Gisa Barros se destaca na Câmara com postura firme, independente e em defesa da população

Vereadora mantém coerência, fiscaliza o Executivo e se posiciona contra o inchaço da máquina pública

João Batista destaca atuação de Daniel Monteiro: “O vereador mais técnico e atuante de Mato Grosso”

vereador Daniel Monteiro, que vem se destacando por uma postura independente, técnica e coerente, especialmente nas discussões sobre políticas públicas e responsabilidade fiscal.

Ativista João Batista exalta Antonio Joaquim como patrimônio da educação em MT: “Referência ética, técnica e humana”

Professor e defensor dos direitos da infância destaca atuação exemplar do conselheiro do TCE-MT, que articula investimento histórico de R$ 120 milhões em creches no estado

Sérgio Ricardo assume presidência da Comissão de Adequação Constitucional

 

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Sérgio Ricardo assume presidência da Comissão de Adequação Constitucional

25/11/2010 14:03

O 1° secretário da Assembleia Legislativa, deputado Sérgio Ricardo (PR), assumiu a presidência da Comissão especial para adequação do texto constitucional mato-grossense às inovações trazidas pelas emendas constitucionais federais, e que tem como relator o deputado Sebastião Rezende (PR). A instalação dos novos membros aconteceu na noite desta quarta-feira (24/11). A comissão terá ainda como integrantes titulares os parlamentares J. Barreto (PR), José Domingos Fraga (DEM) e Dilceu Dal Bosco (DEM). 

A Constituição Federal foi promulgada em 1988 e sofreu adequações com 66 emendas e mais de 150 novos artigos. “Por isso, temos a necessidade de fazermos essa readequação. A nossa Constituição, por exemplo, não prevê a reeleição para governador. Como se vê, neste ponto, a Constituição de Mato Grosso está defasada em relação à Federal”, observou Sérgio Ricardo. 

Outro fator interessante que vamos analisar é que a Constituição Federal determina que os recursos para Educação sejam de 25% e a nossa prevê 35%, ou seja, já avançou”, destacou o deputado ao informar que um substitutivo integral já entrará na próxima semana em segunda votação pela Assembléia Legislativa e a partir daí será definida a data para a promulgação da Constituição Estadual com as devidas readequações. 

É bom salientar que apenas dois Estados brasileiros fizeram essa adequação, São Paulo e Mato Grosso, o que representa um grande avanço para essas duas Assembléias Legislativas já que é muito importante para os Estados que as constituições caminhem juntas”, ressaltou Sérgio Ricardo. 

Além dos membros titulares compõem a comissão como suplentes os deputados Ademir Brunetto (PT), Chica Nunes (DEM), Nilson Santos (PMDB), Ságuas Moraes (PT) e Adalto de Freitas, o Daltinho (PMDB).

Sérgio Ricardo indica R$ 55,5 milhões em emendas para a saúde

 

 

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Sérgio Ricardo indica R$ 55,5 milhões em emendas para a saúde

09/12/2010 15:00

O presidente da CPI da Saúde e primeiro secretário da Assembleia Legislativa, deputado Sérgio Ricardo (PR), defende que o Governo do Estado deve investir mais na saúde devido as dificuldades que o setor vem enfrentando. “È necessário que a saúde receba recursos para que possa oferecer uma melhor qualidade no atendimento, além de viabilizar obras que estão inacabadas, a construção de novas unidades de saúde e aquisição de medicamentos e equipamentos”. Sérgio Ricardo indicou R$ 55,5 milhões em emendas individuais à Lei Orçamentária Anual (LOA) 2011 priorizando obras importantes para a melhoria dos serviços de saúde pública de Mato Grosso.


Para reforma e adequação do Lar Doce Lar, no bairro Lixeira, o deputado pleiteou o montante de R$ 1,2 milhão da Secretaria de Estado de Saúde. O parlamentar apresentou também emenda no valor de R$ 3,5 milhões para adequação da rede elétrica e hidrosanitária do Hemocentro e Centro de Referência de Média e Alta Complexidade de Cuiabá.

Com o objetivo de complementar os recursos já liberados pelo Ministério da Saúde, para a implantação do Hospital Metropolitano de Várzea Grande, Sérgio Ricardo destinou R$ 18 milhões.

O Hospital Psiquiátrico Adauto Botelho também contará com investimentos de R$ 4 milhões para a criação de uma nova unidade especializada no tratamento de dependentes químicos. Atualmente, a unidade de saúde tem internados dependentes químicos e deficientes mentais o que dificulta o tratamento de ambos.

Foram destinados, ainda, R$ 3,5 milhões e R$ 12 milhões para os Hospitais do Câncer e da Criança, respectivamente, ambos localizados em Cuiabá.

Para a contratação e ampliação do programa “Fila Zero”, que já está em funcionamento e que tem objetivo de zerar as filas de espera para consultas, exames e cirurgias em Mato Grosso, Sérgio Ricardo garantiu investimentos da ordem de R$ 2,2 milhões.

