedofiliamt.com.br/politica/
or unanimidade, a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba concedeu a ordem no pedido de habeas corpus, que tem como paciente o ex-presidente da Sociedade Naturista de Tambaba, Nelci Rones Pereira de Sousa. Ele é acusado, em tese, pela prática de pedofilia. A decisão veio na sessão desta terça-feira (22), com o voto do autor do pedido de vista, desembargador Joás de Brito Pereira Filho, e do também desembargador Arnóbio Alves Teodósio. A Presidência da Câmara já determinou a imediata expedição de alvará de soltura em favor de Nelci Rones.
“Não tem sentido este cidadão está preso desde o dia 10 de dezembro do ano passado por suposto caso de pedofilia. Não vejo motivo nos autos para que o paciente responda o processo preso, já que não foi formulada a denúncia. Ele não atrapalhou o andamento das investigações e nem tentou fugir. Na minha opinião, o paciente está sofrendo constrangimento ilegal”, comentou o autor do pedido de vista.
Com esse posicionamento, os magistrados da Câmara Criminal acompanharam o voto do relator do habeas corpus, desembargador Leôncio Teixeira Câmara, que no dia15 deste mês já havia concedido a ordem, pelo excesso de lapso de tempo para o início da formação do sumário de culpa, sem justificativa plausível, além da demora para o oferecimento de denúncia. “Em harmonia parcial com o parecer da Procuradoria-Geral de Justiça “denego a ordem quanto aos fundamentos elencados pelo impetrante e, de ofício, nos termos do artigo 654, § 2º, do Código de Processo Penal (CPP), concedo a ordem”
“Os juízes e os tribunais têm competência para expedir de ofício ordem de habeas corpus, quando no curso de processo verificarem que alguém sofre ou está na iminência de sofrer coação ilegal”, diz o § 2º do artigo 654 do CPP. Dentre os fundamentos levantados pela defesa do acusado estão decreto de prisão desfundamentado, indícios insuficientes, residência fixa e profissão definida e inocorrência do crime de pedofilia.
Ascom TJP http://www.todoscontraapedofiliamt.com.br/politica/
“Não tem sentido este cidadão está preso desde o dia 10 de dezembro do ano passado por suposto caso de pedofilia. Não vejo motivo nos autos para que o paciente responda o processo preso, já que não foi formulada a denúncia. Ele não atrapalhou o andamento das investigações e nem tentou fugir. Na minha opinião, o paciente está sofrendo constrangimento ilegal”, comentou o autor do pedido de vista.
Com esse posicionamento, os magistrados da Câmara Criminal acompanharam o voto do relator do habeas corpus, desembargador Leôncio Teixeira Câmara, que no dia15 deste mês já havia concedido a ordem, pelo excesso de lapso de tempo para o início da formação do sumário de culpa, sem justificativa plausível, além da demora para o oferecimento de denúncia. “Em harmonia parcial com o parecer da Procuradoria-Geral de Justiça “denego a ordem quanto aos fundamentos elencados pelo impetrante e, de ofício, nos termos do artigo 654, § 2º, do Código de Processo Penal (CPP), concedo a ordem”
“Os juízes e os tribunais têm competência para expedir de ofício ordem de habeas corpus, quando no curso de processo verificarem que alguém sofre ou está na iminência de sofrer coação ilegal”, diz o § 2º do artigo 654 do CPP. Dentre os fundamentos levantados pela defesa do acusado estão decreto de prisão desfundamentado, indícios insuficientes, residência fixa e profissão definida e inocorrência do crime de pedofilia.
Ascom TJP
http://www.todoscontraapedofiliamt.com.br/politica/
http://www.todoscontraapedofiliamt.com.br/politica/
http://www.todoscontraapedofiliamt.com.br/politica/
http://www.todoscontraapedofiliamt.com.br/politica/
fevereiro 24, 2011
No comments
http://www.todoscontraapedofiliamt.com.br/politica/
movimentocontrapedofiliamt@gmail.com
Arcebispo da Irlanda celebra missa com vítimas de pedofilia
Por Redação. - 23.02.2011 às 15:48:00 - 50 ViewsCIDADE DO VATICANO, 23 FEV (ANSA) - O arcebispo de Dublin, dom Diarmuid Martin, afirmou hoje que as denúncias que envolveram padres católicos em casos de pedofilia fora um desafio para Igreja Católica, durante uma missa celebrada com as vítimas de abusos e seus familiares.
"Nesta catedral, há homens e mulheres aos quais devemos exprimir nossa enorme gratidão pelo fato de não terem ficado em silêncio", declarou o arcebispo sobre as vítimas que, apesar da dor, "tiveram a coragem de falar, com coragem e determinação, mesmo frente à incredulidade e à negação".
As conclusões de investigações de quase uma década, encabeçadas pela comissão Murphy, foram apresentadas em 2009, revelando que instituições administradas pela Igreja Católica da Irlanda teriam sido palco de milhares de abusos sexuais de menores por parte de religiosos entre 1930 e 1990.
O caso voltou à tona no ano passado, quando documentos vazados pelo site WikiLeaks revelaram que o Vaticano teria se negado a cooperar com as apurações da comissão.
Para dom Martin, ninguém "que tenha tido qualquer responsabilidade pelo que aconteceu na Igreja de Jesus Cristo, nesta Arquidiocese, poderá pedir o perdão daqueles que sofreram abuso, sem antes reconhecer a injustiça cometida e sua falha pelo que aconteceu".
Ele justificou isso lembrando que, "uma vez, me explicaram a diferença entre pedir desculpas e pedir perdão. Posso dar um esbarrão em alguém na rua e pedir desculpas. Mas quando digo desculpas, depende de mim. Porém, quando peço perdão, não depende mais de mim, mas estou nas mãos dos outros". "Só um outro pode me perdoar e só Deus pode me perdoar", concluiu.
O sacerdote irlandês prosseguiu falando sobre as vítimas presentes na missa, que, "na dor e na indignação, rejeitaram a Igreja que uma vez amaram, mas paradoxalmente o abandono deles pode ter ajudado a purificar a Igreja, desafiando-a a enfrentar a verdade, a superar a negação, a reconhecer o mal que foi feito e a dor que provocou", observou.
O arcebispo irlandês ainda exortou os presentes a manterem vivo o valor da verdade. "Faço um apelo para que continuem a falar. Há agora um longo caminho para percorrer sobre a via da honestidade antes de poder merecer de verdade o perdão", apontou.
http://www.todoscontraapedofiliamt.com.br/politica/
movimentocontrapedofiliamt@gmail.com
http://www.todoscontraapedofiliamt.com.br/politica/
movimentocontrapedofiliamt@gmail.com
Arcebispo da Irlanda celebra missa com vítimas de pedofilia
Por Redação. - 23.02.2011 às 15:48:00 - 50 ViewsCIDADE DO VATICANO, 23 FEV (ANSA) - O arcebispo de Dublin, dom Diarmuid Martin, afirmou hoje que as denúncias que envolveram padres católicos em casos de pedofilia fora um desafio para Igreja Católica, durante uma missa celebrada com as vítimas de abusos e seus familiares.
"Nesta catedral, há homens e mulheres aos quais devemos exprimir nossa enorme gratidão pelo fato de não terem ficado em silêncio", declarou o arcebispo sobre as vítimas que, apesar da dor, "tiveram a coragem de falar, com coragem e determinação, mesmo frente à incredulidade e à negação".