Outras unidades de saúde serão beneficiadas, como o Centro de Referência em Oftalmologia, Escola de Saúde Pública, Coordenadoria de Saúde do Trabalhador- (CERESTE), Centro Especial de Odontologia para Pacientes Especiais- (CEOPE), Centro de Reabilitação Dom Aquino Correa (CRIDAC), Centro Integrado de Assistência Psicossocial (CAPS) e Centro Integrado de Assistência Psicossocial Infantil (CAPSI).

“Precisamos garantir investimentos para a realização dessas obras e dar à população mato-grossense o mínimo de estrutura necessária de atendimento, uma vez que a demanda do setor está crescendo a cada dia”, declarou Sergio Ricardo.

O orçamento da Saúde para este ano (2010) foi estimado em R$ 750.805.560 milhões, um crescimento de 6,29% quando comparado com o de 2009 que foi de R$ 706.385,607 milhões. Para 2011, está programado um montante de R$ 929.526.717 milhões.

Segurança Pública- A unidade do Corpo de Bombeiros de Cuiabá também foi contemplada com emenda na ordem de R$ 4 milhões para o custeio da unidade, bem como investimentos no quadro. 

Mobilização de Sérgio Ricardo garante reabertura de corixos na Baía de Chacororé

Mobilização de Sérgio Ricardo garante reabertura de corixos na Baía de Chacororé

01/12/2010 08:38
O Governo do Estado dará início nos próximos dias à construção de uma ponte sobre o rio Chacororé e outra sobre o corixo Lueggi na estrada vicinal que liga a cidade de Barão de Melgaço à região de Estirão Cumprido e Porto Brandão naquele município (121 Km de Cuiabá). A partir daí, será possível realizar serviços de desobstrução deste rio e do corixo, importantes alimentadores da Baia de Chacororé.

Em setembro deste ano, o deputado Sérgio Ricardo (PR), presidente da Comissão de Meio Ambiente e Recursos Hídricos da Assembleia Legislativa, convocou a Sema (Secretaria Estadual de Meio Ambiente) e a Sinfra (Secretaria Estadual de Infraestrutura) para uma vistoria “in loco” dos fechamentos de rios e corixos que alimentam de água a Baía de Chacororé, que vem enfrentando uma de suas piores secas. Na ocasião, participaram também representantes do Ministério Público, UFMT e da Prefeitura de Barão de Melgaço.

Após esta visita ficou destacado que a falta de chuva prolongada somada a ação predatória do homem com o fechamento de corixos para construção de estradas e a danificação de barragens destinada a conter o fluxo de água da baía de Chacororé para a vizinha Siá Mariana gerou um quadro desolador. Ações emergenciais da Sema já recuperaram as barragens. 

“As barragens recuperadas vão ajudar a aumentar o volume de água da Baía de Chacororé, mas as aberturas dos corixos e rio são fundamentais não só para irrigar a lagoa como abastecê-la de peixes e nutrientes, sem os quais ela seria apenas um reservatório sem vida”, destacou Sérgio Ricardo.

O rio Chacororé com 14 Km de extensão assim como o corixo Lueggi podem ser abertos para a entrada da água do rio Cuiabá afim de abastecer a Baía Chacororé. Já a reabertura de outros corixos na região como o Caiçara, Côco Chato e Uva dependerão de estudos mais aprofundados, pois há controvérsias sobre a questão à partir de opiniões diferentes de técnicos da SEMA e UFMT, pois envolve a gestão do lixo que poderá adentrar à Baia pelos canais, a erosão de áreas atualmente sem cobertura vegetal e a situação das famílias e pequenas propriedades que poderão à principio ser expostas com mais gravidade a inundações no período das cheias.

A Baía de Chacororé, a maior do Pantanal, possui uma superfície de lâmina d’água de cerca de 11.000 hectares no período estiagem, mas este ano chegou a registrar uma das maiores secas da sua história, não ultrapassando a quatro mil hectares. 

Sérgio Ricardo garante maquinários para o Projeto Pró-Peixe

Sérgio Ricardo garante maquinários para o Projeto Pró-Peixe

22/02/2011 18:03
Por solicitação do deputado Sérgio Ricardo (PR), 1° secretário da Assembleia Legislativa, o Governo do Estado através da Secretaria de Desenvolvimento Rural e Agricultura Familiar (SEDRAF) entregará na próxima quinta-feira (24), ás 16h, no Mercado do Porto, dois kits de maquinários composto por uma pá carregadeira, um caminhão e uma rampa de embarque que serão destinados à continuidade do projeto Pró-Peixe, criado através de lei de autoria do parlamentar. 

Segundo Sérgio Ricardo com esses maquinários será possível abrir novos tanques para os pequenos produtores, cujas licenças ambientais já foram expedidas. “A piscicultura está se fortalecendo e tem sido fonte de renda e geração de emprego para pequenos produtores da baixada cuiabana. Até hoje 183 famílias foram beneficiadas pelo Pró-Peixe somente na região e mais de mil em todo o Estado”. 

Na oportunidade o Ministério da Pesca fará a entrega de três caminhões que serão destinados aos Consórcios Intermunicipais de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Complexo Nascentes do Pantanal e Vale do Rio Cuiabá e uma unidade para a prefeitura da Capital que beneficiará a Aspropeixe- Associação dos Produtores de Peixe do Cinturão Verde também por solicitação do deputado Sérgio Ricardo. 

Os três Caminhões em questão fazem parte do projeto Feira do Peixe que Mato Grosso receberá como parte da primeira etapa do Programa Peixe nos Bairros do Ministério da Pesca, que tem a meta de chegar a 200 veículos.

De acordo com o diretor da Aspropeixe, o produtor Everaldo Goulart com o caminhão vai facilitar a comercialização do peixe e conseqüentemente, os pequenos produtores terão maior lucro. “A piscicultura é uma alternativa econômica aos pequenos e médios proprietários. O Projeto Pró-Peixe está alavancando a cadeia produtiva”, frisou Everaldo que agradeceu a intervenção do deputado Sérgio Ricardo.
Fonte: Thiara Raquel Prado - Assessoria

Deputado pede que área do Hospital Central seja doada a entidades públicas



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THIARA RAQUEL PRADO
Assessoria da 1ª Secretaria
 
O parlamentar justificou lembrando que a obra do Hospital Central existe há mais de 20 anos e que várias tentativas de retomada da construção foram fracassadas. “Para retomar a construção da obra seria preciso mais R$ 20 milhões para concluí-la, sem contar o valor necessário para equipá-la com móveis e aparelhos hospitalares”. Na época, o objetivo da Secretaria de Estado de Saúde era transformar o hospital para atendimentos de alta complexidade.

Sérgio Ricardo explicou, ainda, que a planta do Hospital Central não mais atende as exigências da Vigilância Sanitária, estando condenada a sofrer alterações ou não poder cumprir sua finalidade.

O deputado lembrou também que em breve a população da região metropolitana contará com o Hospital Metropolitano, em Várzea Grande, e que o mais recomendável, no momento, é investir no Hospital e Pronto Socorro Municipal, na Santa Casa de Misericórdia de Cuiabá e no Hospital do Câncer que estão com déficit de infraestrutura, de equipamentos e de pessoal, ao invés de concluir uma obra absolutamente ultrapassada para os fins para qual foi planejada.

“A obra está inacabada. Por outro lado, o prédio pertence a Administração Pública que muita vezes é obrigada a locar imóveis para executar serviços, geralmente em prédios inadequados e com espaço insuficiente”, destacou Sérgio Ricardo ao comentar que o projeto visa contribuir também com a melhor aplicação dos recursos da saúde.
Mais informações:

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Sérgio Ricardo propõe criação do salário mínimo regional

Pelo projeto, o menor salário será de R$ 580 superior ao mínimo nacional de R$ 545

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A proposta institui nove faixas salariais. O menor valor do salário mínimo passaria a ser de R$ 580 e o maior de R$ 653,37. “São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Rio Grande do Sul já editaram leis sobre o assunto, reforçando os mecanismos de proteção, principalmente, aqueles trabalhadores que não estão inseridos em um sindicato”, observou Sérgio Ricardo.

O objetivo essencial da propositura é assegurar aos empregados menos protegidos remuneração superior à do salário mínimo nacional, que deverá ser R$ 545,00. “As empregadas domésticas, por exemplo, pelo meu projeto, passariam a receber 588,70 como o menor salário da categoria”, ressaltou o deputado.

O projeto que está tramitando na Casa não se aplica aos empregados que tem piso salarial definido em lei federal, convenção ou acordo coletivo e aos servidores públicos estaduais e municipais. “Não há intenção nenhuma de competir com os sindicatos, entidades encarregadas das negociações sobre pisos e reajustes salariais”, ressaltou Sérgio Ricardo, ao ponderar: “Pelo contrário, pretende-se fortalecer a atuação sindical, criando para as categorias que não alcançaram satisfatório nível de organização, mais um instrumento de proteção. Esta lei sancionada será um grande avanço para os trabalhadores”.