As conclusões de investigações de quase uma década, encabeçadas pela comissão Murphy, foram apresentadas em 2009, revelando que instituições administradas pela Igreja Católica da Irlanda teriam sido palco de milhares de abusos sexuais de menores por parte de religiosos entre 1930 e 1990.
O caso voltou à tona no ano passado, quando documentos vazados pelo site WikiLeaks revelaram que o Vaticano teria se negado a cooperar com as apurações da comissão.
Para dom Martin, ninguém "que tenha tido qualquer responsabilidade pelo que aconteceu na Igreja de Jesus Cristo, nesta Arquidiocese, poderá pedir o perdão daqueles que sofreram abuso, sem antes reconhecer a injustiça cometida e sua falha pelo que aconteceu".
Ele justificou isso lembrando que, "uma vez, me explicaram a diferença entre pedir desculpas e pedir perdão. Posso dar um esbarrão em alguém na rua e pedir desculpas. Mas quando digo desculpas, depende de mim. Porém, quando peço perdão, não depende mais de mim, mas estou nas mãos dos outros". "Só um outro pode me perdoar e só Deus pode me perdoar", concluiu.
O sacerdote irlandês prosseguiu falando sobre as vítimas presentes na missa, que, "na dor e na indignação, rejeitaram a Igreja que uma vez amaram, mas paradoxalmente o abandono deles pode ter ajudado a purificar a Igreja, desafiando-a a enfrentar a verdade, a superar a negação, a reconhecer o mal que foi feito e a dor que provocou", observou.
O arcebispo irlandês ainda exortou os presentes a manterem vivo o valor da verdade. "Faço um apelo para que continuem a falar. Há agora um longo caminho para percorrer sobre a via da honestidade antes de poder merecer de verdade o perdão", apontou.
http://www.todoscontraapedofiliamt.com.br/politica/
movimentocontrapedofiliamt@gmail.com
http://www.todoscontraapedofiliamt.com.br/politica/
movimentocontrapedofiliamt@gmail.com
Arcebispo da Irlanda celebra missa com vítimas de pedofilia
Por Redação. - 23.02.2011 às 15:48:00 - 50 ViewsCIDADE DO VATICANO, 23 FEV (ANSA) - O arcebispo de Dublin, dom Diarmuid Martin, afirmou hoje que as denúncias que envolveram padres católicos em casos de pedofilia fora um desafio para Igreja Católica, durante uma missa celebrada com as vítimas de abusos e seus familiares.
"Nesta catedral, há homens e mulheres aos quais devemos exprimir nossa enorme gratidão pelo fato de não terem ficado em silêncio", declarou o arcebispo sobre as vítimas que, apesar da dor, "tiveram a coragem de falar, com coragem e determinação, mesmo frente à incredulidade e à negação".
As conclusões de investigações de quase uma década, encabeçadas pela comissão Murphy, foram apresentadas em 2009, revelando que instituições administradas pela Igreja Católica da Irlanda teriam sido palco de milhares de abusos sexuais de menores por parte de religiosos entre 1930 e 1990.
O caso voltou à tona no ano passado, quando documentos vazados pelo site WikiLeaks revelaram que o Vaticano teria se negado a cooperar com as apurações da comissão.
Para dom Martin, ninguém "que tenha tido qualquer responsabilidade pelo que aconteceu na Igreja de Jesus Cristo, nesta Arquidiocese, poderá pedir o perdão daqueles que sofreram abuso, sem antes reconhecer a injustiça cometida e sua falha pelo que aconteceu".
Ele justificou isso lembrando que, "uma vez, me explicaram a diferença entre pedir desculpas e pedir perdão. Posso dar um esbarrão em alguém na rua e pedir desculpas. Mas quando digo desculpas, depende de mim. Porém, quando peço perdão, não depende mais de mim, mas estou nas mãos dos outros". "Só um outro pode me perdoar e só Deus pode me perdoar", concluiu.
O sacerdote irlandês prosseguiu falando sobre as vítimas presentes na missa, que, "na dor e na indignação, rejeitaram a Igreja que uma vez amaram, mas paradoxalmente o abandono deles pode ter ajudado a purificar a Igreja, desafiando-a a enfrentar a verdade, a superar a negação, a reconhecer o mal que foi feito e a dor que provocou", observou.
O arcebispo irlandês ainda exortou os presentes a manterem vivo o valor da verdade. "Faço um apelo para que continuem a falar. Há agora um longo caminho para percorrer sobre a via da honestidade antes de poder merecer de verdade o perdão", apontou.
http://www.todoscontraapedofiliamt.com.br/politica/
movimentocontrapedofiliamt@gmail.com
http://www.todoscontraapedofiliamt.com.br/politica/
movimentocontrapedofiliamt@gmail.com
Arcebispo da Irlanda celebra missa com vítimas de pedofilia
Por Redação. - 23.02.2011 às 15:48:00 - 50 ViewsCIDADE DO VATICANO, 23 FEV (ANSA) - O arcebispo de Dublin, dom Diarmuid Martin, afirmou hoje que as denúncias que envolveram padres católicos em casos de pedofilia fora um desafio para Igreja Católica, durante uma missa celebrada com as vítimas de abusos e seus familiares.
"Nesta catedral, há homens e mulheres aos quais devemos exprimir nossa enorme gratidão pelo fato de não terem ficado em silêncio", declarou o arcebispo sobre as vítimas que, apesar da dor, "tiveram a coragem de falar, com coragem e determinação, mesmo frente à incredulidade e à negação".
As conclusões de investigações de quase uma década, encabeçadas pela comissão Murphy, foram apresentadas em 2009, revelando que instituições administradas pela Igreja Católica da Irlanda teriam sido palco de milhares de abusos sexuais de menores por parte de religiosos entre 1930 e 1990.
O caso voltou à tona no ano passado, quando documentos vazados pelo site WikiLeaks revelaram que o Vaticano teria se negado a cooperar com as apurações da comissão.
Para dom Martin, ninguém "que tenha tido qualquer responsabilidade pelo que aconteceu na Igreja de Jesus Cristo, nesta Arquidiocese, poderá pedir o perdão daqueles que sofreram abuso, sem antes reconhecer a injustiça cometida e sua falha pelo que aconteceu".
Ele justificou isso lembrando que, "uma vez, me explicaram a diferença entre pedir desculpas e pedir perdão. Posso dar um esbarrão em alguém na rua e pedir desculpas. Mas quando digo desculpas, depende de mim. Porém, quando peço perdão, não depende mais de mim, mas estou nas mãos dos outros". "Só um outro pode me perdoar e só Deus pode me perdoar", concluiu.
O sacerdote irlandês prosseguiu falando sobre as vítimas presentes na missa, que, "na dor e na indignação, rejeitaram a Igreja que uma vez amaram, mas paradoxalmente o abandono deles pode ter ajudado a purificar a Igreja, desafiando-a a enfrentar a verdade, a superar a negação, a reconhecer o mal que foi feito e a dor que provocou", observou.