Veja como fica estabelecido o piso salarial dos empregados integrantes das categorias abaixo enumeradas: 
I. R$ 580,00 (quinhentos e oitenta reais) - Para os trabalhadores agropecuários e florestais;
II. R$ 588,70 (quinhentos e oitenta e oito reais e setenta centavos) - Para empregados domésticos, serventes, trabalhadores de serviços de conservação, manutenção, empresas comerciais, industriais, áreas verdes e logradouros públicos, não especializados, contínuo e mensageiro, auxiliar de serviços gerais e de escritório, empregados do comércio não especializados, auxiliares de garçom e barboy;
III. R$ 597,53 (quinhentos e noventa e sete reais e cinquenta e três centavos) – Para classificadores de correspondências e carteiros, trabalhadores em serviços administrativos, cozinheiros, operadores de caixa, inclusive de supermercados, lavadeiras e tintureiros, barbeiros, cabeleireiros, manicures e pedicures, operadores de máquinas e implementos de agricultura, pecuária e exploração florestal, trabalhadores de tratamento de madeira, de fabricação de papel e papelão, fiandeiros, tecelões e tingidores, trabalhadores de curtimento, trabalhadores de preparação de alimentos e bebidas, trabalhadores de costura e estofadores, trabalhadores de fabricação de calçados e artefatos de couro, vidreiros e ceramistas, confeccionadores de produtos de papel e papelão, dedetizadores, pescadores, vendedores, trabalhadores dos serviços de higiene e saúde, trabalhadores de serviços de proteção e segurança, trabalhadores de serviços de turismo e hospedagem, motoboys;
IV. R$ 606,49 (seiscentos e seis reais e quarenta e nove centavos) - Para trabalhadores da construção civil, despachantes, fiscais, cobradores de transporte coletivo (exceto cobradores de transporte ferroviário), trabalhadores de minas, pedreiras e contadores, pintores, cortadores, polidores e gravadores de pedras, pedreiros, trabalhadores de fabricação de produtos de borracha e plástico, e garçons;
V. R$ 615,59 (seiscentos e quinze reais e cinquenta e nove centavos) - Para administradores, capatazes de explorações agropecuárias, florestais, trabalhadores de usinagem de metais, encanadores, soldadores, chapeadores, caldeireiros, montadores de estruturas metálicas, trabalhadores de artes gráficas, condutores de veículos de transportes, trabalhadores de confecção de instrumentos musicais, produtos de vime e similares, trabalhadores de derivados de minerais não metálicos, trabalhadores de movimentação e manipulação de mercadorias e materiais, operadores de máquinas da construção civil e mineração, telegrafistas e barman, trabalhadores de edifícios e condomínios, ate ndentes de consultório, clínica médica e serviço hospitalar;
VI. R$ 624,82 (seiscentos e vinte e quatro reais e oitenta e dois centavos) - Para trabalhadores de serviços de contabilidade e caixas, operadores de máquinas de processamento automático de dados, secretários, datilógrafos e estenógrafos, chefes de serviços de transportes e comunicações, telefonistas e operadores de telefone e de telemarketing, teleatendentes, teleoperadores, operadores de call center, atendentes de cadastro, representantes de serviços empresariais, agentes de marketing, agentes de cobrança, agentes de venda, atendentes de call center, auxiliares técnicos de telecomunicações , operadores de suporte CNS, atendentes de retenção, operadores de atendimento, representantes de serviços, assistentes de serviços, telemarketing ativos e receptivos, trabalhadores da rede de energia e telecomunicações, supervisores de compras e de vendas, compradores, agentes técnicos de venda e representantes comerciais, mordomos e governantas, trabalhadores de serventia e comissários (nos serviços de transporte de passageiros), agentes de mestria, mestre, contramestres, supervisor de produção e manutenção industrial, trabalhadores metalúrgicos e siderúrgicos, operadores de instalações de processamento químico, trabalhadores de tratamentos de fumo e de fabricação de charutos e cigarros, operadores de estação de rádio, televisão e de equipamentos de sonorização e de projeção cinematográfica, operadores de máquinas fixas e de equipamentos similares, sommeliers, e maitres de hotel, ajustadores mecânicos, montadores e mecânicos de máquinas, veículos e instrumento de precisão, eletricistas, eletrônicos, joalheiros e ourives, marceneiros e operadores de máquinas de lavrar madeira, supervisores de produção e manutenção industrial, frentistas e lubrificadores, bombeiros civis e auxiliar de enfermagem;
VII. R$ 634,20 (seiscentos e trinta e quatro reais e vinte centavos) - Para trabalhadores de serviço de contabilidade de nível técnico e técnico em enfermagem;
VIII. R$ 643,71 (seiscentos e quarenta e três reais e setenta e um centavos) – Para os professores de Ensino Fundamental (1º ao 5º ano), com regime de 40 (quarenta) horas semanais, e técnicos de eletrônica e telecomunicações;
IX. R$ 653,37 (seiscentos e cinquenta e três reais e trinta e sete ) - Para administradores de empresas, arquivistas de nível superior, advogados e contadores empregados.


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Deputado pede que área do Hospital Central seja doada a entidades públicas



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O parlamentar justificou lembrando que a obra do Hospital Central existe há mais de 20 anos e que várias tentativas de retomada da construção foram fracassadas. “Para retomar a construção da obra seria preciso mais R$ 20 milhões para concluí-la, sem contar o valor necessário para equipá-la com móveis e aparelhos hospitalares”. Na época, o objetivo da Secretaria de Estado de Saúde era transformar o hospital para atendimentos de alta complexidade.

Sérgio Ricardo explicou, ainda, que a planta do Hospital Central não mais atende as exigências da Vigilância Sanitária, estando condenada a sofrer alterações ou não poder cumprir sua finalidade.

O deputado lembrou também que em breve a população da região metropolitana contará com o Hospital Metropolitano, em Várzea Grande, e que o mais recomendável, no momento, é investir no Hospital e Pronto Socorro Municipal, na Santa Casa de Misericórdia de Cuiabá e no Hospital do Câncer que estão com déficit de infraestrutura, de equipamentos e de pessoal, ao invés de concluir uma obra absolutamente ultrapassada para os fins para qual foi planejada.

“A obra está inacabada. Por outro lado, o prédio pertence a Administração Pública que muita vezes é obrigada a locar imóveis para executar serviços, geralmente em prédios inadequados e com espaço insuficiente”, destacou Sérgio Ricardo ao comentar que o projeto visa contribuir também com a melhor aplicação dos recursos da saúde.