O arcebispo irlandês ainda exortou os presentes a manterem vivo o valor da verdade. "Faço um apelo para que continuem a falar. Há agora um longo caminho para percorrer sobre a via da honestidade antes de poder merecer de verdade o perdão", apontou.
http://www.todoscontraapedofiliamt.com.br/politica/
movimentocontrapedofiliamt@gmail.com
Arcebispo da Irlanda celebra missa com vítimas de pedofilia
Por Redação. - 23.02.2011 às 15:48:00 - 50 ViewsCIDADE DO VATICANO, 23 FEV (ANSA) - O arcebispo de Dublin, dom Diarmuid Martin, afirmou hoje que as denúncias que envolveram padres católicos em casos de pedofilia fora um desafio para Igreja Católica, durante uma missa celebrada com as vítimas de abusos e seus familiares.
"Nesta catedral, há homens e mulheres aos quais devemos exprimir nossa enorme gratidão pelo fato de não terem ficado em silêncio", declarou o arcebispo sobre as vítimas que, apesar da dor, "tiveram a coragem de falar, com coragem e determinação, mesmo frente à incredulidade e à negação".
As conclusões de investigações de quase uma década, encabeçadas pela comissão Murphy, foram apresentadas em 2009, revelando que instituições administradas pela Igreja Católica da Irlanda teriam sido palco de milhares de abusos sexuais de menores por parte de religiosos entre 1930 e 1990.
O caso voltou à tona no ano passado, quando documentos vazados pelo site WikiLeaks revelaram que o Vaticano teria se negado a cooperar com as apurações da comissão.
Para dom Martin, ninguém "que tenha tido qualquer responsabilidade pelo que aconteceu na Igreja de Jesus Cristo, nesta Arquidiocese, poderá pedir o perdão daqueles que sofreram abuso, sem antes reconhecer a injustiça cometida e sua falha pelo que aconteceu".
Ele justificou isso lembrando que, "uma vez, me explicaram a diferença entre pedir desculpas e pedir perdão. Posso dar um esbarrão em alguém na rua e pedir desculpas. Mas quando digo desculpas, depende de mim. Porém, quando peço perdão, não depende mais de mim, mas estou nas mãos dos outros". "Só um outro pode me perdoar e só Deus pode me perdoar", concluiu.
O sacerdote irlandês prosseguiu falando sobre as vítimas presentes na missa, que, "na dor e na indignação, rejeitaram a Igreja que uma vez amaram, mas paradoxalmente o abandono deles pode ter ajudado a purificar a Igreja, desafiando-a a enfrentar a verdade, a superar a negação, a reconhecer o mal que foi feito e a dor que provocou", observou.
O arcebispo irlandês ainda exortou os presentes a manterem vivo o valor da verdade. "Faço um apelo para que continuem a falar. Há agora um longo caminho para percorrer sobre a via da honestidade antes de poder merecer de verdade o perdão", apontou.
"Nesta catedral, há homens e mulheres aos quais devemos exprimir nossa enorme gratidão pelo fato de não terem ficado em silêncio", declarou o arcebispo sobre as vítimas que, apesar da dor, "tiveram a coragem de falar, com coragem e determinação, mesmo frente à incredulidade e à negação".
As conclusões de investigações de quase uma década, encabeçadas pela comissão Murphy, foram apresentadas em 2009, revelando que instituições administradas pela Igreja Católica da Irlanda teriam sido palco de milhares de abusos sexuais de menores por parte de religiosos entre 1930 e 1990.
O caso voltou à tona no ano passado, quando documentos vazados pelo site WikiLeaks revelaram que o Vaticano teria se negado a cooperar com as apurações da comissão.
Para dom Martin, ninguém "que tenha tido qualquer responsabilidade pelo que aconteceu na Igreja de Jesus Cristo, nesta Arquidiocese, poderá pedir o perdão daqueles que sofreram abuso, sem antes reconhecer a injustiça cometida e sua falha pelo que aconteceu".
Ele justificou isso lembrando que, "uma vez, me explicaram a diferença entre pedir desculpas e pedir perdão. Posso dar um esbarrão em alguém na rua e pedir desculpas. Mas quando digo desculpas, depende de mim. Porém, quando peço perdão, não depende mais de mim, mas estou nas mãos dos outros". "Só um outro pode me perdoar e só Deus pode me perdoar", concluiu.
O sacerdote irlandês prosseguiu falando sobre as vítimas presentes na missa, que, "na dor e na indignação, rejeitaram a Igreja que uma vez amaram, mas paradoxalmente o abandono deles pode ter ajudado a purificar a Igreja, desafiando-a a enfrentar a verdade, a superar a negação, a reconhecer o mal que foi feito e a dor que provocou", observou.
O arcebispo irlandês ainda exortou os presentes a manterem vivo o valor da verdade. "Faço um apelo para que continuem a falar. Há agora um longo caminho para percorrer sobre a via da honestidade antes de poder merecer de verdade o perdão", apontou.
http://www.todoscontraapedofiliamt.com.br/politica/
movimentocontrapedofiliamt@gmail.com
http://www.todoscontraapedofiliamt.com.br/politica/
movimentocontrapedofiliamt@gmail.com
http://www.todoscontraapedofiliamt.com.br/politica/
movimentocontrapedofiliamt@gmail.com
http://www.todoscontraapedofiliamt.com.br/politica/
movimentocontrapedofiliamt@gmail.com
Abuso de menina de 12 anos serve de alerta
fevereiro 24, 2011
No comments
http://www.todoscontraapedofiliamt.com.br/politica/
movimentocontrapedofiliamt@gmail.com
Abuso de menina de 12 anos serve de alerta
Notícia publicada na edição de 24/02/2011 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 009 do caderno A - o conteúdo da edição impressa na internet é atualizado diariamente após as 12h.
O acusado de abusar sexualmente de uma menina de 12 anos em Porto Feliz, noticiado ontem pelo jornal "Cruzeiro do Sul", é de Itu. Ambos mantinham contato pela internet, através de uma sala de bate-papo, mas o que a pré-adolescente não imaginava é que os dados de seu "novo amigo" eram falsos. Para a garota, ele se chamava Cristiano Mansur, era alto, loiro de olhos azuis, trabalhava como modelo e tinha chegado recentemente dos Estados Unidos. Mas na realidade, seu nome é Cristiano Luiz Silva Machado, tem 34 anos, e é negro. Ele conseguiu chegar pessoalmente até a vítima com a promessa de que lhe doaria um cachorro. Antes, certificou-se de que a menina estaria sozinha em casa. Além do abuso sexual, Cristiano levou o celular e o notebook da garota.
De acordo com o delegado André Bonan, de Porto Feliz, uma semana após o ocorrido, Cristiano foi flagrado passando em frente à residência da vítima, e visto pelo pai dela, que conseguiu denunciá-lo. "Ele foi preso e reconhecido pessoalmente como o autor do estupro. Conseguimos também localizar o notebook. Os pais estão chocados", afirmou o delegado.
Cristiano já tinha vendido o equipamento ao patrão, também detido pelos policiais pelo crime de receptação. O computador do acusado foi apreendido e será submetido à perícia. Essa é a primeira vez que acontece em Porto Feliz um caso de crime originado pela internet. Com a prisão preventiva decretada, Cristiano foi levado na terça-feira para o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Sorocaba.
Orientações
Em Sorocaba, a ONG Projeto Vencer tem atuado há cinco anos na orientação de pais, professores, crianças e adolescentes com o objetivo de prevenir o abuso sexual e a pedofilia. Esse trabalho é feito através de palestras e campanhas elaboradas por profissionais da educação, direito e psicologia.