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Bancos deverão instalar divisórias em seus caixas para evitar assaltos

http://www.todoscontraapedofiliamt.com.br/politica/ Bancos deverão instalar divisórias em seus caixas para evitar assaltos

Foto Por: Jupirany Devillart/AL

 
As divisórias deverão ter altura mínima de um metro e oitenta centímetros, e serem confeccionadas em material opaco, que impeça a visibilidade. Ainda de acordo com o projeto, os estabelecimentos deverão adaptar suas agências no prazo de 60 dias, a partir da publicação da lei, e o não cumprimento da medida poderá provocar a suspensão do alvará de funcionamento da infratora.

A “saidinha de banco” se caracteriza pela ação inicial de um “olheiro”. De maneira discreta, ele observa as pessoas que estão na fila de determinada agência bancária para identificar as que fazem saques e que tenham algum tipo de vulnerabilidade. Feita a identificação da vítima, ela é seguida por um ou mais marginais – com o auxílio de armas – até algum ponto onde o roubo seja praticado com o mínimo risco para os bandidos.

Enquanto fornecedores de serviços, os estabelecimentos bancários devem arcar com a segurança dos seus usuários consumidores sob pena de responsabilizações civil e criminal pelos prejuízos causados ou permitidos a estes últimos. É o que diz o Artigo 14, da Lei 8.078/1990 – o Código de Defesa do Consumidor”, disse Wagner Ramos.

Em Mato Grosso, a iniciativa da medida foi da Câmara de Vereadores de Tangará da Serra - que teve projeto idêntico sancionado pela prefeitura do município. Na Assembleia, o próximo passo será estender a medida aos caixas eletrônicos em funcionamento dentro e fora das agências bancárias.


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Prefeitura discute implantação de linha de ônibus para beneficiar comunidade rural

Prefeitura discute implantação de linha de ônibus para beneficiar comunidade rural
A segunda reunião para definir o transporte coletivo na região da antiga Fazenda Velha, aconteceu sábado (18-02), envolvendo representantes das comunidades rurais, o vereador Misael Galvão e o secretário Municipal de Trânsito e Transporte Urbano (SMTU), Edivá Alves, na comunidade do Rio dos Couros.

Os moradores entregaram ao secretário um abaixo assinado que pede a implantação do transporte urbano na região o mais rápido possível. O documento argumenta que quem mora na região precisa contar com transporte coletivo a um preço mais acessível, porque hoje a passagem custa R$9,00, o que soma R$18,00 somente para ir e vir.

“Levamos de cinco a seis meses para criar uma galinha e vendê-la a R$ 12,00, ou no máximo por R$15,00; no dia em que precisamos ir ao centro fazer compras ou ir ao médico, gastamos R$18,00 com a passagem de ônibus, e essa situação não tem como agüentar”, pontuou o pequeno produtor Braulino Pinto da Silva.
O secretário da SMTU, Edivá Alves, disse que conhece a situação, mas lembrou que o primeiro passo já foi dado, que é a iniciativa dos moradores das comunidades rurais, através do vereador Misael Galvão, de reivindicar seus direitos junto ao poder público.

“Agora vamos nos reunir na Secretaria, conforme pedido de Misael Galvão, no próximo dia 18 de março, as 9:00h, após o carnaval, para discutir, com os engenheiros, as possibilidades cabíveis dos prováveis roteiros por onde a linha do ônibus passará”, completou.

“Não vejo a hora de ver os ônibus começarem a rodar em nossa região, porque assim meus filhos poderão morar aqui e estudar e trabalhar na cidade, além de eu poder ir ao médico e pagar menos pela passagem”, frisou Lica Bonifácio de Farias, moradora há 52 anos, no Rio dos Couros.
O vereador Misael Galvão (PR) disse continuará acompanhando os trabalhos, ao lado de uma comissão de moradores das 13 comunidades da região Aricazinho, 21 de abril, Rio dos Couros, Farturinha, Fazenda Velha, Ribeirão da Fazenda, Buritizal, Barreiro, Barreirinho, Raizama, Formosa, Bela Vista e São Jerônimo, discutindo diretamente com os profissionais da Secretaria Municipal de Trânsito e Transporte Urbano – SMTU.

“Enquanto não presenciar de fato o transporte coletivo chegar até essas comunidades, continuarei lutando para que isso ocorra e tenho certeza, que por meio desse transporte, o progresso acontecerá naquela região, com estradas e pontes em boas condições de trafego”, disse Galvão.
Contato: 
3317-1549
Fonte:  Assessoria Comunicação -Ana / Marcella