Eugênio Rocha, presidente da ONG, afirma que a educação digital para o uso seguro da internet é o melhor caminho e quem tem impreterivelmente a obrigação de educar são os pais. "Não podemos julgar os dados estatísticos atuais como negligência dos pais, mas isso é resultado da falta de informação, de educação digital na sociedade e nas escolas".
Os pais devem, por exemplo, monitorar o acesso à internet. Uma das formas é não permitir que o computador fique no quarto, possibilitando com que o filho esteja sozinho teclando.
Já a dica para adolescentes é que não divulguem senhas, nome completo, endereços, números de telefone ou fotos, nem exponham sua vida pessoal nos sites de relacionamentos como orkut e facebook. Não respondam mensagens de desconhecidos e gravem quando houver ameaça ou imagens violentas. Bloqueiem o contato dos agressores, busquem apoio e denunciem.
Criminosos agem pela internet por acreditarem que estão no anonimato, o que é um grande engano. Conforme Eugênio Rocha, em casos constatados de abuso virtual, é possível recorrer à ajuda de profissionais qualificados. "Nossa cidade possui um dos peritos mais especializados em crimes de internet do país, além disso, a OAB Sorocaba tem uma comissão envolvida com direito digital", diz.
Para garantir segurança para a rede virtual, uma lei que já existe em alguns municípios pode ter caráter nacional. Está em trâmite o projeto do deputado Wellington Fagundes (PR) que obriga o registro de usuários de lan houses e outros estabelecimentos com acesso à internet. Esse cadastro deverá ser mantido por dois anos e conter, entre outras informações, nome e endereço do usuário. "Está no congresso, prestes a ser votado", informa Eugênio.
Para mais orientações a respeito, basta acessar os sites www.projetovencer.org ou www.safernet.org.br (que atua em âmbito nacional).
http://www.todoscontraapedofiliamt.com.br/politica/
movimentocontrapedofiliamt@gmail.com
http://www.todoscontraapedofiliamt.com.br/politica/
movimentocontrapedofiliamt@gmail.com
Abuso de menina de 12 anos serve de alerta
Notícia publicada na edição de 24/02/2011 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 009 do caderno A - o conteúdo da edição impressa na internet é atualizado diariamente após as 12h.
O acusado de abusar sexualmente de uma menina de 12 anos em Porto Feliz, noticiado ontem pelo jornal "Cruzeiro do Sul", é de Itu. Ambos mantinham contato pela internet, através de uma sala de bate-papo, mas o que a pré-adolescente não imaginava é que os dados de seu "novo amigo" eram falsos. Para a garota, ele se chamava Cristiano Mansur, era alto, loiro de olhos azuis, trabalhava como modelo e tinha chegado recentemente dos Estados Unidos. Mas na realidade, seu nome é Cristiano Luiz Silva Machado, tem 34 anos, e é negro. Ele conseguiu chegar pessoalmente até a vítima com a promessa de que lhe doaria um cachorro. Antes, certificou-se de que a menina estaria sozinha em casa. Além do abuso sexual, Cristiano levou o celular e o notebook da garota.
De acordo com o delegado André Bonan, de Porto Feliz, uma semana após o ocorrido, Cristiano foi flagrado passando em frente à residência da vítima, e visto pelo pai dela, que conseguiu denunciá-lo. "Ele foi preso e reconhecido pessoalmente como o autor do estupro. Conseguimos também localizar o notebook. Os pais estão chocados", afirmou o delegado.
Cristiano já tinha vendido o equipamento ao patrão, também detido pelos policiais pelo crime de receptação. O computador do acusado foi apreendido e será submetido à perícia. Essa é a primeira vez que acontece em Porto Feliz um caso de crime originado pela internet. Com a prisão preventiva decretada, Cristiano foi levado na terça-feira para o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Sorocaba.
Orientações
Em Sorocaba, a ONG Projeto Vencer tem atuado há cinco anos na orientação de pais, professores, crianças e adolescentes com o objetivo de prevenir o abuso sexual e a pedofilia. Esse trabalho é feito através de palestras e campanhas elaboradas por profissionais da educação, direito e psicologia.
Eugênio Rocha, presidente da ONG, afirma que a educação digital para o uso seguro da internet é o melhor caminho e quem tem impreterivelmente a obrigação de educar são os pais. "Não podemos julgar os dados estatísticos atuais como negligência dos pais, mas isso é resultado da falta de informação, de educação digital na sociedade e nas escolas".
Os pais devem, por exemplo, monitorar o acesso à internet. Uma das formas é não permitir que o computador fique no quarto, possibilitando com que o filho esteja sozinho teclando.
Já a dica para adolescentes é que não divulguem senhas, nome completo, endereços, números de telefone ou fotos, nem exponham sua vida pessoal nos sites de relacionamentos como orkut e facebook. Não respondam mensagens de desconhecidos e gravem quando houver ameaça ou imagens violentas. Bloqueiem o contato dos agressores, busquem apoio e denunciem.
Criminosos agem pela internet por acreditarem que estão no anonimato, o que é um grande engano. Conforme Eugênio Rocha, em casos constatados de abuso virtual, é possível recorrer à ajuda de profissionais qualificados. "Nossa cidade possui um dos peritos mais especializados em crimes de internet do país, além disso, a OAB Sorocaba tem uma comissão envolvida com direito digital", diz.
Para garantir segurança para a rede virtual, uma lei que já existe em alguns municípios pode ter caráter nacional. Está em trâmite o projeto do deputado Wellington Fagundes (PR) que obriga o registro de usuários de lan houses e outros estabelecimentos com acesso à internet. Esse cadastro deverá ser mantido por dois anos e conter, entre outras informações, nome e endereço do usuário. "Está no congresso, prestes a ser votado", informa Eugênio.
Para mais orientações a respeito, basta acessar os sites www.projetovencer.org ou www.safernet.org.br (que atua em âmbito nacional).
http://www.todoscontraapedofiliamt.com.br/politica/
movimentocontrapedofiliamt@gmail.com
http://www.todoscontraapedofiliamt.com.br/politica/
movimentocontrapedofiliamt@gmail.com
Abuso de menina de 12 anos serve de alerta
Notícia publicada na edição de 24/02/2011 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 009 do caderno A - o conteúdo da edição impressa na internet é atualizado diariamente após as 12h.
O acusado de abusar sexualmente de uma menina de 12 anos em Porto Feliz, noticiado ontem pelo jornal "Cruzeiro do Sul", é de Itu. Ambos mantinham contato pela internet, através de uma sala de bate-papo, mas o que a pré-adolescente não imaginava é que os dados de seu "novo amigo" eram falsos. Para a garota, ele se chamava Cristiano Mansur, era alto, loiro de olhos azuis, trabalhava como modelo e tinha chegado recentemente dos Estados Unidos. Mas na realidade, seu nome é Cristiano Luiz Silva Machado, tem 34 anos, e é negro. Ele conseguiu chegar pessoalmente até a vítima com a promessa de que lhe doaria um cachorro. Antes, certificou-se de que a menina estaria sozinha em casa. Além do abuso sexual, Cristiano levou o celular e o notebook da garota.
De acordo com o delegado André Bonan, de Porto Feliz, uma semana após o ocorrido, Cristiano foi flagrado passando em frente à residência da vítima, e visto pelo pai dela, que conseguiu denunciá-lo. "Ele foi preso e reconhecido pessoalmente como o autor do estupro. Conseguimos também localizar o notebook. Os pais estão chocados", afirmou o delegado.