Governo do Estado confirma recursos para obras de mobilidade urbana em Cuiabá

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O Governo do Estado de Mato Grosso confirmou que estão garantidos os recursos para as obras de mobilidade urbana, previstas para serem realizadas em Cuiabá e Várzea Grande, em função da Copa do Mundo de 2014. A confirmação foi dada por meio de nota enviada a imprensa ontem, dia 17 de fevereiro. De acordo com o Governo, Cuiabá não está excluída do PAC Mobilidade Grandes Cidades, porque o município se antecipou na inclusão dos projetos de mobilidade visando o Mundial de Futebol, e firmou convênios para as obras ainda em 2010. 
Segundo a nota do Governo, “no dia 22 de setembro de 2010, o Governo de Mato Grosso assinou convênio com o BNDES, no valor de R$ 393 milhões para a construção e reforma de estádios de futebol. Em 27 de setembro de 2010, foram assinados convênios com a Caixa Econômica Federal, no valor de R$ 454,7 milhões para as obras de mobilidade urbana em Cuiabá e em Várzea Grande”. Ainda segundo a nota, os convênios citados correspondem às obras inclusas na programação da Agecopa. 
O Governo do Estado também informou que o ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento, autorizou, na semana passada, durante audiência com o governador Silval Barbosa, a licitação, pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte – DNIT, dos R$ 388 milhões para as obras de mobilidade urbana em Cuiabá e Várzea Grande previstas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).  
A previsão da Agecopa é que as licitações referentes às obras de mobilidade urbana comecem a ser realizadas no próximo mês de março.  
Fonte:  Secom-Cuiabá com Assessoria Secom-MT

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Avenidas do CPA e Prainha terão grandes mudanças com obras da Copa

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Avenidas do CPA e Prainha terão grandes mudanças com obras da Copa
Foto: Divulgação
As obras que vão preparar Cuiabá para receber a Copa 2014 vão causar grandes mudanças numa extensão de dez quilômetros entre o início da av. Rubens de Mendonça (CPA) e o bairro do Porto. No mesmo sentido, as obras se estenderão até o aeroporto Marechal Rondon, na cidade vizinha de Várzea Grande. Serão duas pontes, quatro viadutos e três trincheiras (uma espécie de longo túnel) e ainda a construção dos corredores exclusivos para ônibus, o sistema BRT (Bus Rapid Transit), que passarão pela av. Tenente Coronel Duarte, a Prainha.
Na av. do CPA, em frente ao Grande Templo, haverá a adequação da rotatória. Logo em frente, próximo ao acesso ao Hospital Julio Müller, serão erguidos dois viadutos em forma de ferradura. Outro viaduto será construído nas proximidades da av. Mato Grosso.
No canteiro central da av. da Prainha serão instalados os corredores do BRT que virão da Fernando Correa e seguirão até o aeroporto, em Várzea Grande.
No bairro do Porto, serão construídos dois viadutos ligando a Av.Beira Rio Sul (do lado da Acrimat)  à Beira Rio Norte (do lado do Museu do Rio). E sobre o Rio Cuiabá, mais uma ponte será erguida para a passagem dos corredores do BRT.
De acordo com o secretário de Trânsito e Transporte de Cuiabá, Edivá Alves, todas essas obras viárias transformarão o trânsito da capital. “Ganharemos muito em mobilidade; motoristas e pedestres terão outra realidade depois da conclusão dessas obras, e isso refletirá em qualidade de vida da população”, observa o secretário.

Soluções Viárias – Corredor BRT -  CPA/ Aeroporto:
Obras Viárias:
02 Pontes
04 viadutos
03 trincheiras
Pontes:
Ponte Avenida Oito de Abril
Ponte Julio Müller
Viadutos:
Proximidade Avenida Djalma Ferreira de Souza
Proximidade Avenida Mato Grosso
Ligação Avenida Beira Rio Norte/Sul
Alameda Julio Müller
Trincheiras:
Rua Luis Felipe (Alvorada)
Avenida Dom Orlando Chaves (Cristo Rei-V.G)
Avenida 31 de Março (KM Zero –V.G)
Fonte:  Sanny Lisboa/PMC

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Portal da Prefeitura de Cuiabá está sendo aprimorado para oferecer melhores serviços

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Portal da Prefeitura de Cuiabá está sendo aprimorado para oferecer melhores serviços
Foto: Divulgação
O portal da Prefeitura de Cuiabá (www.cuiaba.mt.gov.br) está passando por uma reformulação lenta, mas gradual, cujo objetivo é cada vez mais prestar um melhor serviço ao munícipe da capital. A reformulação está sendo feita no conteúdo concomitantemente com a parte estética do portal. O gerenciamento do conteúdo é de responsabilidade da Secretaria Municipal de Comunicação (Secom), enquanto a parte técnica é desenvolvida por equipe especializada da própria Prefeitura.
O gestor de conteúdo do portal, Frederico Nogueira, ressalta que o sítio ainda tem muito que evoluir, mas que muito já foi feito nos últimos meses, desde que a reformulação teve início (no segundo semestre de 2010). “O cidadão que acessa hoje o portal tem uma gama de informações, muito maior do que existia há um ano, e vamos continuar aprimorando tanto a parte tecnológica, quanto o conteúdo”.
Frederico explica que, como o sistema é novo, ainda está sendo aperfeiçoado, com as possíveis  falhas ainda sendo detectadas e sanadas. “Estamos trabalhando para resolver os problemas que aparecem, para chegar ao ponto do portal ficar bem funcional, fornecendo todas as informações que o cidadão necessitar”.
A meta da Secom é fazer com que o portal se popularize, e que o cidadão possa usar o site para ter um grande número de informações e serviços complexos, como impressão de formulários, guias de pagamentos, entre outros documentos.
Visando a transparência da administração pública, o prefeito Francisco Galindo quer que o site seja um canal de comunicação entre o munícipe e a gestão municipal. Para isso, o gerenciamento do portal firmou uma parceria com a Ouvidoria Municipal de Cuiabá, para que todas as dúvidas, críticas, sugestões e solicitações feitas pela população sejam encaminhadas para as Secretarias e Órgãos responsáveis, para que o cidadão tenha uma resposta o mais prontamente possível.
Frederico Nogueira destaca que o munícipe deve participar do processo de aprimoramento do portal, testando e utilizando os serviços, enviado dúvidas, sugestões, e até mesmo, elogios. “A participação e interação da população é mais uma etapa para que possamos melhorar o serviço prestado”.
Fonte:  Ângela Jordão/PMC