Cristiano já tinha vendido o equipamento ao patrão, também detido pelos policiais pelo crime de receptação. O computador do acusado foi apreendido e será submetido à perícia. Essa é a primeira vez que acontece em Porto Feliz um caso de crime originado pela internet. Com a prisão preventiva decretada, Cristiano foi levado na terça-feira para o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Sorocaba.
Orientações
Em Sorocaba, a ONG Projeto Vencer tem atuado há cinco anos na orientação de pais, professores, crianças e adolescentes com o objetivo de prevenir o abuso sexual e a pedofilia. Esse trabalho é feito através de palestras e campanhas elaboradas por profissionais da educação, direito e psicologia.
Eugênio Rocha, presidente da ONG, afirma que a educação digital para o uso seguro da internet é o melhor caminho e quem tem impreterivelmente a obrigação de educar são os pais. "Não podemos julgar os dados estatísticos atuais como negligência dos pais, mas isso é resultado da falta de informação, de educação digital na sociedade e nas escolas".
Os pais devem, por exemplo, monitorar o acesso à internet. Uma das formas é não permitir que o computador fique no quarto, possibilitando com que o filho esteja sozinho teclando.
Já a dica para adolescentes é que não divulguem senhas, nome completo, endereços, números de telefone ou fotos, nem exponham sua vida pessoal nos sites de relacionamentos como orkut e facebook. Não respondam mensagens de desconhecidos e gravem quando houver ameaça ou imagens violentas. Bloqueiem o contato dos agressores, busquem apoio e denunciem.
Criminosos agem pela internet por acreditarem que estão no anonimato, o que é um grande engano. Conforme Eugênio Rocha, em casos constatados de abuso virtual, é possível recorrer à ajuda de profissionais qualificados. "Nossa cidade possui um dos peritos mais especializados em crimes de internet do país, além disso, a OAB Sorocaba tem uma comissão envolvida com direito digital", diz.
Para garantir segurança para a rede virtual, uma lei que já existe em alguns municípios pode ter caráter nacional. Está em trâmite o projeto do deputado Wellington Fagundes (PR) que obriga o registro de usuários de lan houses e outros estabelecimentos com acesso à internet. Esse cadastro deverá ser mantido por dois anos e conter, entre outras informações, nome e endereço do usuário. "Está no congresso, prestes a ser votado", informa Eugênio.
Para mais orientações a respeito, basta acessar os sites www.projetovencer.org ou www.safernet.org.br (que atua em âmbito nacional).
http://www.todoscontraapedofiliamt.com.br/politica/
movimentocontrapedofiliamt@gmail.com
http://www.todoscontraapedofiliamt.com.br/politica/
movimentocontrapedofiliamt@gmail.com
Abuso de menina de 12 anos serve de alerta
Notícia publicada na edição de 24/02/2011 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 009 do caderno A - o conteúdo da edição impressa na internet é atualizado diariamente após as 12h.
O acusado de abusar sexualmente de uma menina de 12 anos em Porto Feliz, noticiado ontem pelo jornal "Cruzeiro do Sul", é de Itu. Ambos mantinham contato pela internet, através de uma sala de bate-papo, mas o que a pré-adolescente não imaginava é que os dados de seu "novo amigo" eram falsos. Para a garota, ele se chamava Cristiano Mansur, era alto, loiro de olhos azuis, trabalhava como modelo e tinha chegado recentemente dos Estados Unidos. Mas na realidade, seu nome é Cristiano Luiz Silva Machado, tem 34 anos, e é negro. Ele conseguiu chegar pessoalmente até a vítima com a promessa de que lhe doaria um cachorro. Antes, certificou-se de que a menina estaria sozinha em casa. Além do abuso sexual, Cristiano levou o celular e o notebook da garota.
De acordo com o delegado André Bonan, de Porto Feliz, uma semana após o ocorrido, Cristiano foi flagrado passando em frente à residência da vítima, e visto pelo pai dela, que conseguiu denunciá-lo. "Ele foi preso e reconhecido pessoalmente como o autor do estupro. Conseguimos também localizar o notebook. Os pais estão chocados", afirmou o delegado.
Cristiano já tinha vendido o equipamento ao patrão, também detido pelos policiais pelo crime de receptação. O computador do acusado foi apreendido e será submetido à perícia. Essa é a primeira vez que acontece em Porto Feliz um caso de crime originado pela internet. Com a prisão preventiva decretada, Cristiano foi levado na terça-feira para o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Sorocaba.
Orientações
Em Sorocaba, a ONG Projeto Vencer tem atuado há cinco anos na orientação de pais, professores, crianças e adolescentes com o objetivo de prevenir o abuso sexual e a pedofilia. Esse trabalho é feito através de palestras e campanhas elaboradas por profissionais da educação, direito e psicologia.
Eugênio Rocha, presidente da ONG, afirma que a educação digital para o uso seguro da internet é o melhor caminho e quem tem impreterivelmente a obrigação de educar são os pais. "Não podemos julgar os dados estatísticos atuais como negligência dos pais, mas isso é resultado da falta de informação, de educação digital na sociedade e nas escolas".
Os pais devem, por exemplo, monitorar o acesso à internet. Uma das formas é não permitir que o computador fique no quarto, possibilitando com que o filho esteja sozinho teclando.
Já a dica para adolescentes é que não divulguem senhas, nome completo, endereços, números de telefone ou fotos, nem exponham sua vida pessoal nos sites de relacionamentos como orkut e facebook. Não respondam mensagens de desconhecidos e gravem quando houver ameaça ou imagens violentas. Bloqueiem o contato dos agressores, busquem apoio e denunciem.
Criminosos agem pela internet por acreditarem que estão no anonimato, o que é um grande engano. Conforme Eugênio Rocha, em casos constatados de abuso virtual, é possível recorrer à ajuda de profissionais qualificados. "Nossa cidade possui um dos peritos mais especializados em crimes de internet do país, além disso, a OAB Sorocaba tem uma comissão envolvida com direito digital", diz.
Para garantir segurança para a rede virtual, uma lei que já existe em alguns municípios pode ter caráter nacional. Está em trâmite o projeto do deputado Wellington Fagundes (PR) que obriga o registro de usuários de lan houses e outros estabelecimentos com acesso à internet. Esse cadastro deverá ser mantido por dois anos e conter, entre outras informações, nome e endereço do usuário. "Está no congresso, prestes a ser votado", informa Eugênio.
Para mais orientações a respeito, basta acessar os sites www.projetovencer.org ou www.safernet.org.br (que atua em âmbito nacional).
O acusado de abusar sexualmente de uma menina de 12 anos em Porto Feliz, noticiado ontem pelo jornal "Cruzeiro do Sul", é de Itu. Ambos mantinham contato pela internet, através de uma sala de bate-papo, mas o que a pré-adolescente não imaginava é que os dados de seu "novo amigo" eram falsos. Para a garota, ele se chamava Cristiano Mansur, era alto, loiro de olhos azuis, trabalhava como modelo e tinha chegado recentemente dos Estados Unidos. Mas na realidade, seu nome é Cristiano Luiz Silva Machado, tem 34 anos, e é negro. Ele conseguiu chegar pessoalmente até a vítima com a promessa de que lhe doaria um cachorro. Antes, certificou-se de que a menina estaria sozinha em casa. Além do abuso sexual, Cristiano levou o celular e o notebook da garota.
De acordo com o delegado André Bonan, de Porto Feliz, uma semana após o ocorrido, Cristiano foi flagrado passando em frente à residência da vítima, e visto pelo pai dela, que conseguiu denunciá-lo. "Ele foi preso e reconhecido pessoalmente como o autor do estupro. Conseguimos também localizar o notebook. Os pais estão chocados", afirmou o delegado.
Cristiano já tinha vendido o equipamento ao patrão, também detido pelos policiais pelo crime de receptação. O computador do acusado foi apreendido e será submetido à perícia. Essa é a primeira vez que acontece em Porto Feliz um caso de crime originado pela internet. Com a prisão preventiva decretada, Cristiano foi levado na terça-feira para o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Sorocaba.
Orientações
Em Sorocaba, a ONG Projeto Vencer tem atuado há cinco anos na orientação de pais, professores, crianças e adolescentes com o objetivo de prevenir o abuso sexual e a pedofilia. Esse trabalho é feito através de palestras e campanhas elaboradas por profissionais da educação, direito e psicologia.
Eugênio Rocha, presidente da ONG, afirma que a educação digital para o uso seguro da internet é o melhor caminho e quem tem impreterivelmente a obrigação de educar são os pais. "Não podemos julgar os dados estatísticos atuais como negligência dos pais, mas isso é resultado da falta de informação, de educação digital na sociedade e nas escolas".
Os pais devem, por exemplo, monitorar o acesso à internet. Uma das formas é não permitir que o computador fique no quarto, possibilitando com que o filho esteja sozinho teclando.
Já a dica para adolescentes é que não divulguem senhas, nome completo, endereços, números de telefone ou fotos, nem exponham sua vida pessoal nos sites de relacionamentos como orkut e facebook. Não respondam mensagens de desconhecidos e gravem quando houver ameaça ou imagens violentas. Bloqueiem o contato dos agressores, busquem apoio e denunciem.
Criminosos agem pela internet por acreditarem que estão no anonimato, o que é um grande engano. Conforme Eugênio Rocha, em casos constatados de abuso virtual, é possível recorrer à ajuda de profissionais qualificados. "Nossa cidade possui um dos peritos mais especializados em crimes de internet do país, além disso, a OAB Sorocaba tem uma comissão envolvida com direito digital", diz.
Para garantir segurança para a rede virtual, uma lei que já existe em alguns municípios pode ter caráter nacional. Está em trâmite o projeto do deputado Wellington Fagundes (PR) que obriga o registro de usuários de lan houses e outros estabelecimentos com acesso à internet. Esse cadastro deverá ser mantido por dois anos e conter, entre outras informações, nome e endereço do usuário. "Está no congresso, prestes a ser votado", informa Eugênio.
Para mais orientações a respeito, basta acessar os sites www.projetovencer.org ou www.safernet.org.br (que atua em âmbito nacional).
http://www.todoscontraapedofiliamt.com.br/politica/
movimentocontrapedofiliamt@gmail.com
http://www.todoscontraapedofiliamt.com.br/politica/
movimentocontrapedofiliamt@gmail.com
http://www.todoscontraapedofiliamt.com.br/politica/
movimentocontrapedofiliamt@gmail.com
http://www.todoscontraapedofiliamt.com.br/politica/
movimentocontrapedofiliamt@gmail.com
http://www.todoscontraapedofiliamt.com.br/politica/
movimentocontrapedofiliamt@gmail.com
Para os EUA, extradição de Assange é assunto entre Inglaterra e Suécia
fevereiro 24, 2011
No comments
http://www.todoscontraapedofiliamt.com.br/politica/
movimentocontrapedofiliamt@gmail.com
(AFP) – Há 1 hora"Apesar das afirmações ao contrário, os Estados Unidos não estão envolvidos nessa questão", afirmou o porta-voz Philip Crowley em seu Twitter.Segundo decisão da justiça britânica nesta quinta-feira, o australiano Julian Assange pode ser extraditado para a Suécia, onde enfrenta acusações de abuso sexual e estupro.Os advogados o acusado anunciaram imediatamente sua intenção de apelar da decisão."Vamos apelar", afirmou Geoffrey Robertson, um dos membros da equipe de defesa, que já havia anunciado sua intenção de esgotar todos os recursos disponíveis para evitar a extradição de seu cliente, ao afirmar que este não será submetido a um julgamento justo na Suécia, o que pode estender o processo por meses.
http://www.todoscontraapedofiliamt.com.br/politica/
movimentocontrapedofiliamt@gmail.com
http://www.todoscontraapedofiliamt.com.br/politica/
movimentocontrapedofiliamt@gmail.com
(AFP) – Há 1 hora"Apesar das afirmações ao contrário, os Estados Unidos não estão envolvidos nessa questão", afirmou o porta-voz Philip Crowley em seu Twitter.Segundo decisão da justiça britânica nesta quinta-feira, o australiano Julian Assange pode ser extraditado para a Suécia, onde enfrenta acusações de abuso sexual e estupro.Os advogados o acusado anunciaram imediatamente sua intenção de apelar da decisão."Vamos apelar", afirmou Geoffrey Robertson, um dos membros da equipe de defesa, que já havia anunciado sua intenção de esgotar todos os recursos disponíveis para evitar a extradição de seu cliente, ao afirmar que este não será submetido a um julgamento justo na Suécia, o que pode estender o processo por meses.
http://www.todoscontraapedofiliamt.com.br/politica/
movimentocontrapedofiliamt@gmail.com
http://www.todoscontraapedofiliamt.com.br/politica/
movimentocontrapedofiliamt@gmail.com
(AFP) – Há 1 hora"Apesar das afirmações ao contrário, os Estados Unidos não estão envolvidos nessa questão", afirmou o porta-voz Philip Crowley em seu Twitter.Segundo decisão da justiça britânica nesta quinta-feira, o australiano Julian Assange pode ser extraditado para a Suécia, onde enfrenta acusações de abuso sexual e estupro.Os advogados o acusado anunciaram imediatamente sua intenção de apelar da decisão."Vamos apelar", afirmou Geoffrey Robertson, um dos membros da equipe de defesa, que já havia anunciado sua intenção de esgotar todos os recursos disponíveis para evitar a extradição de seu cliente, ao afirmar que este não será submetido a um julgamento justo na Suécia, o que pode estender o processo por meses.
http://www.todoscontraapedofiliamt.com.br/politica/
movimentocontrapedofiliamt@gmail.com
http://www.todoscontraapedofiliamt.com.br/politica/
movimentocontrapedofiliamt@gmail.com
(AFP) – Há 1 hora"Apesar das afirmações ao contrário, os Estados Unidos não estão envolvidos nessa questão", afirmou o porta-voz Philip Crowley em seu Twitter.Segundo decisão da justiça britânica nesta quinta-feira, o australiano Julian Assange pode ser extraditado para a Suécia, onde enfrenta acusações de abuso sexual e estupro.Os advogados o acusado anunciaram imediatamente sua intenção de apelar da decisão."Vamos apelar", afirmou Geoffrey Robertson, um dos membros da equipe de defesa, que já havia anunciado sua intenção de esgotar todos os recursos disponíveis para evitar a extradição de seu cliente, ao afirmar que este não será submetido a um julgamento justo na Suécia, o que pode estender o processo por meses.
http://www.todoscontraapedofiliamt.com.br/politica/
movimentocontrapedofiliamt@gmail.com
(AFP) – Há 1 hora
"Apesar das afirmações ao contrário, os Estados Unidos não estão envolvidos nessa questão", afirmou o porta-voz Philip Crowley em seu Twitter.