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Vereadores de Nova Bandeirantes pedem retomada de obras na MT-208

Vereadores de Nova Bandeirantes pedem retomada de obras na MT-208http://www.todoscontraapedofiliamt.com.br/politica/
  
SANDRA COSTA - Assessoria da Presidência





Riva conclama união dos legislativos em defesa dos municípios

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    Galeria
Parlamentar quer mobilização para pressionar o Congresso Nacional a votar matérias importantes como as reformas Política e Tributária, bem como a PEC 13
ITIMARA FIGUEIREDO - Assessoria da Presidência






Assembleia quer apurar formas de protecionismo a empreendimentos

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Assembleia quer apurar formas de protecionismo a empreendimentos

Circuito Mato Grosso
Foto: ReproduçãoAssembleia quer apurar formas de protecionismo a empreendimentos

A Mesa Diretora já teria o aval de 20 deputados, número mais que necessário para a instalação do inquérito parlamentar. Os deputados apenas esperam informações da Secretaria de Estado de Meio Ambiente para confirmar a criação CPI. Embora o secretário estadual de Meio Ambiente, coronel Alexander Maia, tente demonstrar tranquilidade, ele não consegue esconder sua preocupação e evita falar com a imprensa ou mesmo informar ao Legislativo o exato número de licenças concedidas nos últimos anos e para quem.

Não é de hoje que há conflitos de interesses em relação às construções de PCHs. De um lado estão os grandes produtores e empresários. Na outra ponta encontram-se os índios. Desde 2004, este segundo grupo protesta contra as obras de mais de 83 PCHs no Rio Juruena e nos afluentes do Rio Xingu. A bacia do Juruena abriga 11 terras indígenas de cinco etnias (enawenê-nawê, menku, nambiquara, paresi e rikbaktsa) e aproximadamente 88 aldeias.

Relembre alguns acontecimentos 
Outubro de 2008 - A construção das PCHs na Bacia do Juruena acirrou os conflitos entre os índios, as construtoras e o governo do Mato Grosso, quando 120 índios ocuparam e incendiaram o canteiro de obras da PCH da Juruena Participações, em Sapezal (a 430 quilômetros de Cuiabá). Em outubro de 2008, pelo menos 12 caminhões foram destruídos, além dos alojamentos e do escritório avançado da Juruena Participações Ltda, consórcio construtor de quatro usinas.

Março de 2009 - Construtores e povos indígenas da região do Vale do Juruena que assinaram um acordo de compensação envolvendo um milhão e meio de reais pela construção de oito PCHs naquele rio. O Plano de Compensação foi duramente criticado e ridicularizado por ambientalistas. 

Agosto de 2009 – A Justiça Federal de Mato Grosso determinou a suspensão do licenciamento da usina hidrelétrica Juruena, a segunda maior entre as 11 previstas em um trecho de 130 km do Rio Juruena (noroeste do Estado). A obra foi autorizada pela Sema a pedido do consórcio formado pela Maggi Energia e as empresas Linear Participações e MCA Energia. O Ministério Público Federal disse à época que o processo foi irregular porque o consórcio obteve a licença com base em informação inverídica sobre a capacidade de geração prevista no empreendimento. Para o MPF, a usina teria capacidade para gerar 46 megawatts e não 25 megawatts, sendo obrigada a elaborar o Estudo de Impacto Ambiental (EIA-Rima). 

Maio de 2010 – O Circuito Mato Grosso contou que o Yaõkwá - ritual dos índios Enawenê Nawê, do norte do Mato Grosso - foi prejudicado em 2009. O motivo seria a falta de peixes atribuída às mudanças climáticas e à construção das PCHs no Rio Juruena. 

Janeiro de 2011 – O Consema acatou a construção de PCH em fazenda de Giovani Zen Rodrigues, o genro de João Arcanjo Ribeiro, o comendador Arcanjo, mas não deixou avançar hidrelétricas do empresário José Pupim, que não aceitou Eraí Maggi como sócio. A denúncia foi feita em reportagem da edição 323 do jornal Circuito Mato Grosso, em janeiro deste ano. 