Segundo decisão da justiça britânica nesta quinta-feira, o australiano Julian Assange pode ser extraditado para a Suécia, onde enfrenta acusações de abuso sexual e estupro.
Os advogados o acusado anunciaram imediatamente sua intenção de apelar da decisão.
"Vamos apelar", afirmou Geoffrey Robertson, um dos membros da equipe de defesa, que já havia anunciado sua intenção de esgotar todos os recursos disponíveis para evitar a extradição de seu cliente, ao afirmar que este não será submetido a um julgamento justo na Suécia, o que pode estender o processo por meses.
http://www.todoscontraapedofiliamt.com.br/politica/
movimentocontrapedofiliamt@gmail.com
http://www.todoscontraapedofiliamt.com.br/politica/
movimentocontrapedofiliamt@gmail.com
http://www.todoscontraapedofiliamt.com.br/politica/
movimentocontrapedofiliamt@gmail.com
http://www.todoscontraapedofiliamt.com.br/politica/
movimentocontrapedofiliamt@gmail.com
Menino denuncia abuso desde 5 anos
fevereiro 24, 2011
No comments
http://www.todoscontraapedofiliamt.com.br/politica/
movimentocontrapedofiliamt@gmail.com
Menino denuncia abuso desde 5 anos
ADILSON ROSA
Da Reportagem
A Delegacia de Defesa da Criança e do Adolescente (Deddica) da Capital investiga o caso de um menino de 12 anos que vinha sendo abusado sexualmente desde os 5 anos pelo padrasto. O caso veio à tona somente na semana, quando o menino contou os abusos aos avós, que acionaram a polícia. O padrasto estava viajando e, somente ontem deveria ser ouvido, mas não compareceu à delegacia.
Segundo o garoto, ele era abusado desde quando tinha 5 anos. Foi nessa época em que a mãe havia se separado do pai e o agressor começou a viver com a mãe do menino. A vítima acrescentou que a penetração ocorreu quando tinha 10 anos e acontecia sempre que os dois ficavam sozinhos em casa. Antes – dos cinco aos 10 anos -, o padrasto o acariciava e pegava nas partes íntimas do menino.
“Eu não queria de jeito nenhum. Eu me escondia no armário quando ficava sozinho com ele (padrasto) em casa. Quando ele fez (abusou) pela primeira vez, disse que doía, doía muito, mas ele não parou”, relatou o garoto a uma equipe de TV de Cuiabá.
O adolescente lembrou que nunca aceitou a atitude do padrasto e nunca contou para a mãe porque era ameaçado de ser espancado. O menino frisou que toda vez que ficava sozinho com o padrasto – a mãe estava trabalhando – a tarde passava a ser um período de tortura, pois tinha que arrumar um jeito de se esconder do agressor.
Na semana passada, o menino foi passar uns dias numa propriedade rural em casa de parentes e começou a defecar na roupa e na cama. A situação foi levada para os avós, que sugeriram que a mãe procurasse um médico. O menino, então acabou contando que estava sendo abusado pelo padrasto.
A avó informou à mãe sobre o ocorrido, mas ela ficou reticente, pois ligou para o marido, que estava em viagem. “Ele (o padrasto do menino) disse que se ela (a mãe do menino) procurasse a polícia, o casamento estava acabado. Preocupada com o pagamento do aluguel e luz, tomamos a iniciativa de procurar a polícia”, explicou a avó do menino.
Policiais da Deddica informaram que o menino deverá ter acompanhamento psicológico, pois o caso é considerado grave. “Em todos os casos de abuso sexual a criança precisa de um acompanhamento. Principalmente neste”, explicou um policial.
O padrasto do menino, que deveria ser ouvido ontem na delegacia, não compareceu no horário marcado e nem se justificou. Os policiais acreditam que ele tenha fugido da cidade.
http://www.todoscontraapedofiliamt.com.br/politica/
movimentocontrapedofiliamt@gmail.com
http://www.todoscontraapedofiliamt.com.br/politica/
movimentocontrapedofiliamt@gmail.com
Menino denuncia abuso desde 5 anos
ADILSON ROSA
Da Reportagem
A Delegacia de Defesa da Criança e do Adolescente (Deddica) da Capital investiga o caso de um menino de 12 anos que vinha sendo abusado sexualmente desde os 5 anos pelo padrasto. O caso veio à tona somente na semana, quando o menino contou os abusos aos avós, que acionaram a polícia. O padrasto estava viajando e, somente ontem deveria ser ouvido, mas não compareceu à delegacia.
Segundo o garoto, ele era abusado desde quando tinha 5 anos. Foi nessa época em que a mãe havia se separado do pai e o agressor começou a viver com a mãe do menino. A vítima acrescentou que a penetração ocorreu quando tinha 10 anos e acontecia sempre que os dois ficavam sozinhos em casa. Antes – dos cinco aos 10 anos -, o padrasto o acariciava e pegava nas partes íntimas do menino.
“Eu não queria de jeito nenhum. Eu me escondia no armário quando ficava sozinho com ele (padrasto) em casa. Quando ele fez (abusou) pela primeira vez, disse que doía, doía muito, mas ele não parou”, relatou o garoto a uma equipe de TV de Cuiabá.
O adolescente lembrou que nunca aceitou a atitude do padrasto e nunca contou para a mãe porque era ameaçado de ser espancado. O menino frisou que toda vez que ficava sozinho com o padrasto – a mãe estava trabalhando – a tarde passava a ser um período de tortura, pois tinha que arrumar um jeito de se esconder do agressor.
Na semana passada, o menino foi passar uns dias numa propriedade rural em casa de parentes e começou a defecar na roupa e na cama. A situação foi levada para os avós, que sugeriram que a mãe procurasse um médico. O menino, então acabou contando que estava sendo abusado pelo padrasto.
A avó informou à mãe sobre o ocorrido, mas ela ficou reticente, pois ligou para o marido, que estava em viagem. “Ele (o padrasto do menino) disse que se ela (a mãe do menino) procurasse a polícia, o casamento estava acabado. Preocupada com o pagamento do aluguel e luz, tomamos a iniciativa de procurar a polícia”, explicou a avó do menino.
Policiais da Deddica informaram que o menino deverá ter acompanhamento psicológico, pois o caso é considerado grave. “Em todos os casos de abuso sexual a criança precisa de um acompanhamento. Principalmente neste”, explicou um policial.
O padrasto do menino, que deveria ser ouvido ontem na delegacia, não compareceu no horário marcado e nem se justificou. Os policiais acreditam que ele tenha fugido da cidade.
http://www.todoscontraapedofiliamt.com.br/politica/
movimentocontrapedofiliamt@gmail.com
http://www.todoscontraapedofiliamt.com.br/politica/
movimentocontrapedofiliamt@gmail.com
Menino denuncia abuso desde 5 anos
ADILSON ROSA
Da Reportagem
A Delegacia de Defesa da Criança e do Adolescente (Deddica) da Capital investiga o caso de um menino de 12 anos que vinha sendo abusado sexualmente desde os 5 anos pelo padrasto. O caso veio à tona somente na semana, quando o menino contou os abusos aos avós, que acionaram a polícia. O padrasto estava viajando e, somente ontem deveria ser ouvido, mas não compareceu à delegacia.
Segundo o garoto, ele era abusado desde quando tinha 5 anos. Foi nessa época em que a mãe havia se separado do pai e o agressor começou a viver com a mãe do menino. A vítima acrescentou que a penetração ocorreu quando tinha 10 anos e acontecia sempre que os dois ficavam sozinhos em casa. Antes – dos cinco aos 10 anos -, o padrasto o acariciava e pegava nas partes íntimas do menino.
“Eu não queria de jeito nenhum. Eu me escondia no armário quando ficava sozinho com ele (padrasto) em casa. Quando ele fez (abusou) pela primeira vez, disse que doía, doía muito, mas ele não parou”, relatou o garoto a uma equipe de TV de Cuiabá.
O adolescente lembrou que nunca aceitou a atitude do padrasto e nunca contou para a mãe porque era ameaçado de ser espancado. O menino frisou que toda vez que ficava sozinho com o padrasto – a mãe estava trabalhando – a tarde passava a ser um período de tortura, pois tinha que arrumar um jeito de se esconder do agressor.
Na semana passada, o menino foi passar uns dias numa propriedade rural em casa de parentes e começou a defecar na roupa e na cama. A situação foi levada para os avós, que sugeriram que a mãe procurasse um médico. O menino, então acabou contando que estava sendo abusado pelo padrasto.
A avó informou à mãe sobre o ocorrido, mas ela ficou reticente, pois ligou para o marido, que estava em viagem. “Ele (o padrasto do menino) disse que se ela (a mãe do menino) procurasse a polícia, o casamento estava acabado. Preocupada com o pagamento do aluguel e luz, tomamos a iniciativa de procurar a polícia”, explicou a avó do menino.
Policiais da Deddica informaram que o menino deverá ter acompanhamento psicológico, pois o caso é considerado grave. “Em todos os casos de abuso sexual a criança precisa de um acompanhamento. Principalmente neste”, explicou um policial.
O padrasto do menino, que deveria ser ouvido ontem na delegacia, não compareceu no horário marcado e nem se justificou. Os policiais acreditam que ele tenha fugido da cidade.
http://www.todoscontraapedofiliamt.com.br/politica/
movimentocontrapedofiliamt@gmail.com
http://www.todoscontraapedofiliamt.com.br/politica/
movimentocontrapedofiliamt@gmail.com
Menino denuncia abuso desde 5 anos
ADILSON ROSA
Da Reportagem
A Delegacia de Defesa da Criança e do Adolescente (Deddica) da Capital investiga o caso de um menino de 12 anos que vinha sendo abusado sexualmente desde os 5 anos pelo padrasto. O caso veio à tona somente na semana, quando o menino contou os abusos aos avós, que acionaram a polícia. O padrasto estava viajando e, somente ontem deveria ser ouvido, mas não compareceu à delegacia.
Segundo o garoto, ele era abusado desde quando tinha 5 anos. Foi nessa época em que a mãe havia se separado do pai e o agressor começou a viver com a mãe do menino. A vítima acrescentou que a penetração ocorreu quando tinha 10 anos e acontecia sempre que os dois ficavam sozinhos em casa. Antes – dos cinco aos 10 anos -, o padrasto o acariciava e pegava nas partes íntimas do menino.
“Eu não queria de jeito nenhum. Eu me escondia no armário quando ficava sozinho com ele (padrasto) em casa. Quando ele fez (abusou) pela primeira vez, disse que doía, doía muito, mas ele não parou”, relatou o garoto a uma equipe de TV de Cuiabá.
O adolescente lembrou que nunca aceitou a atitude do padrasto e nunca contou para a mãe porque era ameaçado de ser espancado. O menino frisou que toda vez que ficava sozinho com o padrasto – a mãe estava trabalhando – a tarde passava a ser um período de tortura, pois tinha que arrumar um jeito de se esconder do agressor.
Na semana passada, o menino foi passar uns dias numa propriedade rural em casa de parentes e começou a defecar na roupa e na cama. A situação foi levada para os avós, que sugeriram que a mãe procurasse um médico. O menino, então acabou contando que estava sendo abusado pelo padrasto.
A avó informou à mãe sobre o ocorrido, mas ela ficou reticente, pois ligou para o marido, que estava em viagem. “Ele (o padrasto do menino) disse que se ela (a mãe do menino) procurasse a polícia, o casamento estava acabado. Preocupada com o pagamento do aluguel e luz, tomamos a iniciativa de procurar a polícia”, explicou a avó do menino.
Policiais da Deddica informaram que o menino deverá ter acompanhamento psicológico, pois o caso é considerado grave. “Em todos os casos de abuso sexual a criança precisa de um acompanhamento. Principalmente neste”, explicou um policial.
O padrasto do menino, que deveria ser ouvido ontem na delegacia, não compareceu no horário marcado e nem se justificou. Os policiais acreditam que ele tenha fugido da cidade.
http://www.todoscontraapedofiliamt.com.br/politica/
movimentocontrapedofiliamt@gmail.com
ADILSON ROSA
Da Reportagem
A Delegacia de Defesa da Criança e do Adolescente (Deddica) da Capital investiga o caso de um menino de 12 anos que vinha sendo abusado sexualmente desde os 5 anos pelo padrasto. O caso veio à tona somente na semana, quando o menino contou os abusos aos avós, que acionaram a polícia. O padrasto estava viajando e, somente ontem deveria ser ouvido, mas não compareceu à delegacia.
Segundo o garoto, ele era abusado desde quando tinha 5 anos. Foi nessa época em que a mãe havia se separado do pai e o agressor começou a viver com a mãe do menino. A vítima acrescentou que a penetração ocorreu quando tinha 10 anos e acontecia sempre que os dois ficavam sozinhos em casa. Antes – dos cinco aos 10 anos -, o padrasto o acariciava e pegava nas partes íntimas do menino.
“Eu não queria de jeito nenhum. Eu me escondia no armário quando ficava sozinho com ele (padrasto) em casa. Quando ele fez (abusou) pela primeira vez, disse que doía, doía muito, mas ele não parou”, relatou o garoto a uma equipe de TV de Cuiabá.
O adolescente lembrou que nunca aceitou a atitude do padrasto e nunca contou para a mãe porque era ameaçado de ser espancado. O menino frisou que toda vez que ficava sozinho com o padrasto – a mãe estava trabalhando – a tarde passava a ser um período de tortura, pois tinha que arrumar um jeito de se esconder do agressor.
Na semana passada, o menino foi passar uns dias numa propriedade rural em casa de parentes e começou a defecar na roupa e na cama. A situação foi levada para os avós, que sugeriram que a mãe procurasse um médico. O menino, então acabou contando que estava sendo abusado pelo padrasto.
A avó informou à mãe sobre o ocorrido, mas ela ficou reticente, pois ligou para o marido, que estava em viagem. “Ele (o padrasto do menino) disse que se ela (a mãe do menino) procurasse a polícia, o casamento estava acabado. Preocupada com o pagamento do aluguel e luz, tomamos a iniciativa de procurar a polícia”, explicou a avó do menino.
Policiais da Deddica informaram que o menino deverá ter acompanhamento psicológico, pois o caso é considerado grave. “Em todos os casos de abuso sexual a criança precisa de um acompanhamento. Principalmente neste”, explicou um policial.
O padrasto do menino, que deveria ser ouvido ontem na delegacia, não compareceu no horário marcado e nem se justificou. Os policiais acreditam que ele tenha fugido da cidade.