Fevereiro de 2010 – Deputado Percival Muniz (PPS) evidencia seu voto pela abertura da CPI. Para ele, há indícios de priorização de um grupo muito restrito no que tange às concessões.

Revogação em tempo recorde
O Circuito Mato Grosso teve acesso ao processo de licenciamento de duas PCHs que serão construídas na região de Juscimeira (a 140 quilômetros de Cuiabá), denominadas de Água Prata e Água Clara. Após extensa análise pelo departamento jurídico da Sema, diversas exigências documentais foram pedidas e posteriormente não cumpridas pelos empreendedores. Vencidos os prazos para regularização do processo de licenciamento, a secretária adjunta de Qualidade Ambiental da pasta do Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti, que é também advogada especializada na área, suspendeu a licença de instalação dos referidos processos. Ato que foi devidamente publicado no Diário Oficial de 29 de novembro de 2010 sob número 25.446. Estranhamente, apenas três dias depois do ato técnico e administrativo de Mauren, o titular da Pasta, Alexander Maia, resolveu REVOGAR a suspensão da licença alegando cumprimento de prazo do parecer jurídico em questão. A atitude de Maia não convenceu... Funcionários da SEMA garantem que o ato do secretário está na contra-mão dos trâmites processuais que envolvem licenciamento de PCHs. Trocando em miúdos, e no bom português, Maia usou a “força de sua caneta” reformando uma decisão em 3 dias. Enquanto isso, no caso das PCHs Saracura e Jacutinga (amplamente noticiada pelo Circuito), o nobre secretário faz uso da “força da sua gaveta” e o processo está emperrado há mais de 1.800 dias. 

O Circuito Mato Grosso divulga nesta reportagem cópia de dois termos que se referem a duas licenças. Numa primeira publicação, o termo suspende a licença de instalação sob nº 1643/2007 e 1645/2007, dois termos que se referem respectivamente às PCHs Água Prata e Água Clara. As duas usinas previstas para serem instaladas em Juscimeira (a 140 quilômetros de Cuiabá). A suspensão foi assinada pela secretária adjunta de Qualidade Ambiental da pasta de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti, uma advogada e técnica na área. 

Três dias depois, em tempo recorde, o secretário de Meio Ambiente Alexander Maia deu uma canetada inesperada. Ele revogou o termo de suspensão, aprovando, assim, as mesmas licenças de instalação. No termo de revogação, o secretário ainda diz que o ato foi realizado mediante parecer jurídico, mas sua justificativa não convence. O secretário tomou uma atitude que anda na contramão de toda tramitação processual. Um pedido para instalação de uma PCHs chega a se protelar por 1.825 dias. O Circuito Mato Grosso deixa o espaço aberto para o pronunciamento do secretário sobre o que o motivou a reformar uma decisão pontual de uma técnica em tempo surreal.

Ilicitude ignorada
A secretária adjunta Mauren Lazzaretti, ao suspender as referidas licenças, se baseou no parecer jurídico nº 64939/2010, elaborado pela própria secretaria, onde as exigências da Sema não foram cumpridas. Maia ignorou a técnica e usou a força de sua caneta.

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Luciane pede a redução da pauta mínima de madeira à Sefaz

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A deputada Luciane Bezerra, PSB, e lideranças do setor madeireiro se reuniram ontem (23.02) com o secretário de Fazenda do Estado, Edmilson Almeida, para solicitar a redução da pauta de preços mínimos da madeira no Estado. 

Segundo a deputada, o setor madeireiro tem perdido competitividade no mercado estadual e nacional por que os valores de preços mínimos são muito altos se comparados aos praticados em Estados que também concentram grande produção de madeira como Rondônia e Pará. “Se um tipo de madeira aqui custa R$600 nos outros Estados custa apenas R$400. Nós temos a legislação mais severa de todos, cumprimos a risca no entanto não conseguimos crescer”, afirmou Luciane. 

O diretor executivo do Cipem, Centro das Indústrias de Produtoras e Exportadoras de Madeira de Mato Grosso, Álvaro Leite, argumentou ainda que Mato Grosso é o único que paga taxas como o Fethab e alíquota de classificação de madeira. “Precisamos que o Estado estabeleça uma classificação geral das espécies de madeira, pois esta identificação espécie a espécie burocratiza a venda e o trafego do produto”, revelou. 

Leite informa ainda que mais de 90% da madeira comercializada dentro e fora do Estado é resultado de projetos de manejo. “Contamos com a ajuda da deputada nesta alteração da pauta pedida à Sefaz e sabemos que temos agora um representante desta classe produtiva na Assembléia”, disse. 

Para Luciane a classificação de madeira em Mato Grosso tem que ser modificada. De acordo com a parlamentar muitos produtores de madeira, a maioria de Juara, chegam a perder negócios por que a madeira vendida por produtores dos Estados vizinhos é até 40% mais barata que a do Mato Grosso. 




“Vamos buscar um entendimento com o Governo por meio da Sefaz e do Indea, e vamos insistir na redução da pauta e na extinção da classificação da madeira”, defendeu. Participou da reunião ainda o presidente da Associação de Produtores de Juara Voniclei Gasparin.


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